O fechamento das agências bancárias se intensificou drasticamente. Entre 2015 e 2025, o Brasil perdeu cerca de
um terço de sua rede bancária física, reduzindo de 23.154 para 15.529 agências. Aqui estão os pontos principais sobre essa transição em 2026:
- Aceleração Pós-Covid: A pandemia agiu como um catalisador. Somente em 2024, os bancos privados fecharam 856 agências no país.
- Líderes em Fechamentos: O Bradesco foi o que mais reduziu sua rede (cerca de -2,5 mil unidades), seguido por Itaú (-2,1 mil) e Banco do Brasil (-1,5 mil).
- Projeção para 2026: Estimativas indicam que mais de 800 agências adicionais podem fechar ao longo de 2026.
- Migração Digital: Atualmente, 82% das transações bancárias no Brasil ocorrem por canais digitais, sendo que 75% são feitas exclusivamente pelo celular.
- Redução de Custos: Manter estruturas físicas tornou-se ineficiente diante da baixa rotatividade de clientes presenciais.
- Competição: A pressão de bancos 100% digitais (como Nubank e Inter) força os bancos tradicionais a operarem com estruturas mais leves e baratas.
3.
Em vez de fechar tudo, os bancos estão transformando as unidades restantes:
- Agências de Negócios: Muitas deixam de ter caixas físicos e foco em transações para se tornarem centros de consultoria e venda de produtos financeiros complexos.
- Omnichannel: O foco em 2026 é a integração total, onde o cliente inicia um atendimento no app e, se necessário, termina na agência com continuidade absoluta de dados.
Essa mudança gerou impactos sociais, como a eliminação de cerca de 70 mil postos de trabalho bancário na última década e o aumento de cidades sem qualquer atendimento presencial. Segundo veículos de imprensa no Brasil. N
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