segunda-feira, 15 de abril de 2019

O Feminismo na sociedade brasileira.


O Feminismo na sociedade brasileira.



De acordo com a matéria de ontem no Portal Folha de São Paulo,a avaliação do feminismo é mais positiva entre os homens que entre as mulheres brasileiras,segundo mostra a pesquisa Datafolha.A reportagem da Folha afirma que para 48 % deles,o feminismo traz mais benefícios que prejuízos as mulheres,enquanto 41 % veem mais prejuízos que benefícios.
Ainda segundo a Folha,há empate técnico entre as mulheres.43% dizem que há mais benefícios e 41 % mais prejuízos .A Folha também cita na reportagem que quase metade dos homens (49%) vê mais benefícios para a sociedade,e 41 % tem opinião inversa.A reportagem da Folha apurou que entre as mulheres,45 % acham que há mais benefícios e 38 % mais prejuízos. Ainda de acordo com a matéria da Folha,a pesquisa ouviu 2.086 brasileiros com 16 anos ou mais (1095 mulheres e 991 homens),em 130 municípios de todo o país,nos dias 02 e 03 de Abril.A Folha também cita que a margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos. A reportagem da Folha também afirma que a parcela de homens que apoiam o feminismo também supera a de mulheres que se consideram feministas,Eles são maioria (52%): elas minoria (39%).

Bom dia leitor (a): Hoje , vou voltar a falar sobre o feminismo, mais especificamente sobre seus mitos e verdades. Durante as aulas de atividades complementares no meu curso de Jornalismo na FIAM, a professora e jornalista Nadini Lopes de Almeida, deu uma palestra sensacional sobre a história do feminismo.
Segundo afirmou a professora e jornalista, o feminismo é um conjunto de movimentos políticos, sociais, ideologias e filosofias que têm como objetivo comum: direitos equânimes (iguais) e uma vivência humana por meio do empoderamento feminino e da libertação de padrões patriarcais, baseados em normas de gênero. Envolve diversos movimentos, teorias e filosofias que advogam pela igualdade entre homens e mulheres, além de promover os direitos das mulheres e seus interesses. 
De acordo com Maggie Humm e Rebecca Walker, a história do feminismo pode ser dividida em três fases A primeira teria ocorrido no século XIX e início do século XX, a segunda nas décadas de 1960 e 1970 e a terceira na década de 1990 até a atualidade. A teoria feminista surgiu destes movimentos femininos] e se manifesta em diversas disciplinas como a geografia feminista, a história feminista e a crítica literária feminista.
O feminismo alterou principalmente as perspectivas predominantes em diversas áreas da sociedade ocidental, que vão da cultura ao direito. As ativistas femininas fizeram campanhas pelos direitos legais das mulheres (direitos de contrato, direitos de propriedade, direitos ao voto), pelo direito da mulher à sua autonomia e à integridade de seu corpo, pelos direitos ao aborto e pelos direitos reprodutivos (incluindo o acesso à contracepção e a cuidados pré-natais de qualidade), pela proteção de mulheres e garotas contra a violência doméstica, o assédio sexual e o estupro, pelos direitos trabalhistas, incluindo a licença-maternidade e salários iguais, e todas as outras formas de discriminação, segundo dizia o documentário exibido nas Faculdades Intehradas Alcantara Machado (FIAAM FAAM).
Durante grande parte de sua história, a maioria dos movimentos e teorias feministas tiveram líderes que eram principalmente mulheres brancas de classe média, da Europa Ocidental e da América do Norte. No entanto, desde pelo menos o discurso de Sojourner Truth, feito em 1851, às feministas dos Estados Unidos, mulheres de outras etnias e origens sociais propuseram formas alternativas de feminismo. Esta tendência foi acelerada na década de 1960, com o movimento pelos direitos civis que surgiu nos Estados Unidos e o colapso do colonialismo europeu na África, no Caribe e em partes da América Latina e do Sudeste Asiático. Desde então as mulheres nas antigas colônias europeias e nos países em desenvolvimento propuseram feminismos "pós-coloniais" - nas quais algumas postulantes, como Chandra Talpade Mohanty, criticam o feminismo tradicional ocidental como sendo etnocêntrico. Feministas negras, como Angela Davis e Alice Walker, compartilham este ponto de vista,segundo relata o documentário 
Desde a década de 1980, as feministas argumentaram que o movimento deveria examinar como a experiência da mulher com a desigualdade se relaciona ao racismo, à homofobia, ao classismo e à colonização. No fim da década e início da década seguinte as feministas ditas pós-modernas argumentaram que os papéis sociais dos gêneros seriam construídos socialmente, e que seria impossível generalizar as experiências das mulheres por todas as suas culturas e histórias, segundo dizia o documentário
De acordo com o documentário, as três fases do feminismo lutavam contra os conceitos patriarcais do "ter" e "possuir" em relação as mulheres. As três fases do feminismo lutavam pela reafirmação da mulher como uma pessoa de desejos e vontades, e não com um "objeto de posse"
A primeira fase do feminismo se refere a um período extenso de atividade feminista ocorrido durante o século XIX e início do século XX no Reino Unido e nos Estados Unidos, que tinha o foco originalmente na promoção da igualdade nos direitos contratuais e de propriedade para homens e mulheres, e na oposição de casamentos arranjados e da propriedade de mulheres casadas (e seus filhos) por seus maridos. No entanto, no fim do século XIX, o ativismo passou a se focar principalmente na conquista de poder político, especialmente o direito ao sufrágio por parte das mulheres. Ainda assim, feministas como Voltairine de Cleyre e Margaret Sanger já faziam campanhas pelos direitos sexuais, reprodutivos e econômicos das mulheres nesta época, segundo relatava o documentário 
No Reino Unido, as suffragettes e, talvez de maneira ainda mais eficiente, as sufragistas, fizeram campanha pelo sufrágio feminino. Em 1918, o Representation of the People Act foi aprovado, concedendo o direito ao voto às mulheres acima de 30 anos de idade que possuíssem uma ou mais casas. Em 1928, este direito foi estendido à todas as mulheres acima de vinte e um anos de idade. Nos Estados Unidos, líderes deste movimento incluíram Lucretia Mott, Lucy Stone, Elizabeth Cady Stanton e Susan B. Anthony, que haviam todas lutado pela abolição da escravidão antes de defender o direito das mulheres ao voto; todas eram influenciadas profundamente pelo pensamento quaker. A primeira onda do feminismo, nos Estados Unidos, envolveu uma ampla variedade de mulheres; algumas, como Frances Willard, pertenciam a grupos cristãos, como a Woman's Christian Temperance Union; outras, como Matilda Joslyn Gage, eram mais radicais e se expressavam dentro da National Woman Suffrage Association, ou de maneira independente. Considera-se que a primeira onda do feminismo nos Estados Unidos como tenha terminado com a aprovação da Décima Nona Emenda à Constituição dos Estados Unidos, em 1919, que concedeu às mulheres o direito ao voto em todos os estados,segundo reportagem do documentário 
A primeira fase do feminismo lutava pela afirmação da mulher como uma pessoa independente, com desejos e vontades próprias, e não como um objeto de posse .
A fase do feminismo, ao contrário da segunda, preocupou-se muito pouco com a questão do aborto; no geral, eram contrárias ao conceito. Embora nunca tenha se casado, Anthony publicou seus pontos de vista sobre o casamento, sustentando que uma mulher deveria ter o direito de recusar-se a fazer sexo com seu marido; a mulher americana não tinha, até então, qualquer recurso legal contra o estupro por seu próprio marido. Primordial, em sua opinião, era conceder a mulher o direito ao seu próprio corpo, que ela via como um elemento essencial na prevenção de gravidezes indesejadas, através do uso de abstinência como método contraceptivo. Escreveu sobre o assunto em seu jornal, The Revolution, em 1869, argumentando que, em vez de meramente tentar aprovar uma lei contra o aborto, sua causa principal deveria também ser abordada. A simples aprovação de uma lei antiaborto seria "apenas cortar o topo da erva daninha, enquanto sua raiz permanece”, segundo relato documentário.
Já na segunda fase do feminimso,em alguns países europeus, as mulheres ainda não tinham alguns direitos importantes. As feministas nesses países continuaram a lutar pelo direito de voto. Na Suíça, as mulheres ganharam o direito de votar em eleições federais apenas em 1971[39] e no cantão de Appenzell Interior as mulheres obtiveram o direito de votar em questões locais só em 1991, quando o cantão foi forçado a fazê-lo pelo Supremo Tribunal Federal da Suíça. Em Liechtenstein, as mulheres conquistaram o direito de votar em 1984, depois de um referendo, segundo relatava o documentário 

