domingo, 18 de dezembro de 2022

Um pragmático Lula ao não centralizar o poder.

 Governabilidade é o conjunto de condições necessárias ao exercício do poder de governar. Compreende a forma de governo, o sistema de governo, as relações entre os poderes, o sistema partidário e o equilíbrio entre as forças políticas de oposição e situação. É a capacidade política de decidir, possibilitando a realização de políticas públicas.[1] Assim, governabilidade também diz respeito à eficiência do governo de implementar suas políticas através de articulação entre partidos que formam maioria na base aliada. Envolve o atendimento ou troca de interesses políticos, de forma que o Executivo consiga apoio parlamentar na aprovação de projetos legislativos, dando em contraprestação, nesse jogo de poder, ministérios e cargos para seus aliados.

A governabilidade são as condições de um governante para poder implementar  seus projetos para as transformações do país. A governabilidade se aplica na capacidade da implantação das reformas, no seus aspectos técnicos, financeiros e gerenciais.

O pragmatismo na política consiste no conceito básico de um governante constituir uma base de apoio sólida para implementar seus projetos de reformas para o país. O pragmatismo na política, se dá exatamente pela capacidade do governante negociar com o parlamento nas condições mais favoráveis que lhe garantam a governabilidade nas suas relações com o parlamento.

Não se iluda leitor (a). Lula é um político centralizador. Como já era centralizador nos seus dois mandatos anteriores entre 2003 a 2010. Contudo, nos seus dois mandatos anteriores, entre 2003 a 2010, Lula aplicou o pragmatismo político, ao não interferir nas eleições na Câmara e no Senado, o que lhe garantiu a governabilidade para suas reformas governamentais.

Se fosse viável politicamente, Lula interferiria sim, nas eleições na Câmara e no Senado, mas o lado pragmático de Lula, sabe que tal interferência, é completamente inviável.

O lado pragmático de Lula, sabe que precisa ter o pragmatismo político, justamente para ter uma base de apoio, na Câmara e no Senado Federal.

O lado pragmático de Lula, é o que não trabalha contra Artur Lira (PP), na eleição na Câmara dos Deputados. O lado pragmático de Lula, é que negocia no pragmatismo político.

Confira agora a reportagem do Portal G1 da Rede Globo.https://g1.globo.com/politica/noticia/2022/12/18/lula-faz-nova-reuniao-com-lira-em-brasilia-em-meio-a-tentativa-de-aprovar-pec-da-transicao.ghtml

E assim caminha a humanidade.
magem :Revista Oeste.













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