segunda-feira, 17 de agosto de 2020

A luta pela sobrevida de Jair Bolsonaro.

A prioridade do governo de Jair Bolsonaro neste segundo semestre não são as reformas tributária nem administrativa, mas aprovar no Congresso Nacional a prorrogação do auxílio emergencial e a criação do programa social Renda Brasil. O Palácio do Planalto já orientou alguns líderes a começar as negociações neste sentido, segundo o jornalista Valdo Cruz, no seu blog no Portal G1 da Rede Globo.
Segundo um assessor presidencial, isso não significa que o governo não tenha interesse em aprovar a reforma tributária, pelo contrário, segundo o relato do jornalista agora á tarde.
Porém, esse assessor destaca que o enfrentamento da pandemia do novo corona vírus demanda manter uma proteção social às faixas mais vulneráveis da população nos próximos meses, segundo o relato do jornalista na tarde desta segunda feira.
Além disso, há o componente político. O auxílio emergencial aumentou a aprovação de Bolsonaro, principalmente na região Nordeste, onde ele perdeu na eleição presidencial de 2018, segundo relatou o comentarista na tarde desta segunda feira (17).
Ou seja, a manutenção do benefício neste ano e a sua incorporação pelo Renda Brasil são estratégicos para a campanha da reeleição de Bolsonaro, de acordo com o jornalista nesta tarde.

Á você que está me lendo eu digo : O Presidente Jair Bolsonaro perdeu muita força no eleitorado mais escolarizado. Esse eleitorado considera muito ruim o desempenho do mandatário no combate a pandemia.
Contudo, o auxilio emergencial,(que foi proposto pelo Congresso e pelos partidos de oposição), deu ganhos políticos ao Presidente Jair Bolsonaro justamente no eleitorado que o rejeita.
Ou seja : O ministério da economia corre sérios riscos, pois o auxilio emergencial despertou tentações politicas muito grandes em Jair Bolsonaro.
O calculo politico de Bolsonaro é prorrogar o auxilio emergencial o maior tempo possível, visando ganhar territórios estratégicos dos partidos de oposição. A mudança de tom no discurso de Jair Bolsonaro após a prisão de Fabricio Queiroz, visa justamente se aproximar de um eleitorado bem menos radical, eleitorado que tem rejeitado o mandatário nacional, devido ao seu péssimo desempenho no combate a pandemia.
O mandatário precisa ganhar sobrevida, pois seu governo sempre gerou muitas crises e incertezas, principalmente no campo econômico.

E assim caminha a humanidade.



Imagem : Portal UOL.


Bolsonaro é apenas irresponsável ou maluco também? - Thaís Oyama - UOL


A zona sombria na politica brasileira.

A pesquisa Datafolha divulgada neste domingo (16), que mostrou aumento na avaliação negativa do Congresso Nacional, foi feita no momento em que o presidente Jair Bolsonaro passou a explicitar o loteamento político de cargos para o Centrão em troca de uma blindagem no Legislativo, segundo o jornalista Gerson Camarotti no seu blog no Portal G1 da Rede Globo.
A prática, conhecida como "toma lá dá cá", se intensificou nos últimos meses, segundo o jornalista.
Segundo o Datafolha, a reprovação ao Congresso subiu de 32% para 37%; a pesquisa mostrou ainda que a avaliação regular caiu de 47% para 43%; a aprovação do Legislativo se manteve estável, passando de 18% para 17%., segundo o relato do comentarista na manhã de hoje, de acordo com o jornalista nesta segunda feira (17).
Segundo o Datafolha, a reprovação ao Congresso subiu de 32% para 37%; a pesquisa mostrou ainda que a avaliação regular caiu de 47% para 43%; a aprovação do Legislativo se manteve estável, passando de 18% para 17%, de acordo com o jornalista.
Essa postura do presidente Bolsonaro mudou em junho, depois que o ex-assessor Fabrício Queiroz foi preso em um imóvel de propriedade do então advogado da família Bolsonaro, Frederick Wassef. Desde então, o presidente passou a evitar ataques ao Supremo e ao Congresso e consolidou sua aliança com o Centrão, segundo o comentarista.
Segundo o Datafolha, a rejeição ao Congresso é maior entre aqueles que tem ensino superior e os que ganham mais de 10 salários mínimos, justamente entre os formadores de opinião que costumam antecipar tendências. Apesar do aumento da avaliação negativa do Congresso, o presidente Bolsonaro conseguiu diminuir sua rejeição e aumentar sua aprovação nesta rodada, principalmente com a influência do auxílio emergencial de R$ 600. , segundo o comentarista da Rede Globo na manhã desta segunda feira.

