O extremismo, em política, refere-se a doutrinas ou modelos de ação política que preconizam soluções extremas, radicais e revolucionárias, para os problemas sociais e econômicos no cotidiano. Na politica, os governos extremistas se caracterizam por não tolerar ponderações.
A extrema direita é uma corrente politica que prega o direitismo mais alto no aspecto ideológico. A extrema direita tem total desprezo por direitos humanos e pelas politicas humanitárias. A extrema direita também é conhecido pelo seu desprezo as questões sociais democratas, que são propostas pelas correntes politicas de centro e centro esquerda respectivamente.
A politica é uma ciência que aplica as estratégias para a condução da governabilidade de uma nação. É a ciência, enquanto direito, que aplicas as estratégias governamentais, tanto em assuntos internos (politica interna), quanto em assuntos externos (politica externa). Nos países democráticos, a politica é marcada pela livre escolha dos cidadãos através de seu voto e militância no sufrágio universal.
O PT e os grandes partidos políticos protagonizaram bizarros escândalos de corrupção. Os escândalos de corrupção que envolveram o PT no governo federal, também envolveram os demais partidos nos governos estaduais em todo o Brasil.
A corrupção tão escancarada no Brasil, abriu espaço para uma polarização radical no Brasil. A raiva no pudim, fez com que muitos brasileiros colocassem em duvida as instituições democráticos e aderissem ao radicalismo politico. Passamos a ter a polarização entre os Sociais Democratas e a Extrema Direita no Brasil desde 2014.
O então deputado Jair Bolsonaro passou a ser visto como alguém que não se encaixa nas convenções politicas e sociais do mundo contemporâneo, um típico outsider. Os políticos outsiders ganharam força nos cantos do Brasil.
A eleição de 2018, marcou a vitória da onda de Jair Bolsonaro e dos candidatos outsiders no Brasil. Para se manter como um outsider, Jair Bolsonaro promoveu conflitos e mais conflitos, desde que assumiu a presidência em Janeiro de 2019.
A imagem de outsider de Jair Bolsonaro é intocável para seus devotos. Que o diga a jornalista Patrícia Campos Mello. A jornalista ganhou destaque no contexto da eleição presidencial no Brasil em 2018 ao assinar uma reportagem sobre supostos crimes eleitorais na campanha do candidato Jair Bolsonaro. Ela publicou que havia financiamentos ilegais à campanha de Bolsonaro em redes sociais realizados por empresários partidários. Por sua reportagem, foi alvo de perseguições e ataques de ódio.
Contudo, infelizmente tivemos a crise humanitária do novo corona vírus. A tragédia humanitária que ja ceifou 200. 000 vidas brasileiras, mostrou o quanto os candidatos outsiders não entregam resultados na prática.
Vimos os extremistas incitarem conflitos nos cantos do Brasil. Os políticos outsiders proporcionaram os espetáculos mais deprimentes possíveis, não entregando resultados práticos na contenção das contaminações pelo novo corona vírus.
Nas eleições municipais em 2020, os eleitores aparentemente deram um passo atrás, na volta a politica tradicional. As eleições municipais aparentemente fortaleceram partidos de centro.
O MDB conquistou 784 prefeituras. O PP 685. O PSD 654. O PSDB 520 e o DEM 464 prefeituras. A esquerda também mostrou sua força nas eleições legislativas em 2020. O PSB elegeu 3637 vereadores. O PDT elegeu 3441 vereadores e o PT 2665 vereadores.
Caro (a) leitor (a). A politica é algo muito sério e muito complexo. A politica de um país não deve ser conduzida por governos extremistas. Sim leitor (a). Também sou um critico dos escândalos de corrupção no PT e nos grandes partidos.
Contudo, não se deve pautar as escolhas nas urnas pela nossa raiva no pudim. O extremismo politico é o começo do fim de qualquer país. O extremismo politico prejudica a vida e a coletividade democrática em qualquer pais do mundo.
Governos extremistas apenas nos levarão a caminhos cada vez mais incertos e tortuosos na condução de um país. O extremismo politico não é a solução para os problemas de qualquer país minimamente democrático. Embora você tenha o direito de não concordar comigo caro (a) leitor (a).
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