quinta-feira, 19 de fevereiro de 2026

Capitalismo .

  Ajuste fiscal é um conjunto de medidas econômicas que visa equilibrar as contas públicas. É uma forma de combater o déficit e a dívida pública. 

Objetivos do ajuste fiscal 

Controlar gastos

Aumentar a arrecadação de impostos

Promover a sustentabilidade das finanças nacionais

Manter o crescimento da economia, emprego e renda

Medidas de ajuste fiscal 

Cortar gastos, como salários e programas sociais

Congelar orçamentos

Vender propriedades do governo

Privatizar companhias públicas

Indicador de sucesso

O principal indicador de sucesso do ajuste fiscal é o superávit primário, que é o resultado positivo das contas públicas dentro de um ano. 

Importância do ajuste fiscal

O ajuste fiscal é uma das questões-chave para o desempenho da economia brasileira. A consolidação fiscal é condição necessária para garantir a sustentabilidade do crescimento.  Segundo o Mestre e Jornalista Edson Rossi. No sétimo periodo da Habilitação em Jornalismo na Comunicação Social. Pellas  Faculdades Integradas Alcantara Machado (FAAM FAAM).

A desigualdade social, chamada também de desigualdade econômica, é um problema social presente em todos os países do mundo.

A desigualdade social decorre, principalmente, da má distribuição de renda e da falta de investimento na área social, como educação e saúde.

Desta forma. a maioria da população fica a mercê de uma minoria que detém os recursos, o que gera as desigualdades.

O capitalismo é um sistema econômico e social baseado no direito à propriedade privada, no lucro e na acumulação de capital.

Também conhecido como economia de mercado, o capitalismo opera através das leis da livre iniciativa, da livre concorrência e das leis da oferta e da procura.

O capitalismo , surgiu  no século 15,  entre a passagem da Idade Média para a Idade Moderna, a partir da decadência do sistema feudal e do nascimento de uma nova classe social, a burguesia.

A partir das revoluções da burguesia, que se sucederam nos séculos 17 e 18, o capitalismo se consolidou por meio da revolução industrial, que instituiu um novo modelo de produção.

Um país que consegue atender as necessidades básicas de grande parte de seus cidadãos, também  irá prosperar de forma equitativa.

As consequências da fome, miséria e pobreza em qualquer país do mundo. São as seguintes.

Aumento das taxas de desemprego

Grandes diferenças entre as classes sociais

Marginalização de parte da sociedade

Atraso no progresso da economia do país

Aumento dos índices de violência e criminalidade

O socialismo. Que tem como objetivo abolir a propriedade privada. Que pertenceria ao Estado. O que acabaria com a sociedade de classes.

Contudo. Até agora. Todas as experiências socialistas fracassaram. Pois surgiu uma classe dirigente que detinha mais privilégios que as demais.

Ainda assim. Merval Pereira. Acabou se equivocando sobre o capitalismo.

O estudo do capitalismo em níveis científicos. É muito importante para entender os seus efeitos negativos em níveis colaterais.

Os problemas no capitalismo são ;a desigual relação entre capital e trabalho, os problemas ambientais, incremento das desigualdades sociais e a perda de valores humanos.

No capitalismo privado. Os trabalhadores (que almejam melhorias salariais e de trabalho) e os donos dos meios de produção (que insistem em pagar baixos salários, garantindo assim um volume mais alto de seu lucro, promovendo a acumulação de capital).

No capitalismo privado. Temos também a devastação da natureza destacando que o sistema capitalista em níveis privados, busca  o lucro constantemente, para isso é preciso explorar os recursos naturais, que abastecem de matérias-primas as indústrias. 

Nas desigualdades socais. Os capitalistas. Os donos dos meios de produção. pagam baixos salários, desse modo, conseguem imensas riquezas que se encontram nas mãos de uma restrita parcela da população mundial, enquanto que a maioria possui uma renda que não supre sequer as necessidades básicas

Nos paises emergentes. Oa ajustes fiscais . São feitos sempre sobre o mais pobres e aposentados.

E em cima da classe trabalhadora 

 Confira a notícia no Portal G1 da Rede Globo.                                                                        

E assim 


Argentina tem greve geral contra reforma trabalhista nesta quinta; governo Milei promete repressão e alerta jornalistas

Em resposta às manifestações esperadas para os arredores do Congresso, o governo Milei determinou que a imprensa siga 'medidas de segurança', o que é uma atitude incomum, e advertiu para situações de risco nos protestos esperados para os próximos dias.


A Câmara dos Deputados da Argentina começa a discutir nesta quinta-feira (19) o projeto de reforma trabalhista enviado pelo governo de Javier Milei  ao Congresso. Segundo o Portal G1 da Rede Globo.

O Senado já aprovou o texto na semana passada, e a maior central sindical da Argentina, a Confederação Geral do Trabalho (CGT), afirmou que uma greve geral para o início das discussões do projeto entre os deputados teve início às 00h nesta quinta (19), segundo a agência Associated Press. Segundo o Portal G1 da Rede Globo.

A expectativa do governo é que a proposta seja votada no plenário da Câmara em 25 de fevereiro e aprovada até 1º de março, quando Milei abrirá o período de sessões ordinárias do Legislativo. Segundo o Portal G1 da Rede Globo.

Além da greve geral, também é esperada uma onda de protestos, embora eles não sejam oficialmente chancelados pela CTG. Segundo o Portal G1 da Rede Globo 

Em resposta, o governo Milei determinou que a imprensa siga "medidas de segurança", o que é uma atitude incomum, e advertiu para situações de "risco" nos protestos esperados para os próximos dias. Segundo o Portal G1 da Rede Globo.

