quarta-feira, 16 de fevereiro de 2022

A inviabilidade do PSDB como um partido de centro.

 A investigação sobre a máfia das Organizações Sociais da Saúde encontrou anotações sobre supostos pagamentos ao advogado Devair José da Silva Junior, o Raposão, funcionário da prefeitura de Barueri, na Grande São Paulo. Em papéis apreendidos com integrantes da organização criminosa que teria desviado cerca de R$ 500 milhões da saúde foram achadas descrições de pagamentos de R$ 70 mil, R$ 50 mil e R$ 15 mil ao lado do nome Raposão.

Na época dos fatos, em 2019, Raposão trabalhava com o então secretário de Governo da cidade, Geraldo Vinholi, um ex-deputado estadual do PSDB, o que despertou a atenção dos investigadores da Operação Raio X. Vinholi foi flagrado mantendo contato com um suspeito de pertencer à organização criminosa liderado pelo médico Cleudson Garcia Montali. Vinholi pede ao alvo que entre em contato com o "advogado". Em outro telefonema, a secretária de Vinholi conversa com Cleudson. Ela diz que está ligando a pedido de Vinholi. Cleudson pergunta se ela tem WhatsApp e afirma que vai telefonar por meio do aplicativo.

O grupo de Cleudson pretendia obter a ajuda de Vinholi para desqualificar um concorrente e obter a administração do Hospital Estadual Professor Carlos da Silva Lacaz, em Francisco Morato, na Grande São Paulo. Durante as interceptações telefônicas da Operação Raio X, Cleudson foi flagrado dezenas de outras vezes mantendo contatos com três deputados estaduais, dois deputados federais, prefeitos, vereadores e com o médico Cláudio Luís França Gomes, irmão do ex-governador de São Paulo Márcio França (PSB).Os promotores apuram a suposta ligação do ex-governador com a organização liderada por Cleudson, condenado a penas que, somadas, chegam a 200 anos de prisão. Em outra frente da investigação, ela forneceu indícios para a busca feita no gabinete do governador do Pará, Helder Barbalho (MDB), em razão de fraudes nos hospitais durante o combate à covid-19. Ao todo, o grupo criminoso manteria contratos fraudulentos com 27 municípios em quatro Estados - São Paulo, Pará, Paraíba e Paraná.

O Estadão procurou Geraldo Vinholi. Ele confirmou que trabalhava com Raposão, mas negou ter prestado qualquer auxílio à organização criminosa. Disse que nenhuma das entidades relacionadas ao grupo do médico Cleudson venceu o chamamento público para administrar o hospital estadual. Também afirmou desconhecer o teor das conversas mantidas por Raposão com suspeitos de integrar a quadrilha.

Inquérito

As citações a Raposão e a Vinholi fazem parte do evento 242 da investigação feita pela polícia, que resultou na Operação Raio X. Após a operação ter sido deflagrada, a apuração envolvendo Barueri - cidade administrada pelo PSDB - foi repassada à Delegacia Seccional de Carapicuíba, na Grande São Paulo. O Estadão apurou com a Polícia Civil e com o Ministério Público Estadual que o caso de Barueri é alvo de inquérito.

Em uma das ligações interceptadas pela Delegacia Seccional de Araçatuba, onde toda a operação se originou, Devair José da Silva Junior teria recebido uma mensagem na qual o grupo combinaria o pagamento de "350/mês" para a "primeira assinatura". A polícia quer verificar se a movimentação bancária de Raposão registra os supostos pagamentos identificados pela organização criminosa. A reportagem procurou Silva Junior na prefeitura de Barueri, mas não conseguiu localizá-lo. A informação é do Jornal Estado de São Paulo, na manhã desta quarta feira (16).






Á você que está me lendo eu digo :  A Politica é a arte de governar. A politica é a arte intelectual de organizar  os diferentes grupos sociais que integram uma sociedade como um todo. A Politica, é a ciência, enquanto direito, que é utilizada para assuntos internos ( politica interna) e assuntos externos ( politica externa).
Nos países democráticos, os cidadão nativos exercem o poder politico, através do seu voto e do livre pensamento intelectual no sufrágio universal.
Democracia é um regime em que todos os cidadão elegiveis participam igualmente - diretamente ou através de representantes eleitos - na proposta, no desenvolvimento e na criação das leis que irão vigorar no país. Em uma democracia, os cidadão elegiveis exercem  o poder da governabilidade no âmbito democrático, no âmbito social, no âmbito econômico e no âmbito político, pelo livre pensamento intelectual na liberdade coletiva.
A Social Democracia é uma ideologia institucional, que apoia reformas econômicas no estado vigente, visando promover uma justiça social dentro de um sistema de mercado. A Social Democracia é uma política de centro e centro esquerda no espectro político, que envolve um estado de bem estar coletivo, incluindo sindicatos e regulamentação econômica, promovendo uma política de bem estar coletivo e uma democracia representativa. A Social Democracia é uma corrente originalmente  de centro esquerda, que não atenta contra as instituições democráticas. Os Sociais Democratas, na sua essência, são totalmente contrários aos radicalismos políticos, que ameacem a ordem democrática institucional com ideologias autoritárias contra o estado de direito.
A ciência politica aponta, que dentre os conceitos de direita e esquerda, existe o centro, a visão centrista. O centrismo se baseia dentre os conceitos de direita e esquerda no espectro politico. Os adeptos do centrismo, não são capitalistas extremados e nem totalmente socialistas. Os centristas são conhecidos por defenderem a economia de mercado, mas sem esquecer do lado social. Os centristas são conhecidos por serem pessoas conciliadoras e tolerantes no espectro político. Os centristas, na sua essência, também têm características sociais democratas na sua forma de governo.
A centro direita, também conhecida como direita moderada, descreve visões políticas apoiadas nos conceitos da hierarquia social da direita, mas em tese, mais próxima ao centro no espectro político, no espectro político mais moderado do que em variantes radicais da extrema direita. O liberalismo econômico ou liberalismo econômico é uma ideologia baseada na organização da economia em linhas individualistas, rejeitando intervencionismo estatal, o que significa que o maior número possível de decisões econômicas são tomadas pelas empresas e indivíduos e não pelo Estado ou por organizações coletivas. O liberalismo econômico é a característica de uma direita moderada, a chamada centro direita. Segundo a literatura do meu livro Opinião Pública, do autor Walter Lippmann
O governador João Doria não é um politico de centro. João Doria é apenas um politico de centro direita. As agendas policiais dos seus caciques, fez o PSDB perder a identidade como um partido de centro no Brasil. Em 2016, o PSDB havia obtido  799 prefeitos. Em 2020, já com a mudança para o espectro politico de centro direita, o PSDB encolheu para 520 prefeituras.
O PSDB está inviabilizado como uma Social Democracia de centro. O PSDB amarga sua perda de identidade como um partido de centro no Brasil. A ascensão de João Doria, marca a mudança do espectro politico dos tucanos, do centro para a centro direita. Não tenho formação em ciência politica leitor (a). Longe disso. Minha única formação acadêmica é a habilitação em Jornalismo no curso de Comunicação Social.
Contudo, minha analise se baseia na minha impressão como um simples eleitor brasileiro. O PSDB perde a cada dia a sua identidade com um partido de centro no Brasil.
O PSDB perde sua viabilidade como partido de centro após seus caciques serem apanhados em escândalos de corrupção. O ex governadores José Serra, Aécio Neves, Beto Richa, o senador Aloysio Nunes e de deputado Fernando Capez, foram apanhados em escândalos de corrupção, segundo matéria da Revista Veja.
Os escândalos de corrupção, inviabilizaram os tucanos em relação a ética na política. Os escândalos de corrupção, mudaram o PSDB do centro para a centro direita no espectro político.
E assim segue um PSDB cada vez mais inviável como um partido de centro no Brasil.

E assim caminha a humanidade.

Imagem : Jornal Estado de São Paulo. 




terça-feira, 15 de fevereiro de 2022

O código de transito no Brasil.

 Uma mulher, de 56 anos, morreu na madrugada desta terça-feira (15) ao ser atropelada por um motorista com suspeita de embriaguez na Rua Jacuí, no bairro Ipiranga, na Região Nordeste de Belo Horizonte.

Ela foi atingida pelo veículo em alta velocidade juntamente com outras duas pessoas, entre elas, o marido, Márcio dos Santos, de 58.

De acordo com a Polícia Militar, o motorista seguiu em alta velocidade após fugir de uma blitz.

Na fuga, ele bateu em outro veículo e atingiu as três vítimas na calçada. Uma delas ainda não foi identificada. Os sobreviventes foram encaminhados ao Hospital João XXIII.

O irmão de Eliane, o analista financeiro Bruno Rangel, disse que recebeu a informação do acidente por meio de uma das filhas do casal. "O marido dela, meu cunhado, era dono de um bar mas hoje ele não trabalharia, então aproveitaram para sair e comer um lanche. Na volta, pararam para ajudar uma senhora que estava com algum transtorno, foi quando veio esse cidadão que furou a blitz e atropelou os dois", conta.

"A humanidade tá cada vez se desvencilhando do próprio homem. Por qual motivo essa pessoa estava no volante novamente? O que a gente quer é justiça. Que ele seja responsabilizado por isso."

