O liberalismo econômico ou liberalismo económico é uma ideologia baseada na organização da economia em linhas individualistas, rejeitando intervencionismo estatal, o que significa que o maior número possível de decisões econômicas são tomadas pelas empresas e indivíduos e não pelo Estado ou por organizações coletivas. As teses do liberalismo econômico foram criadas no século XVI com a clara intenção de combater o mercantilismo, cujas práticas já não atendiam às novas necessidades do capitalismo, sendo seu pressuposto básico a emancipação da economia de qualquer dogma externo a ela mesma.
O neoliberalismo é uma doutrina socioeconômica que regulamenta os antigos ideais do neoliberalismo clássico. O neoliberalismo prega a mínima intervenção do estado na economia, através da total retirada do estado da economia de mercado. O neoliberalismo alega que a economia de mercado, além de se autorregular, também iria regulamentar toda a atividade econômica em um determinado país. Segundo minhas leituras na biblioteca das Faculdades Metropolitanas Unidas (FMU), durante os 08 semestres dos meus estudos na habilitação em Jornalismo na Comunicação Social.
O neoliberalismo é uma teoria econômica que surgiu com uma adaptação do liberalismo clássico a economia globalizada. O neoliberalismo defende a livre iniciativa, a livre concorrência, o não papel do Estado na economia e a redução de barreiras ao comércio internacional.
O neoliberalismo surguiu á partir da década de 1970. O neoliberalismo substituiu as medidas do modelo Keynesiano, que defendia uma grande intervenção do Estado na economia. O modelo Keynesiano pregava o Estado de Bem Estar Social.
A implantação do neoliberalismo, se deu á partir de 1970, com a crise do Petróleo. O neoliberalismo combate totalmente qualquer política de bem-estar social, um dos preceitos básicos da Social-Democracia, para combater a crise econômica iniciada em 1929. De acordo com mestre e jornalista Edson Rossi, no sétimo semestre da habilitação em Jornalismo na Comunicação Social, pelas Faculdades Integradas Alcântara Machado
Na política, centro é a posição caracterizada como uma interseção dentro do espectro esquerda-direita. Para alguns, há apenas duas posições políticas: a esquerda e a direita. Porém, além dessa dicotomia, há o centrismo aderido por moderados. Vertentes do liberalismo, como o liberalismo social e a terceira via, se enquadram no centro uma vez que defendem pontos de vista considerados de esquerda pela direita e pontos de vista considerados de direita pela esquerda.
Centristas não defendem nem socialismo nem capitalismo absoluto, mas veem a necessidade de conciliar capitalismo com atenção a carências sociais numa democracia, podendo ser mais culturalmente liberais. Para eles, não deve haver extremismos ou intransigências na sociedade. Os seus principais valores são: oposição aos extremos sustentado pelo equilíbrio que cria a tolerância que defende a coexistência. Entretanto, há partidos e políticos que se descrevem ou são descritos como "centristas" por serem sincréticos ou, de fato, fisiologistas.
O eleitorado pode se identificar com centristas por uma série de razões, como por exemplo pragmatismo, chegando a ser sugerido que eleitores votam em partidos centristas por razões puramente estatísticas.
Nossa imprensa jornalística. É majoritariamente neoliberal. Com uma tendência mais ao centrismo político.
E por isso. Tem tendência a levantar uma bandeira entre o neoliberalismo e questões sociais.
E por isso. Tem uma tendência a ser leniente. Quando os políticos de centro cometem pecados na administração pública.
Mas os políticos. Teoricamente mais ao centro moderado. Também tem graves pecados.
Confira a noticia na Folha de São Paulo.https://www1.folha.uol.com.br/
E assim caminha a humanidade.
Imagem ; Site Poder 360.
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