quarta-feira, 13 de janeiro de 2021

O exemplo do mundo civilizado no combate a corrupção.

 O primeiro-ministro da Estônia, Juri Ratas, anunciou sua renúncia nesta quarta-feira (13), depois que seu partido, o Partido do Centro, tornou-se alvo de uma investigação por corrupção em conexão com uma imobiliária.

O presidente, Kersti Kaljulaid, tem 14 dias para nomear um novo primeiro-ministro, que precisará ser aprovado pelo Parlamento.

Ratas disse esperar que sua renúncia ajude a "esclarecer todas as circunstâncias" da investigação de corrupção, mas insistiu que não tomou "nenhuma decisão maliciosa ou conscientemente ruim".

A investigação começou em uma imobiliária chamada Porto Franco: ela recebeu um grande empréstimo do Estado e firmou um acordo lucrativo com as autoridades da capital, Tallinn, cujo prefeito também é membro do partido de Ratas.

O pai do proprietário da empresa, o empresário Hillar Teder, doou muito dinheiro ao Partido do Centro.

"Como chefe de governo, não tive a sensação, no caso de Porto Franco, que um ministro ou partido tentou influenciar as decisões do governo de forma ilegal", afirmou Ratas.

Entre os suspeitos da investigação de corrupção está Kersti Kracht, assessor do ministro das Finanças Martin Helme, líder do EKRE (Partido do Povo Conservador da Estônia), de extrema direita.

No entanto, novas eleições só ocorrerão se nenhum candidato a primeiro-ministro obtiver a maioria.

A última vez que a Estônia foi às urnas foi em 2019.

O Partido da Reforma, principal formação de oposição liderada pelo ex-eurodeputado Kaja Kallas, venceu as eleições, mas não conseguiu garantir um acordo para uma coalizão majoritária.

Em contrapartida, o Partido do Centro formou uma coalizão com o partido anti-europeu EKRE e os conservadores de direita do Isamaa.

Centro e Reforma alternam-se no governo há quase três décadas, desde que a Estônia se libertou da União Soviética.

Ambos apoiam a adesão da Estônia à União Europeia e à Otan, que consideram uma proteção contra a Rússia.

Eles são a favor de políticas de austeridade para controlar os gastos, o que dá ao país uma das mais baixas relações entre a dívida e o PIB da zona do euro. A informação é do Portal G1 da Rede Globo, nesta quarta feira (13).


Á você que está me lendo eu digo :Corrupção ou corrompimento, em sentido lato, corresponde à ideia de decomposição. Na esfera das relações humanas em particular, está relacionado ao subornoː ato ou efeito de se corromper, oferecer algo para obter vantagem em negociata onde se favorece uma pessoa e se prejudica outra.
Caro (o) leitor (a). Eu estive na Suíça e na Itália em 2013. Não defendo qualquer pratica de corrupção ou desonestidade. Sim leitor (a). Eu acho que o dinheiro que uma pessoa ganha, deve ser fruto unicamente do seu esforço e do seu trabalho.
Mas o combate a corrupção deve ser feito dentro da estrutura jurídica de um país. O combate a corrupção não deve servir para a demonização da politica, e consequentemente, a eleição de governos extremistas na condução dos governos nos seus respectivos países.
Nos países de primeiro mundo, as leis do país são suficientes para combater a corrupção. Eu estive na Suíça e na Itália. Nesses dois países, assim como no restante da Europa, as leis vigentes nos países europeus são mais do que suficientes para o combate a corrupção.
Não existe algo como a Operação Lava Jato para demonizar a politica. Sim leitor (a). Na Suíça e na Itália, eu pude comprovar pessoalmente a capacidade dos países de primeiro mundo em combater a corrupção dentro da lei. O combate a corrupção não demoniza a politica.
Como cidadão, eu sonho com o dia em que o Brasil consiga combater a corrupção dentro das leis que nós já temos. Combate a corrupção não deve servir para a demonização da politica e do sistema democrático de um país.  Temos o exemplo da da Estônia para mostra o exemplo de um pais que combate a corrupção dentro das leis que o pais já possui. E que as leis já existentes no pais funcionam.

E assim caminha a humanidade.

Imagem : Portal G1 da Rede Globo.







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