No incio da pandemia da Covid 19 no Brasil, o então ministro da saúde Luiz Henrique Mandetta posicionou-se de acordo com as orientações da Organização Mundial da Saúde (OMS) ao adotar o distanciamento social com o objetivo de "achatar a curva" de contágio e assim evitar o colapso do sistema de saúde. Por outro lado, a resposta do então presidente Jair Bolsonaro foi amplamente criticada depois que ele minimizou os efeitos da doença, defendeu tratamentos sem eficácia comprovada e postergou a compra de vacinas, além de ter entrado em conflito com governadores por discordar de medidas de distanciamento social. De acordo com a agência de verificação de informações Aos Fatos, até o fim de 2021, Bolsonaro deu 1.278 declarações falsas ou distorcidas sobre a pandemia.
Em 2022, Bolsonaro foi condenado no Tribunal Permanente dos Povos por crime contra a humanidade durante a pandemia de COVID-19. Segundo a sentença, "o crime pelo qual o presidente Bolsonaro foi responsável consiste em uma violação sistemática dos direitos humanos, por ter provocado a morte de dezenas de milhares de brasileiros devido à política insensata que promoveu em relação à pandemia de COVID-19. Contrariando a posição unânime de cientistas de todo o mundo e as recomendações da Organização Mundial da Saúde, Bolsonaro não só fez com que a população brasileira não adotasse as medidas de distanciamento, isolamento, proteção e vacinação destinadas a limitar a infecção, como várias vezes criou vários obstáculos a elas, frustrando as tentativas de seu próprio governo de estabelecer políticas de alguma forma destinadas a proteger a população do vírus".
De acordo com levantamento da Internacional de Serviços Públicos (ISP), produzido pela Lagom Data, mais de 4500 profissionais de saúde, a maior parte de auxiliares ou técnicos de enfermagem, morreram entre março de 2020 e dezembro de O estudo ainda indicou que oito a cada dez desses óbitos eram de mulheres. O número de profissionais de saúde afastados após serem infectados com o vírus também aumentou, a ponto de muitos não se sentirem protegidos nos locais de trabalhos. De todo modo, profissionais de saúde receberam homenagens por atuarem na linha de frente no enfrentamento da pandemia. Segundo os veículos de imprensa no Brasil.
O ex presidente Jair Bolsonaro (PL), matou 701.494 mil brasileiros durante a pandemia da Covid 19. Com o seu discurso e suas políticas de caráter genocida, o ex presidente Jair Bolsonaro (PL), foi o grande responsável por 701.494 mil mortes no Brasil.
Não se trata de revanchismo. Contudo. O ex presidente Jair Bolsonaro (PL), terá que responder por todas as pessoas que ele matou durante a pandemia da Covid 19 no Brasil.
O caso da fraude nos cartões de vacina do ex presidente, é algo inaceitável, em um país com tantas perdas humanas durante ás fases mais agudas da pandemia.
Causar pandemia mediante a propagação de germes patogênicos. Pena de reclusão de 10 a 15 anos. Se do fato, resulta em morte, a pena é aplicada em dobro.
No caso de culpa, a pena é de detenção de 01 a 02 anos. Ou se resulta em morte, a detenção é 02 a 04 anos.
Infringir determinação do poder público, destinada a impedir introdução ou propagação de doença contagiosa. Pena de detenção de 01 mês a 01 anos e multa.
A pena é aumentada de um terço, se o agente é funcionário da saúde pública ou exercer a profissão de médico, farmacêutico, dentista ou enfermeiro. Segundo os crimes contra á saúde pública, no meu livro sobre o Código Penal do Brasil ,de 07 de Dezembro de 1940, da Supervisão Editorial Jair Lot Vieira, da Editora Edipro.
Não tenho formação em Direito. Minha única formação acadêmica, é a habilitação em Jornalismo na Comunicação Social, pelas Faculdades Integradas Alcântara Machado (FIAAM FAAM).
Contudo. De acordo com as informações do meu livro sobre o Código Penal do Brasil, de 07 de Dezembro de 1940, o ex presidente Jair Bolsonaro (PL), praticou crimes contra á saúde pública.
O falso moralismo do ex presidente Jair Bolsonaro (PL), vem a tona, com todos os seus crimes na pandemia da Covid 19, sendo expostos pelos veículos de imprensa no Brasil.
Aquele que foi eleito em 2018, como um parlamentar que não encaixa nas convenções da sociedade no qual está inserido, não passa de um mero farsante político.
Os crime do ex presidente Jair Bolsonaro (PL) contra á saúde pública, vem a tona por meio dos veículos de imprensa no Brasil.
O que comprova que aquele que foi eleito como um outsider em 2018. Não passa de um farsante político.
Confira a noticia do Portal G1 da Rede Globohttps://g1.globo.com/df/
Confira a noticia no Portal G1 da Rede Globohttps://g1.globo.com/politica/

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