segunda-feira, 9 de março de 2026

Base eleitoral .

 A "direita liberal" combina ideologias da direita política, como nacionalismo e valores conservadores, com o liberalismo clássico, defendendo a liberdade econômica, o livre mercado, a propriedade privada e os direitos individuais. Enquanto a direita enfatiza a ordem, a tradição e a autoridade, o liberalismo foca na liberdade individual e na limitação do poder do Estado, o que, em alguns casos, pode gerar tensões ou sinergias entre essas posições. 

Apoia a desregulamentação, a livre concorrência e o livre comércio, vendo-os como motores da prosperidade. 

Defende fortemente o direito à propriedade privada e aos mercados capitalistas, considerando-os pilares da liberdade. 


Opõe-se à excessiva intervenção do Estado na economia e na vida dos indivíduos, preferindo um papel mais restrito do governo. 


Valoriza os direitos e liberdades dos indivíduos, embora possa haver um foco maior na liberdade econômica e na ordem do que em outras vertentes liberais, como a liberal-social que se aproxima da esquerda. 

A direita liberal se baseia, em grande parte, no liberalismo clássico, que emergiu na Europa em contraste com o mercantilismo e o absolutismo, defendendo a liberdade contra a tirania.

Contudo, o termo também pode ser visto com nuances: enquanto o liberalismo social se alinha à esquerda, o liberalismo clássico, muitas vezes associado à direita, enfatiza a liberdade econômica e a autonomia individual em um quadro mais conservador.

No Brasil, a expressão "direita liberal" pode ser usada para descrever a convergência entre o conservadorismo e o liberalismo econômico, como em alguns discursos do Partido Liberal, que defende a liberdade, a fé cristã e o liberalismo econômico. 

A "direita conservadora" é uma vertente política que combina princípios da direita, como o apoio à ordem social e a rejeição de igualitarismo, com o conservadorismo, que defende a preservação de instituições tradicionais, hierarquias sociais, valores morais e religiosos, e a continuidade social. No Brasil, tem se manifestado com um foco forte em temas como a família tradicional, a segurança pública, a moralidade e, em alguns setores, a defesa de uma intervenção militar. 

A direita conservadora geralmente rejeita a igualdade de resultados proposta pela esquerda, considerando a desigualdade econômica extremamente necessária ou até extremamente benéfica para a sociedade. 

Valoriza e busca manter as instituições tradicionais, como a família, a propriedade privada e a hierarquia social, priorizando a estabilidade e a continuidade. 

Enfatiza a importância dos valores morais, muitas vezes com base em uma tradição religiosa, e defende que a moralidade pública deve se refletir nas leis. 

Foca na manutenção do status quo e resiste a mudanças sociais radicais, favorecendo um caminho gradual e estável. 


Em parte do conservadorismo brasileiro, há uma forte influência da religião, especialmente evangélica, que busca incorporar valores morais em debates públicos e na legislação. 

A defesa da família tradicional é um ponto central, tanto para evangélicos quanto para outros grupos conservadores. 

A questão da segurança pública e a defesa de leis e doutrinas mais rígidas são frequentemente abordadas por esse movimento. 

No Brasil, um elemento distintivo e preocupante do movimento conservador de extrema-direita é o apelo à intervenção militar e um saudosismo da ditaura militar.  Segundo o Sociólogo, Mestre e Doutor Cesar Portantiolo Maia, no Quarto Período da Habilitação em Jornalismo na Comunicação Social, pelas Faculdades Integradas Alcântara Machado (FIAAM FAAM).

O governador Tarcísio de Freitas ( Republicanos). Tem sua base eleitoral na direita conservadora.

Sendo favorito a reeleição em São Paulo.

Confira a noticia do Jornal Estado de São Paulo no Portal Terra .                                          


Política

Datafolha: Tarcísio lidera corrida pelo governo de SP, e Haddad pontua melhor que Alckmin e Tebet

Governo Lula ainda não lançou nome para enfrentar o governador de São Paulo e ajudar a reter os votos conquistados em 2022


    A pesquisa Datafolha divulgada neste domingo, 8, mostra o governador Tarcísio de Freitas (Republicanos-SP) à frente na disputa para o governo de São Paulo. Ele é seguido pelo ministro da Fazenda, Fernando Haddad (PT), cotado para a disputa.

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    Este é o primeiro levantamento realizado pelo instituto neste ano sobre a disputa estadual. Enquanto o governador tem garantida a tentativa de reeleição, o governo Lula ainda não decidiu qual será o nome que lançará à disputa, numa esperança de reter os votos conquistados em 2022 e ajudar o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) a garantir mais quatro anos no Palácio do Planalto.