"Com o objetivo de reduzir situações de risco, recomenda-se (à imprensa) evitar posicionar-se entre eventuais focos de violência e o efetivo das forças de segurança destacado para a operação", disse o Ministério da Segurança da Argentina, em um comunicado. Segundo o Portal G1 da Rede Globo 

"Diante de atos de violência, nossas forças agirão", diz o texto, que informa que os meios de comunicação terão uma "zona exclusiva" em ruas laterais da praça em frente ao Parlamento. Segundo o Portal G1 da Rede Globo.

Mulheres correm em meio a gás lacrimogêneo durante um protesto em frente ao Senado argentino, em 11 de fevereiro de 2026 — Foto: REUTERS/Cristina SilleMulheres correm em meio a gás lacrimogêneo durante um protesto em frente ao Senado argentino, em 11 de fevereiro de 2026 — Foto: REUTERS/Cristina Sille

Na quarta-feira passada, milhares de pessoas protestaram nas imediações do Congresso quando o projeto foi debatido no Senado. As manifestações terminaram em confronto com a policia  e cerca de trinta detidos. Segundo o Portal G1 da Rede Globo.

Reforma trabalhista

O texto ainda pode sofrer alterações na Câmara, mas já é considerado uma das maiores mudanças na legislação trabalhista argentina em décadas, ao revisar regras que, em sua maioria, remontam aos anos 1970. Segundo o Portal G1 da Rede Globo 

Especialistas ouvidos pelo g1 afirmam que a reforma é ampla, reúne dezenas de artigos e faz parte de um pacote maior de mudanças estruturais voltadas à estabilização macroeconômica e ao estímulo ao emprego e ao investimento na Argentina. Segundo o Portal G1 da Rede Globo.

Para garantir apoio político e acelerar a tramitação, o governo negociou cerca de 30 alterações no texto original. Entre as mudanças de última hora, Milei retirou o artigo que permitiria o pagamento de salários por meio de moeda estrangeira ou carteiras digitais, como as do Mercado Pago. Segundo o Portal G1 da Rede Globo.

O projeto flexibiliza contratos de trabalho, modifica regras de férias e jornada, facilita demissões e impõe limites em greves, com o objetivo de reduzir custos trabalhistas e estimular a formalização do emprego em um mercado onde cerca de 40% dos trabalhadores estão na informalidade. Segundo o Portal G1 da Rede Globo.

  • Férias mais flexíveis, que poderão ser fracionadas em períodos mínimos de sete dias e negociadas fora do período tradicional (normalmente de 1º de outubro a 30 de abril); Segundo o Portal G1 da Rede Globo.
  • Restrições a greves em setores considerados essenciais: a reforma exige um mínimo de prestação de serviço entre 50% e 75%, o que limita o poder de paralisação dos sindicatos; Segundo o Portal G1 da Rede Globo.
  • Ampliação do período de experiência para até seis meses — podendo chegar a oito ou 12 em alguns casos —, com indenizações reduzidas; Segundo o Portal G1 da Rede Globo.
  • Flexibilização da jornada, com ampliação de 8 para até 12 horas diárias, desde que respeitado o descanso mínimo, permitindo compensação conforme períodos de maior ou menor demanda, sem pagamento de horas extras; Segundo o Portal G1 da Rede Globo.
  • Mudanças na negociação coletiva, com permissão para acordos diretos entre empresas e sindicatos locais, em detrimento de convenções nacionais; Segundo o Portal G1 da Rede Globo.
  • Alterações em indenizações e demissões, com redução no cálculo das indenizações e possibilidade de pagamento parcelado (em até seis vezes para grandes empresas e até 12 para pequenas e médias); Segundo o Portal G1 da Rede Globo.
  • Licenças médicas e acidentes de trabalho, hoje cobertos pelo sistema de seguros Aseguradora de Riesgos del Trabajo (ART), que passam a ter limite de pagamento em casos de lesões ocorridas fora do ambiente de trabalho; Segundo o Portal G1 da Rede Globo.
  • Combate à informalidade: a proposta elimina multas por falta de registro trabalhista e cria mecanismos de “regularização” dos vínculos, mas proíbe a contratação de monotributistas (regime para autônomos) em funções que deveriam ser de trabalho formal, com relação de dependência. Segundo o Portal G1 da Rede Globo.

No mercado digital, trabalhadores de plataformas passam a ser formalmente reconhecidos como independentes, com regras específicas e seguro de proteção, e o teletrabalho (home office) deixa de ter obrigações adicionais impostas durante a pandemia. Segundo o Portal G1 da Rede Globo.

A reforma não se aplica aos servidores públicos nacionais, estaduais ou municipais, com exceção das regras sobre greve em serviços essenciais, que também alcançam áreas como saúde, transporte e segurança. Segundo o Portal G1 da Rede Globo.

Segundo dados da Pesquisa Permanente de Domicílios (EPH), do Instituto Nacional de Estatística e Censos da Argentina (Indec), referentes ao terceiro trimestre de 2025, a Argentina tinha 13,6 milhões de pessoas ocupadas e cerca de 1 milhão de desempregados, o que corresponde a uma taxa de desocupação de 6,6% Segundo o Portal G1 da Rede Globo.

E assim caminha  a humanidade.


Imagem ; Portal G1 da Rede Globo.





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