As controversas na Reforma da Previdência
Segundo a reportagem de hoje do Portal da Folha de São
Paulo, a proposta da reforma da Previdência proposta pelo governo Bolsonaro é
rejeitada por 51 % dos brasileiros,mostra pesquisa Data Folha.A Folha cita na
reportagem que 41 % são favoráveis,2% são indiferentes e 7 % não sabem.
Ainda de acordo com a
Folha, a oposição á reforma é maior entre as mulheres (56 %) e supera o apoio
por pelo menos dez pontos em todas as faixas etárias até 59 anos de idade.
Ainda segundo a matéria da Folha,entre os homens,48 % se dizem a favor e 45%
contra, um empate técnico (a margem de erro é dois pontos percentuais para mais
ou para menos). A Folha ainda cita na matéria que o apoio á reforma é
numericamente superior também entre os de renda familiar acima de dez salários mínimos
(R$ 9.998 em 2019),%)50 % apoiam a reforma e 47 % são contra. Ainda segundo a reportagem,
a maior rejeição,de 63 % aparece entre os funcionários públicos ( 5% da amostra
).
Á você que está me lendo eu digo : Todos dizem que tem que
dar uma contribuição ao país, entretanto, ninguém quer que o governo federal mexa
na sua aposentadoria. Certamente boa parte dos deputados e senadores vão propor
alterações na reforma proposta pelo Presidente Jair Bolsonaro. Sim leitor (a),a
reforma da Previdência é um tema extremamente impopular que tira votos
preciosos na época das eleições, nessa hora tanto os novatos quanto os veteranos
na política falam a mesma linguagem em nome da sobrevivência política.
Isso sem mencionar que a reforma penaliza o trabalhador
rural que pela precariedade da sua mão de obra não terá como comprovar que
contribuiu o tempo necessário para se aposentar aos 65 anos, esses brasileiros
estão condenados á trabalhar até a morte.
E também conforme uma matéria da própria Folha de São Paulo,
o brasileiro espera se aposentar no máximo até os 61 anos de idade. Os
funcionários públicos por exemplo, não querem perder sua qualidade de
vida, portanto eles farão resistência se o governo federal mexer na sua
aposentadoria. Provavelmente alguma reforma será aprovada, mas em nome da sobrevivência
política, deputados e senadores certamente vão propor alterações em uma reforma muito aprofundada.
E assim caminha a humanidade.
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