Bom dia caro (a) leitor (a): Hoje eu vou falar sobre o mito do aumento dos combustíveis no Brasil e no resto do mundo. Para começar essa reflexão do domingo, vou explicar resumidamente sobre a OPEP (Organização dos Países Exportadores de Petróleo)
A Organização dos Países Exportadores de Petróleo, também conhecida como OPEP, é uma organização internacional criada em 1960 na Conferencia de Bagdá que visa coordenar de maneira centralizada a política petrolífera dos países membros, de modo a restringir a oferta de petróleo no mercado internacional, impulsionando os preços, o que até então era evitado em parte devido à ação das sete irmãs,segundo relatos de um documentário que eu vi na TV Suíça,quando eu estive no país em 2013.
A OPEP foi criada em 14 de Setembro de 1960 como uma forma dos países produtores de Petróleo se fortalecerem diante das potencias econômicas como Estados Unidos, Inglaterra,Alemanha,Noruega,França e Holanda,que exigiam cada vez mais a redução nos preços do Petróleo no mercado,segundo relata o documentário suíço.
Os países membros da OPEP possuem 75% das reservas mundiais de petróleo. Suprem 40% da produção mundial e 60% das exportações mundiais. Graças à OPEP, os países são os mais bem pagos pelo seu petróleo. As reservas mundiais são calculadas em 1.144.000 milhões de barris,segundo diz o documentário suíço
A OPEP tem agora 14 membros,sendo que oito deles são dos 15 maiores produtores mundiais Estão listados abaixo ,com as datas de sua entrada na organização,segundo o que eu assisti no documentário suíço.
Membros atuais
África
Angola (janeiro de 2007)
Argélia (julho de 1969)
Gabão (2017)
Guiné Equatorial (2017)
Líbia (dezembro de 1962)
Nigéria (julho de 1971)
Gabão (de 1975 a 1994, retornou em julho de 2016)
América do Sul
Venezuela (setembro de 1960)
Equador (de 1973 até 1992, retornou como membro em dezembro de 2007)
Oriente Médio
Arábia Saudita (setembro de 1960)
Emirados Árabes Unidos (novembro de 1967)
Irão (setembro de 1960)
Iraque (setembro de 1960)
Kuwait (setembro de 1960)
Catar (dezembro de 1961)
Ásia e Oceania
Indonésia (de 1962 a 2009, retornando em janeiro de 2016)
A criação e atuação da OPEP deu origem a duas crises financeiras no Ocidente. No entanto, o chamado conan Segundo Choque do petróleo, em 1979, incentivou as nações ocidentais a adotarem políticas para reduzir a sua dependência de petróleo estrangeiro. O alto valor do petróleo no mercado internacional tornou economicamente viável para países que possuíam reservas inexploradas, como Estados Unidos, Canadá e até o Brasil, investirem na exploração interna. Também deu origem a programas de substituição de combustíveis fósseis, como o Pró-álcool no Brasil e a produção de etanol a partir de grãos nos Estados Unidos. Os países da Europa foram os mais afetados pelos dois choques do petróleo, enfrentando uma séria depressão econômica nos anos 1970 e 1980, segundo relatos do documentário suíço.
Essas ações do ocidente afetaram negativamente os membros da OPEP. Uma redução no consumo internacional de petróleo fez cair a renda dos países produtores, levando-os a revisar suas políticas e tornar o petróleo mais competitivo no mercado internacional. Isso levou a uma queda no preço do barril em 1986, e o restabelecimento dos combustíveis fósseis como principal fonte de energia moderna,segundo relatos do documentário suíço .
Sendo assim caro (a) leitor (a),é um grande mito você acreditar que o governo federal tem controle sobre o preço do petróleo no Brasil ou em qualquer país do mundo. O que determina o preço dos combustíveis no Brasil e no resto do mundo são as políticas petrolíferas adotadas pela OPEP,segundo relata o documentário da TV Suíça .
Ou seja, para os (as) leitores (as) que possuem seus veículos próprios, as políticas econômicas da OPEP é que vão determinar como os preços dos combustíveis irão afetar diretamente a sua vida. Aliás, cabe ressaltar que as políticas econômicas da OPEP em relação aos preços do petróleo no mercado mundial, são as causas do aumento no preço do diesel, e consequentemente, a insatisfação crescente dos caminhoneiros em todo o Brasil.
Ou seja, é uma fantasia acreditarmos que os governantes dos países do mundo tem algum controle sobre os preços dos combustíveis no mercado mundial. Os preços dos combustíveis no mercado mundial são determinados pelas políticas econômicas da OPEP e o Brasil não é exceção á regra.
As políticas da OPEP é quem determina a ordem da economia global no controle da produção e comercialização de petróleo. Sendo assim, é pura bobagem um governante em qualquer país do mundo afirmar que vai controlar os preços dos combustíveis no seu país.
Nem mesmo os países mais ricos do mundo estão imunes as políticas econômicas da OPEP em relação a produção e comercialização de petróleo.Então na ordem do fundamento econômico,todos os países do mundo irão ter o impacto econômico das políticas da OPEP em suas atividade econômicas,e o Brasil não é uma exceção.
