sexta-feira, 28 de junho de 2024

Tempos difíceis nos Estados Unidos.

 Confira abaixo todos os presidentes dos EUA. Segundo a CNN Brasil.

1. George Washington (1789-1797) – independente

Antes de se tornar presidente, chefiou parte das tropas do país na Guerra de Independência dos EUA, até então colônia britânica. Após a guerra, percebeu que o país não funcionava muito bem sob os Artigos da Confederação e pressionou por mudanças que levaram à assinatura da Constituição dos EUA. Com a ratificação do documento, o Colégio Eleitoral elegeu Washington o primeiro presidente do país.


2. John Adams (1797-1801) – federalista

Teórico do Iluminismo, foi vice-presidente de George Washington e responsável pela assinatura dos Atos de Alien e Sedição, que dificultavam as chances de um imigrante se tornar cidadão norte-americano. 

3. Thomas Jefferson (1801-1809) – democrata-republicano

Reduziu os gastos com Exército e Marinha, eliminou o imposto sobre uísque e reduziu a dívida nacional. Adquiriu de Napoleão Bonaparte o território de Louisiana, em 1803.


4. James Madison (1809-1817) – democrata-republicano

Considerado o “pai da Constituição” dos EUA, chegou a proibir o comércio com a França e a Grã-Bretanha – país ao qual declarou guerra em 1812 e ganhou. 


5. James Monroe (1817-1825) – democrata-republicano

Mandato começou com uma “Era de Bons Sentimentos”, mas acabou sendo marcada por uma profunda crise econômica. Implementou a Doutrina Monroe, que estabeleceu uma política de não colonização e não intervenção europeia sobre o país.


6. John Quincy Adams (1825-1829) – democrata-republicano

Filho de John Adams, propôs a união de diversas regiões por meio de rodovias e canais e estimulou o país a tomar a frente no desenvolvimento das artes e ciências, por meio da criação de uma universidade nacional e financiamento de pesquisas científicas.


7. Andrew Jackson (1829-1837) – democrata

Recomendou ao Congresso o fim do Colégio Eleitoral (sem sucesso) e usou o poder de veto presidencial e liderança do partido para governar. Muitos consideram a gestão controversa em razão da assinatura da Lei de Remoção Indígena, que levou à retirada forçada de milhares de índios de suas terras.


8. Martin Van Buren (1837-1841) – democrata

Quando foi eleito, o país passava por uma onda de prosperidade, mas menos de três meses depois houve o Pânico de 1837, crise financeira que levou centenas de bancos e empresas à falência.


9. William Henry Harrison (1841) – whig

Morreu apenas 32 dias após assumir a presidência, vítima de uma gripe que evoluiu para pneumonia. É dono do mandato mais curto da história dos EUA.


10. John Tyler (1841-1845) – whig

Vice de Harrison, acabou sendo expulso do Partido Whig por discordâncias políticas. Foi o primeiro presidente do país a ter um processo de impeachment aberto contra ele – o qual não foi para frente.

11. James K. Polk (1845-1849) – democrata

Ajudou a expandir o território norte-americano, com a anexação e ocupação de áreas como Texas, Oregon, Novo México e Califórnia.


12. Zachary Taylor (1849-1850) – whig

Apesar de ter escravos, não trabalhou para expandir a prática. Na época, a decisão de manter ou não a escravidão cabia a cada estado. Para encerrar as disputas sobre o assunto em novas áreas do país, pediu a Novo México e Califórnia que redigissem as próprias Constituições. A ideia enfureceu os sulistas, já que provavelmente nenhuma delas iria permitir a prática. Taylor ficou doente e morreu 14 meses após assumir a presidência.


13. Millard Fillmore (1850-1853) – whig

Vice de Taylor, promoveu uma mudança política abrupta no governo. Califórnia foi decretado um estado livre e o comércio de escravos foi abolido no Distrito de Columbia. Apesar disso, assinou a polêmica lei que colocava oficiais federais à disposição de donos de escravos em busca de fugitivos.


14. Franklin Pierce (1853-1857) – democrata

Assumiu a presidência em uma época de aparente tranquilidade no país e tinha a esperança de aliviar as tensões que, futuramente, levariam à Guerra de Secessão. 


15. James Buchanan (1857-1861) – democrata

Governou sob intensa polarização entre norte e sul do país a respeito da escravidão. Pensou que conseguiria conter os ânimos se mantivesse um equilíbrio setorial nas indicações ao governo e persuadisse a população a aceitar a lei constitucional.

16. Abraham Lincoln (1861-1865) – republicano

Para ele, a secessão – desejada pelas regiões do sul que compunham os Estados Confederados – era ilegal e estava disposto a usar força para defender a união do país. Diante disso, houve a Guerra de Secessão, que terminou com a derrota dos confederados e a Proclamação da Emancipação, que aboliu a escravidão nos EUA. Mesmo assim, alguns estados e cidades determinaram regras para lidar com os escravos recém-libertados, conhecidas como Leis de Jim Crown, institucionalizando a segregação racial no país e dando origem a movimentos extremistas brancos, como Ku Klux Klan (KKK). Pouco depois de assumir o segundo mandato, Lincoln foi assassinado pelo ator John Wilkes Booth no Teatro Ford, em Washington. Booth defendia os confederados. Alguns historiadores consideram Lincoln um dos melhores presidentes da história dos EUA. Porém, algumas pessoas alegam que, na verdade, ele provocou ainda mais divisões no país pela política contra os sulistas.


17. Andrew Johnson (1865-1869) – democrata

Vice de Lincoln, Johnson agiu para reconstruir o país, com o retorno dos ex-estados confederados. Os republicanos radicais do Congresso aprovaram medidas para melhorar a situação dos negros recém-libertados, todas vetadas por Johnson. Eles reuniram votos suficientes para anular o veto presidencial e aprovaram a Lei dos Direitos Civis de 1866, estabelecendo que todos os cidadãos são igualmente protegidos pela lei – sem distinção de cor –, e também uma lei que restringia as ações do presidente. Quando Johnson violou um dos pontos, a Casa abriu um processo de impeachment contra ele – o primeiro da história do país que seguiu adiante. O mandatário foi julgado pelo Senado, mas acabou absolvido por um voto.


18. Ulysses S. Grant (1869-1877) – republicano

Ao chegar à presidência, deu continuidade aos trabalhos de reconstrução do país e para acabar com os vestígios da escravidão. 


19. Rutherford B. Hayes (1877-1881) – republicano

Lidou com o fim da fase de reconstrução do país, dando início aos esforços que levaram a uma reforma no serviço público. Tentou reconciliar o país após as divisões deixadas pela guerra.


20. James Garfield (1881-1881) – republicano

Atuou contra a corrupção na política e fortaleceu a autoridade federal sobre a Alfândega de Nova York. Poucos meses após assumir a presidência, foi baleado e morreu.