As feministas continuaram a campanha para a reforma das leis de família que davam aos maridos controle sobre suas esposas. As leis em relação a isso foram abolidas no século XX no Reino Unido e nos Estados Unidos, mas em muitos países da Europa continental as mulheres casadas ainda tinham poucos direitos. Por exemplo, na França as mulheres casadas receberam o direito de trabalhar sem a permissão de seu marido apenas em 1965. As feministas também trabalharam para abolir a "isenção conjugal" nas leis de estupro, que impediam o julgamento dos maridos que estupravam suas próprias esposas. As tentativas anteriores das feministas da primeira onda, como Voltairine de Cleyre, Victoria Woodhull e Elizabeth Clarke Wolstenholme Elmy, para criminalizar a violação conjugal no final do século XIX não tiveram sucesso, sendo que isto foi apenas alcançado um século mais tarde na maioria dos países ocidentais, mas ainda não foi conquistado em muitas outras partes do mundo,segundo relato do documentário 
As feministas da segunda fase do feminismo, veem as desigualdades culturais e políticas das mulheres como intrinsecamente ligadas e incentivam as mulheres a entender os aspectos de suas vidas pessoais como profundamente politizados e como o reflexo de estruturas de poder sexistas. A ativista e autora feminista Carol Hanisch cunhou o slogan "o pessoal é político", que se tornou sinônimo da segunda fase,segundo relata do documentário 
á a terceira fase do feminismo, começou no início da década de 1990, como uma resposta às supostas falhas da segunda onda e também como uma retaliação a iniciativas e movimentos criados por esta. O feminismo da terceira onda visa desafiar ou evitar aquilo que vê como as definições essencialistas da feminilidade feitas pela segunda onda que colocaria ênfase demais nas experiências das mulheres brancas de classe média alta,segundo relata o documentário 
Uma interpretação pós-estruturalista do gênero e da sexualidade é central à maior parte da ideologia da terceira onda. As feministas da terceira onda frequentemente enfatizam a "micropolítica" e desafiam os paradigmas da segunda onda sobre o que é e o que não é bom para as mulheres. A terceira onda teve sua origem no meio da década de 1980; líderes feministas com raízes na segunda onda, como Gloria Anzaldua, bell hooks, Cherrie Moraga, Audre Lorde, Maxine Hong Kingston e diversas outras feministas negras, procuraram negociar um espaço dentro da esfera feminista para a consideração de subjetividades relacionadas à raça,segundo dizia o documentário 
A terceira fase do feminismo também apresenta debates internos. O chamado feminismo da diferença, cujo importante expoente é a psicóloga Carol Gillian, defende que há importantes diferenças entre os sexos, enquanto outras vertentes creem não haver diferenças inerentes entre homens e mulheres defendendo que os papéis atribuídos a cada gênero instauram socialmente a diferença, segundo relatava o documentário
Talvez tenhamos alguns mitos e verdades sobre o que realmente é o feminismo. Eu estive na Suíça e na Itália em 2013 e pude questionar suíços e italianos que falavam português sobre o que é o feminismo.
Todos os suíços e italianos me disseram que o feminismo é um movimento político que luta pela igualdade de gêneros por meio do empoderamento feminino. Já no Brasil, alguns me responderam que o feminismo é feito por mulheres mal amadas que estão em guerra com os homens.
A ideia de que as mulheres do feminismo estão em guerra com os homens é uma grande bobagem. Durante o meu curso de Comunicação Social  na FIAM, eu conheci mulheres adeptas do feminismo que tem namorado e filhos. O feminismo não está em guerra contra os homens, mas sim contra o fato da mulher ser um objeto de posse.
A ideia de que as feministas são mal amadas, é simplesmente um conceito machista do patriarcado que ainda vivemos aqui no Brasil. As mulheres adeptas do feminismo têm os mesmos desejos que qualquer mulher no mundo. Sim leitor (a): As mulheres adeptas do feminismo também querem ter família, filhos e um labrador, por exemplo. O que as mulheres adeptas do feminismo simplesmente não querem é ter se tornar o objeto de posse de alguém. O que convenhamos, é completamente diferente do conceito de que essas mulheres quererem entrar em guerra contra os homens.
Ao longo da história o feminismo sempre lutou contra os conceitos do "ter" e "possuir" em relação as mulheres. A luta do feminismo sempre foi contra o conceito de que a mulher é um objeto de posse, não necessariamente contra os homens. Por exemplo, muitas feministas que eu conheci, tem filhos (a) e namorado, por exemplo. Portanto, isso já rechaça completamente o conceito machista de que as mulheres adeptas do feminismo estão em guerra com os homens.