Estavam na porta de casa

O caso ocorreu na Rua Jacuí e a via precisou ser fechada devido ao acidente. Familiares acompanharam o trabalho da perícia durante a madrugada.

O casal estava na porta de casa. Eles saíram para comer, e pararam para ajudar uma senhora que passava pelo local quando foram atropelados pelo motorista.

O motorista que provocou acidente conduzia um carro de modelo Hyundai Sonata, e foi preso em flagrante.

Ele [condutor] afirmou que tinha feito uso de bebida alcoólica. Ele estava com olhos vermelhos e sinais de que tinha usado bebida alcoólica, diz o tenente Carlos Lobato, da Polícia Militar.

À TV Globo, a PM informou que o homem tem 42 anos e é a terceira vez que é preso por dirigir com suspeita de embriaguez. A informação é do Portal G1 da Rede Globo, na manhã desta terça feira (15).




Á voce que está me lendo eu digo: O Código Brasileiro de Trânsito é um documento legal que define as atribuições legais das diversas autoridades e órgãos de trânsito ligados ao Brasil, fornecendo diretrizes para a engenharia de tráfico e estabelecendo as normas de conduta, infrações e penalidades para os usuários desse complexo sistema.
Considera-se trânsito a utilização das vias por diversas pessoas, veículos e animais, isolados ou em grupos, conduzidos ou não, para fins de circulação, parada, estacionamento e operação para carga e descarga. O Código de Trânsito Brasileiro, tem como base, a Constituição Federal de 1988, respeitando a Convenção de Viena e entrou em vigor em 1998. Segundo informações do site oficial do Detran do Estado de São Paulo.
Segundo as informações do site oficial Governo do Brasil, o Brasil registrou uma queda anual de 7% nas mortes por acidentes de trânsito no período entre 2015 e 2019. Os dados são do Departamento de Informática do Sistema Único de Saúde (DataSUS), que mostrou uma redução de 43 mil para 30 mil mortes por ano. 
Conforme eu já abordei em outras postagens, continuo tendo a opinião que o Brasil deve fazer valer as leis que já existem. Contudo leitor (a), você, que me acompanha no blog, também já leu meus comentários onde eu abordo que grupos vulneráveis no Brasil, ficaram mais protegidos com leis mais especificas.
Segundo as informações do site oficial do Governo Federal, o novo Código de Trânsito Brasileiro (CTB), sancionado pelo Presidente Jair Bolsonaro, com mudanças que vão simplificar e desburocratizar processos, reduzir custos e investir em medidas educativas. Entre as regras sancionadas está a ampliação da validade da Carteira Nacional de Habilitação (CNH), que passou de cinco para dez anos para condutores de até 50 anos, e a quantidade de pontuação para a suspensão da CNH. 
Ainda de acordo com informações do site oficial do Governo Federal, o aumento da validade da CNH passou de cinco para dez anos para condutores de até 50 anos. Para quem tem entre 50 e 70 anos, a necessidade de renovação é de cinco anos e aqueles com mais de 70 passam a renovar a cada três anos. A regra vale também para motoristas profissionais.
Ainda de acordo com o site oficial do Governo Federal, em relação à quantidade de pontos para perda da habilitação, o texto aprovado considera três limites: 20 pontos para quem possui duas ou mais infrações gravíssimas; 30 pontos, para aqueles com uma infração gravíssima, e 40 pontos se não houver nenhuma infração gravíssima. Para motoristas profissionais, valerá a regra de 40 pontos, independente da natureza das infrações cometidas.
Ainda segundo o site oficial do Governo Federal, a proibição da conversão da pena de reclusão (privativa de liberdade) por penas alternativas, no caso de morte ou lesão corporal provocada por condutor sob efeito de álcool ou drogas.
O site oficial do Governo Federal também informa que a nova regra, será obrigatória a substituição de multas leves ou médias por advertência para infrator que não cometeu nenhuma outra infração nos últimos 12 meses.
Caro leitor (a). Não sou especialista em leis de trânsito. Longe disso. Minha única formação acadêmica, é apenas uma habilitação em Jornalismo na Comunicação Social, nas Faculdades Integradas Alcântara Machado (FIAAM FAAM), o qual conclui em dezembro de 2016.
Contudo, eu acompanho os noticiários nos grandes veículos de imprensa e nos veículos independentes. Sim leitor (a). Não vou me contradizer em relação aos comentários que você já leu em outras postagens.
Como cidadão brasileiro, eu continuo com a opinião de que o Brasil deve fazer valer as leis que nós já temos nos nossos estados de direito. O Estado de Direito é uma situação jurídica ou um sistema institucional, no qual todos os cidadãos são submetidos ao império do direito. O estado de direito é ligado ao respeito as normas e as garantias fundamentais.
O Estado de Direito submete todos os cidadãos ao conjunto das leis, incluindo parlamentares com foro privilegiado. O Estado de Direito também permite que os cidadãos avaliem e questionem a constitucionalidade das leis vigentes no país, segundo as informações do meu livro sobre a Constituição Federal, do autor Guilherme Pena de Moraes.
Não sou um constitucionalista leitor (a). Longe disso. Minha única formação, é uma habilitação em Jornalismo na Comunicação Social. Mas me parece que o eventual endurecimento de certas leis, é vital para o cumprimento do devido Estado de Direito no Brasil.
Sendo assim leitor (a). Ao que me parece, as leis de trânsito no Brasil devem ser aperfeiçoadas a todo instante. Sim leitor (a). Continuo achando que o Brasil deve fazer valer as leis que já existem no nosso Estado de Direito. Mas, aperfeiçoar algumas leis, também é um instrumento para se cumprir o Estado de Direito garantido pela Constituição Federal.
Sendo assim leitor (a). Se faz necessário aperfeiçoar as leis de trânsito no Brasil. O aperfeiçoamento das leis de trânsito, se tornam fundamentais para garantirmos a lei constitucional do direito a vida. 
Embora eu ache que o Brasil deve fazer valer as leis que já existem. Isso não significa que o estado brasileiro não deva estar aberto para o aperfeiçoamento de algumas leis mais especificas. 
Afinal de contas leitor (a). Não custa lembrarmos que as mulheres estão protegidas com a Lei Maria da Penha. Os negros estão protegidos com as leis de racismo e injuria racial. E a população LGBTQ está protegida com a criminalização da homofobia como crime de racismo. Esses são exemplos de como o aperfeiçoamento das leis brasileiras, são fundamentais na preservação de garantias fundamentais.
Sendo assim leitor (a). As vezes aperfeiçoarmos as leis de trânsito no Brasil, se torna algo fundamental para garantirmos aos brasileiros, o sagrado direito a vida legado pela Constituição Federal. 
Motoristas irresponsáveis, devem sim serem punidos pelos seus atos. E nesse sentido. As leis de trânsito, devem sim serem aperfeiçoadas.

E assim caminha a humanidade.

Imagem : Portal G1 da Rede Globo. 



segunda-feira, 14 de fevereiro de 2022

A necessária salvação das finanças públicas.

 BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) - O apetite da ala política do governo por medidas de apelo popular em ano eleitoral será um desafio para a equipe do ministro Paulo Guedes (Economia), que começa 2022 sob a pressão de uma bomba fiscal que pode passar dos R$ 230 bilhões.

O primeiro grande teste é a PEC (proposta de emenda à Constituição) dos Combustíveis, que teve uma de suas versões batizada de kamikaze pelo time econômico, devido ao impacto potencial de mais de R$ 100 bilhões em troca de uma redução incerta de centavos no preço nas bombas e na conta de luz.

A equipe de Guedes ainda negocia desoneração localizada apenas no diesel, ao custo de R$ 17 bilhões. Mas permanece a pressão pelo avanço em paralelo de outras propostas relacionadas, como a instituição de subsídios para conter tarifas de ônibus urbano.

Além disso, a coleção de bombas a serem desarmadas no Congresso Nacional neste ano não se resume ao tema dos combustíveis. Com a retomada dos trabalhos legislativos, parlamentares voltaram à carga com projetos que aliviam dívidas de grandes empresas, ampliam isenções tributárias ou elevam gastos do governo.

Uma maior expansão fiscal, por meio de gastos ou renúncias de receitas, é considerada tendência natural no último ano de um governo e também foi observada em gestões anteriores.

No entanto, especialistas avaliam que a segunda colocação do presidente Jair Bolsonaro (PL) nas pesquisas de intenção de voto adiciona pressão para que o Palácio do Planalto seja mais conivente com os pedidos.

Segundo a última pesquisa do Datafolha, Bolsonaro está atrás do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) na corrida presidencial.

Um dos projetos de maior risco para a equipe econômica é o que autoriza uma ampla renegociação de dívidas tributárias de médias e grandes empresas.

O texto do Refis aprovado no Senado centrava os maiores benefícios em companhias que enfrentaram dificuldades devido à Covid-19. No fim de 2021, a Câmara dos Deputados estendeu o alcance do programa até mesmo a empresas que lucraram mais na pandemia.

Cálculos do governo apontam uma perda potencial de R$ 92,1 bilhões só em 2022, caso o programa seja aprovado no formato previsto pela Câmara. O texto prevê descontos de até 90% em juros e multas e 100% em encargos, além da possibilidade de abater grandes volumes de crédito de prejuízo fiscal ou base de cálculo negativa da CSLL (Contribuição Social sobre o Lucro Líquido).