21. Chester A. Arthur (1881-1885) – republicano

Vice de Garfield, tentou reduzir tarifas e promulgou a primeira lei federal de imigração, que excluía a entrada daqueles considerados indigentes, criminosos e portadores de deficiência mental.


22. Grover Cleveland (1885-1889) – democrata

Buscou trabalhar em uma política de proibição de favores especiais a determinados grupos econômicos. Foi o único presidente a deixar a Casa Branca e retornar anos depois para um segundo mandato.


23. Benjamin Harrison (1889-1893) – republicano

Aprovou projetos de melhorias para o país, como expansão naval e subsídios para linhas de navios de carga a vapor. Assinou a Lei Sherman Antitruste, com o objetivo de proteger o comércio contra monopólios.


24. Grover Cleveland (1893-1897) – democrata

No segundo mandato, governou sob depressão econômica. Lidou diretamente com a crise no Tesouro, deixando em segundo plano problemas como falências de empresas, execuções de hipotecas agrícolas e desemprego.


25. William McKinley (1897-1901) – republicano

Aumentou tarifas protecionistas para promover a indústria norte-americana e levou os EUA à vitória sobre a Espanha na Guerra Hispano-Americana, que culminou na independência de Cuba do domínio espanhol. Durante o segundo mandato, foi morto a tiros.


26. Theodore Roosevelt (1901-1909) – republicano

Vice de McKinley, promoveu reformas consideradas progressistas e atuou na política externa. Garantiu a construção do Canal do Panamá e aprovou medidas que concederam somente aos EUA o direito de intervenção na América Latina. 


27. William Howard Taft (1909-1913) – republicano

Governou sob intensos conflitos entre progressistas e conservadores. Focou em economia e política externa. 


28. Woodrow Wilson (1913-1921) – democrata

Desenvolveu um programa de reformas progressistas, aprovou a Lei do Federal Reserve, que criou o sistema bancário central dos EUA, a Lei Seca, que proibia a fabricação, transporte e venda de bebidas alcoólicas, e a emenda à Constituição que garantiu às mulheres o direito ao voto. Em 1917, anunciou a entrada do país na 1ª Guerra Mundial.


29. Warren G. Harding (1921-1923) – republicano

Reduziu impostos, estabeleceu um sistema de orçamento federal e impôs limitações rígidas à imigração. Lidou com acusações de corrupção no governo, como amigos que usavam cargos oficiais para enriquecer e um caso de suborno envolvendo contratos públicos com empresas de petróleo. Morreu antes de terminar o mandato, vítima de um infarto.


30. Calvin Coolidge (1923-1929) – republicano

Vice de Harding, teve de lidar com as consequências dos escândalos da gestão anterior, mas governou sob uma era de prosperidade. Pressionou por isolamento em política externa e corte de gatos.


31. Herbert Hoover (1929-1933) – republicano

Lidou com a quebra da Bolsa de Valores de Nova York e a consequente Grande Depressão (Crise de 1929), que afundou a economia dos EUA. Mesmo assim, disse que manteria o orçamento equilibrado, cortaria impostos e aumentaria os gastos com obras públicas – medidas que não surtiram o efeito desejado na recuperação do país.

32. Franklin D. Roosevelt (1933-1945) – democrata

Primo de Theodore Roosevelt, assumiu em meio à Grande Depressão. Lançou o New Deal, programa de reformas que visava recuperar os negócios e a agricultura do país, e revogou a Lei Seca. Assinou os Atos de Neutralidade, que proibiam o envio de armas a países em estado de guerra, mas pouco depois aprovou o programa Lend-Lease, que permitia o envio de armamentos e suprimentos aos países Aliados durante a 2ª Guerra Mundial. Liderou o Projeto Manhattan, programa de pesquisa e desenvolvimento que produziu as primeiras bombas atômicas. O ataque dos japoneses à base naval de Pearl Harbor, no Havaí, levou à entrada oficial dos EUA na guerra. Foi o único presidente do país a governar por mais de 2 mandatos – chegou a ser eleito até para um quarto, mas morreu meses após assumi-lo, vítima de uma hemorragia cerebral.


33. Harry S. Truman (1945-1953) – democrata

Vice de Roosevelt, assumiu o cargo quando a 2ª Guerra se encaminhava para o fim. Ordenou os bombardeios atômicos às cidades japonesas de Hiroshima e Nagasaki, que levou à rendição do Japão. Participou da assinatura da Carta das Nações Unidas, que visava preservar a paz no mundo, estabeleceu a Doutrina Truman, para tentar conter o avanço do comunismo no mundo, aprovou o Plano Marshall, para reconstruir os países Aliados, e a Lei de Segurança Nacional, criando um Departamento de Defesa para os EUA e a Agência Central de Inteligência (CIA). Atuou na criação da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan), aliança militar para proteger os países membros, levou o país a participar da Guerra da Coreia, apoiando os sul-coreanos, e acirrou as tensões com a então União Soviética, dando início à Guerra Fria.


34. Dwight D. Eisenhower (1953-1961) – republicano

Deu continuidade aos programas de reformas dos governos anteriores, ajudou a encerrar a Guerra da Coreia e seguiu em disputa com a União Soviética, principalmente por tecnologia e exploração espacial. Aprovou a criação da Administração Nacional da Aeronáutica e Espaço (Nasa), ampliando o programa espacial norte-americano, e assinou a Lei dos Direitos Civis de 1957, que garantia e protegia o direito de os negros votarem – mas mesmo assim, eles sofriam preconceito e enfrentavam diversos problemas para exercer esse direito.

35. John F. Kennedy (1961-1963) – democrata

Lançou um programa de expansão econômica, ajudou paramilitares exilados cubanos a invadirem o sul de Cuba em uma tentativa fracassada de derrubar o governo de Fidel Castro (Invasão da Baía dos Porcos), aumentou as tensões com a União Soviética, levando à Crise dos Mísseis (confronto sobre a implantação de mísseis balísticos soviéticos em Cuba) e ampliou a participação dos EUA na Guerra do Vietnã. Seguiu com a expansão espacial, enviando o primeiro norte-americano ao espaço, e com a missão de conter a expansão do comunismo. Apoiou a integração racial diante da consolidação do movimento dos direitos civis dos negros no país. Foi assassinado em Dallas enquanto desfilava em um carro aberto.


36. Lyndon B. Johnson (1963-1969) – democrata

Vice de Kennedy, tentou combater a pobreza, promover auxílio à educação e cortar impostos. Criou os programas de saúde social Medicare e Medicaid, voltados para idosos e pessoas de baixa renda, respectivamente. Aprovou a Lei dos Direitos Civis de 1964, determinando o fim da segregação racial no país, e as Leis do Direito de Voto, promovendo o voto universal, independentemente do nível educacional ou condição social. Seguiu com uma política anticomunista, e foi muito criticado pela escalada na Guerra do Vietnã (na qual os EUA foram derrotados posteriormente) e pela disparidade entre as informações fornecidas pelo governo e pela imprensa. Com isso, os norte-americanos passaram a protestar contra o conflito, dando origem ao movimento de contracultura. 