Á você que está me lendo eu digo : A politica é algo que conduz a organização e a administração de países e estados . A política é a ciência aplicada não somente a assuntos internos das respectivas nações, mas também a assuntos externos. Nos regimes democráticos a ciência política é a atividade dos cidadãos que se ocupam dos assuntos públicos com seu voto ou com sua militância.
A negociação é a ciência aplicada em uma organização pluralizada, a negociação visa a minimização das diferenças em nome de uma causa ou bem comum no âmbito coletivo.
A negociata é uma negociação em que existe comprovada trapaça, ou seja, algo suspeito e comprovadamente desonesto. A Operação Lava Jato aniquilou os partidos políticos e a politica como nós conhecemos desde a época da redemocratização. As pessoas passaram a associar a negociação com a negociata.
Contudo, em um país patrimonialista como o Brasil, aonde a separação entre o público e o privado nunca foi muito nítida, sempre existiu uma zona cinzenta para que as negociações se transformassem em grandes negociatas.
O patrimonialismo fica mais nítido com o notório fisiologismo suprapartidário que sempre existiu na politica brasileira. Isso abre espaços para que exista a rejeição a politica e ao Congresso Nacional. Na politica brasileira, as grandes negociatas sempre se misturaram ao fisiologismo nas estruturas governamentais ao longo da nossa história. 
O patrimonialismo brasileira se funde com o fisiologismo, isso faz com que parte da população rejeite o Congresso Nacional.

E assim caminha a humanidade.



Imagem : Site Correio do Povo.


Congresso Nacional gasta R$ 10,8 bilhões por ano


domingo, 16 de agosto de 2020

A psicanálise da teoria etnográfica.

A teoria etnográfica é uma teoria da psicanálise da Comunicação Social. Essa teoria do jornalismo circunscreve que o desafio do jornalista é expressar os fatos por diferentes pontos de vista. A teoria etnográfica também diz que o comunicador deve se despir de ilusões estereotipadas e conceitos pré formados, enxergando o mundo pela lente dos outros.
A teoria etnográfica diz que o jornalista enxerga o mundo sob as lentes da sua cultura profissional. O Jornalismo é exercido sob a arte de contar histórias e relatar fatos com conhecimentos científicos. As formas de contar histórias e relatar fatos é tida pelas respectivas linhas editoriais dos veículos de comunicação. Mas afinal, o que é a linha editorial ?
A linha editorial é uma política determinada pela direção do veiculo de comunicação ou pela diretoria da empresa que determina "a lógica pela qual a empresa jornalística enxerga o mundo; ela indica seus valores, aponta seus paradigmas e influencia decisivamente na construção de sua mensagem".
Um dos conceitos psicanalíticos da teoria etnográfica é a grande dificuldade que os jornalistas tem em aceitar não necessariamente são o reflexo preciso da realidade. A psicanalise dessa teoria diz que talvez seja fruto da ausência de uma observação mais distanciada sobre a sua profissão.
Será que no fundo a psicanálise da teoria etnográfica não está no nosso aspecto mundano ? Se as linhas editoriais em tese refletem as verdades de mundo dos meios de comunicação e de seus telespectadores, será que no fundo as verdades humanas não tem seus próprio conceito etnográfico ?
Será que os nossos conceitos de comunicação não refletem as verdades psicanalíticas de cada pessoa ou jornalista ? Será que os nossos conhecimentos e meios científicos para o exercício do jornalismo não se baseiam na nossa própria visão da realidade?
Até que pontos o jornalismo não reflete o conceito etno e cultural de cada pessoa ? E não seria sob essa lente que vamos relatar fatos cotidianos ? Teria fim essa reflexão psicanalítica da comunicação ? E assim esse jornalista foca se despede de você leitor (a).