Nenhum país do mundo tem o controle real sobre os preços dos combustíveis. Quem tem o controle econômico sobre a comercialização e produção do petróleo são os países membros da OPEP. Portanto, qualquer atividade econômica em relação aos preços dos combustíveis em qualquer país do mundo estará sempre ligada á isso.
O Fundo de Estabilização Fiscal (FEF) é um mecanismo em que a União retém recursos que seriam repassados aos estados e municípios, deixando de aplicá-los em determinados gastos conforme previsto na Constituição. Essa retenção de recursos tem como objetivo principal garantir a estabilidade das contas públicas e buscar o equilíbrio fiscal.
O FEF funciona como uma reserva financeira, sendo alimentado por meio de diferentes fontes, como tributos e outras receitas da União. Esses recursos ficam disponíveis para serem utilizados em momentos de necessidade, como para cobrir déficits fiscais ou para lidar com situações de instabilidade econômica.
Essa prática de retenção de recursos pelo governo federal tem sido alvo de debates, pois pode impactar o repasse de verbas para os estados e municípios, afetando suas capacidades de investimento e execução de políticas públicas. Além disso, há discussões sobre a necessidade de garantir maior transparência e controle na utilização dos recursos retidos no FEF.
Em suma, o Fundo de Estabilização Fiscal busca assegurar a estabilidade das finanças públicas, mas é importante avaliar suas implicações para o financiamento de projetos e serviços essenciais nos níveis estadual e municipal. De acordo com o site contratação.
Um fundo de estabilização : Talvez seja uma saída viável aos eventuais aumentos nos preços dos combustíveis.
Confira a noticia no UOL.
E assim
Petróleo sobe com bloqueio de Hormuz e dúvidas sobre trégua entre EUA e Irã
Resumo
Mercado de contrato futuro de petróleo reage negativamente a novo fechamento do Estreito de Hormuz e revés nas negociações entre Estados Unidos e Irã.Imagem: Dado Ruvic/Reuters
A cotação dos contratos de petróleo voltaram a subir nesta quinta-feira, apos fechamento do estreito de Hormuz pelo Irá e novas trocas de ameaças entre os governos iraniano e norte-americano que colocam em dúvida o acordo de cessar-fogo. Segundo o UOL
O que aconteceu
Petróleo volta a ser negociado em alta. A cotação do contrato futuro com vencimento em junho para o barril do tipo Brent, referência da commodity no mercado global, sobe 4% a US$ 98,49, por volta das 8h (horário de Brasília) após recuar mais de 13% ontem. Segundo o UOL.
Mercado reage negativamente a revés nas negociações entre Estados Unidos e Irã. O governo iraniano acusa governos americano e israelense de desrespeitarem trégua após ataques ao Líbano. Por isso, Teerã voltou a fechar o Estreito de Hormuz, na costa iraniana. Segundo o UOL
Irã voltou a fechar passagem por Hormuz. Teerã condicionou a passagem das embarcações à parada imediata dos ataques de Israel contra Beirute, no Líbano. Segundo o Paquistão, que intermediou o cessar-fogo, o acordo inclui trégua em todas as frentes, incluindo o Líbano, o que foi desrespeitado por Israel. Segundo o UOL.
Irã divulga mapa com rotas para navios evitarem minas em Hormuz. A Marinha da Guarda Revolucionária do Ira divulgou um mapa com rotas alternativas de navegação no estreito de Hormuz para ajudar navios em trânsito a evitar minas navais. Segundo o UOL.
Mais de mil navios aguardam passagem. Segundo levantamento de armadores, proprietárias de navios e companhias de frete, cerca de 1.300 embarcações comerciais estão ancoradas de um lado ou do outro de Hormuz, aguardando ordens para seguir viagem. Segundo o UOL
Estreito de Hormuz é a principal via utilizada para escoamento de energéticos do Golfo Pérsico. Segundo dados da IEA (Agência Internacional de Energia), que reúne os maiores consumidores de energia do mundo, cerca de 20 milhões de barris de petróleo por dia e outros 5 milhões de barris de derivados foram exportados por meio desse canal ao longo de 2025, cerca de 20% do fornecimento mundial. Segundo o UOL.
Bolsas da Ásia fecham em baixa. Investidores na Ásia reagem negativamente à à alta do petróleo e ao ceticismo em relação ao frágil cessar-fogo entre Estados Unidos e Irã. Liderando o movimento, o índice sul-coreano Kospi caiu 1,61% em Seul, o Nikkei recuou 0,73% em Tóquio, enquanto o Hang Seng teve queda de 0,54% em Hong Kong, e o Xangai Composto registrou perda de 0,72%. Segundo o UOL.
Na Europa, viés também é negativo. Às 8h (de Brasília), o FTSE 100, da Bolsa de Londres caía 0,35%, o CAC 40, de Paris recuava 0,82% e o DAX, de Frankfurt cedia 1,25%. Segundo o UOL.
O mercado refletiu ontem o que poderia ser uma fotografia de um dia mais calmo, um cenário em que os investidores passam a acreditar no fim da guerra e na retomada da precificação dos ativos aos níveis anteriores ao início da crise. Nesta manhã, entretanto, nota-se uma retomada da tensão, com possíveis quebras de acordo envolvendo Irã e Israel, deixando o mercado novamente mais cauteloso. Economista e banker na Sto. Segundo o UOL. E assim caminha a humanidade.
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