37. Richard Nixon (1969-1974) – republicano

Aprovou leis anticrime e um programa de proteção ambiental, reduziu as tensões com os soviéticos e os chineses, e acompanhou a chegada da missão Apollo 11 à Lua. Governo ficou marcado pelo escândalo Watergate – invasão à sede do Comitê Nacional Democrata durante a campanha eleitoral de 1972. Descobriu-se que pessoas tentaram instalar aparelhos de escuta no escritório e que o presidente tinha conhecimento das operações. Nixon negou envolvimento, apesar das provas contra ele, e acabou renunciando à presidência para evitar um processo de impeachment.

38. Gerald Ford (1974-1977) – republicano

Vice de Nixon, tentou acalmar os ânimos após a turbulência política. Governou em uma época de alta inflação e crise econômica, e encerrou a participação dos EUA na Guerra do Vietnã. Foi criticado por conceder o perdão presidencial a Nixon pelo caso Watergate.


39. Jimmy Carter (1977-1981) – democrata

Gestão marcada por estagnação econômica, inflação, desemprego e crise no setor de energia. Lidou com a crise dos reféns norte-americanos no Irã, anunciou sanções aos soviéticos e promoveu um boicote aos Jogos Olímpicos de 1980, em Moscou, contra a invasão soviética no Afeganistão. 

40. Ronald Reagan (1981-1989) – republicano

Aprovou projetos para estimular a economia, conter a inflação e fortalecer a defesa nacional, mas acabou aumentando a dívida pública. Promoveu uma guerra contra as drogas e assinou um tratado com a União Soviética que determinava a eliminação de alguns mísseis balísticos e de cruzeiro.


41. George H. W. Bush (1989-1993) – republicano

Governo marcado por crise econômica e aumento da violência em cidades do interior. Liderou a coalizão contra o Iraque na Guerra do Golfo, a favor da libertação do Kuwait (ocupado pelas forças iraquianas sob as ordens do então presidente Saddam Hussein). Apesar da vitória no conflito, foi criticado por permitir que Hussein permanecesse no poder.


42. Bill Clinton (1993-2001) – democrata

Buscou atuar na expansão econômica, na melhoria da educação e em fortalecer regras ambientais. Mediou os Acordos de Paz de Oslo entre Israel e Palestina, assinou o Tratado Norte-Americano de Livre-Comércio (Nafta) com Canadá e México, e implementou a política “Don’t ask, don’t tell” (Não pergunte, não diga), permitindo que homossexuais servissem às Forças Armadas somente se escondessem a orientação sexual. Sofreu um processo de impeachment após a descoberta de que mantinha relações sexuais com a então estagiária da Casa Branca Monica Lewinsky. Foi julgado no Senado e absolvido de todas as acusações.


43. George W. Bush (2001-2009) – republicano

Filho de George H. W. Bush, promoveu políticas voltadas para educação e economia. Gestão marcada pela resposta aos ataques terroristas de 11 de setembro de 2001 conduzidos pela Al-Qaeda (fundada por Osama bin Laden), lançando a controversa Guerra ao Terror ao invadir países como Iraque e Afeganistão – onde tentou sufocar o Talibã, movimento que estaria protegendo Osama no país. Durante esse período, diversas organizações denunciaram violações dos direitos humanos, incluindo episódios de torturas na prisão de Guantánamo e questionadas técnicas de interrogatório utilizadas pela CIA. Assinou o Ato Patriota, que legalizava medidas como vigilância, espionagem, anulação de garantias constitucionais, entre outras como forma de conter o terrorismo, e propôs uma alteração na Constituição para proibir o casamento entre pessoas do mesmo sexo. Lidou com a crise dos subprimes (motivada pela concessão de empréstimos hipotecários de alto risco), que levou à falência do banco de investimentos Lehman Brothers e de outras instituições.

44. Barack Obama (2009-2017) – democrata

Atuou para estimular a economia e recuperar o país dos estragos da crise financeira, com investimentos em diversos setores. Criou o Obamacare, com o objetivo de controlar os preços dos planos de saúde e ampliá-los a uma maior parcela da população, encerrou a política “Don’t ask, don’t tell” e promoveu políticas favoráveis ao controle de armas. Ordenou a operação militar no Paquistão que resultou na morte de Osama bin Laden, e buscou conter o Estado Islâmico por meio de uma intervenção militar na Síria. Assinou um acordo nuclear com o Irã e normalizou as relações diplomáticas com Cuba, após mais de 50 anos de hostilidades.

45. Donald Trump (2017-2021) – republicano

Gestão marcada pelas posições consideradas extremas que defende, além da visão que tem com relação a pontos como China, imigrantes, mudanças climáticas e porte de armas à população. Anunciou a saída dos EUA do Acordo de Paris, que visa conter o aquecimento global, e do acordo nuclear com o Irã. Defendeu a substituição do Obamacare, iniciou a construção do polêmico muro na fronteira com o México para conter a imigração, cortou impostos e restringiu temporariamente a entrada nos EUA de cidadãos de sete países do Oriente Médio e da África. Promoveu a primeira reunião entre líderes dos EUA e da Coreia do Norte. Sofreu um processo de impeachment por acusações de abuso de poder e obstrução de Justiça, mas foi absolvido pelo Senado. Vem sendo muito criticado pela forma como lida com a pandemia de Covid-19.

46. Joe Biden (2021-2025) – democrata

Ex-vice-presidente dos Estados Unidos Joe Biden entrou na corrida pela indicação do Partido Democrata à disputa da Casa Branca com o argumento de que seus mais de 40 anos em cargos eletivos o tornam a melhor escolha para derrotar Donald Trump. “Se dermos oito anos para Donald Trump na Casa Branca, ele alterará para sempre e fundamentalmente o caráter desta nação, quem nós somos. Não posso ficar parado assistindo isso acontecer”, disse Biden ao lançar sua campanha, em abril de 2019 — à época, ao lado de mais de 20 outros pré-candidatos. Segundo a CNN Brasil em 03 de Novembro de 2020 as 08:19 hs.

O governo dos Estados Unidos, estabelecido por sua  Constituição, é uma república federal composta por estados em governabilidades individuais . A legislação constitui-se de Atos do Congresso (particularmente o Código dos Estados Unidos e o Código Uniforme de Justiça Militar), regulamentação administrativa e acórdãos judiciais que interpretam estatutos e regulamentações. O governo federal tem três ramos: executivo, legislativo e judicial. Através de um sistema federalista da  separação dos  poderes, cada um dos entes federativos norte americanos, tem certa autonomia governamental,  para agirem  de forma autónoma e alguma autoridade para regulamentar os outros ramos mas tem também a sua autoridade parcialmente regulamentada pelos outros dois ramos.