O tamanho da fatura levou a equipe econômica a agir. No final de 2021, governistas conseguiram retirar o projeto de pauta.

Sob pressão de grandes empresas e de congressistas, a proposta deve ganhar força novamente. Há negociações em curso para que o texto entre na pauta das próximas sessões.

O relator, deputado André Fufuca (PP-MA), recém-empossado líder da legenda na Câmara, disse à reportagem que vai conversar com lideranças a respeito do projeto na próxima semana. Ele evitou responder se fará mudanças no texto.

No Senado, uma das pressões no radar do governo é a correção da tabela do IRPF (Imposto de Renda da Pessoa Física). O senador Angelo Coronel (PSD-BA), que era relator da reforma do IR já aprovada na Câmara, desmembrou o tema da tabela e apresentou um projeto avulso.

A proposta do congressista é elevar a faixa de isenção a R$ 3.300 mensais, o que custaria cerca de R$ 35 bilhões. Hoje, a isenção vai até R$ 1.903,98.

"Já que não vamos atender os R$ 5.000 que o presidente na campanha alardeou, pelo menos um meio-termo, corrigindo pela inflação", argumenta Coronel.

Segundo o parlamentar, o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), já sinalizou no colégio de líderes que pretende marcar uma semana de votação de matérias tributárias, com datas a serem definidas. A tentativa de Coronel será incluir o projeto da tabela do IRPF na pauta.

Há ainda um projeto de lei, relatado pelo líder do MDB no Senado, Eduardo Braga (AM), que busca instituir um repasse federal para bancar a gratuidade de idosos nos ônibus urbanos.

Uma proposta semelhante chegou a ser incluída na PEC kamikaze, que recebeu a assinatura do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), filho do presidente. Mas o avanço da PEC está sendo combatido pela equipe econômica.

Na última quarta (9), Pacheco decidiu enviar o projeto de lei avulso sobre o subsídio aos ônibus diretamente ao plenário da Casa, sem passar por nenhuma comissão. O custo pode chegar a R$ 5 bilhões.

O próprio governo também já deu sinal verde à derrubada de um veto de Bolsonaro para isentar empresas do setor de turismo e eventos do pagamento de tributos durante cinco anos. O restabelecimento da benesse deve gerar uma renúncia de R$ 3,2 bilhões apenas em 2022.

O aval à derrubada foi anunciado publicamente por Flávio Bolsonaro em suas redes sociais. A apreciação do veto pode ocorrer na próxima quarta (16).

Outro veto que deve cair permitirá às empresas do Simples Nacional renegociar suas dívidas, com impacto de cerca de R$ 1,7 bilhão para os cofres federais.

Grande parte das investidas mira as receitas do governo --uma estratégia para evitar esbarrar no teto de gastos, regra fiscal prevista na Constituição e que limita as despesas, mas não disciplina as receitas do governo.

A equipe econômica, porém, vê os movimentos com bastante preocupação, pois precisa respeitar a meta fiscal, que autoriza um déficit de até R$ 170,5 bilhões neste ano. A previsão atual do governo aponta um rombo de R$ 79,3 bilhões, projeção que deve piorar caso haja corte de tributos sobre o diesel.

Guedes ainda quer reduzir o IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados), o que também impacta a receita.

Há ainda pressão pelo lado das despesas. O time do ministro da Economia segue em alerta para o risco de a concessão de reajustes para policiais acabar deflagrando uma pressão generalizada por aumentos ao funcionalismo.

Para o pesquisador Bruno Carazza, professor da Fundação Dom Cabral, o enfraquecimento da posição de Guedes e a segunda posição de Bolsonaro nas pesquisas de intenção de voto tornam o presidente mais suscetível às pressões em ano eleitoral.

"Em um ano de tentativa de reeleição, isso nunca aconteceu, o presidente não estar liderando as pesquisas. Gera incentivo extra para que ele [Bolsonaro] libere mais dinheiro para tentar fazer a economia crescer, deixar o eleitor mais feliz", analisa o pesquisador.

Segundo Carazza, a possibilidade de vitória de Lula também tende a fortalecer candidatos de sua coalizão para cargos no Legislativo, o que pode levar atuais aliados de Bolsonaro a buscarem mais recursos para suas bases. "Para segurar traições, o governo tem cedido a essas pressões", afirma.

O cientista político Rafael Cortez, da consultoria Tendências, avalia que o governo enfrenta dificuldades para gerar no eleitor uma sensação de confiança e ganho de bem-estar, apesar de iniciativas recentes, como a ampliação do Auxílio Brasil --sucessor do Bolsa Família, marca das gestões petistas.

"A fonte dessa incapacidade tem a ver com a falta de coordenação política. É como se houvesse dois governos, com uma equipe econômica cada vez mais isolada em relação ao projeto de reeleição", afirma. Para o especialista, há também falta de coordenação entre Câmara e Senado.

"Curiosamente, essa falta de coordenação pode ajudar no sentido de evitar um mal maior", diz Cortez, citando o exemplo da PEC dos Combustíveis, que perdeu força dando lugar a um projeto para desonerar apenas o diesel. "No fundo, como a gente vive uma governabilidade perversa, quando um item é aprovado ele adiciona risco, não tira." A informação é do Jornal Folha de São Paulo, na manhã desta segunda feira (14).







Á você que está me lendo eu digo : Caro (a) leitor (a), a economia brasileira já vinha em estado critico, mesmo antes da pandemia do novo corona vírus.
Desde 2014, o rombo nas contas do Governo Federal vem crescendo. Em 2014, o rombo nas contas públicas, foi de R$ 32,5 bilhões. Em 2015, o rombo saltou para R$ 114, 9 bilhões. Em 2016, o rombo saltou para R$ 154, 2 bilhões. Em 2017, o rombo voltou a saltar para R$ 124, 4 bilhões. Em 2018, um novo salto para R$ 120, 258 bilhões. Em 2019, um pequeno recuo para R$ 95,1 bilhões. Em 2020, em função da pandemia, o rombo nas contas públicas, chegou a R$ 900 bilhões. Em 2021, o rombo nas contas do governo, ficou entre R$ 35 a 40 bilhões, segundo os dados do Banco Central e do Ministério da Economia.
A divida pública brasileira também vem crescendo desde 2014. Em 2014, a divida pública brasileira foi de R$ 2, 29 trilhões. Em 2015, saltou para R$ 2,79 trilhões. Em 2016, saltou para R$ 3,113 trilhões. Em 2017, voltou a saltar para R$ 3,559 trilhões. Em 2018, saltou para R$ 3,877 trilhões. Em 2019, um novo salto para R$ 4,249 trilhões. Em 2020, em função da pandemia, a divida pública brasileira ficou entre R$ 4,6 a 4,9 trilhões. Em 2021, a divida pública ficou em R$ 5,613 trilhões, segundo os dados do Banco Central e do Ministério da Economia.
O PIB (Produto Interno Bruto), que é a soma de todas as riquezas produzidas no Brasil, vem crescendo pouco desde 2014. Em 2014, o PIB brasileiro foi de R$ 5, 52 trilhões. Em 2015, o PIB foi de R$ 5,996 trilhões. Em 2016, o PIB ficou em 6,3 trilhões. Em 2017,  o PIB ficou em R$ 6,583 trilhões. Em 2018, o PIB foi de R$ 7,0 trilhões. Em 2019, o PIB foi de R$ 7,4 trilhões. Em 2020, o PIB brasileiro havia sido de R$ 7,5 trilhões . Em 2021, o PIB brasileiros foi de R$ 7,91 trilhões,  segundo os dados do  Banco Central e o Ministério da Economia.
Em 2014, o desemprego no Brasil era de 12,7 % . Em 2015, o desemprego ficou em 8, 5%  Em 2016, o desemprego ficou em 12,3 % . Em 2017, o desemprego ficou em 12,7 % Em 2018, o desemprego ficou em 12,3%. Em 2019, o desemprego ficou em 11,9 % Em 2020, o desemprego ficou em 14, 4%. Em 2021, o desemprego no Brasil ficou em 12,6 %. Segundo os dados do  Banco Central e o Ministério da Economia.