E assim segue o jornalismo no mundo . E assim caminha a humanidade.

Imagem : Site Prezi



Teoria Etnográfica by Lívia Riboldi on Prezi Next

A psicanalise da Teoria Instrumental.

A Teoria Instrumental, ou Teoria da Ação Política, diz que as notícias servem a determinados interesses políticos. O Instrumentalismo na Teoria Instrumental é o paradigma dos estudos da parcialidade com o objetivo de verificar a existência ou não de distorções nos textos noticiosos.
Na sua essência psicanalítica, a teoria instrumental afirma que para o jornalismo de esquerda, as notícias são instrumentos para manter o status quo capitalista.
Já no jornalismo de direita, as notícias são utilizadas para questionar o sistema.
O jornalismo Jornalismo é a coleta, investigação e análise de informações para a produção e distribuição de relatórios sobre a interação de eventos, fatos, ideias e pessoas que são notícia e que afetam a sociedade em algum grau. A palavra se aplica à ocupação (profissional ou não), aos métodos de coleta de dados e à organização de estilos literários. A mídia jornalística inclui: impressão, televisão, rádio, Internet e, no passado, noticiários.
Será que no conceito puro da psicanálise humana, a teoria instrumental não é a forma do ser humano expressar suas visões de mundo questionando o sistema? Pois no jornalismo, as linhas editoriais não seriam as respectivas formas do comunicador fazer seu público .Mas afinal, o que é a linha editorial ?
A linha editorial é a política organizacional determinada pela direção do veículo de comunicação ou pela diretoria da empresa. A linha editorial determina a lógica pela qual o veículo de comunicação enxerga o mundo, indicando seus valores, apontando seus paradigmas e influência na construção de sua mensagem.
Então quem sabe podemos dizer que as teorias instrumentais são as questões mais íntimas dos jornalistas e de seus respectivos públicos. Pois afinal de contas, todos os seres humanos vivem constantemente questionando todos os tipos de status quo.
Talvez, a teoria instrumental diga que na psicanalise da comunicação social, os jornalistas, os donos dos veículos de comunicação, e principalmente seus respectivos consumidores, alimentam suas próprias teorias instrumentais dentro de si para tentar questionar todo o tipo de verdade absoluta.
A teoria instrumental talvez seja a psicanálise comunicativa mais clara de que os jornalistas e o público sempre irão ter suas próprias teorias instrumentais para questionar as verdades absolutas que lhe são apresentadas.
Será que  a maravilha fascinante da Comunicação Social, não é justamente questionar os modelos de verdades absolutas apresentadas pelo status quo ? Será que os jornalistas e o público não tem seus próprios conceitos de verdade instrumental ? Talvez a psicanálise reflexiva da teoria instrumental nunca tenha fim.
E assim esse jornalista foca se despede de você caro (a) leitor (a): E assim caminha a psicanálise jornalística, não é mesmo ?

E assim segue a humanidade .


Imagem : Site Prezi Next.


TEORIA DA AÇÃO POLÍTICA by Ana Carolina C. dos Anjos on Prezi Next

sábado, 15 de agosto de 2020

A Teoria de Newsmaking no Jornalismo e no Mundo.