O Poder Legislativo é composto pelo Congresso Nacional dos Estados Unidos É um órgão bicameral, composto pela Câmara dos Representantes e pelo Senado.

A Câmara dos Representantes consiste em 435 parlamentares votantes, cada qual representante de um distrito congregacional. O número de representantes é baseado na população de cada estado da Federação, de acordo com os resultados do Censo mais recente no ano das eleições de meio de mandato ; sendo que cada estado deve possuir pelo menos um representante. Todos os representantes exercem um mandato de dois anos, mas não há limitação  para um número de  reeleições. Um candidato à Representante dos Estados Unidos deve ser um cidadão norte americano  de mais de 25 anos de idade e ter residência fixa  residir no estado que pretender representar. Além dos 435 membros votantes, há seis membros não-votantes: seis "delegados" e um comissário residente. Os delegados representam: Distrito de Colúmbia, Guam, Ilhas Virgens, Samoa Americana e as Ilhas Marianas. O Comissário residente representa a dependência de Porto Rico.

O Senado é composto por dois senadores de cada estado, independente de população. Atualmente, há 100 senados (dois de cada um dos 50 estados do país), que exercem um mandato de seis anos de duração. Aproximadamente, um terço (1/3) dos senadores é reeleito a cada dois anos, em eleições de meio de mandato . O Senado é presidido pelo Vice-presidente, representado pelo Presidente pro tempore.

O Poder Executivo. É exercido pelo Presidente dos Estados Unidos. Na figura do Chefe de Estados norte americano, está concentrado o comando das forças armadas . O Presidente dos Estados Unidos, também tem o controle da diplomacia e da politica externa norte americana.

O Presidente e Vice Presidente dos Estados Unidos, são eleitos pelo Colégio Eleitoral de cada um dos Estados da Federação e do Distrito da Colúmbia.

O Presidente dos Estados Unidos. Tem mandato de 04 anos e somente uma reeleição.

Uma maquina partidária é a capacidade de influencia geopolítica, financeira e política, que um partido possui, não somente em termos de defender seu território político, como também aumentar sua influencia geopolítica, financeira e hierárquica dentro e fora de seu espectro político.

Na área  geopolítica, uma maquina partidária, as políticas territoriais na relação de poder e influencia dentro de seu espectro político, aonde se visa manter seu poder e influencia política dentro de um determinado seguimento. Uma maquina partidária, envolve no seu sentido geopolítico, o gerenciamento e expansão de poder e influencia de um determinado partido em um determinado espectro político.

Na área  hierárquica, uma maquina partidária é uma esfera de poder aonde um determinado partido administra e mantem sua hierarquia e influencia , em conjunto de expansão territorial, na administração governamental , aonde este partido se torna  a maior agremiação política dentro de um determinado espectro político.

Uma maquina partidária, na sua área hierárquica, garante a influencia absoluta de um determinado partido dentro do seu espectro político. Com uma maquina partidária, na sua área hierárquica, garante a influencia expansionista de um determinado partido, além das bases do seu espectro político.

No âmbito financeiro, uma maquina partidária, garante á um determinando partido, se sobrepor pelo poder econômico. Mantendo sua influencia geopolítica e hierárquica, uma maquina partidária, representa a concepção total na sua "natureza política", em uma clara manifestação da hierarquia econômica, política e territorial de um determinando partido, dentro e fora de seu espectro político. 

Uma maquina partidária, garante a "natureza política" de um determinado partido, no seu total e absoluto poder e influencia expansionista por meio do seu poder econômico, que se traduz na "natureza política", dentro e fora do seu espectro político, em uma influencia geopolítica, hierárquica e financeira, pelo "natureza política" do poder econômico que uma maquina partidária proporciona á um determinado partido político.

Uma maquina partidária, garante á um determinado político, a plena capacidade de estrutura e poder político, para se adaptar organicamente a qualquer mudança em uma sociedade 

Democratas e Republicanos. Maquinas partidárias globais ; São polarizados por dois governantes ineptos para lidar com geopolítica global.

O atual presidente Joe Biden. É um elefante branco no comandos dos Estados Unidos.

O ex presidente Donald Trump. É um extremista lunático. Sem qualquer capacidade intelectual para presidir a maior economia mundial.

E assim. Os Estados Unidos. Seguem Democratas e Republicanos.

 Partidos em divisão  com seus respectivos elefantes brancos nas eleições de Novembro.

O que ficou provado no debate entre os Biden e Trump na noite de ontem.

Imagem : Portal G1 da Rede Globo.






quinta-feira, 27 de junho de 2024

A comunidade lgbtqiapn +., e todos os seus respectivos direitos.

 DOS PRINCÍPIOS FUNDAMENTAIS

Art. 1º A República Federativa do Brasil, formada pela união indissolúvel dos Estados e Municípios e do Distrito Federal, constitui-se em Estado democrático de direito e tem como fundamentos:


I – a soberania;


II – a cidadania;


III – a dignidade da pessoa humana;


IV – os valores sociais do trabalho e da livre iniciativa;


V – o pluralismo político.


Parágrafo único. Todo o poder emana do povo, que o exerce por meio de representantes eleitos ou diretamente, nos termos desta Constituição .


Art. 2º São Poderes da União, independentes e harmônicos entre si, o Legislativo, o Executivo e o Judiciário.


Art. 3º Constituem objetivos fundamentais da República Federativa do Brasil:


I – construir uma sociedade livre, justa e solidária;


II – garantir o desenvolvimento nacional;


III – erradicar a pobreza e a marginalização e reduzir as desigualdades sociais e regionais;


IV – promover o bem de todos, sem preconceitos de origem, raça, sexo, cor, idade e quaisquer outras formas de discriminação.


Art. 4º A República Federativa do Brasil rege-se nas suas relações internacionais pelos seguintes princípios:


I – independência nacional;


II – prevalência dos direitos humanos;


III – autodeterminação dos povos;


IV – não-intervenção;


V – igualdade entre os Estados;


VI – defesa da paz;


VII – solução pacífica dos conflitos;


VIII – repúdio ao terrorismo e ao racismo;


IX – cooperação entre os povos para o progresso da humanidade;


X – concessão de asilo político.


Parágrafo único. A República Federativa do Brasil buscará a integração econômica, política, social e cultural dos povos da América Latina, visando à formação de uma comunidade latino-americana de nações.


