Capitalismo é um sistema econômico baseado na propriedade privada dos meios de produção e sua operação com fins lucrativos. As características centrais deste sistema incluem, além da propriedade privada, a acumulação de capital, o trabalho assalariado, a troca voluntária, um sistema de preços e mercados competitivos.
Há duas classes sociais principais nesse sistema: os capitalistas (ou burgueses) e os proletários (ou trabalhadores). Os capitalistas são os donos dos meios de produção, eles empregam os trabalhadores e a eles pagam salários. Os proletários, por sua vez, oferecem sua mão-de-obra para realizar determinado trabalho em troca de uma remuneração.
Entende-se por economia de mercado um sistema econômico marcado pelo predomínio da propriedade privada na economia. Nesse modelo, admite-se a existência de empresas públicas ou estatais na economia, porém essas devem estar em menor número e não devem ditar em absolutamente nada o ritmo do comércio.
Sabe-se que, no capitalismo, o principal objetivo das atividades é a geração de lucro e o acúmulo de riquezas. Para propiciar esse objetivo, a atividade comercial foi dinamizada com a realização de trocas monetárias, prática iniciada e difundida ao longo da história. Dessa forma, a economia de mercado é uma estratégia econômica elaborada com o intuito de intensificar essa lógica.
Direitos que você tem hoje leitor (a), como aposentadoria, férias, 13o salário, limite de jornada de trabalho, descanso aos finais de semana, piso de remuneração, proibição do trabalho infantil, licença maternidade não foram concessões vindas do céu. Mas custaram o suor e o sangue de muita gente através de diálogos e debates, demandas e reivindicações, paralisações e greves, não só no Brasil, mas em todo o mundo.
No capitalismo, as riquezas que alimentam a acumulação do capital pelos proprietários dos meios de produção, são produzidas pelo trabalho humano dos (as) trabalhadores (as).
O acúmulo de capital por parte dos donos dos meios de produção, somente se torna possível, justamente pelos (as) trabalhadores (a), que vendem sua força de trabalho aos donos do capital.
Sendo assim, leitor (a) Greve não é coisa de vagabundo. Conforme os conservadores querem assim fazer parecer. Greve é o direito legítimo do (a) trabalhador (a), garantido pela Constituição Federal do Brasil.
Greve, é o direito legítimo dos (as) trabalhadores (a) lutarem por seus direitos, em um capitalismo neoliberal, onde prevalece a lógica da acumulação de capital pelos proprietários dos meios de produção.
Sendo assim. Os aeronautas não são vagabundos. Assim como nenhum trabalhador que exerce o seu direito de greve é vagabundo.
Confira agora a reportagem do Portal G1 da Rede Globo.https://g1.globo.com/df/
E assim caminha a humanidade.
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