Hoje caro (a) leitor, vou abordar outra teoria da psicanálise da Comunicação, a teoria do jornalismo, conhecida como a teoria de Newsmaking.
A teoria de Newsmaking,é uma teoria do Jornalismo, que afirma antes de ser um reflexo do real, a notícia é uma construção social de uma suposta realidade. Segundo essa teoria jornalística, os discursos jornalísticos são submetidos a uma série de operações e expressões sociais, constituindo assim, o senso comum que os jornalistas chamam de notícia. A teoria de Nesmaking também diz, que de uma maneira geral, a imprensa não reflete a realidade, mas ajuda a construí-la.
Então caro (a) leitor (a):Será que não podemos concluir, que de certa forma, a teoria de newsmaking não ajuda os veículos de comunicação a ajudar a construir sua própria realidade para os seu respectivo público ?. Pense bem :Como eu já abordei em outra postagem: A linha editorial é uma política predeterminada  pela direção do veículo de comunicação ou pela direção da empresa, que determina a “lógica pela qual a empresa jornalística enxerga o mundo” A linha editorial indica seus valores, aponta seus paradigmas e influencia decisivamente na construção de sua mensagem.
Caro (a) leitor (a):Se aceitarmos a teoria de Newsmaking como uma das verdades do jornalismo. Será que não podemos concluir, se pensarmos a psicanálise da comunicação com mais profundidade, que ainda que a imprensa não reflita a realidade de uma forma geral, mas,que,no entanto, ajuda a construí-la ,será que os veículos de imprensa não querem ajudar a moldar apenas a sua visão do jornalismo ?,e assim cativar sua audiência e público ? E consequentemente construir a sua própria verdade, seguindo o pensamento da teoria de newsmaking? Então, isso nos leva a pergunta, afinal, o que é o jornalismo? O Jornalismo é a coleta, investigação e analise de informações para produção e distribuição de relatórios sobre a interação dos fatos, eventos, ideias e pessoas que são noticia e que afetam a sociedade, em algum grau. Já o profissional do Jornalismo, é responsável por captar, investigar, redigir e transmitir informações através dos veículos de comunicação.(Rádio,Televisão,Jornal,Internet,etc...)
Assim como também sabemos que o jornalista seleciona rigorosamente o que vai ser publicado, segundo a linha editorial do veículo no qual ele trabalha. Então leitor (a),eu e você podemos introduzir a pergunta: Será que no fundo, tanto os jornalistas, quanto os meios de comunicação não tem dentro de si as verdades da teoria de newsmaking ?
Será que no fundo, essa teoria da psicanálise jornalística, que diz que a imprensa ajuda a construir a realidade, não reflete na verdade a verdade mais  intima de todos nós,(independentemente de sermos  jornalistas ou não),em tentarmos construir a realidade segundo as nossas próprias verdades, segundo teoria jornalística ? Até que ponto a teoria de nesmaking não reflete a ansiedade das verdades humanas em pensar e ajudar a construir a sua própria realidade? Será que a linha editorial dos veículos de comunicação, apenas não reflete a teoria de newsmaking na busca da construção de uma realidade pelos nossos próprios olhos?,(isso independentemente se sermos jornalistas ou não). E assim, esse comunicador humildemente, se despede de vocês.
E assim sempre vai caminhando o jornalismo: E assim sempre  vai caminhando a humanidade.

Imagem : You Tube.

TEORIA NEWSMAKING: FÁBRICA DE NOTÍCIAS - YouTube

A teoria da Espiral do Silencio no Jornalismo e no Mundo em que vivemos.