E assim caminha a humanidade.

Imagem : Site Elo 7

domingo, 14 de abril de 2019

O dia mundial da conscientização do autismo.


O dia mundial da conscientização do autismo.



Caro (a) leitor (a). Considera-se pessoa com deficiência aquela pessoa que tem um impedimento de longo prazo, de natureza física, mental, intelectual ou sensorial, o qual, em interação com uma ou mais barreiras, pode obstruir sua participação plena e efetiva na sociedade em igualdade de condições com as demais pessoas.

O ensino superior é o nível mais elevado no sistema de ensino. O ensino superior é alto nível de ensino que é realizado nas universidades, faculdades, institutos politécnicos, escolas superiores ou outras instituições que conferem graus acadêmicos ou diplomas profissionais.

O transtorno da deficiência intelectual é caracterizada pelo comprometimento das habilidade mentais gerais. O transtorno da deficiência intelectual afeta as habilidades cotidianas, que consequentemente, afetam habilidades conceituais, sociais e práticas.

Sim leitor (a). Eu sou portador de deficiência intelectual. Eu trabalho na Loja Riachuelo do Shopping Ibirapuera, nas vagas para PCDS (pessoa com deficiência). Durante 04 anos e meio, entre Agosto de 2012 á Dezembro de 2016, cursei a habilitação em Jornalismo, no curso de Comunicação Social,  nas Faculdades Integradas Alcântara Machado (FIAAM FAAM).

Eu conclui a habilitação em Jornalismo, no curso de Comunicação Social,  em 22 de Dezembro de 2016, com o trabalho sobre a Inserção dos Portadores de Necessidades Especiais no Mercado de Trabalho.

A conclusão do curso superior, foi fundamental para a minha inclusão na sociedade. Uma sociedade democrática, é construída pela igualdade e respeito a diversidade.

Eu tive que lutar muito contra as minhas dificuldades para concluir a habilitação em Jornalismo. Na minha luta diária na Universidade, eu senti na pela o quanto nós pessoas com deficiência, temos que lutar muito para alcançarmos as nossas metas no cotidiano.

Por isso, é fundamental que nossos governantes (independentemente do espectro político), estejam comprometidos com a igualdade e o respeito a diversidade na sociedade contemporânea.

Eu tive que ralar muito na Universidade para conseguir concluir minha habilitação em Jornalismo. Na minha luta para concluir a graduação, eu senti na pele as dificuldades das pessoa com alguma deficiência.

Minha maior realização foi no dia em que conclui minha habilitação em Jornalismo na Comunicação Social, em 22 de Dezembro de 2016. No entanto, me causa tristeza, saber que muitas pessoas com deficiência, simplesmente estão jogadas a exclusão social.

Uma sociedade realmente democrática, se constrói pelo respeito a diversidade humana. Nós, pessoas com deficiência, temos que lutar arduamente para alcançarmos as nossas metas. E digo por experiência própria. Pois eu lutei muito para concluir a minha habilitação em Jornalismo na Comunicação Social.

Por isso, é absolutamente fundamental, que nós nos pautemos por governantes comprometidos com o respeito a diversidade na sociedade. Uma democracia, apenas é construída pelo respeito as diferenças.

Independentemente do espectro político. Nossos governantes devem estar comprometidos com o respeito a diversidade no Brasil.

Minha homenagem aodia mundial da conscientização do autismo.  

E assim caminha a humanidade. 




E assim vai caminhando a humanidade.

Imagem : Site Elo 7




sábado, 13 de abril de 2019

As controversas sobre o Congresso.


As controversas sobre o Congresso.



Segundo a matéria de hoje do Portal da Folha de São Paulo, apesar da imagem da maioria dos brasileiros sobre deputados e senadores não ser positiva, à aprovação á atuação do Congresso Nacional aumentou e atingiu neste ano um quinto da população (22 %),segundo pesquisa Datafolha.
A reportagem cita que se trata do maior patamar já aferido em inicio de legislatura pelo instituto (que fez pesquisas semelhantes em 2007 e 2015).A Folha ainda cita que ele é registrado após uma eleição  com grau de renovação no legislativo. A Folha ainda cita na matéria na matéria que em Abril de 2015,só 11 % tinham avaliação boa ou ótima do Congresso. A reportagem cita também que em 2007 eram 16 %.
A Folha também cita na reportagem, que embora esse índice tenha  subido para 22 % em 2019,a fatia dos que reprovam os congressistas é maior (32 % classificam como ruins ou péssimos),Outros 41 % avaliam atuação deles como regular ,e 5 % não souberam opinar.