TÍTULO II


DOS DIREITOS E GARANTIAS FUNDAMENTAIS

CAPÍTULO I


DOS DIREITOS E DEVERES INDIVIDUAIS E COLETIVOS

Art. 5º Todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza, garantindo-se aos brasileiros e aos estrangeiros residentes no País a inviolabilidade do direito à vida, à liberdade, à igualdade, à segurança e à propriedade, nos termos seguintes:


I – homens e mulheres são iguais em direitos e obrigações, nos termos desta Constituição ;


II – ninguém será obrigado a fazer ou deixar de fazer alguma coisa senão em virtude de lei;


III – ninguém será submetido a tortura nem a tratamento desumano ou degradante;


IV – é livre a manifestação do pensamento, sendo vedado o anonimato;


V – é assegurado o direito de resposta, proporcional ao agravo, além da indenização por dano material, moral ou à imagem;


VI – é inviolável a liberdade de consciência e de crença, sendo assegurado o livre exercício dos cultos religiosos e garantida, na forma da lei, a proteção aos locais de culto e a suas liturgias;


VII – é assegurada, nos termos da lei, a prestação de assistência religiosa nas entidades civis e militares de internação coletiva;


VIII – ninguém será privado de direitos por motivo de crença religiosa ou de convicção filosófica ou política, salvo se as invocar para eximir-se de obrigação legal a todos imposta e recusar-se a cumprir prestação alternativa, fixada em lei;


IX – é livre a expressão da atividade intelectual, artística, científica e de comunicação, independentemente de censura ou licença;


X – são invioláveis a intimidade, a vida privada, a honra e a imagem das pessoas, assegurado o direito a indenização pelo dano material ou moral decorrente de sua violação;


XI – a casa é asilo inviolável do indivíduo, ninguém nela podendo penetrar sem consentimento do morador, salvo em caso de flagrante delito ou desastre, ou para prestar socorro, ou, durante o dia, por determinação judicial;


XII – é inviolável o sigilo da correspondência e das comunicações telegráficas, de dados e das comunicações telefônicas, salvo, no último caso, por ordem judicial, nas hipóteses e na forma que a lei estabelecer para fins de investigação criminal ou instrução processual penal;


XIII – é livre o exercício de qualquer trabalho, ofício ou profissão, atendidas as qualificações profissionais que a lei estabelecer;


XIV – é assegurado a todos o acesso à informação e resguardado o sigilo da fonte, quando necessário ao exercício profissional;


XV – é livre a locomoção no território nacional em tempo de paz, podendo qualquer pessoa, nos termos da lei, nele entrar, permanecer ou dele sair com seus bens;


XVI – todos podem reunir-se pacificamente, sem armas, em locais abertos ao público, independentemente de autorização, desde que não frustrem outra reunião anteriormente convocada para o mesmo local, sendo apenas exigido prévio aviso à autoridade competente;


XVII – é plena a liberdade de associação para fins lícitos, vedada a de caráter paramilitar;


XVIII – a criação de associações e, na forma da lei, a de cooperativas independem de autorização, sendo vedada a interferência estatal em seu funcionamento;


XIX – as associações só poderão ser compulsoriamente dissolvidas ou ter suas atividades suspensas por decisão judicial, exigindo-se, no primeiro caso, o trânsito em julgado;


XX – ninguém poderá ser compelido a associar-se ou a permanecer associado;


XXI – as entidades associativas, quando expressamente autorizadas, têm legitimidade para representar seus filiados judicial ou extrajudicialmente;


XXII – é garantido o direito de propriedade;


XXIII – a propriedade atenderá a sua função social;


XXIV – a lei estabelecerá o procedimento para desapropriação por necessidade ou utilidade pública, ou por interesse social, mediante justa e prévia indenização em dinheiro, ressalvados os casos previstos nesta Constituição ;


XXV – no caso de iminente perigo público, a autoridade competente poderá usar de propriedade particular, assegurada ao proprietário indenização ulterior, se houver dano;


XXVI – a pequena propriedade rural, assim definida em lei, desde que trabalhada pela família, não será objeto de penhora para pagamento de débitos decorrentes de sua atividade produtiva, dispondo a lei sobre os meios de financiar o seu desenvolvimento;


XXVII – aos autores pertence o direito exclusivo de utilização, publicação ou reprodução de suas obras, transmissível aos herdeiros pelo tempo que a lei fixar;


XXVIII – são assegurados, nos termos da lei:


a) a proteção às participações individuais em obras coletivas e à reprodução da imagem e voz humanas, inclusive nas atividades desportivas;


b) o direito de fiscalização do aproveitamento econômico das obras que criarem ou de que participarem aos criadores, aos intérpretes e às respectivas representações sindicais e associativas;


XXIX – a lei assegurará aos autores de inventos industriais privilégio temporário para sua utilização, bem como proteção às criações industriais, à propriedade das marcas, aos nomes de empresas e a outros signos distintivos, tendo em vista o interesse social e o desenvolvimento tecnológico e econômico do País;


XXX – é garantido o direito de herança;


XXXI – a sucessão de bens de estrangeiros situados no País será regulada pela lei brasileira em benefício do cônjuge ou dos filhos brasileiros, sempre que não lhes seja mais favorável a lei pessoal do de cujus;


XXXII – o Estado promoverá, na forma da lei, a defesa do consumidor;


XXXIII – todos têm direito a receber dos órgãos públicos informações de seu interesse particular, ou de interesse coletivo ou geral, que serão prestadas no prazo da lei, sob pena de responsabilidade, ressalvadas aquelas cujo sigilo seja imprescindível à segurança da sociedade e do Estado;


XXXIV – são a todos assegurados, independentemente do pagamento de taxas:


a) o direito de petição aos poderes públicos em defesa de direitos ou contra ilegalidade ou abuso de poder;


b) a obtenção de certidões em repartições públicas, para defesa de direitos e esclarecimento de situações de interesse pessoal;


XXXV – a lei não excluirá da apreciação do Poder Judiciário lesão ou ameaça a direito;


XXXVI – a lei não prejudicará o direito adquirido, o ato jurídico perfeito e a coisa julgada;


XXXVII – não haverá juízo ou tribunal de exceção;


XXXVIII – é reconhecida a instituição do júri, com a organização que lhe der a lei, assegurados:


a) a plenitude de defesa;


b) o sigilo das votações;


c) a soberania dos veredictos;


d) a competência para o julgamento dos crimes dolosos contra a vida;


XXXIX – não há crime sem lei anterior que o defina, nem pena sem prévia cominação legal;


XL – a lei penal não retroagirá, salvo para beneficiar o réu;


XLI – a lei punirá qualquer discriminação atentatória dos direitos e liberdades fundamentais;


XLII – a prática do racismo constitui crime inafiançável e imprescritível, sujeito à pena de reclusão, nos termos da lei;


XLIII – a lei considerará crimes inafiançáveis e insuscetíveis de graça ou anistia a prática da tortura, o tráfico ilícito de entorpecentes e drogas afins, o terrorismo e os definidos como crimes hediondos, por eles respondendo os mandantes, os executores e os que, podendo evitá-los, se omitirem;


XLIV – constitui crime inafiançável e imprescritível a ação de grupos armados, civis ou militares, contra a ordem constitucional e o Estado democrático;


XLV – nenhuma pena passará da pessoa do condenado, podendo a obrigação de reparar o dano e a decretação do perdimento de bens ser, nos termos da lei, estendidas aos sucessores e contra eles executadas, até o limite do valor do patrimônio transferido;