A Organização dos Países Produtores de Petróleo (OPEP), é uma organização econômica que composta por 13 países membros, sendo fundada em 15 de Setembro de 1960 em Bagdá por cinco países (Irã, Iraque, Kuwait, Arábia Saudita e Venezuela), tendo a sua sede, desde 1965, em Viena na Áustria. Para se ter uma ideia, em Setembro de 2018, os 14 países membros da Organização dos Países Produtores de Petróleo, representavam 44 % da produção mundial de petróleo e tendo o total controle de 81,5 % das reservas petrolíferas controladas no mercado mundial, dando aos países membros da Organização dos Países Produtores de Petróleo, o controle total sobre os preços dos barris de petróleo no mercado mundial. Sim leitor (a). Os preços dos barris de petróleo no mundo, são determinados pelos países membros da Organização dos Países Produtores de Petróleo.
Sim leitor (a). Conforme eu já abordei em outros posts, nenhum governante em qualquer país do mundo tem o controle sobre os preços dos combustíveis em qualquer país no mundo. Sim leitor (a). Os preços do combustíveis em qualquer país do mundo, seguem os preços do mercado mundial do petróleo, que é determinando pelos países membros da Organização dos Países Produtores de Petróleo. Sendo assim leitor (a). O Brasil não é uma exceção a essa regra no mercado mundial.
As seguidas altas nos preços dos combustíveis,  causadas pela alta do barril do petróleo no mercado internacional, e também pela alta desvalorização do real diante do dólar, alavanca os preços da produção de matéria prima e do mercado interno no Brasil.
As seguidas altas nos preços dos combustíveis, acabam dificultando a meta do Governo Federal em manter a inflação brasileira no centro da meta. Além disso, a pandemia completamente descontrolada no Brasil, também compromete a estabilização da economia, e consequentemente o equilíbrio das contas públicas no Brasil.
No Brasil, as turbulências entre os Poderes da República, causam a desvalorização da moeda brasileira no mercado mundial, e assim a alta excessiva do dólar em território brasileiro.
A desvalorização da moeda brasileira no mercado internacional, prejudica a balança comercial no país, aumentando excessivamente as exportações dos produtores de alimentos no Brasil para o mercado externo. A alta excessiva das exportações, alavanca ainda mais a desvalorização da moeda brasileira, o que aumenta os custos de produção e os preços no comércio.
A inflação é o aumento nos custos do bens e serviços no mercado interno. A inflação em excesso diminui o poder de compra e também a valorização da moeda interna. A inflação é medida pelo custo de produção e aumento nos preços.
A estagflação é a alta estagnação econômica da economia de um país. A estagflação causa uma recessão econômica extremamente profunda e uma inflação extremamente descontrolada no mercado interno.
Não tenho formação em economia ou comércio internacional leitor (a). Longe disso. Minha única formação acadêmica , é a habilitação em Jornalismo na  Comunicação Social.
Mas como um cidadão. E pelo pouco que estudei. Eu vejo uma estagflação com uma realidade bastante provável no Brasil. Se as turbulências entre os poderes da República persistir no Brasil.
O Brasil precisa da harmonia  entre os poderes da República. Caso contrário, a estagflação aprofundada me parece uma realidade cada vez mais concreta no país.
Um Banco Central ou autoridade monetária é uma entidade independente ou ligada ao Estado, cuja função é gerir política econômica, ou seja garantir a estabilidade e o poder de compra da moeda de cada país e do sistema financeiro como um todo. 
Um Banco Central, tem como objetivo, definir as politicas monetárias, ( como taxas de juro e cambio), e as politicas monetárias que regulamentam a economia global. Um Banco faz isso, interferindo mais ou menos no mercado financeiro, vendendo papeis do tesouro nacional, regulamentando taxas de juros e avaliando os riscos econômicos do país.
Banco  é uma instituição financeira intermediária entre agentes superavitários e agentes deficitários. Exercem, além de outras funções, a de captar os recursos dos superavitários e emprestá-los a juros aos deficitários, gerando a margem de ganho denominada de spread bancário. 
A alta desvalorização do real frente ao dólar, tem forçado o Banco Central a aumentar seguidamente as taxas de juros para conter a alta na inflação no Brasil.
A alta desvalorização do real frente ao dólar, acaba alavancando os preços dos combustíveis no Brasil. A alta desvalorização do real frente ao dólar, faz os preços dos combustíveis subirem além dos preços do barril de petróleo no mercado mundial.
O Brasil precisa encontrar a harmonia institucional entre os Poderes da República. Em uma Republica Federativa como a que nós temos no Brasil, a estabilização econômica passa pela harmonia institucional entre os Poderes da República no país.

E assim caminha a humanidade.

Imagem : Revista Isto É Dinheiro. 



domingo, 13 de fevereiro de 2022

Por que não frequento estádios de futebol.

 O agente penitenciário José Ribeiro Apóstolo Jr., suspeito de matar um torcedor do Palmeiras durante uma briga após a derrota do time no Mundial de Clubes, deve passar por uma audiência de custódia neste domingo (13). Em depoimento à polícia, ele afirmou ter atirado "em legítima defesa".

O suspeito foi autuado em flagrante por homicídio qualificado. A audiência de custódia é um ato processual que ocorre em até 24 horas após prisões em flagrante, em que o juiz determina se vai manter ou não a detenção do indiciado convertendo a prisão em flagrante em preventiva.

De acordo com o delegado Maurício Freire, da Divisão de Operações Especiais, José que disse foi cercado por torcedores e que, apesar de ter dito a eles que também é palmeirense, teve o celular arrancado das mãos.

O agente então teria corrido e mostrado algumas vezes que estava armado. Segundo o depoimento, José diz só ter atirado quando foi atacado pelos torcedores que o perseguiam.

Segundo o delegado afirmou em entrevista coletiva, foi identificada uma quadrilha de roubo de celulares nas imediações do estádio e outros torcedores realmente foram atrás do suspeito. O agente penitenciário tem porte e posse de arma.

Tensão após derrota

A briga entre palmeirenses aconteceu nas proximidades do Allianz Parque, em Perdizes, na Zona Oeste da capital paulista, um reduto dos torcedores do time, no sábado (12).

O torcedor Dante Luiz, de 42 anos, morreu após ser baleado na Rua Palestra Itália. Ele foi atingido na região do tórax, ficou em estado grave e foi encaminhado ao Hospital das Clínicas, mas não resistiu aos ferimentos.

Com a confusão, a cavalaria da PM e a Tropa de Choque foram acionadas, e os agentes dispararam bombas de efeito moral e balas de borracha para dispersar os torcedores. Houve correria e tumulto.

José Ribeiro Apóstolo Jr não faz parte de nenhuma torcida organizada e foi detido e encaminhado para a Delegacia de Repressão e Análise aos Delitos de Intolerância Esportiva (Drade), responsável pela investigação da ocorrência.

O delegado Cesar Saad, que conduz o caso, disse à TV Globo que não descarta um acerto de contas.

Um segundo torcedor foi preso por supostamente tentar atropelar policiais que estavam de moto. E uma quarta pessoa, de acordo com informações dos bombeiros, foi agredida, teve fratura exposta na perna e foi socorrida no Pronto-Socorro da Santa Casa.

Três PMs se feriram durante a confusão, mas a polícia não sabia ao certo, até a última atualização desta reportagem, quantas pessoas ficaram feridas.

Em nota, a Secretaria da Segurança Pública (SSP) informou que a Polícia Militar "agiu para conter uma confusão, ocorrida na tarde deste sábado (12) nos arredores do estádio Allianz Parque. Houve alguns focos de briga entre torcedores, que desencadearam tumulto e um homem foi baleado".

O comunicado diz também que "o policiamento de área contou com o apoio da equipe do Comando de Policiamento de Choque para restabelecer a ordem. Diante do cenário, foi necessário o emprego de controle de distúrbios civis. Um homem foi preso em flagrante. A ocorrência ainda está em andamento e deve ser apresentada na Delegacia de Intolerância Esportiva do Departamento de Operações Policiais Estratégicas (Dope). Imagens serão analisadas para a identificação de outros envolvidos. As forças policiais seguem na região fazendo monitoramento para impedir e intervir em possíveis novas ações". A informação é do Portal G1 da Rede Globo, na manhã deste domingo (13).






