domingo, 8 de fevereiro de 2026

O andar de cima e as elites no Brasil .

 

Ajuste fiscal refere-se ao conjunto de medidas econômicas adotadas por um governo para equilibrar as contas públicas, geralmente visando reduzir o déficit ou aumentar o superávit fiscal. Isso pode envolver tanto cortes de gastos públicos quanto aumentos de receitas, como a elevação de impostos, ou uma combinação de ambos. 

Em termos mais simples, o ajuste fiscal busca garantir que o governo gaste menos do que arrecada, ou seja, que as contas públicas fechem com um resultado positivo. Essa prática é frequentemente adotada quando um país enfrenta dificuldades financeiras, como um alto nível de endividamento ou um déficit significativo nas contas públicas. 

As medidas de ajuste fiscal podem ter impactos significativos na economia e na sociedade, tanto positivos quanto negativos. Por um lado, um ajuste fiscal bem-sucedido pode levar à redução da dívida pública, à queda da inflação e a um ambiente econômico mais estável. Por outro lado, cortes de gastos e aumentos de impostos podem afetar o crescimento econômico, gerar desemprego e aumentar a desigualdade social. 

Portanto, o ajuste fiscal é um tema complexo, com impactos que podem ser tanto positivos quanto negativos, dependendo da forma como é implementado e das circunstâncias econômicas de cada país.  Segundo os Jornalistas e Mestres Carla de Oliveira Tozo e Edson Rossi. No sexto e sétimo periodos da habilitação em Jornalismo na Comunicação Social. Pelas Faculdades Integradas Alcantara Machado (FIAAM FAAM).

O capitalismo é um sistema econômico e social baseado na propriedade privada dos meios de produção e na busca por lucro. Ele se caracteriza pela acumulação de capital, trabalho assalariado, mercados competitivos e liberdade econômica. As principais fases do capitalismo são o comercial, industrial e financeiro. 

Propriedade privada: Os meios de produção (terras, fábricas, máquinas) são de propriedade de indivíduos ou empresas, não do Estado. 

Busca por lucro: O objetivo principal é gerar lucro e acumular capital. 

Trabalho assalariado: A maioria das pessoas trabalha por um salário, em troca da sua força de trabalho. 

Mercados competitivos: A concorrência entre empresas leva à inovação e preços mais baixos. 

Liberdade econômica: Indivíduos e empresas têm a liberdade de tomar decisões econômicas.

Capitalismo Comercial (Mercantilismo): Marcado pelo comércio e pela acumulação de metais preciosos. 

Capitalismo Industrial: Surgiu com a Revolução Industrial e a produção em massa. 

Capitalismo Financeiro: Caracterizado pelo poder dos bancos e das grandes empresas financeiras. 


O capitalismo gera  grandes desigualdades sociais, com uma concentração de riqueza nas mãos de poucos. 


Alguns argumentam que o capitalismo explora a classe trabalhadora, pagando salários baixos e extraindo grandes lucros. 


A busca por lucro pode levar ao consumo excessivo de recursos naturais e à degradação ambiental. 

Em resumo, o capitalismo é um sistema complexo com seus próprios pontos fortes e fracos. É importante entender suas características e fases para analisar seu impacto na sociedade e na economia. 

O ajuste fiscal, frequentemente discutido no contexto brasileiro, refere-se a medidas adotadas pelo governo para equilibrar as contas públicas, geralmente reduzindo gastos ou aumentando receitas. No entanto, há debates sobre quem deve arcar com os custos desse ajuste. O debate sobre o ajuste fiscal em cima dos trabalhadores se refere à preocupação de que as medidas de ajuste possam afetar negativamente os salários, empregos e benefícios sociais, prejudicando a população mais vulnerável. 

O que é o ajuste fiscal?

O ajuste fiscal é um conjunto de ações governamentais para controlar o déficit público, buscando reduzir a diferença entre receitas e despesas. Essas medidas podem incluir cortes de gastos em áreas como saúde, educação e infraestrutura, ou o aumento de impostos e outras receitas. 