XLVI – a lei regulará a individualização da pena e adotará, entre outras, as seguintes:


a) privação ou restrição da liberdade;


b) perda de bens;


c) multa;


d) prestação social alternativa;


e) suspensão ou interdição de direitos;


XLVII – não haverá penas:


a) de morte, salvo em caso de guerra declarada, nos termos do art. 84, XIX;


b) de caráter perpétuo;


c) de trabalhos forçados;


d) de banimento;


e) cruéis;


XLVIII – a pena será cumprida em estabelecimentos distintos, de acordo com a natureza do delito, a idade e o sexo do apenado;


XLIX – é assegurado aos presos o respeito à integridade física e moral;


L – às presidiárias serão asseguradas condições para que possam permanecer com seus filhos durante o período de amamentação;


LI – nenhum brasileiro será extraditado, salvo o naturalizado, em caso de crime comum, praticado antes da naturalização, ou de comprovado envolvimento em tráfico ilícito de entorpecentes e drogas afins, na forma da lei;


LII – não será concedida extradição de estrangeiro por crime político ou de opinião;


LIII – ninguém será processado nem sentenciado senão pela autoridade competente;


LIV – ninguém será privado da liberdade ou de seus bens sem o devido processo legal;


LV – aos litigantes, em processo judicial ou administrativo, e aos acusados em geral são assegurados o contraditório e a ampla defesa, com os meios e recursos a ela inerentes;


LVI – são inadmissíveis, no processo, as provas obtidas por meios ilícitos;


LVII – ninguém será considerado culpado até o trânsito em julgado de sentença penal condenatória;


LVIII – o civilmente identificado não será submetido a identificação criminal, salvo nas hipóteses previstas em lei;


LIX – será admitida ação privada nos crimes de ação pública, se esta não for intentada no prazo legal;


LX – a lei só poderá restringir a publicidade dos atos processuais quando a defesa da intimidade ou o interesse social o exigirem;


LXI – ninguém será preso senão em flagrante delito ou por ordem escrita e fundamentada de autoridade judiciária competente, salvo nos casos de transgressão militar ou crime propriamente militar, definidos em lei;


LXII – a prisão de qualquer pessoa e o local onde se encontre serão comunicados imediatamente ao juiz competente e à família do preso ou à pessoa por ele indicada;


LXIII – o preso será informado de seus direitos, entre os quais o de permanecer calado, sendo-lhe assegurada a assistência da família e de advogado;


LXIV – o preso tem direito à identificação dos responsáveis por sua prisão ou por seu interrogatório policial;


LXV – a prisão ilegal será imediatamente relaxada pela autoridade judiciária;


LXVI – ninguém será levado à prisão ou nela mantido quando a lei admitir a liberdade provisória, com ou sem fiança;


LXVII – não haverá prisão civil por dívida, salvo a do responsável pelo inadimplemento voluntário e inescusável de obrigação alimentícia e a do depositário infiel;


LXVIII – conceder-se-á habeas corpus sempre que alguém sofrer ou se achar ameaçado de sofrer violência ou coação em sua liberdade de locomoção, por ilegalidade ou abuso de poder;


LXIX – conceder-se-á mandado de segurança para proteger direito líquido e certo, não amparado por habeas corpus ou habeas data, quando o responsável pela ilegalidade ou abuso de poder for autoridade pública ou agente de pessoa jurídica no exercício de atribuições do poder público;


LXX – o mandado de segurança coletivo pode ser impetrado por:


a) partido político com representação no Congresso Nacional;


b) organização sindical, entidade de classe ou associação legalmente constituída e em funcionamento há pelo menos um ano, em defesa dos interesses de seus membros ou associados;


LXXI – conceder-se-á mandado de injunção sempre que a falta de norma regulamentadora torne inviável o exercício dos direitos e liberdades constitucionais e das prerrogativas inerentes à nacionalidade, à soberania e à cidadania;


LXXII – conceder-se-á habeas data:


a) para assegurar o conhecimento de informações relativas à pessoa do impetrante, constantes de registros ou bancos de dados de entidades governamentais ou de caráter público;


b) para a retificação de dados, quando não se prefira fazê-lo por processo sigiloso, judicial ou administrativo;


LXXIII – qualquer cidadão é parte legítima para propor ação popular que vise a anular ato lesivo ao patrimônio público ou de entidade de que o Estado participe, à moralidade administrativa, ao meio ambiente e ao patrimônio histórico e cultural, ficando o autor, salvo comprovada má-fé, isento de custas judiciais e do ônus da sucumbência;


LXXIV – o Estado prestará assistência jurídica integral e gratuita aos que comprovarem insuficiência de recursos;


LXXV – o Estado indenizará o condenado por erro judiciário, assim como o que ficar preso além do tempo fixado na sentença;


LXXVI – são gratuitos para os reconhecidamente pobres, na forma da lei:


a) o registro civil de nascimento;


b) a certidão de óbito;


LXXVII – são gratuitas as ações de habeas corpus e habeas data, e, na forma da lei, os atos necessários ao exercício da cidadania.


LXXVIII – a todos, no âmbito judicial e administrativo, são assegurados a razoável duração do processo e os meios que garantam a celeridade de sua tramitação;


LXXIX – é assegurado, nos termos da lei, o direito à proteção dos dados pessoais, inclusive nos meios digitais.


§ 1º As normas definidoras dos direitos e garantias fundamentais têm aplicação imediata.



§ 2º Os direitos e garantias expressos nesta Constituição não excluem outros decorrentes do regime e dos princípios por ela adotados, ou dos tratados internacionais em que a República Federativa do Brasil seja parte.


§ 3º Os tratados e convenções internacionais sobre direitos humanos que forem aprovados, em cada Casa do Congresso Nacional, em dois turnos, por três quintos dos votos dos respectivos membros, serão equivalentes às emendas constitucionais.


§ 4º O Brasil se submete à jurisdição de Tribunal Penal Internacional a cuja criação tenha manifestado adesão. De acordo com o autor Guilherme Pena de Moraes, no meu livro sobre a Constituição Federal do Brasil, e também com dados oficiais do Senado Federal.

Na década de 1990, GLS era a sigla que definia os espaços, os serviços e os eventos para a comunidade gay. Entretanto, por ser excludente e ignorar diversas outras orientações sexuais e identidades de gênero, a Associação Brasileira LGBT (ABGLT) atualizou a nomenclatura para a versão que você vai conhecer agora, através do Glossário LGBTQIAPN+. A nova nomenclatura representa:

lésbicas;


gays;


bissexuais;


transgêneros;


queer;


intersexuais;


assexuais;


pansexuais;


não-binari

E outros grupos e variações de sexualidade e gênero. Novas letras surgiram, e nós, da Natura, decidimos usar LGBTQIAPN+ para representar todes. A ONU, por exemplo, usa a sigla LGBTI. Segundo o site Natura.