Á você que está me lendo eu digo : A renovação no congresso já era esperada, pois o sentimento de revolta da população com o sistema político levou a ruptura de parte da sociedade com a Social Democracia na ultima eleição. Ainda cabe ressaltar que o PSL que é partido do presidente Jair Bolsonaro puxou a renovação, o que confirma a ruptura com a Social Democracia no ultimo pleito presidencial.
No entanto, parte desse eleitorado que rompeu com a Social Democracia é extremamente critico e ainda puxa a maioria dos que ainda reprova o Congresso Nacional. Sim leitor (a),na ultima eleição Jair Bolsonaro recebeu da Operação Lava Jato, um cavalo arriado que não consegue montar pela fabrica de crises em seu governo.
Algumas das atitudes do ex-militar comprometem a governabilidade do país e pioram ainda mais o cenário econômico, talvez parte dos 32 % que ainda reprovam o Congresso Nacional, não veem perspectivas para a retomada da economia a médio e longo prazo. Sempre cabe ressaltar que o eleitor que comandou a renovação no Congresso espera o fim da corrupção e a retomada do crescimento econômico, o que é dificultado com o discurso extremista do Palácio do Planalto.

Imagem : Site Elo 7


E assim caminha a humanidade.

sexta-feira, 12 de abril de 2019

O rombo fiscal em 2020.


O rombo fiscal em 2020.



Segundo a reportagem de hoje do Portal Terra,com a piora do cenário econômico e da arrecadação do país,o governo deve rever,para pior,a meta fiscal para o ano que vem.O Terra cita na reportagem,que até agora,a equipe econômica vinha trabalhando com a possibilidade de um déficit de até R$ 110 bilhões em 2020. Ainda de acordo com o Terra,estimativas preliminares apontam ,porém para um rombo de R$ 10 bilhões a R$ 15 bilhões  maior .A reportagem cita que para este ano a projeção é de um rombo de até R$ 139 milhões.
Ainda de acordo com o Terra,na visão do governo,a mudança na previsão para o ano que vem,que deve ser anunciada na segunda feira,será um alerta adicional para a necessidade de aprovação da reforma da Previdência. A reportagem afirma que na área econômica ,fontes avaliam que sem a reforma,o quadro de déficit pode se estender até o último ano de mandato do Presidente Jair Bolsonaro,em 2022.

A você que está me lendo eu digo: O cenário econômico  não é dos melhores no Brasil,e como eu sempre digo,o extremismo de certas alas do governo federal apenas contribui para a piora da economia.Sim leitor (a),pois o presidente Jair Bolsonaro ainda é refém do discurso de campanha em que prometeu aos seus eleitores “exterminar os governos de coalizão em todo o país “.No entanto,sem capacidade de negociação no congresso,é inviável que qualquer Presidente da República consiga governar de maneira minimamente sustentável.
A estrutura congressista é composta por diversos parlamentares que representam a diversidade de opiniões na sociedade, portanto, a negociação na política se faz necessária para o andamento da economia e da governabilidade no país. É sempre importante ressaltar que sem governabilidade o país vive uma incerteza política e assim o dólar dispara e a bolsa de valores cai. O andamento da economia depende da capacidade de governabilidade do Presidente da República, que, no entanto, deve abandonar seus extremismos e aderir a realidade de um governo democrático. Isso para o bem da economia do país.


E assim caminha a humanidade.

Imagem : Site Elo 7


quarta-feira, 10 de abril de 2019

As controversas na Reforma da Previdência


As controversas na Reforma da Previdência



Segundo a reportagem de hoje do Portal da Folha de São Paulo, a proposta da reforma da Previdência proposta pelo governo Bolsonaro é rejeitada por 51 % dos brasileiros,mostra pesquisa Data Folha.A Folha cita na reportagem que 41 % são favoráveis,2% são indiferentes e 7 % não sabem.
Ainda  de acordo com a Folha, a oposição á reforma é maior entre as mulheres (56 %) e supera o apoio por pelo menos dez pontos em todas as faixas etárias até 59 anos de idade. Ainda segundo a matéria da Folha,entre os homens,48 % se dizem a favor e 45% contra, um empate técnico (a margem de erro é dois pontos percentuais para mais ou para menos). A Folha ainda cita na matéria que o apoio á reforma é numericamente superior também entre os de renda familiar acima de dez salários mínimos (R$ 9.998 em 2019),%)50 % apoiam a reforma e 47 % são contra. Ainda segundo a reportagem, a maior rejeição,de 63 % aparece entre os funcionários públicos ( 5% da amostra ).

Á você que está me lendo eu digo : Todos dizem que tem que dar uma contribuição ao país, entretanto, ninguém quer que o governo federal mexa na sua aposentadoria. Certamente boa parte dos deputados e senadores vão propor alterações na reforma proposta pelo Presidente Jair Bolsonaro. Sim leitor (a),a reforma da Previdência é um tema extremamente impopular que tira votos preciosos na época das eleições, nessa hora tanto os novatos quanto os veteranos na política falam a mesma linguagem em nome da sobrevivência política.
Isso sem mencionar que a reforma penaliza o trabalhador rural que pela precariedade da sua mão de obra não terá como comprovar que contribuiu o tempo necessário para se aposentar aos 65 anos, esses brasileiros estão condenados á trabalhar até a morte.
E também conforme uma matéria da própria Folha de São Paulo, o brasileiro espera se aposentar no máximo até os 61 anos de idade. Os funcionários públicos por exemplo, não querem perder sua qualidade de vida, portanto eles farão resistência se o governo federal mexer na sua aposentadoria. Provavelmente alguma reforma será aprovada, mas em nome da sobrevivência política, deputados e senadores certamente vão propor alterações em uma reforma muito  aprofundada.

E assim caminha a humanidade.

Imagem : Site Elo 7





segunda-feira, 8 de abril de 2019

A avaliação do Presidente Jair Bolsonaro.


A avaliação do Presidente Jair Bolsonaro.