    Tarcísio aparece com 44% das intenções de voto contra 31% de Haddad, que melhor pontua contra o governador entre as opções ainda na mesa do governo Lula para a disputa. Na resposta estimulada e única, Kim Kataguiri (Missão) e Paulo Serra (PSDB), com 5%; e Felide D'Avila (Novo), com 3%, surgem bem atrás. Entre votos brancos, nulos ou nenhum, estão 11% das pessoas.

    O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, lidera com folga a corrida à reeleição
    O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, lidera com folga a corrida à reeleição
    Foto: Werther Santana/Estadão / Estadão

    Quando o candidato do governo Lula é o vice-presidente e ex-governador paulista Geraldo Alckmin (PSB), Tarcísio abre a vantagem e marca 46% contra 26%. Nesse caso, atrás vêm Paulo Serra (6%), Kataguiri (5%) e D'Avila (3%). Votos brancos, nulos ou nenhum somam 13%.

    Numa terceira opção testada, Tarcísio abre 30 pontos percentuais de vantagem contra a ministra do Planejamento, Simone Tebet (MDB), original do Mato Grosso do Sul: 49% a 19%. Depois vêm Paulo Serra (7%), Kataguiri (4%) e D'Avila (3%). Os votos brancos, nulos e nenhum chegam a 15%.

    Por fim, num cenário com Haddad e o ministro do Empreendedorismo, da Microempresa e da Empresa de Pequeno Porte e também ex-governador paulista Márcio França (PSB) concorrendo juntos, Tarcísio aparece com 44%, Haddad, com 28%, e França, com 5%.

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    Nas menções espontâneas, isto é, quando o Datafolha não apresentou ao respondente nenhum candidato previamente, Tarcísio aparece disparado na frente, com 22% das menções, enquanto a maioria das pessoas (59%) não soube dizer um nome. Em seguida, a ordem das respostas foi: o atual governador (3%), Haddad (2%), Tebet (1%), vota no PT/candidato do PT (1%). Outros somam 4%, e brancos/nulos/nenhum, 8%.

    Segundo turno e rejeição

    Em um eventual segundo turno, Tarcísio bateria Haddad por 52% contra 37%, com 10% de votos brancos ou nulos, e 1% de indecisos. Quando Alckmin é o adversário, o governador de São Paulo vence por 50% contra 39%. Já com Tebet no duelo, Tarcísio sai vitorioso com mais folga: 58% contra 28%.

    O instituto também perguntou aos paulistas em quais dos candidatos eles não votariam de jeito nenhum. O resultado foi o seguinte:

    • Fernando Haddad (38%)
    • Geraldo Alckmin (29%)
    • Simone Tebet (27%)
    • Kim Kataguiri (25%)
    • Tarcísio de Freitas (24%)
    • Márcio França (20%)
    • Paulo Serra (19%)
    • Felipe D'Avila (18%)
    • Votaria em qualquer um (3%)
    • Rejeita todos (3%)
    • Não sabem (3%)

    Avaliação do governo

    A avaliação do governo Tarcísio melhorou desde abril de 2025, data do último levantamento. O índice de quem o considera ótimo ou bom passou de 41% para 45% nesse quase um ano.

    Entre aqueles que consideram a gestão de São Paulo regular, a taxa oscilou de 33% para 31% nesse período. E a proporção de quem a avalia como ruim ou péssima oscilou de 22% para 20%.

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    Quando perguntadas se aprovam ou desaprovam o trabalho de Tarcísio como governador, 64% dizem que aprovam, enquanto 30% desaprovam, e 6% não souberam responder.

    Os pesquisadores também perguntaram se os paulistas veem Tarcísio como aliado do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), que cumpre uma pena de 27 anos de prisão após ser condenado por tentativa de golpe de Estado: 69% responderam que sim, veem-no como aliado. Já 10% acham que o governador é aliado do presidente Lula. Para 3%, nenhum dos dois; para 1%, os dois; e 17% não souberam responder.

    A margem de erro da pesquisa é de dois pontos porcentuais, para mais ou para menos, e o intervalo de confiança é de 95%. O Datafolha ouviu 1.608 pessoas com 16 anos ou mais em 71 municípios do Estado entre os dias 3 e 5 de marco . Segundo a Notícia do Jornal Estado de São Paulo no Portal Terra 

    Seu Ter

    E assim caminha a humanidade.

     Imagem ; UOL.



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