Á você que está me lendo eu digo : Considera-se pessoa com deficiência aquela que tem impedimento de longo prazo de natureza física, mental, intelectual ou sensorial, o qual, em interação com uma ou mais barreiras, pode obstruir sua participação plena e efetiva na sociedade em igualdade de condições com as demais pessoas.
Torcedor (as) é aquele (as) que acompanha o clube para qual torce. A intensidade do acompanhamento varia das características individuais de cada um. Contudo, esse acompanhamento tem um patamar mínimo, que é acompanhar a tabela de classificação dos campeonatos, saber quando seu time joga, saber o nome do técnico e de alguns jogadores.
A lei é um preceito jurídico emanado de uma autoridade soberana. A lei é uma prescrição do poder judiciário, sendo uma regra ou norma de conduta em uma sociedade. A lei é uma obrigação imposta pela autoridade judiciária em nome da convivência coletiva em uma sociedade. A lei é um preceito jurídico é uma norma do direito constitucional.
A legislação é um conjunto de leis acerca de determinada matéria. A legislação é a ciência das leis acerca de normas jurídicas e constitucionais para o exercício pleno da cidadania social. A legislação é a ciência das leis jurídicas, sendo a totalidade das leis do estado jurídico dentro do direito constitucional.
O Brasil tem suas leis já existentes para combater a criminalidade. A Constituição Federal de 1988, já traz as leis especificas para que o Brasil possa combater o crime a impunidade.
Historicamente, pelo menos desde que acompanho os noticiários na minha infância, ainda em meados da década de 1980, o Brasil sempre teve extremas dificuldades em aplicar as suas leis para combater a criminalidade.
A dificuldade do Brasil em aplicar as suas leis já existentes, acaba abrindo espaço para que se proponha ideias extremistas, como o conceito bizarro do excludente de ilicitude, para se executar os moradores de comunidades no Brasil.
Como cidadão e jornalista, eu não vejo necessidade do Brasil endurecer seu código penal. O Brasil já possui suas próprias leis, que garantem o combate a criminalidade.
Se o Brasil soubesse aplicar as suas leis já existentes, não teria existido Operação Lava Jato, e consequentemente, jamais um presidente de extrema direita se elegeria no Brasil com um discurso de outsider.
Se o Brasil soubesse aplicar as suas leis já existentes, Jair Bolsonaro não teria sido eleito em 2018, pois jamais teria acontecido a radicalização da classe média nas eleições de 2018.
E veja bem leitor (a). Conforme eu sempre comento sobre este tema. Não quero fazer qualquer críticas as leis mais especificas que temos no Brasil ok ?.
Quero deixar claro que não faço qualquer critica as leis que criminalizam o racismo, a homofobia e a violência contra as mulheres ok leitor (a) ? O meu comentário é apenas uma observação de muitos anos sobre o combate a criminalidade no Brasil.
Sou torcedor do São Paulo, desde criança, quando acompanho futebol. Contudo, continuo avesso a frequentar estádios de futebol.
Os estádios brasileiros não oferecem segurança alguma, especialmente para torcedores com deficiência, o meu caso. Conheci  o estádio do São Paulo, no dia em que visitei o clube. Contudo, não frequento estádios, para me preservar, especialmente sendo um torcedor com deficiência.
Frequentar estádio no Brasil, infelizmente não vale a pena. Vou continuar torcendo para o São Paulo, mas assistindo pela TV.
A racionalidade é a característica do que é racional. A racionalidade é um conceito que se baseia na razão se encontrando com o conceito com a objetividade necessária para a analise dos fatos referentes ao cotidiano.
Eu acompanho futebol desde criança, ainda em meados da década de 1980. Desde que eu acompanho futebol, eu sempre vi a imprensa esportiva noticiando seguidamente a violência nos estádios brasileiros.
Sim leitor (a). Nunca houve uma vontade politica das nossos governantes em fazer algo relevante para violência nos estádios de futebol. A Inglaterra conviveu com a violência no estádios de futebol durante um bom tempo. Contudo, o problema foi solucionado pela vontade politica dos governantes locais.
Sendo torcedor do São Paulo, comprei uma revista que conta a história do clube e uma camisa licenciada na loja oficial do clube. Na minha folga do trabalho, também visitei o estádio Cícero Pompeu de Toledo e o memorial do São Paulo. Isso mostra o quanto eu sou um torcedor como outro qualquer.
Mas, entretanto, não frequento estádios de futebol. Sou uma pessoa com deficiência. E sendo uma pessoa com deficiência. Sei que eu tenho que me preservar.
Sendo uma pessoa com deficiência, eu tenho que me preservar em relação a violência nos estádios de futebol no Brasil. Veja bem leitor (a). Quero deixar claro que não quero fazer nenhuma critica a quem frequenta estádios de futebol.
Meu conceito de racionalidade aumento muito após concluir minha habilitação em Jornalismo no curso de Comunicação Social, em Dezembro de 2016.
Meu conceito de racionalidade me diz que não vela apena ir a jogos de futebol. Não frequento estádios, enquanto os nossos governantes não tiverem vontade politica para fazer algo sobre a violência nos campos de futebol.
A Inglaterra deu o exemplo de como lidar com o problema. Resta aos nossos governantes, ter a mínima vontade política de lidar com a questão. Ainda assim. Vou continuar a ser um torcedor. Assim como você leitor (a).
Somente penso em frequentar estádios de futebol, no dia em que o Brasil fizer cumprir as suas leis, aonde se combata a criminalidade nos campos de futebol Brasil á fora.
Somente penso em frequentar estádios de futebol, quando o Brasil fizer valer suas leis já existentes para combater a criminalidade e a violência no estádios de futebol.
Veja bem leitor (a). Conforme eu sempre digo sobre este tema. Não sou jurista. Não tenho formação em Direito, e tão pouco sou especialista em direito penal.
Minha única formação acadêmica, é a habilitação em Jornalismo na Comunicação Social. 
Entretanto, como um cidadão brasileiro, digo que somente penso em frequentar estádios de futebol quando o Brasil aplicar suas leis para combater a violência e a criminalidade nos estádios de futebol.
Agora, confira a história e títulos de clubes brasileiros, no site campeões do futebol.https://www.campeoesdofutebol.com.br/hist_clubes.html

E assim caminha a humanidade.

Imagens : Portal G1 da Rede Globo. 











 

sábado, 12 de fevereiro de 2022

A avaliação do governo de Jair Bolsonaro.

 Pesquisa Ipespe divulgada nesta sexta-feira, 11, mostra que a avaliação negativa do governo Bolsonaro continua alta: 54% dos entrevistados consideram o governo ruim ou péssimo, contra 24% que o avaliam como bom ou ótimo. Aqueles que avaliam o governo regular são 20%.

Já a desaprovação do governo foi de 64%, contra 31% que aprovaram e 5% que não souberam responder. Na economia, os que acreditam que a gestão do governo está no caminho errado são 63%, contra 27% que avaliam que a economia está no caminho certo. 10% não soube responder.

Congresso

Com relação a avaliação do Congresso Nacional, 48% avaliou seu trabalho como ruim ou péssimo. Os que avaliam o trabalho como regular são 39% e 9% acham que o Congresso tem realizado um trabalho bom ou ótimo.

Para a pesquisa, foram feitas 1.000 entrevistas de abrangência nacional, nos dias 7, 8 e 9 de fevereiro. A margem de erro é de 3,2 pontos percentuais. A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o protocolo BR-03828/2022. A informação é do Jornal Estado de São Paulo.





Á você que está me lendo eu digo : Politica é uma ciência intelectual que tem a ver com organização dos diferentes públicos que integram uma nação. A politica é uma ciência intelectual que é utilizada na organização das nações e estados. A politica é a ciência, enquanto direito, que é utilizada para assuntos internos ( politica interna) e assuntos externos ( politica externa). Nos países democráticos, os cidadão nativos exercem o poder politico, por meio do pensamento critico no sufrágio universal.
Democracia é um regime governamental em que todos os cidadão elegiveis participam igualmente -diretamente ou através de representantes eleitos - na proposta, no desenvolvimento e na criação das leis e politicas públicas. Na democracia, os cidadão nativos exercem o poder governamental, através do seu voto, da sua militância, e do pensamento crítico no espirito democrático da organização social.
O bolsonarismo é um fenômeno da extrema direita no Brasil. O bolsonarismo virou uma febre no Brasil com a ascensão e a popularidade de Jair Bolsonaro, especialmente na sua campanha presidencial nas eleições de 2018.
O petismo  entrou em crise no Brasil durante o governo da ex-presidente Dilma Rousseff (PT), especialmente com a crise política e econômica no Brasil após as eleições presidenciais de 2014. A crise do petismo fortaleceu a ideologia bolsonarista e a direita radical no Brasil.
O bolsonarismo prega a defesa da família, do conservadorismo, do autoritarismo e da opressão dos grupos mais vulneráveis para manter a hierarquia social no Brasil. O bolsonarimso não aceita as opiniões contrárias a sua ideologia política. O bolsonarismo prega a rejeição aos direitos humanos, fazendo apologia aos métodos de tortura  e defendendo a destruição das estruturas democráticas.
O bolsonarismo defende politicas discriminatórias contra homossexuais, pessoas com deficiência e os negros em uma sociedade. O bolsonarismo defende  que as politicas discriminatórias contra pessoas com deficiência, homossexuais e negros, são absolutamente necessárias para manter a hierarquia social.
Jair Bolsonaro jamais entendeu os motivos que levaram a população e elege-lo em 2018. A classe média que votou em Jair Bolsonaro em 2018, esperava apenas a retomada do emprego da economia no Brasil.
A classe média que votou em Jair Bolsonaro em 2018, não necessariamente aprova as politicas discriminatórias defendidas pelo presidente Jair Bolsonaro desde o inicio de seu governo em Janeiro de 2019.
Jair Bolsonaro derreteu seu capital político por querer implantar sua ideologia discriminatória na Presidência de República. Desde o inicio de seu governo, Jair Bolsonaro também vem entrando em total contradição em relação ao discurso moralista da campanha presidencial.
Jair Bolsonaro e seus filhos, o senador Flavio Bolsonaro e o vereador Carlos Bolsonaro, estão cada vez mais encrencados em escândalos de rachadinhas. Jair Bolsonaro também se ve cada vez mais envolto em uma acusação de um "gabinete do ódio" no Palácio do Planalto.
As politicas anti ciencia de Jair Bolsonaro durante a pandemia do novo corona vírus, levaram as mortes de 637 mil brasileiros em pouco mais de dois anos de pandemia no Brasil.
Contudo, Jair Bolsonaro não se dá conta do seguinte. Na política, na democracia e na vida de uma maneira geral, a única coisa realmente certa, é a própria necessidade da mudança.
Nos Estados Unidos, a defesa enfática de politicas discriminatórias como política de estado, causou a ruina de Donald Trump nas eleições norte americanas.
Foi exatamente a defesa enfática de politicas discriminatórias, somada a total falta de empatia com vidas alheias, que fez Donald Trump cair em desgraça nas eleições norte americanas.
Política não se conduz com extremismo ideológico. A Politica deve ser conduzida com a maturidade e a necessária intelectualidade de um governante.
Fosse qualquer outra pessoa na Presidência de República, não se promoveria uma política anti ciência durante uma pandemia de tamanha gravidade. Fosse qualquer outra pessoa na Presidência da República, o Brasil teria feito uma quarentena bem feita em nível nacional.
Fosse qualquer outra pessoa na Presidência de República, não se receitaria remédios ineficazes contra o novo corona vírus no Brasil. Fosse qualquer outra pessoa na Presidência de República, não teríamos tido 637 mil vidas perdidas, devido a políticas anti ciência contra os brasileiros durante a pandemia do novo corona vírus.
Fosse qualquer outra pessoa na Presidência de República, o Brasil teria começado sua campanha de vacinação no final de 2020. Fosse qualquer outra pessoa na Presidência de República, não teríamos tido politicas de negacionismo contra vacinação infantil no Brasil.
Fosse qualquer outra pessoa na Presidência de República, teríamos tido outro nível de gestão da pandemia do novo corona vírus no Brasil. 