Segundo a reportagem de hoje do Portal G1 da Rede Globo, à pesquisa divulgada neste domingo (7) pelo jornal “Folha de São Paulo” mostra os seguintes percentuais de avaliação  do governo do Presidente Jair Bolsonaro (PSL) :
Ótimo bom :32 %
Regular : 33 %
Ruim Péssimo : 30 %
Não sabe não respondeu :4%
O G1 afirma que a pesquisa ouviu 2.086 pessoas com mais de 16 anos, em 130 municípios, nos dias 2 e 3 de Abril. O G1 também cita que a margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos. A reportagem do G1 também afirma que é a pior avaliação para um presidente da República no inicio de primeiro mandato desde 1990.Fernando Collor (até então no PRN) tinha 19 % de reprovação após três meses, contra 16 % de Fernando Henrique Cardoso (PSDB),10 % de Lula (PT) e 7 % de Dilma (PT).
O G1 cita que a ex presidente é quem tinha a melhor avaliação:47% de Ótimo bom em 2011,Lula tinha 43 %,contra 39 % de FHC e 36 % de Collor. Também segundo o G1,a expectativa  com o futuro governo após três meses de mandato, é a pior desde 1995:59 % esperam que ele faça um governo ótimo ou bom, contra 48% de FHC,76% de Lula e 77 % de Dilma. O G1 também cita que antes da posse, 65% esperavam que Bolsonaro fizesse um governo ótimo ou bom, contra 17% de regular  e 12% ruim ou péssimo. O G1 também afirma que hoje os que acreditam em um governo regular são 16% e ruim ou péssimo 23 %.

Á você que está me lendo eu digo : A Operação-Lava-Jato desmoralizou completamente os três maiores partidos que governaram o país desde a sua redemocratização. PT,PSDB e MDB que são os pilares da Social Democracia no Brasil foram desmoralizados pela Lava-Jato e caíram em desgraça com parte da população.
Sim leitor (a),parte dos brasileiros rompeu com a Social Democracia na ultima eleição devido aos sentimento de revolta com a corrupção escancarada exposta pela Lava-Jato. Jair Bolsonaro foi alçado a condição de “mito” pelos seus apoiadores devido ao seu discurso de “extermínio dos governos de coalizão no país”. No entanto, o ex militar não consegue montar no cavalo arriado que recebeu devido as crises fabricadas pelo seu próprio governo.
Além das candidaturas laranja tivemos a desastrosa declaração do ministro da educação defendendo a comemoração do golpe militar de 31 de Março de 1964 que é reprovada pela maioria da população. O eleitorado do atual presidente é extremamente critico e espera e retomada do crescimento econômico e não necessariamente as ideias extremistas do atual presidente da República. Além disso, o discurso radical do extermínio da coalizão política é inviável em uma sociedade contemporânea. A política é composta por diversos deputados e senadores que representam a pluralidade de opiniões na sociedade, sendo assim, a capacidade de negociação é necessária em nome da governabilidade.
Um chefe de estado sem articulação política não traz resultados na economia, e é justamente isso que espera o eleitorado do ex-militar. Extremismos políticos não trazem resultados na retomada do crescimento econômico.


E assim caminha a humanidade.

Imagem : Site Elo 7


O fruto do desgoverno no país.


O fruto do desgoverno no país.



De acordo com a reportagem de hoje do Portal G1 da Rede Globo,a pesquisa Datafolha divulgada nesta segunda feira (8) pelo jornal “Folha de São Paulo” mostra que caiu o otimismo do brasileiro com a economia e a sua própria situação.
O G1 afirma que o percentual de pessoas que acreditam que a situação econômica brasileira vai melhorar nos próximos meses caiu de 65% em dezembro de 2018,para 50% em abril.Já a parcela dos que esperam uma piora passou de 9 para 18%.
O G1 diz que o levantamento é o primeiro do Datafolha sobre a expectativa da população sobre a economia após a posse do presidente Jair Bolsonaro.A reportagem afirma que a pesquisa ouviu 2.086 pessoas com mais de 16 anos,em 130 municípios,nos dias 2 a 3 abril.Segundo o G1,a margem de erro é dois pontos percentuais,para mais ou para menos.

Á você que está me lendo eu digo: A crise econômica e a corrupção generalizada fez com que parte da população rompesse com a Social Democracia e elegesse Jair Bolsonaro na ultima eleição presidencial.Os apoiadores do ex militar o alçaram a condição de “mito” pelo fato dele ter prometido “exterminar os governos de coalizão em todo o país”.
No entanto, em qualquer governo sustentável, a capacidade de coalizão política é fundamental.Sim leitor (a),é como eu sempre venho dizendo,a política é composta por deputados e senadores que representam a diversidade de opiniões na sociedade contemporânea.Portanto a arte de fazer política requer a arte da negociação para a tramitação de pautas relevantes para o governo,a falta de articulação reflete negativamente na economia do país.
O desgoverno de um chefe de estado afeta a bolsa de valores,o dólar dispara e o mercado interno no Brasil se desequilibra,consequentemente isso apenas afeta um país que já conta com mais de dez milhões de desempregados.A governabilidade de qualquer presidente ou primeiro ministro é viabilizada pela sua capacidade de dialogar com o parlamento,é como eu venho sempre batendo aqui : Negociação é o oposto de negociata e a política representada pela pluralidade de opiniões em uma sociedade contemporânea requer a arte da negociação pelo denominador comum.


E assim caminha a humanidade.

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domingo, 7 de abril de 2019

A questão sobre o governo militar de 1964.


A questão sobre o governo militar de 1964.