O debate sobre o ajuste fiscal e os trabalhadores:

A discussão sobre o ajuste fiscal em cima dos trabalhadores se concentra na possibilidade de que as medidas para equilibrar as contas públicas recaiam sobre a população de baixa renda, principalmente através de:

Cortes em programas sociais:

O receio é que o governo possa reduzir ou congelar benefícios sociais como o Bolsa Família, o abono salarial e o Benefício de Prestação Continuada (BPC), afetando diretamente quem depende desses recursos. 

Congelamento ou redução do salário mínimo:

Uma das preocupações é que o governo possa limitar o reajuste do salário mínimo, reduzindo seu poder de compra e impactando negativamente a vida de milhões de brasileiros. 

Impacto na geração de empregos:

Medidas de austeridade fiscal podem levar a cortes de investimentos, afetando a criação de empregos e a geração de renda. 

Aumento da carga tributária:

Aumentos de impostos, como o aumento do Imposto sobre o Consumo (CBS) e do Imposto Seletivo (IS), podem encarecer produtos e serviços, impactando diretamente o bolso dos trabalhadores. 

Argumentos contrários ao ajuste fiscal em cima dos trabalhadores:

Organizações como a Central Única dos Trabalhadores (CUT) defendem que o ajuste fiscal não deve recair sobre os trabalhadores, argumentando que:

Aumento da desigualdade:

O ajuste fiscal pode aprofundar a desigualdade social, concentrando a riqueza nas mãos de poucos e prejudicando os mais pobres. 

Dificuldade de acesso a direitos básicos:

Medidas de austeridade podem dificultar o acesso a direitos básicos como saúde, educação e assistência social, impactando a qualidade de vida da população. 

Injustiça social:

A cobrança de impostos e cortes de benefícios sobre os mais pobres é vista como injusta, principalmente quando há isenções fiscais e gastos excessivos em outras áreas. 

Em vez disso, se propõe. 

Aumento da taxação de grandes fortunas e lucros de empresas, em vez de aumentar impostos sobre bens e serviços essenciais. 


Corte de isenções fiscais para grandes empresas e setores, buscando fontes de receita alternativas para o governo. 

Fortalecimento de programas sociais e garantia de direitos básicos para garantir o bem-estar da população. 

A elite econômica refere-se ao grupo de indivíduos ou famílias que detêm grande riqueza e poder no setor econômico de um país ou região. Este grupo geralmente inclui proprietários e altos executivos de grandes empresas, investidores de alto patrimônio líquido e figuras influentes no mercado financeiro. Eles desempenham um papel significativo na formação de políticas econômicas e na orientação de investimentos. 

Composição da Elite Econômica:

Empresários:

Proprietários e gestores de grandes empresas, especialmente aqueles com atuação em setores estratégicos. 

Investidores:

Indivíduos com grande patrimônio, investindo em diversos setores e ativos. 

Banqueiros:

Executivos de bancos e instituições financeiras, com influência no mercado de crédito e investimentos. 

Executivos de Grandes Empresas:

Profissionais que ocupam cargos de alta gerência em grandes corporações, nacionais e multinacionais. 

Políticos:

Membros do governo e figuras com poder de decisão sobre políticas econômicas. 

Figuras da Alta Sociedade:

Indivíduos com grande influência social e econômica, com laços com os demais grupos da elite. 

Detenção de grande volume de capital e controle sobre organizações empresariais complexas. 


Capacidade de moldar narrativas, influenciar políticas e direcionar investimentos. 

Formação de redes de contatos e relacionamentos que facilitam a tomada de decisões e a atuação no mercado. 

Uma visão particular sobre a economia, a sociedade e o papel do Estado, que pode refletir seus interesses e valores. 