E assim  caminha a humanidade. 

Imagem : Jornal Estado de São Paulo. 






sexta-feira, 11 de fevereiro de 2022

Os litígios da esquerda no Brasil.

 SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - O PSOL está preparando uma agenda com 12 pontos que deverão ser levados à discussão programática com o PT. O tema será tratado na primeira reunião da executiva nacional da legenda deste ano, marcada para esta sexta-feira (11).

Em um congresso realizado em setembro passado, o PSOL definiu por 56% a 44% que iria apoiar a campanha do ex-presidente Lula (PT) e não iria lançar candidato próprio ao Planalto. Essa decisão ainda deve ser confirmada em uma conferência da legenda prevista para abril.

A condição para o apoio do PSOL era justamente que o PT adotasse um programa de governo que contemplasse a esquerda. Nesta sexta-feira, serão levantados os temas que deverão ser levados à mesa de discussões com o PT em busca da construção de unidade.

Os três principais eixos que deverão ser defendidos pelo PSOL são a revisão do teto de gastos e de reformas promulgadas nos governos Michel Temer (MDB) e Jair Bolsonaro (PL); políticas ambientais, entre elas a transição energética e o desmatamento zero; e a implementação de uma reforma tributária.

Membros do partido pregam a taxação de bilionários com o objetivo de financiar um programa de transferência de renda.

Apesar de o PSOL se declarar contra a formação de uma chapa entre Lula e o ex-governador Geraldo Alckmin (ex-PSDB, hoje sem partido), líderes da legenda admitem que o apoio ao petista deve ser mantido de qualquer forma.

Outra questão que será tratada na reunião é a viabilidade da formação de uma federação com a Rede. Segundo integrantes do PSOL, havia a expectativa de o aval para a aliança já ser estabelecido no encontro, no entanto, divisões na sigla devem adiar essa decisão.

Parte do PSOL vê a federação como uma forma de reposicionar o partido, de maneira forçada, mais para o centro. O senador Ranfolfe Rodrigues (Rede-AP), que é um dos articuladores da aliança, defende a chapa Lula-Alckmin.

Com a chegada da Rede, a ala minoritária do PSOL, que ainda prega uma candidatura própria ao Planalto, tende a perder mais força ainda -e os que defendem uma frente amplíssima ganham aliados de peso.

A previsão é que o PSOL encerre a discussão interna sobre a federação na reunião do diretório nacional da legenda, que deverá ser realizada nos próximos 15 dias.

A definição do programa a ser levado ao PT é minimizada por parlamentares críticos do apoio do partido a Lula --a avaliação é a de que se trata de um jogo de cena e que a aliança com o petista ocorrerá mesmo sem seu compromisso de levar tais pautas adiante.

Parte dos pontos aventados pelo PSOL já foram, inclusive, propostos dentro do PT, como a revisão da reforma trabalhista. Os psolistas apostam que Lula vai se comprometer a abrir um diálogo sobre o programa, mas sem espantar a centro-direita.

Outros temas que também deverão constar na agenda são a política de valorização do salário mínimo e o preço dos combustíveis. Ainda não há consenso se serão incluídas questões que reforcem políticas antirracistas e feministas.

A partir da aprovação dessa agenda, o PSOL quer estabelecer uma comissão que será responsável por realizar os diálogos com o PT. Juliano Medeiros, presidente da legenda, deve participar dessa composição.

O PSOL também pretende discutir esses pontos com outras legendas e representantes da sociedade civil, entre eles intelectuais, artistas e ONGs.

À Folha de S.Paulo Medeiros afirma que a proposta é fazer um acordo público entre sociedade e partidos na defesa dessas questões. "Queremos disputar o programa e estabelecer outros padrões de governabilidade", diz.

Entre representantes do PSOL, há um clima de otimismo de que essas propostas poderão ser incorporadas pelo PT.

Já o impasse em torno da disputa pelo Palácio dos Bandeirantes, com a esquerda dividida entre as candidaturas de Fernando Haddad (PT), Guilherme Boulos (PSOL) e Márcio França (PSB), não é um item previsto para o encontro, de acordo com membros do partido -o próprio Boulos não participará da reunião.

A expectativa é que a questão seja tratada mais adiante, quando houver mais clareza sobre viabilidade eleitoral dos nomes colocados e a construção de coligações.

No último domingo (6), Boulos se reuniu com França. Segundo a Folha apurou, foi um encontro informal a respeito da conjuntura política. Os dois reforçaram que suas candidaturas estão mantidas.

Na semana passada, o líder sem-teto se reuniu com Lula. O tema da conversa foi o apoio do PSOL à candidatura do petista ao Planalto, segundo participantes.

Em entrevista à Rádio Clube Recife, nesta quarta (9), Lula voltou a defender o nome de Haddad e pediu "compreensão" ao PSB e ao PSOL.

"Eu trabalho com a ideia de que o Haddad vai ser o governador de São Paulo. O Haddad está muito maduro, muito consciente. Acho que haverá compreensão do PSB e de outros partidos políticos, do companheiro do PSOL, e, em algum momento, vamos poder anunciar [Haddad como candidato ao governo paulista]", disse Lula.

No mesmo dia do encontro entre Boulos e Lula, o deputado federal Glauber Braga (PSOL-RJ), que prega uma candidatura própria do partido ao Planalto, também abordou o tema em suas redes sociais.

"Eu me mantenho firme, à disposição de camaradas que me indicaram para debater o nosso programa, até o momento que acharem necessário", disse.

Na opinião do deputado federal Ivan Valente (PSOL-SP), a reunião da executiva dará linhas gerais sobre um programa, mas nada definitivo. "Em tese tem uma negociação pela frente. São pontos que o partido quer ver viabilizados pela vitória de Lula", diz à Folha.

Valente ressalta que o objetivo do PSOL é derrotar Bolsonaro e, ao se unir a Lula, pressionar por "um governo que seja progressista e democrático". "Definir uma agenda democrática e popular é o papel do PSOL", completa.

Valente lembra que, entre as ideias de programa discutidas pelo PSOL, há propostas menos palatáveis para a candidatura do petista, que acena para o centro. Por exemplo, a garantia de não privatização dos Correios, a taxação de lucros e dividendos e a regulação da mídia.

"O PT já conhece as nossas posições, não é novidade. Vamos reafirmá-las. O que o governo [Lula, se eleito] vai fazer depois vai depender da correlação de forças. E tem que ser feito com habilidade política", completa. A informação é do Jornal Folha de São Paulo.






Á você que está me lendo eu digo : Centro-esquerda é um termo político utilizado para descrever indivíduos, partidos políticos ou organizações que se encontram entre o centro e a esquerda no espectro ideológico, dentro do conceito da existência de uma Esquerda e Direita, com foco na promoção da justiça social dentro do establishment. 
No espectro político, a esquerda se caracteriza pela defesa de uma maior igualdade social. Normalmente, envolve uma preocupação com os cidadãos que são considerados em desvantagem em relação aos outros e uma suposição de que há desigualdades injustificadas que devem ser reduzidas ou abolidas.
A extrema esquerda é a politica mais esquerda do que a Social Democracia da esquerda padrão. A extrema esquerda prega a abolição do sistema capitalista e da alta classe dominante.
A Social Democracia é uma ideologia institucional, que apoia reformas econômicas no estado vigente, visando promover uma justiça social dentro de um sistema de mercado. A Social Democracia é uma política de centro e centro esquerda no espectro político, que envolve um estado de bem estar coletivo, incluindo sindicatos e regulamentação econômica, promovendo uma política de bem estar coletivo e uma democracia representativa. A Social Democracia é uma corrente originalmente  de centro esquerda, que não atenta contra as instituições democráticas. A Social Democracia Institucional é o espectro politico base dos partidos de centro esquerda e  esquerda no Brasil. Os Sociais Democratas, na sua essência, são totalmente contrários aos radicalismos políticos, que ameacem a ordem democrática institucional com ideologias autoritárias contra o estado de direito.
Na ultimas eleição municipal em 2020, os partidos de esquerda, mostraram sua força nas eleições legislativas. O PDT elegeu 3441 vereadores. O PSB elegeu 3029 vereadores. O PT elegeu 2665 vereadores. 
O PT tem uma bancada de 85 deputados estaduais e 53 deputados federais. O PDT te uma bancada de 52 deputados estaduais. O PSB possui uma bancada de 70 deputados estaduais.
O PSOL foi fundado em 06 de Junho de 2004, após a expulsão dos parlamentares Heloisa Helena , João Fontes, e Luciana Genro do PT. O PT varia entre a Social Democracia de centro esquerda á um campo social liberal de uma esquerda tradicional, por exemplo.
O PSOL cresceu nas eleições municipais em 2020. O partido elegeu uma bancada de 89 vereadores na ultima eleição municipal. A Rede Sustentabilidade, que também mostra sua força no campo da esquerda, elegeu uma bancada de 144 vereadores nas eleições municipais em 2020.
Em uma federação partidária, dois ou mais partidos políticos, poderão se reunir em uma federação. Após a constituição de uma federação partidária e o registro no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), a federação atuaria como se fosse uma única agremiação partidária.
A federação partidária teria uma abrangência de nível nacional e seria registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Embora tenham força no campo legislativo, os partidos de esquerda tem litígios a serem resolvidos para 2022.
A federação partidária entre os partidos de esquerda, se torna inviável, devidos ao fato de que os partidos do campo progressista tem visões diferentes de pais. 
As visões distintas de pais entre os partidos de esquerda, fragmenta ainda mais o campo progressista para as eleições em 2022. Contudo, na política, os cálculos e as vertentes podem mudar a todo instante. Aguardemos os próximos capítulos.