Nessa semana tivemos a polemica sobre a declaração do ministro da educação ter dito que não houve o golpe militar em 31 de Março de 1964.Segundo declarações do ministro,houve na verdade uma defesa da democracia no Brasil com a vontade da população.
A ditadura militar no Brasil se refere ao regime instaurado em 01 de Abril de 19864 e que durou até 15 de Março de 1985, sob o comando de sucessivos governos militares. De caráter autoritário e nacionalista, teve inicio com o golpe  militar que derrubou o governo de João Goulart,o então presidente democraticamente eleito. O regime acabou quando José Sarney assumiu a presidência, o que deu inicio ao período conhecido como Nova República (ou Sexta República).
Apesar das promessas iniciais de uma intervenção breve,a ditadura militar durou 21 anos.Além disso,o regime pós em pratica vários atos institucionais,culminando com o Ato Constitucional Número Cinco (AI-5) de 1968,que culminou por dez anos.A Constituição de 1946 foi substituída pela Constituição de 1967e,ao mesmo tempo,o Congresso Nacional foi dissolvido,liberdades civis foram suprimidas e foi criado um código de processo penal militar que permitia que o Exército brasileiro e a Policia Militar pudessem prender e encarcerar pessoas consideradas suspeitas,além de impossibilitar qualquer revisão judicial.
Os militares alegavam que o golpe de estado em 31 de Março de 1964,qualificado por seus apoiadores como uma revolução,instituiu um regime militar que durou até 1985.Os militares e os governadores que o apoiaram afirmaram que era necessário derrubar João Goulart,que eclodiu cinco anos após o alinhamento cubano á União Soviética,sob a alegação de que havia no Brasil uma ameaça comunista.
Pessoas que viveram a época da ditadura afirmam até hoje que o governo era autoritário e que pessoas morreram,foram presas ou desapareceram durante o governo militar no Brasil.Um dos casos mais conhecidos do grande público é do jornalista Vladimir Herzog que teria sido assassinado pelos militares na época. Caro leitor (a),o que precisamos entender é que somente chegamos aos tempos insanos de hoje por causa do apodrecimento na política tradicional.
Embora a corrupção no Brasil exista desde o seu descobrimento,com a maior independência e autonomia conseguida nos últimos anos,a Polícia Federal expos a elite política no Brasil como nunca antes na história do Brasil.E veja bem,não adianta dizer que foi apenas esse ou aquele partido leitor (a).Os três maiores partidos que governaram o país desde a sua redemocratização foram totalmente desmoralizados devido a agencia policial de seus caciques com o ex juiz Sérgio Moro e a Operação-Lava-Jato.
PT,PSDB e MDB foram totalmente desmoralizados pela Operação-Lava-Jato e isso levou parte dos eleitores á um sentimento de incredulidade e revolta com o sistema político e assim houve um rompimento com a Social Democracia no Brasil,os três partidos são justamente  os pilares da Social Democracia no Brasil . As pessoas que votaram em Jair Bolsonaro o fizeram para deixar seu protesto contra a corrupção generalizada na política tradicional,isso fez com que o discurso do ex militar prometendo “exterminar os governos de coalizão no país” o fizesse ser chamado de “mito” por seus apoiadores.
Estamos vivendo os tempos atuais devido a podridão escancarada na política tradicional, a declaração do ministro da educação apenas reflete o rompimento de parte da sociedade com a Social Democracia no Brasil . Sim leitor (a), esse sentimento de incredulidade e revolta, fez com que parte dos brasileiros entendesse que coalizão significa corrupção.


E assim caminha a humanidade.

Imagem : Site Elo 7

sábado, 6 de abril de 2019

A Repercussão sobre 31 de Março de 1964.


A Repercussão sobre 31 de Março de 1964.



Segundo a reportagem de hoje do Portal G1 da Rede Globo,para 57% dos brasileiros a data de 31 de Março de 1964 deveria ser desprezada,enquanto para 36 % a data merece comemoração.A reportagem do G1 afirma que o instituto Datafolha entrevistou 2.086 pessoas em 130 municípios entre terça feira (2) e quarta feira (3).A reportagem diz que a margem de erro é dois pontos percentuais,para mais ou para menos.
Segundo o G1,a pesquisa vinculada neste sábado no Jornal “Folha de São Paulo”,aponta que a comemoração da data que marcou o inicio da ditadura militar no Brasil,incentivada pelo Presidente Jair Bolsonaro no mês passado,não tem o apoio da maioria da população.De acordo com o G1,o desprezo á data do golpe tem maior apoio entre os mais jovens,mais escolarizados e mais ricos da população.O G1 cita que entre as pessoas de 16 a 24 anos,64% são contrários á comemoração da data.Ainda segundo a reportagem,a porcentagem chega a 67% entre quem tem ensino superior e a 72% entre os de renda familiar superior a dez salários mínimos.
O G1 cita que segundo o Data Folha,foram favoráveis á celebração do golpe 42 % das pessoas com mais de 60 anos,43 % dos que tem ensino fundamental e 39% dos que tem renda mensal familiar de até dois salários mínimos.

Á você que está me lendo eu digo : As pessoas que elegeram Jair Bolsonaro á Presidencia da República em Outubro do ano passado,o fizeram como protesto pela podridão na política envolvendo os partidos mais tradicionais da política brasileira.Sim leitor (a),o eleitorado do ex militar queria somente a volta do funcionamento dos serviços essenciais no estado e a retomada da economia.Os dados levantados pela reportagem do Portal G1 mostram que mesmo o eleitorado com mais escolaridade e com mais renda não compartilha das ideias extremistas do atual Presidente da República.
A maioria das pessoas que viveram o governo militar ainda tem as feridas abertas por não terem tido a chance de velar seus parentes desaparecidos. Está mais do que na hora de Jair Bolsonaro abandonar o discurso populista e começar a governar, é como eu sempre venho dizendo,o eleitorado que votou no ex militar é impiedoso e critico e com certeza não vai tolerar escorregões de um chefe de estado sem governabilidade e que não traga resultados práticos na retomada do crescimento econômico.
Além do mais, defender a ditadura é um verdadeiro crime para a maioria das pessoas que viveram aquele período perdendo seus familiares e entes queridos para o governo militar. Mais uma vez, o Presidente Jair Bolsonaro caiu em contradições ao reabrir essa ferida na história do Brasil.
O bolsonarismo é um fenômeno político de extrema-direita que eclodiu no Brasil com a ascensão da popularidade de Jair Bolsonaro, especialmente durante sua campanha na eleição presidencial no Brasil em 2018, que o elegeu presidente. A crise do petismo durante o governo Dilma Rousseff, precipitada e acelerada pela crise político-econômica de 2014, fortaleceu a ideologia bolsonarista e a nova direita brasileira, que se inserem no contexto da ascensão do populismo da Nova Direita em nível internacional.
O bolsonarismo foi a ideologia predominante do governo Bolsonaro e é associado à retórica de defesa da família, do patriotismo, do conservadorismo, do autoritarismo, de elementos neofascistas, do anticomunismo, do negacionismo científico, do porte de armas, da rejeição aos direitos humanos e da aversão à esquerda política, bem como pelo culto à figura de Bolsonaro, frequentemente chamado de "mito". O escritor Olavo de Carvalho é frequentemente citado como tendo sido o guru da ideologia bolsonarista.
O bolsonarismo é um fenômeno que surge como resposta da classe dominante a alguns fatores: o antipetismo direitista, o medo e a reação à insurgência esquerdista de 2013, assim como as crises econômicas de 2008 e 2014. A principal figura do bolsonarismo ficou por toda sua carreira na política institucional como um político sem expressão nacional. Foi somente com o acúmulo desses fatores que Jair Bolsonaro se tornou uma opção viável. Mesmo na época do impeachment da presidente Dilma Rousseff, o bolsonarismo era um elemento ainda minoritário no cenário político. Bolsonaro conseguiu capitanear a imagem de um político capaz de corrigir a "velha política" e as mazelas do Brasil. Ele conseguiu associar à esquerda o vínculo do petismo e uma suposta degradação moral da sociedade.
O bolsonarismo tem sido associado por estudiosos a elementos do neofascismo,da necropolítica, do antifeminismo e do protestantismo, bem como à defesa da ditadura militar brasileira. Em um estudo que analisa a dimensão linguística da ideologia bolsonarista, Cris Guimarães Cirino da Silva diz que o "termo bolsonarismo tem sido amplamente utilizado para caracterizar práticas populistas que combinam ideias neoliberais e autoritárias embutidas nas falas do ex-presidente do Brasil Jair Bolsonaro e seus seguidores". Desse modo, o bolsonarismo transcende a imagem do culto à imagem de Bolsonaro, encontrando repercussões também entre seus apoiadores e na formulação da política externa brasileira da gestão Bolsonaro, bem como na chamada "onda bolsonarista.
O presidente Jair Bolsonaro (PSL), representa a mediocridade política. Não tenho o minímo respeito pelo presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL), que respresenta o que existe de mais arcaíco em um governante.
O presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL), é mediocre. E por ele não tenho nenhum respeito. 