No contexto brasileiro, a elite econômica tem suas raízes na história do país, com influências da escravidão e do colonialismo. O estudo da elite econômica brasileira busca entender como este grupo se relaciona com o Estado, como suas decisões afetam a sociedade e como suas práticas e valores se perpetuam. Segundo a Socióloga , Mestra e Doutora Lilian de Lucca Torres. No Segundo Período da Habilitação em Jornalismo na Comunicação Social. Pelas Faculdades Integradas Alcântara Machado (FIAAM FAAM).

O domínio histórico das elites econômicas no Brasil é marcado pela concentração de poder e riqueza, com laços estreitos entre elites políticas e econômicas, moldando o desenvolvimento do país e perpetuando desigualdades. Esse domínio se manifesta na influência sobre decisões políticas, acesso a recursos e na manutenção de estruturas sociais hierarquizadas. 

Historicamente, o Brasil tem apresentado alta concentração de riqueza e poder nas mãos de poucos, com as elites econômicas exercendo influência significativa. 

As elites econômicas  seguem alimentando as desigualdades históricas no Brasil.

Elites econômicas representadas no Congresso Nacional.

Confira a noticia no UOL.                                                        


Classe dominante no Brasil entende o Estado como dela, diz Haddad 

O ministro da Fazenda Fernando Haddad (PT) afirmou hoje, em São Paulo, que a classe dominante no Brasil entende o Estado como dela. Segundo o UOL

O que aconteceu

Declaração aconteceu durante lançamento de livro. "O Estado foi entregue aos fazendeiros como indenização da abolição da escravidão", disse Haddad. "Nós estamos como esse problema até hoje. A classe dominante brasileira entende o Estado brasileiro como dela", afirmou o ministro. Segundo o UOL.

Situação é um dos fatores que justifica democracia "tão frágil" no país, na opinião de Haddad. Lançado hoje pelo ministro, o livro "Capitalismo superindustrial - caminhos diversos, destino comum", que reúne seus estudos de mestrado e doutorado, aborda as transformações econômicas que levaram países como a China a seu status atual de desenvolvimento Segundo o UOL.

Ministro saiu do evento sem falar com a imprensa. Ontem, Haddad participou do evento dos 46 anos do PT em Salvador. Segundo o UOL.

Evento em São Paulo contou com a presença de políticos na plateia. Os vereadores paulistanos Marina Bragante (Rede) e Nabil Bonduki (PT) estiveram no Sesc 14 bis, assim como Cláudio da Silva, ex-ouvidor de polícias de São Paulo, a socióloga e banqueira Neca Setúbal e os professores Vladimir Safatle e Eugênio Bucci. Secretária de informação e saúde digital do governo federal e mulher de Haddad, Ana Estela Haddad também prestigiou o evento. Segundo o UOL.

De saída da Fazenda

Fernando Haddad deixa o ministério neste mês. Em entrevista no último dia 29 de janeiro, ele afirmou que já informou Lula sobre a decisão e que caberá ao presidente a escolha de seu sucessor na pasta. Segundo o UOL.


Secretário-executivo da Fazenda é apontado como favorito para substituir Haddad. Dario Durigan ocupa o posto desde 2023, quando Gabriel Galípolo assumiu uma diretoria do Banco Central. Durigan chegou a comandar o ministério interinamente em dezembro de 2025, durante as férias de Haddad. Segundo o UOL.

Dentro do PT, Haddad é visto como "plano A" para o governo de São Paulo. Apesar da expectativa, o ministro já disse que não quer se candidatar e prefere coordenar a campanha de reeleição de Lula. Aliados creem que caberá ao presidente convencê-lo da missão. Segundo o UOL.

Ao UOL, Lula disse que Haddad sabe que tem "papel a cumprir" no estado de São Paulo. A confirmação da candidatura do ministro é crucial para que o presidente organize seu palanque paulista na busca pela reeleição. É a partir dela que devem se definir que cargos disputarão nomes como Márcio França (PSB) e Marina Silva ( Rede ).  Segundo o UOL 

      

Imagens ;. Site /terracoeconomico.






 






 

 


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