E assim caminha a humanidade.

Imagem : Site Política por Elas.





quinta-feira, 10 de fevereiro de 2022

Dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatistica (IBGE).

 Com alta de 2,9% da indústria nacional, de novembro para dezembro, na série com ajuste sazonal, dez dos 15 locais pesquisados pelo IBGE apresentaram taxas positivas. As maiores taxas foram de Amazonas (14,0%), Goiás (8,8%) e Paraná (7,6%).

Em 2021, a produção industrial cresceu em nove dos 15 locais, com destaque para Santa Catarina (10,3%), Minas Gerais (9,8%), Paraná (9,0%) e Rio Grande do Sul (8,8%).

Na média móvel do trimestre terminado em dezembro, houve aumento em 11 dos 15 locais pesquisados frente ao trimestre terminado em novembro. Já na comparação com dezembro de 2020, houve quedas em dez dos 15 locais pesquisados.

Na série com ajuste sazonal, na passagem de novembro para dezembro de 2021, dez dos 15 locais pesquisados mostraram taxas positivas, com destaque para as expansões mais acentuadas assinaladas por Amazonas (14,0%), Goiás (8,8%) e Paraná (7,6%), com todos revertendo as perdas observadas no mês anterior de -2,1%, -1,6 e -0,2%, respectivamente. Mato Grosso (4,6%), Espírito Santo (4,6%), São Paulo (3,8%) e Minas Gerais (3,4%) também registraram avanços mais intensos do que a média nacional (2,9%), enquanto Rio de Janeiro (2,0%), Bahia (2,0%) e Região Nordeste (1,0%) completaram o conjunto de locais com índices positivos em dezembro de 2021.

Por outro lado, Santa Catarina (-2,7%) e Rio Grande do Sul (-2,1%) apontaram os recuos mais elevados nesse mês, com o primeiro eliminando parte do avanço de 5,1% registrado em novembro último; e o segundo interrompendo quatro meses consecutivos de crescimento na produção, período em que acumulou ganho de 7,1%. Pará (-1,7%) e Ceará (-1,0%) assinalaram as demais taxas negativas em dezembro de 2021; enquanto Pernambuco (0,0%) mostrou variação nula e permaneceu, dessa forma, no mesmo patamar do mês anterior.

No acumulado do ano de 2021, frente ao acumulado de 2020, a expansão verificada na produção nacional alcançou nove dos 15 locais pesquisados, com destaque para Santa Catarina (10,3%), Minas Gerais (9,8%), Paraná (9,0%) e Rio Grande do Sul (8,8%).

Amazonas (6,4%), São Paulo (5,2%), Espírito Santo (4,9%) e Rio de Janeiro (4,0%) também registraram taxas positivas mais acentuadas do que a média nacional (3,9%), enquanto Ceará (3,7%) completou o conjunto de locais com avanço na produção no índice acumulado no ano.

Por outro lado, Bahia (-13,2%) apontou o recuo mais elevado no índice acumulado do ano. Região Nordeste (-6,2%), Goiás (-4,0%), Pará (-3,7%), Mato Grosso (-1,0%) e Pernambuco (-0,4%) mostraram as demais taxas negativas no indicador acumulado do período janeiro-dezembro de 2021.

A média móvel trimestral no trimestre encerrado em dezembro de 2021 foi de foi 0,8% frente ao trimestre encerrado em novembro. Em termos regionais, 11 dos 15 locais pesquisados apontaram taxas positivas nesse mês, com destaque para os avanços mais acentuados assinalados por Mato Grosso (8,2%), Amazonas (4,1%), Paraná (2,8%), Goiás (2,4%), Região Nordeste (1,2%) e São Paulo (1,1%).

Por outro lado, Santa Catarina (-1,0%), Pará (-0,9%) e Ceará (-0,4) registraram os recuos em dezembro de 2021.

Na comparação com dezembro de 2020, o setor industrial recuou 5,0% em dezembro de 2021, com taxas negativas em dez dos 15 locais pesquisados. Vale citar que dezembro de 2021 (23 dias) teve um dia útil a mais do que igual mês do ano anterior.

Ceará (-20,9%), Região Nordeste (-10,9%), Bahia (-10,5%) e Santa Catarina (-10,1%) assinalaram recuos de dois dígitos e os mais intensos. Pará (-8,9%) e São Paulo (-5,6%) também registraram taxas negativas maiores do que a média nacional (-5,0%), enquanto Pernambuco (-4,6%), Rio Grande do Sul (-4,1%), Espírito Santo (-1,0%) e Minas Gerais (-0,3%) completaram o conjunto de locais com índices negativos nesse mês. Por outro lado, a indústria de Mato Grosso cresceu 23,1%, a maior taxa entre os estados, nessa comparação, para dezembro de 2021. A seguir, vieram Goiás (8,3%), Rio de Janeiro (6,5%), Amazonas (2,3%) e Paraná (2,2%). Os dados são do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), na ultima quarta feira (09).




Á você que está me lendo eu digo : A inflação é o aumento dos preços dos bens e serviços. A inflação implica na diminuição do poder de compra da moeda de qualquer pais no mundo. A inflação é calculada pelos índices de preços nas mercadorias.

O Brasil tem vários índices de preços. O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) é o índice utilizado no sistema de metas para a inflação.

A inflação pode ter algumas causas. As pressões pela alta demanda, as pressões de custos, a inércia inflacionária e as expectativas da inflação no centro da meta do Governo.

A inflação gera muitas incertezas na economia, pois desestimula o investimento, prejudicando muito qualquer expectativa de crescimento econômico sustentável. Os preços começam a aumentar de maneira bastante distorcida, que gera varias ineficiências na economia do país. 

Com uma inflação muito descontrolada, as empresas e os consumidores acabam perdendo a real noção dos custos de produção da matéria prima para o consumo, o que por sua vez, acaba gerando dificuldades extremas para saber o real preço dos custos de produção da matéria prima, e também gera dificuldades para que o consumidor final avalie o real preço dos produtos no mercado.

A inflação excessivamente alta, que é gerada pelo aumento excessivo dos custos de produção da matéria prima, acaba afetando muito as camadas menos favorecidas da população. A inflação excessivamente alta, acaba causando, por exemplo, as altas excessivas nos preços dos alimentos, o que prejudica as camadas mais pobres, que tem menos acesso aos investimentos, pois tem maior necessidade de consumo.

A inflação excessivamente alta, também aumenta o endividamento público de um país. Com a alta excessiva da inflação, o Banco Central é obrigado a subir as taxas de juros, para compensar os efeitos da inflação e incluir um premio de risco para compensar os efeitos da inflação alta para as empresas e as instituições financeiras do país. Segundo as aulas de economia que eu tive no sétimo período da habilitação em Jornalismo, no curso de Comunicação Social nas Faculdades Integradas Alcântara Machado (FIAAM FAAM), com o jornalista e mestre Edson Rossi.

A Organização dos Países Exportadores de Petróleo, também conhecida como OPEP, é uma organização internacional criada em 1960 na Conferencia de Bagdá que visa coordenar de maneira centralizada a política petrolífera dos países membros, de modo a restringir a oferta de petróleo no mercado internacional, impulsionando os preços, o que até então era evitado em parte devido à ação das sete irmãs. Segundo relatos de um documentário que eu vi na TV Suíça, quando eu estive no país em 2013.

A OPEP foi criada em 14 de Setembro de 1960 como uma forma dos países produtores de Petróleo se fortalecerem diante das potencias econômicas como Estados Unidos, Inglaterra, Alemanha, Noruega ,França  e Holanda, que exigiam cada vez mais a redução nos preços do Petróleo no mercado. 

Os países membros da OPEP possuem 75% das reservas mundiais de petróleo. Suprem 40% da produção mundial e 60% das exportações mundiais. Graças à OPEP, os países são os mais bem pagos pelo seu petróleo. As reservas mundiais são calculadas em 1.144.000 milhões de barris, Segundo as aulas de economia que eu tive no sétimo período da habilitação em Jornalismo, no curso de Comunicação Social nas Faculdades Integradas Alcântara Machado (FIAAM FAAM), com o jornalista e mestre Edson Rossi.

Em relação as altas nos combustíveis e no gás de cozinha, o Brasil também está sujeito as politicas econômicas dos países membros da OPEP, com relação ao mercado petrolífero.

