O bolsonarismo é um fenômeno político de extrema-direita Brasil com a ascensão da popularidade de Jair Bolsonaro, especialmente durante sua campanha na eleição presidencial no Brasil em 2018, que o elegeu presidente. A crise do petismo durante o governo Dilma Rousseff, precipitada e acelerada pela crise político-econômica de 2014, fortaleceu a ideologia bolsonarista e a nova direita brasileira, que se inserem no contexto da ascensão do populismo da Nova Direita em nível internacional.
O bolsonarismo foi a ideologia predominante do governo Bolsonaro e é associado à retórica de defesa da família, do patriotismo, do conservadorismo, do autoritarismo, de elementos neofascistas, do anticomunismo, do negacionismo científico, do porte de armas, da rejeição aos direitos humanos e da aversão à esquerda política, bem como pelo culto à figura de Bolsonaro, frequentemente chamado de "mito" O escritor Olavo de Carvalho é frequentemente citado como tendo sido o guru da ideologia bolsonarista.
O bolsonarismo tem atraído diversos seguidores e fanáticos, que, em nome de Jair Bolsonaro ou com base em suas ideias, realizaram diversos ataques extremistas e/ou atos terroristas como os ataques de 8 de janeiro em Brasília e o atentado em Brasília em 2024
A Direita acredita no estado mínimo. Que se limite a garantia da ordem pública. A Direita prega que o mercado deve coordenar a vida social.
A Direita. Sobretudo uma Direita Liberal. Defende uma educação profissionalizante. Com profissões que foquem na economia moderna que se vive. A Direita prega que os governantes devem ter vouchers para financiar a educação dos maios pobres por meio da iniciativa privada.
Um crescimento econômico somente vai acontecer quando não houver intervenção do Estado na economia. Segundo uma Direita mais liberal. A Direita liberal defende que as empresas privadas não sejam alvo de regulação pelo Estado A Direita liberal acredita que as empresas privadas devem ter sua atuação livre. Com flexibilizações nas leis trabalhistas e ambientais.
A Direita prega corte dos gastos públicos. Mas tende a ser mais favorável aos gastos com os militares e o Ministério da Defesa.
A Direita prega que os governantes devem garantir o investimento privado na Saúde. Segundo o Mestre, Sociólogo e Doutor César Portantiolo Maia. No quarto período da Habilitação em Jornalismo na Comunicação Social. Pelas Faculdades Integradas Alcântara Machado (FIAAM FAAM).
A centro-esquerda na política refere-se a uma posição ideológica que se situa entre o centro e a esquerda no espectro político. As pessoas que se identificam com a centro-esquerda pregam políticas que buscam equilibrar a liberdade individual com a questão social. Eles acreditam no papel do Estado na promoção do bem-estar social, na redução das desigualdades e na garantia de direitos e serviços básicos para todos os cidadãos. Além disso, a centro-esquerda costumam pregar a proteção do meio ambiente, a justiça social, a inclusão de minorias, bem como a cooperação internacional e a diplomacia. É importante ressaltar que as posições políticas podem variar de acordo com o contexto histórico e cultural de cada país.
Uma base eleitoral, é um determinado reduto aonde os governantes recebem a maioria dos votos necessários á sua eleição.
Confira a noticia no UOL logo abaixo
Tarcísio de Freitas (Republicanos) vai ouvir amanhã de Jair Bolsonaro (PL) o que evitou escutar semana passada: Flávio Bolsonaro (PL) é nome escolhido para concorrer a presidente.
O que aconteceu
Integrantes da cúpula do PL relatam que este é o recado a ser dado. O ex-presidente vai receber Tarcísio na Papudinha, onde se encontra preso, e deixará claro que seu herdeiro político é o senador. Acrescentará que a direita deve se agrupar ao redor de Flávio para enfrentar Lula (PT).
O movimento é esperado pelo bolsonarismo raiz. A transmissão desta instrução ao governador de São Paulo era assunto entre parlamentares e dirigentes do PL durante o ato final da caminhada de Nikolas Ferreira (PL-MG) em Brasília, no domingo passado.
A mensagem deveria ter sido passada na última quinta-feira. O STF tinha autorizado, e Tarcísio era aguardado no Complexo Penitenciária da Papuda, mas cancelou a visita na terça
Tarcísio disse ontem que nao seria candidato a presidência da República nem se Bolsonaro lhe pedisse . Ele também afirmou que o encontro com o ex-presidente na Papudinha não terá como foco a disputa eleitoral, mas um gesto de solidariedade
Governador falou em "ficar em São Paulo". "Na última visita que fiz a Bolsonaro, quando ele estava em prisão domiciliar, ele me perguntou: 'Qual é a sua posição na eleição presidencial?'. Eu respondi: 'A minha posição é ficar em São Paulo'", afirmou à rádio Jovem Pan Sorocaba.
Tarcísio chamado de traíra
A expectativa é de que a conversa de amanhã acalme a direita. No momento, Flávio enfrenta questionamentos em relação à sua pré-candidatura, e uma parte da centro-direita alimenta a esperança de uma troca por Tarcísio.
O governador também começa a enfrentar problemas. Na militância bolsonarista radical, surgem vozes rotulando Tarcísio de "traíra" por ele ter dado declarações evasivas sobre qual cargo disputará na próxima eleição.
Atitudes alimentam a desconfiança. A visita a Bolsonaro foi desmarcada pouco depois de a imprensa publicar que o governador ouviria que Flávio é o escolhido para disputar a Presidência. O gesto foi indicado como sinalização de que Tarcísio reluta em ouvir o recado porque quer o Planalto.
A desculpa do governador não convenceu. Foi alegado agenda cheia de compromissos, mas o dia marcado para estar com Bolsonaro foi gasto em despachos no gabinete.
O mal-estar foi tão grande que Tarcísio precisou voltar atrás. Ainda na quinta, o governador remarcou a visita ao ex-presidente. No dia seguinte, prometeu ajudar Flávio. A declaração ocorreu em conversa com a imprensa, algo que não é comum e demonstra que estava acuado.
Políticos do centrão enxergam a polêmica como desdobramento de uma opção. A família Bolsonaro preteriu o nome mais competitivo da direita, que era Tarcísio. A escolha se deu porque, ao escolher Flávio, o clã mantém a hegemonia da direita evitando o surgimento de uma nova liderança. Segundo o UOL.
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