O reconhecimento da união estável entre duas pessoas do mesmo sexo como entidade familiar, segundo as mesmas regras e com as mesmas consequências da união estável entre o homem e a mulher, foi assegurado pelo Supremo Tribunal Federal, em uma votação 10-0, no dia 5 de maio de 2011, no julgamento conjunto da Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) n° 4.277, proposta pela Procuradoria-Geral da República, e da Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF) n° 132, apresentada pelo Governo do Estado do Rio de Janeiro. Em 25 de outubro de 2011, a Quarta Turma do Superior Tribunal de Justiça, em uma votação 4-1, deu provimento a um recurso especial impetrado por duas mulheres que queriam se casar. A Corte entendeu que a Constituição assegura a casais homoafetivos o direito de se casarem e que o Código Civil vigente não impede o casamento de duas pessoas do mesmo sexo.

Com base nessas decisões do Supremo Tribunal Federal e do Superior Tribunal de Justiça, Corregedorias Gerais de Justiça (departamentos administrativos do Poder Judiciário estadual que emite normas administrativas para o funcionamento diário dos tribunais e cartórios em seus respectivos Estados) de Alagoas, Sergipe, Espírito Santo, Bahia, Piauí, São Paulo, Ceará, Mato Grosso do Sul, Paraná, Rondônia, Santa Catarina e Paraíba, por meio de atos normativos, autorizaram o casamento homoafetivo diretamente em cartório, além do Distrito Federal e da cidade de Santa Rita do Sapucaí (MG).Nos demais Estados, casamentos homoafetivos eram realizados mediante autorização judicial. Independentemente do Estado onde foi realizado, tais casamentos eram reconhecidos e válidos em todo o País.

Em 14 de maio de 2013, o Conselho Nacional de Justiça (CNJ), em uma votação 14-1, aprovou a Resolução n° 175/2013, que veda todos os cartórios do País a recusa de habilitar e celebrar casamentos civis entre duas pessoas do mesmo sexo e converter a união estável homoafetiva em casamento. Isso estabeleceu o casamento entre pessoas do mesmo sexo em todo o Brasil. A decisão foi publicada em 15 de maio e entrou em vigor em 16 de maio de 2013. De acordo com o site oficial do Senado Federal. 

Sociedades verdadeiramente democráticas. São justamente as sociedades que sabem conviver com a diversidade humana.

Sociedades verdadeiramente democráticas. São justamente as sociedades que sabem conviver a aceitar a diversidade entre os seres humanos.

Conforme eu já havia abordado em outras postagens. A comunidade lgbtqiapn+, deve ter direito ao casamento, deve ter direito a constituição de uma família, assim como ter acesso ao emprego e a igualdade de direitos em qualquer sociedade verdadeiramente democrática.

Conforme eu já havia abordado em outras postagens. Sou a favor do casamento e da união civil entre as pessoas lgbtqiapn +. Sou a favor de que as pessoas lgbtqiapn +, tenham o pleno direito a constituírem suas respectivas famílias, se assim o desejarem.

O Supremo Tribunal Federal (STF), deu um enorme passo nesse sentido, ao garantir o  reconhecimento da união estável entre duas pessoas do mesmo sexo como entidade familiar, segundo as mesmas regras e com as mesmas consequências da união estável entre o homem e a mulher.

O Supremo Tribunal Federal (STF), deu um passo gigantesco, na luta pelos direitos a comunidade lgbtqiapn +. 

A comunidade lgbtqiapn +., deve ter a igualdade plena de direitos, em comparação as demais pessoas.

O Supremo Tribunal Federal, deum um grande passo neste sentido, ao criminalizar a homofobia e a transfobia em 2019.

A comunidade lgbtqiapn +, deve ter todos os seus direitos assegurados. Devendo serem tratados com respeito e humanidade.

Conforme pregam os direitos e princípios fundamentais da Constituição Federal de 1988 no Brasil.  

Confira no Portal G1 da Rede Globohttps://g1.globo.com/politica/noticia/2024/06/27/stf-forma-maioria-para-mandar-governo-garantir-direitos-de-pessoas-trans-no-sus.ghtml

E assim caminha a humanidade.

Imagem : Site Fandom.





 

 




l
 



 



 

 



 











 




 





Guilherme Boulos não vencerá as eleições municipais.

Os  partidos de centro são aqueles que conciliam visões de igualdade, uma bandeira mais à esquerda, com preocupações como liberdade individual. O centro procura  conciliar visões pró-mercado e  crescimento econômico com justiça social.

Importante é não confundir os partidos de centro com oportunismo. Ou com partidos que ficam em cima do muro Ou com o centrão que existe no Brasil.

A direita se recusa a discutir questões de gênero A direita é contra as cotas sociais na universidades A direita é mais defensora da produção em alta escala do que da proteção ambiental. O centro procura sintetizar as questões. O centro acredita em desenvolvimento econômico equilibrado com proteção ambiental.

A direita defende o papel do Estado Mínimo Sendo o Estado limitado á ordem pública. Dando preferencia para o mercado na coordenação da vida social.

A Direita. Principalmente a Direita Liberal. Defende uma educação técnica, com foco em profissões que sejam muito uteis a economia do país. A Direita defende a educação privada. Com distribuição de vouchers pelo Estado, para viabilizar o financiamento da educação das pessoas de baixa renda por meios da iniciativa privada.

A Direita defende o crescimento econômico sem que haja qualquer interferência do Estado na economia. A Direita acredita que o mercado deve funcionar livremente. Sem que haja intervenção do Estado.

A Direita foca na questão da inflação. A Direita acredita que as empresas devem atuar com pouca flexibilização Podem ter sua proteção com pouca legislação ambiental e com flexibilização das leis trabalhistas.

A Direita defende total corte de gastos públicos. Mas tende a ser mais simpática com gastos com a defesa e o setor militar.

Na Saúde. A Direita aceita o papel do Estado. Mas sendo voltado para o investimento privado na saúde.

A Esquerda prega a igualdade social, a distribuição re renda igualitária e a justiça social. A Esquerda acredita que é papel do Estado atuar no combate as desigualdades.

A esquerda foca em educação emancipatória contextualizando o ambiente que os alunos vivem A Esquerda acredita que a educação deve ser voltada para a cidadania e os valores humanos . A esquerda também defende o investimento na educação pública.

Com foco na questão social, a esquerda prega a regulação do sistema financeiro e uma intervenção maior do estado na economia . A esquerda tende a se preocupar mais com o desemprego.

Uma esquerda mais moderna. Tem foco no empreendedorismo. No Uruguai, governos de esquerda souberam aprimorar a facilidade para fazer negócios.

A esquerda aceita eventuais déficits fiscais. Para que se possa investir em saúde, moradia , educação e política sociais. Modelos como SUS. 