Conforme eu já comentei em outras postagens, os países mais ricos, também estão subordinados as politicas econômicas dos países membros da OPEP, em relação ao mercado do Petróleo.

Entretanto, o Brasil sofre com as frequentes turbulências entre os Poderes da República em nível institucional. As frequentes turbulências internas no Brasil, acaba causando uma desvalorização cada vez mais acelerada da moeda brasileira no mercado internacional.

A desvalorização em alta da moeda brasileira, acaba causando uma alta da inflação interna no país. Por isso é necessária a pacificação interna nas relações entre os poderes institucionais no Brasil.

A cadeia produtiva é um conjunto de etapas consecutivas ao alongo das quais os diversos insumos sofrem algum tipo de transformação até a constituição de um produto final (bem ou serviço) e sua colocação no mercado.

Caro (a) leitor (a). Na manhã deste domingo, o dólar está operando a R$ 5,24 centavos no Brasil. Além da cotação do barril de petróleo no mercado internacional, a alta do dólar no Brasil, acaba sendo alavancada pela desvalorização do real.

A desvalorização do real e a alta do dólar, aumenta excessivamente os custos da produção da matéria prima e dos insumos no Brasil por parte das industrias. 

E então para manter sua margem de lucro, os donos das industrias repassam ao altos custos da produção dos insumos e da matéria prima para o consumidor final. E então, as altas excessivas nos preços, acabam freando o consumo no mercado. O que afeta a cadeia produtiva no Brasil.

A economia brasileira  somente voltará a normalidade com a devida harmonia entre os Poderes da Republica no Brasil. 

As industrias, independentemente Á você que está me lendo eu digo : A inflação é o aumento dos preços dos bens e serviços. A inflação implica na diminuição do poder de compra da moeda de qualquer pais no mundo. A inflação é calculada pelos índices de preços nas mercadorias.

O Brasil tem vários índices de preços. O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) é o índice utilizado no sistema de metas para a inflação.

A inflação pode ter algumas causas. As pressões pela alta demanda, as pressões de custos, a inércia inflacionária e as expectativas da inflação no centro da meta do Governo.

A inflação gera muitas incertezas na economia, pois desestimula o investimento, prejudicando muito qualquer expectativa de crescimento econômico sustentável. Os preços começam a aumentar de maneira bastante distorcida, que gera varias ineficiências na economia do país. 

Com uma inflação muito descontrolada, as empresas e os consumidores acabam perdendo a real noção dos custos de produção da matéria prima para o consumo, o que por sua vez, acaba gerando dificuldades extremas para saber o real preço dos custos de produção da matéria prima, e também gera dificuldades para que o consumidor final avalie o real preço dos produtos no mercado.

A inflação excessivamente alta, que é gerada pelo aumento excessivo dos custos de produção da matéria prima, acaba afetando muito as camadas menos favorecidas da população. A inflação excessivamente alta, acaba causando, por exemplo, as altas excessivas nos preços dos alimentos, o que prejudica as camadas mais pobres, que tem menos acesso aos investimentos, pois tem maior necessidade de consumo.

A inflação excessivamente alta, também aumenta o endividamento público de um país. Com a alta excessiva da inflação, o Banco Central é obrigado a subir as taxas de juros, para compensar os efeitos da inflação e incluir um premio de risco para compensar os efeitos da inflação alta para as empresas e as instituições financeiras do país. Segundo as aulas de economia que eu tive no sétimo período da habilitação em Jornalismo, no curso de Comunicação Social nas Faculdades Integradas Alcântara Machado (FIAAM FAAM), com o jornalista e mestre Edson Rossi.

A Organização dos Países Exportadores de Petróleo, também conhecida como OPEP, é uma organização internacional criada em 1960 na Conferencia de Bagdá que visa coordenar de maneira centralizada a política petrolífera dos países membros, de modo a restringir a oferta de petróleo no mercado internacional, impulsionando os preços, o que até então era evitado em parte devido à ação das sete irmãs. Segundo relatos de um documentário que eu vi na TV Suíça, quando eu estive no país em 2013.

A OPEP foi criada em 14 de Setembro de 1960 como uma forma dos países produtores de Petróleo se fortalecerem diante das potencias econômicas como Estados Unidos, Inglaterra, Alemanha, Noruega ,França  e Holanda, que exigiam cada vez mais a redução nos preços do Petróleo no mercado. 

Os países membros da OPEP possuem 75% das reservas mundiais de petróleo. Suprem 40% da produção mundial e 60% das exportações mundiais. Graças à OPEP, os países são os mais bem pagos pelo seu petróleo. As reservas mundiais são calculadas em 1.144.000 milhões de barris, Segundo as aulas de economia que eu tive no sétimo período da habilitação em Jornalismo, no curso de Comunicação Social nas Faculdades Integradas Alcântara Machado (FIAAM FAAM), com o jornalista e mestre Edson Rossi.

Em relação as altas nos combustíveis e no gás de cozinha, o Brasil também está sujeito as politicas econômicas dos países membros da OPEP, com relação ao mercado petrolífero.

Conforme eu já comentei em outras postagens, os países mais ricos, também estão subordinados as politicas econômicas dos países membros da OPEP, em relação ao mercado do Petróleo.

Entretanto, o Brasil sofre com as frequentes turbulências entre os Poderes da República em nível institucional. As frequentes turbulências internas no Brasil, acaba causando uma desvalorização cada vez mais acelerada da moeda brasileira no mercado internacional.

A desvalorização em alta da moeda brasileira, acaba causando uma alta da inflação interna no país. Por isso é necessária a pacificação interna nas relações entre os poderes institucionais no Brasil.

A cadeia produtiva é um conjunto de etapas consecutivas ao alongo das quais os diversos insumos sofrem algum tipo de transformação até a constituição de um produto final (bem ou serviço) e sua colocação no mercado.

Caro (a) leitor (a). Na manhã deste domingo, o dólar está operando a R$ 5,24 centavos no Brasil. Além da cotação do barril de petróleo no mercado internacional, a alta do dólar no Brasil, acaba sendo alavancada pela desvalorização do real.

A desvalorização do real e a alta do dólar, aumenta excessivamente os custos da produção da matéria prima e dos insumos no Brasil por parte das industrias. 

E então para manter sua margem de lucro, os donos das industrias repassam ao altos custos da produção dos insumos e da matéria prima para o consumidor final. E então, as altas excessivas nos preços, acabam freando o consumo no mercado. O que afeta a cadeia produtiva no Brasil.

Independentemente do seu ramo de atuação, as industrias possuem um papel fundamental no crescimento econômico e social no Brasil. É a partir das industrias que o país tem uma maior autonomia econômica para a produção da sua própria matéria prima, sem que o Brasil fique tão dependente do mercado internacional.

O peso da Industria no Produto Interno Bruto é mostrado pelos números. De acordo com uma pesquisa realizada pela Confederação Nacional da Industria (CNI), 90 % da população brasileira considera que a Industria tem um papel indispensável no desenvolvimento social e econômico do Brasil.

Segundo a Confederação Nacional da Industria, das 2002 pessoas que foram questionadas em 141 municípios, 43 % afirmaram que as industrias de transformação, indústria extrativa e indústria de construção, são os setores industriais mais significativos para o crescimento econômico do Brasil.

Em seguida aparece a indústria agropecuária (17%) e a administração pública (10%) . De acordo com a Confederação Nacional da Industria ( CNI) aproximadamente 8% da população brasileira diz que a indústria nacional deve ser prioridade.

Ainda segundo a Confederação Nacional da Industria, 95 % dos entrevistados afirmaram que a indústria nacional é importante ou extremamente importantes para a geração dos empregos no Brasil.

Ou seja. O Brasil deve investir em um plano muito bel elaborado de infra estrutura econômica. Um plano bem elaborado de infra estrutura econômica, iria ajudar os setores econômicos que foram extremamente afetados pela pandemia do novo corona vírus no Brasil.

Contudo, um plano de infra estrutura econômica somente será viável se os Poderes da República estiverem em plena harmonia no Brasil.

E assim caminha a humanidade.

Fonte das Informações : Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) 

Indicadores Conjunturais da Indústria  -  Resultados Regionais  -  Dezembro de 2021
Locais Variação (%)
Dezembro 2021/ Novembro 2021*Dezembro 2021/ Dezembro 2020Acumulado          Janeiro-DezembroAcumulado nos Últimos 12 Meses
Amazonas14,02,36,46,4
Pará-1,7-8,9-3,7-3,7
Região Nordeste1,0-10,9-6,2-6,2
Ceará-1,0-20,93,73,7
Pernambuco0,0-4,6-0,4-0,4
Bahia2,0-10,5-13,2-13,2
Minas Gerais3,4-0,39,89,8
Espírito Santo4,6-1,04,94,9
Rio de Janeiro2,06,54,04,0
São Paulo3,8-5,65,25,2
Paraná7,62,29,09,0
Santa Catarina-2,7-10,110,310,3
Rio Grande do Sul-2,1-4,18,88,8
Mato Grosso4,623,1-1,0-1,0
Goiás8,88,3-4,0-4,0
Brasil2,9-5,03,93,9
Fonte: IBGE, Diretoria de Pesquisas, Coordenação de Indústria  
* Série com Ajuste Sazonal