E assim caminha a humanidade.

Imagem : Site Elo 7


sexta-feira, 5 de abril de 2019

Jair Bolsonaro abandona discurso populista e volta e realidade democrática.


Jair Bolsonaro abandona discurso populista e volta e realidade democrática.



De acordo com a matéria de hoje do Portal Terra,um dia após o embate entre deputados e o ministro da economia Paulo Guedes,o presidente Jair Bolsonaro abriu a agenda para receber líderes e presidentes de sete partidos.Ainda segundo o Terra,com a exceção do DEM,no entanto,os dirigentes das outras legendas saíram das reuniões mostrando ceticismo em relação ao governo e disseram não pretender entrar na base de sustentação do Planalto no Congresso,ao menos por enquanto. O Terra também afirma na reportagem que o mais duro foi o ex-governador Geraldo Alckmin, que preside o PSDB e concorreu contra Bolsonaro na eleição do ano passado.
O Terra também afirma que nos encontros com PSDB,DEM,PSD,PP,PRB e MDB,Bolsonaro pediu ajuda para aprovar reforma de Previdência  na Camara,pediu desculpas por “caneladas”e expos a ideia de criar um conselho político com quem pretende se reunir a cada 15 dias para sentir a temperatura do Congresso.

Á você que está me lendo eu digo : Finalmente o presidente Jair Bolsonaro percebeu que o seu discurso de campanha prometendo “exterminar” todos os governos de coalizão no Brasil é inviável politicamente. Vejam bem,não querendo fazer juízo político,mas qualquer discurso contra a coalizão governamental em um regime democrático é populista e demagogo.Um chefe de estado não consegue governar sem capacidade de articulação no parlamento.
Como eu já disse em outras postagens,todos nós somos adultos para entender que negociação é diferente de negociata.A arte da negociação é fundamental na política,sim leitor (a), a estrutura do parlamento é composta por diversos deputados e senadores representando a pluralidade de opiniões na sociedade,sendo assim qualquer tramitação no congresso se torna inviável sem a capacidade de negociação para viabilizar a tramitação de pautas governamentais no congresso.Ou seja,não existe esse discurso de que um candidato,se eleito,vai acabar com todos os governos de coalizão no país.
A coalizão política é a estrutura fundamental em qualquer governo democrático,sendo assim,o presidente Jair Bolsonaro precisa abandonar o discurso que o fez ser chamado de “mito” por seus apoiadores e negociar a tramitação de suas pautas no congresso nacional.Como chefe de estado,Jair Bolsonaro tem que dar o exemplo e mostrar que negociação é o oposto de negociata.


E assim caminha a humanidade.

Imagem : Site Elo 7

quarta-feira, 3 de abril de 2019

O número de microempreendedores formais no Brasil.


O número de microempreendendores formais no Brasil.



Segundo a matéria de hoje no Portal G1 da Rede Globo, o número de microeenprendores individuais (MEIs) no país ultrapassou neste ano a marca de 8 milhões,fechando março com 8.154.678 cadastros, segundo dados do Portal do Empreendedor do governo federal. OG1 destaca que nos últimos cinco anos ,desde o período pré recessão, o número de MEIs no país já cresceu mais de 120 %.Ainda de acordo com 0 G1,somente nos três primeiros meses do ano, o Brasil já ganhou 379 mil novos microempreendedores individuais.
0 G1 cita que o programa, que em 2019,completa 10 anos, foi lançado para incentivar a formalização de pequenos negócios e de trabalhadores autônomos como vendedores, doceiros. manicures, cabeleireiros  e eletricistas, entre outros, a um custo baixo. O G1 cita que com a crise do mercado de trabalho e aumento de trabalho por conta própria, tem se transformado também em opção de ocupação temporária, de “bico” ou do chamado “empreendedorismo por necessidade”.

Á você que está me lendo eu digo : Em um país com mais dez milhões de desempregados, trabalhar por conta própria se tornou algo necessário. Muito provavelmente os pequenos avanços econômicos que tivemos se dá mais pelo trabalhão por conta própria do que por um crescimento sustentável com abertura de postos de trabalho.
Sim leitor (a),o aumento do emprego tem se dado nos últimos anos em épocas de final de ano, com aberturas de postos de vagas temporárias. A economia brasileira é massacrada pelo baixo poder aquisitivo do trabalhador e de pequena classe média que são terrivelmente massacrados pelo impostômetro brasileiro todos os anos.
E ainda cabe ressaltar que muitas dessas pessoas que partem para o empreendedorismo não conseguem se manter no mercado pelo fato de serem massacrados pelo estado, a carga desigual de impostos torna a economia brasileira insustentável e com o baixo poder aquisitivo da população a economia brasileira não cresce de maneira sustentável.
Para piorar, o desgoverno atual também contribui ainda mais para a piora da economia. Sim leitor (a),um presidente sem governabilidade não controla o preço do dólar e não consegue atrair investimentos no país.