O centrismo na política, dentro do conceito da existência de uma esquerda e direita, é a posição de quem se encontra no centro do espectro ideológico. Para alguns, há apenas duas posições políticas: a de esquerda e a de direita. Porém, além dessa dicotomia há a visão centrista, que é utilizada pelos moderados. Vertentes do liberalismo se encaixam no centro uma vez que defendem pontos de vista considerados de esquerda por quem é da direita tradicional e por defenderem pontos de vistas considerados de direita pela esquerda tradicional.

Um partido político ou indivíduo ideologicamente centrista não defende nem capitalismo nem socialismo absolutos, mas vê a necessidade de conciliar capitalismo com atenção a carências sociais numa democracia, podendo ser mais culturalmente liberal. Na visão da política de centro, não deve haver extremismos ou intransigências na sociedade. Os seus principais valores são: oposição ao radicalismo sustentado pelo equilíbrio que cria a tolerância que defende a coexistência pacífica. Entretanto, há partidos e políticos que se descrevem ou são descritos como "centristas" por serem sincréticos ou, de fato, fisiologistas.

O conservadorismo é uma corrente de pensamento que visa promover a manutenção dos valores, práticas e a manutenção das instituições e dos valores tradicionais da sociedade.

O conservadorismo, na sua essencia, valoriza as tradições, a hierarquia, a autoridade e os direitos de propriedade privada. O conservadorismo, tem como foco, a continuidade, se opondo as políticas progressistas e revolucionárias.

Um conservador, na sua essencia, defende a manutenção do status quo, ou o retorno aos valores de uma época passada. O conservadorismo político, é algo relacionado com as políticas de direita, na defesa da propriedade privada, da acumulação de capital, da riqueza pessoal e do individualismo.

O conservadorismo político, visa impedir que qualquer mudança aconteça em uma sociedade. O conservadorismo político, é algo que visa impedir quaisquer mudanças de caráter revolucionário, que venham ter repercussões institucionais profundas e imediatas, tanto no país, quanto na sociedade como um todo.

Em relação as mudanças sociais, o conservadorismo político, é algo que entende que as mudanças sociais precisam acontecer á partir das instituições tradicionais e nunca contras elas.

O conservadorismo político, é algo que interpreta que a tradição, a escola, a família e a religião, devem ser as bases da sociedade em qualquer país no mundo. 

O conservadorismo político, é algo que interpreta que as mudanças sociais, somente devem ser acontecer de maneira gradual e moderada, sem afetar a manutenção dos valores da civilização, como a família, a escola e a religião.

O conservadorismo tradicional, é a uma corrente a direita que defende as manutenções da autoridade, da ordem, das tradições em uma sociedade.

O conservadorismo enaltece a hierarquia como o seu pensamento no campo social . Já no campo da economia, o conservadorismo defende como os valores sócio econômicos, as seguintes vertentes:

01 ) O conservadorismo econômico que favorece os interesses dos donos do capital privado no Estado.

02) O conservadorismo econômico voltado totalmente ao controle de gastos, em nome de uma austeridade econômica.

03) O conservadorismo econômico defende uma hierarquia social baseada em uma sociedade de classes. Sendo assim. O conservadorismo econômico, tem uma total resistência contra quaisquer programas sociais.

O conservadorismo também defende uma não separação entre a religião e o estado. O conservadorismo tradicional, defende uma hierarquia social, com uma sociedade em que se baseie as questões de raça, cor, gênero, etnia, etc...

O conservadorismo defende que os direitos humanos não são prioritários  em uma sociedade  Como uma forma de manter instituições consideradas sagradas e tradicionais. Tais como religião, familial e escola, por exemplo.

O progressismo é uma corrente de pensamento de espectros filosóficos, sociais e econômicos, que se baseia no pensamento de que o progresso é algo absolutamente vital para a condição humana.

O progressismo é um espectro político, que entende os avanços científicos, tecnológicos e sociais, como algo indispensável ao pleno avanço e progresso em uma sociedade moderna e contemporânea.

O progressismo é um espectro político que defende que uma sociedade caminha para os plenos avanços, estando em constante evolução nos campos econômico, acadêmico, tecnológico, social e cientifico. 

O progressismo, é um espectro político, que defende que o pleno conhecimento cientifico e acadêmico, são as fontes de progresso e aperfeiçoamento de uma  todas as civilizações do mundo.

O progressismo, é um espectro político, que defende o pleno aperfeiçoamento intelectual, social, moral e cientifico, político e social, como a base fundamental para o progresso e avanço dentro de uma sociedade em todas as civilizações do mundo.

A progressismo defende  que a sociedade deve ter um pleno avanço, nos campo social, acadêmico, intelectual, político, tecnológico e cientifico, com uma forma da sociedade moderna ter um progresso que possa impulsionar os avanços tão necessário a todas as sociedades modernas no mundo.

Confira as Bancadas dos Partidos na Câmara dos Deputadoshttps://www.camara.leg.br/deputados/bancada-na-eleicao
Confira as Bancadas dos Partidos no Senado Federalhttps://www25.senado.leg.br/web/senadores/em-exercicio/-/e/por-partido


A  centro-direita no espectro político significa estar mais próximo das ideias e propostas políticas associadas à direita, mas sem adotar uma posição radical ou extremista. Geralmente, a  centro-direita defende a liberdade econômica, o livre mercado, a não  intervenção do Estado na economia, políticas fiscais mais conservadoras e uma postura mais tradicional em relação a temas sociais e culturais. Eles também costumam priorizar a segurança pública e a defesa dos valores da família.
A centro esquerda. Se situa entre o centro e a esquerda no campo político. A centro esquerda prega no equilíbrio entre liberdade econômica e individual com a justiça social em uma economia capitalista. 
O centro esquerda  acredita no papel do Estado na promoção do bem estar coletivo da população, na redução das desigualdade sociais e nas garantias dos serviços essenciais as pessoas. A centro esquerda apoia a proteção do meio ambiente, a questão social, a inclusão das minorias e a cooperação global e diplomática nas questões de ordem social.

Vanguarda é a parcela mais consciente e combativa, ou de ideias mais avançadas, de qualquer grupo social. Por extensão, é um grupo de indivíduos que por seus conhecimentos ou por uma tendência natural, exerce papel de precursor ou de pioneiro em determinado movimento cultural, artístico, científico etc

No Brasil. Temos um  Poder Executivo  de Vanguarda. E um Congresso Nacional com o seu conservadorismo da idade da pedra.

O progressismo. Na sua essencia. São feitos por pessoas de vanguarda. Com conceitos á frente do seu tempo.
 
Conforme eu disse em outras postagens. Guilherme Boulos não vencerá as eleições municipais.um forte discurso revolucionário. 
 
O que o afasta do eleitorado de classe média alta.

Guilherme Boulos. Tem um forte discurso anti economia. O que o impede de se comunicar para além da sua base eleitoral.

Ricardo Nunes. Tem mais transito político. O que daria vantagem do anual prefeito contra Guilherme Boulos em um segundo turno.


E assim caminha a humanidade.

Imagem : Site Brasil de Fato.