domingo, 7 de maio de 2023

Um comunismo imaginário em uma pandemia tão grave.

 Comunismo é um sistema ideológico e um movimento político, filosófico, social e econômico cujo objetivo final é o estabelecimento de uma sociedade comunista, ou seja, uma ordem socioeconômica estruturada sob as ideias de igualitarismo, propriedade comum dos meios de produção e na ausência de classes sociais, do dinheiro e do Estado. Como tal, o comunismo é uma forma específica de socialismo.

O comunismo inclui uma variedade de escolas de pensamento que incluem o marxismo e o anarcocomunismo, assim como as ideologias políticas agrupadas em torno de ambos, todas as quais compartilham a análise de que a ordem atual da sociedade deriva do capitalismo, seu sistema econômico e seu modo de produção. Neste sistema existem duas classes sociais principais, sendo que a relação entre essas duas classes é de exploração e que esta situação só pode ser resolvida em última instância por meio de uma revolução social

O proletariado (a classe trabalhadora), que constitui a maioria da população na sociedade e deve trabalhar para sobreviver; e a burguesia (a classe capitalista), uma pequena minoria que obtém lucro do emprego da classe trabalhadora por meio da propriedade privada dos meios de produção. De acordo com esta análise, a revolução colocaria a classe trabalhadora no poder e, por sua vez, estabeleceria a propriedade social dos meios de produção, que é o elemento primário na transformação da sociedade para o comunismo.

Uma pandemia  é uma epidemia de doença infecciosa que se espalha entre a população localizada numa grande região geográfica como, por exemplo, todo o planeta Terra. 

O movimento identitário é um movimento de extrema-direita que se popularizou na Europa pós-II Guerra Mundial, afirmando o direito dos europeus e povos de origem europeia a uma cultura e territórios reivindicados como pertencendo exclusivamente a eles. Teve sua origem em França baseando-se nas ideias ontológicas da moderna filosofia alemã, e foi complementada a partir dos anos 60 por ensaístas como Alain de Benoist, Dominique Venner, Guillaume Faye e Renaud Camus, considerados os líderes intelectuais do movimento

O identitarismo das classes mais altas no Brasil, os fez cair no discurso populista do ex presidente Jair Bolsonaro (PL), sobre um comunismo totalmente imaginário, que sequer foi cogitado no Brasil.

O comunismo imaginário da classe média alta, sabotou as medidas de combate a pandemia de Covid 19 no Brasil. O comunismo imaginário da classe média alta, foi o grande responsável 701,494 mil mortes por Covid 19 no Brasil.

A classe média alta no Brasil, completamente fútil e identitária, ainda tem fantasias hilariantes, com um comunismo imaginário no Brasil. A classe média alta, completamente identitária, que se deixa levar pelo discurso de uma direita populista no país.

Minha solidariedade á senadora Marina Silva e seus familiares. Que a senadora Marina Silva, tenha uma rápida recuperação da Covid 19.


E assim caminha a humanidade. 

Imagem : Portal G1 da Rede Globo







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