E assim caminha a humanidade.



terça-feira, 2 de abril de 2019

O vídeo sobre o golpe de 1964


O vídeo sobre o golpe de 1964.



De acordo com a matéria do Portal G1 da Rede Globo,o porta voz da Presidência da República,Octávio Rego Barros,que acompanha o presidente Jair Bolsonaro em viagem a Israel,afirmou nesta terça feira (2) que o vídeo em que nega o golpe de 1964,enviado no último domingo (31) por um canal de comunicação do Planalto é um assunto “encerrado”.
“Esse é um assunto que nós já caracterizamos como encerrado” disse Rego Barros segundo a reportagem  do G1 ao ser questionado sobre o vídeo.O G1 também destaca que durante entrevista na manhã desta terça,jornalistas,insistiram com o porta voz sobre a origem do material,e se o vídeo era oficial.Mas,segundo o G1,não obtiveram resposta”Esse é um assunto que nós não queremos comentar” afirmou o porta voz segundo o G1.
A reportagem do G1 diz que a Secretária de Comunicação da Presidência da República informou no domingo que não sabia quem produziu e quem compartilhou o material,embora o vídeo tivesse sido enviado por um canal de comunicação do Planalto.

Á você que está me lendo eu digo : É um crime defender a ditadura militar no Brasil.Veja bem leitor (a),não quero fazer juízo político,mas entretanto muitas pessoas perderam suas vidas durante os 21 anos do período militar.Ao meu ver até a lei da anistia é controversa,ao defender o período militar, o presidente Jair Bolsonaro está desrespeitando a dor dos parentes das vitimas da ditadura que até hoje não conseguiram sepultar seus parentes.Nenhum ser humano merece ser preso ou torturado por ter posições divergentes do status vigente no país.
É inadmissível se defender a tortura e o assassinato em um estado minimamente civilizado,está na hora do presidente Jair Bolsonaro começar a estudar com mais afinco a realidade complexa do país que governa.O Brasil precisa de um presidente que seja o primeiro a chegar e o ultimo a sair do palácio do planalto,aliás,o próprio Bolsonaro entra em contradição com o que ele mesmo diz sobre não abrir as feridas do período militar.Sim leitor(a),ao defender o período da ditadura,o próprio presidente Jair Bolsonaro contribui para reabrir essa ferida.O período militar deveria servir como lição para que o país continue a aprimorar as instituições democráticas.



E assim caminha a humanidade.

Imagem : Site Elo 7


segunda-feira, 1 de abril de 2019

O desgoverno federal e a sobrevivência política.


O desgoverno federal e a sobrevivência política.



De acordo com a matéria de hoje do Portal Terra, as dificuldades na articulação política do governo se refletem no número de proposições de iniciativa do Palácio do Planalto aprovadas pelo Congresso nos quase cem dias de mandato do presidente Jair Bolsonaro:zero.O Terra destaca na reportagem que todos os 16 projetos ou medidas provisórias apresentadas pelo Executivo tramitam em ritmo lento,quase parando,na Camara dos Deputados.
O Terra cita na matéria que as pautas vão desde proposta de emenda á Constituição (PEC) que modifica as regras da aposentadoria no país-que só ganhou redator duas semanas após chegar á Casa-O Terra também cita á medida provisória (MP) 870,que modifica a estrutura dos ministérios e já recebeu 539 emendas. O Terra também cita que os deputados já impuseram duas derrotas importantes ao Palácio do Planalto,primeiro ao rejeitarem o decreto que ampliava número de servidores aptos a classificar documentos como sigilosos,e,depois ao instituírem o Orçamento impositivo,que engessou a gestão das contas.

Á você que está me lendo eu digo :O discurso de campanha feito pelo Presidente Jair Bolsonaro que iria “exterminar” todos os governos de coalizão no país é inviável politicamente.Veja bem leitor (a),a política é composta por vários parlamentares representando a pluralidade de opiniões na sociedade.A estrutura política funciona assim não somente no Brasil,mas em qualquer país democrático no mundo.
Pela pluralidade de opiniões que uma estrutura parlamentar representa,a política requer a arte da negociação para chegar á um denominador comum. É como eu já abordei em outras postagens,negociação é o oposto de negociata,todos nós somos inteligentes e adultos para saber que uma coisa é totalmente o oposto da outra. Um chefe de estado sem capacidade de articulação  política não tem governabilidade,e um presidente sem governabilidade toma decisões equivocadas que afetam a economia do país,pois sem governabilidade de um chefe de estado o dólar dispara e produto interno bruto brasileiro se enfraquece.
Talvez o presidente Jair Bolsonaro poderia tentar desatar esse nó se ele tivesse um projeto para compartilhar com o parlamento,não é exatamente esse o caso,e aí ele perde a capacidade de negociação e tramitação de pautas no camara e no sendo. E também como eu sempre digo aqui no blog,uma medida considerada impopular e que pode tirar votos em época de eleição certamente encontrará muita resistência entre os deputados e senadores.
A Operação-Lava-Jato desmoralizou a política e agora mais do que nunca os políticos vão lutar pelas suas sobrevivências. O exemplo disso é a dificuldade de tramitar a reforma da previdência, sim leitor (a),é como eu sempre digo,uma reforma muito profunda é uma medida impopular e costuma tirar votos importantes em época de eleição e certamente Jair Bolsonaro não é tão burro para não compreender isso.
Na hora de garantir a sobrevivência política,tantos os novatos quanto os veteranos falam a mesma língua para não perder votos com medidas impopulares. Em tempos de sangria feita pela Operação-Lava-Jato,a garantia da sobrevivência política se torna prioridade absoluta entre senadores e deputados.


E assim caminha a humanidade.

Imagem : Site Elo 7