Bom dia leitor (a):Hoje vou falar de um conceitos da psicanálise da Comunicação, que é a Teoria da Espiral do Silencio. A Teoria da Espiral do Silencio é uma teoria da ciência política e da comunicação de massa proposta em 1977 pela alemã Elisabeth Noelle Neumann. Segundo as ciências da Comunicação, neste modelo de opinião pública, a ideia central é que os indivíduos omitem sua forma de pensamento quando confrontados com as opiniões dominantes devido ao medo do isolamento, da crítica ou da zombaria .
Nessa teoria jornalística, os agentes sociais analisam o ambiente ao seu redor, e ao constatarem que é a minoria em massa, preferem se resguardar para evitar impasses. A questão que fica de acordo com esse conceito da psicanálise da Comunicação é, será que no fundo a Teoria da Espiral do Silencio não representa a dificuldade emocional de certos grupos terem direito pleno a liberdade de expressão ?
A democracia é um regime político em que todos os cidadãos elegíveis  participam igualmente – diretamente ou através de representantes eleitos –na proposta, no desenvolvimento e na elaboração das leis, exercendo o poder de governança através do sufrágio universal. A democracia abrange as condições sociais, econômicas e culturais que permitem o exercício livre e igual da determinação política e consequentemente da liberdade de opinião.
Nos tempos insanos que passamos a viver no Brasil, desde que PT,MDB e PSDB,que são os três maiores partidos da Social Democracia Brasileira, se afundaram em denuncias de corrupção, vejo alguns indivíduos que evitam emitir a sua opinião para não confrontar-se com a opinião dominante no espaços de discussão.
Talvez os tempos de acirramento político que estejamos vivendo hoje, espira a teoria intima da Espiral do Silencio em pessoas chamadas de moderadas segundo esse modelo da psicanálise da Comunicação das Massas. Para ser honesto caro (a) leitor (a):Essa teoria jornalística se aplica a esse que vos está escrevendo agora, apesar de ser formado em Comunicação Social com Habilitação em Jornalismo pelo FIAAM FAAM desde 22 de Dezembro de 2016,eu tenho evitado muito entrar em debate verbais sobre política. Talvez essa teoria da psicanálise jornalística se aplique a esse blogueiro que vos fala nesse artigo, pois sou portador de dificuldades cognitivas, talvez a minha própria teoria intima da Espiral do Silencio possa á se aplicar á algumas pessoas.  E isso talvez nos leva á uma outra pergunta. Será que no fundo a Teoria da Espiral do Silencio não permite que a opinião da maioria não exerça sobre os demais certo autoritarismo consentido?
Sim leitor (a): Talvez a psicanálise do jornalismo cotidiano que vivemos hoje, nos diz apenas que quem aceita o Teoria da Espiral do Silencio como uma das suas verdades mais intimas, queira se sentir resguardado contra seus próprios conceitos internos e externos sobre a tirania consentida na sociedade. Será que no fundo as nossas próprias  Teorias da Espirais do Silencio em nós mesmos não representa de certa forma um conceito de autoproteção mais conveniente para as pessoas, que acreditam seguir a chamada “linha moderada,” em tempos de acirramento político que estamos vivendo hoje não somente no Brasil, mas em alguns outros países segundo o que acompanhamos no noticiário diariamente  ?
Será que se não pensarmos mais a fundo essa teoria psicanalítica da Comunicação em massa, não chegaremos a conclusão de que talvez, lá no fundo, nos tentemos nos sentir protegidos contra os conceitos da vigilância forçada pelos tempos de acirramento político ? Será que esse modelo da psicanálise da Comunicação apenas não reflete as nossas próprias Espirais do Silencio no nosso eu mais intimo? Ou nosso eu mais intimo não reflete a própria psicanálise da Comunicação na Espiral do Silencio?
E assim vos despede esse comunicador iniciante. E como eu sempre digo nos meus textos.

E assim vai caminhando a humanidade.


Imagem : You Tube.

TEORIA ESPIRAL DO SILÊNCIO - YouTube


sexta-feira, 14 de agosto de 2020

A aprovação do Presidente Jair Bolsonaro.

O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) atingiu sua melhor avaliação desde o início do mandato, segundo pesquisa Datafolha divulgada pelo jornal "Folha de S.Paulo" no final da noite desta quinta-feira (13), segundo a informação do Portal G1 da Rede Globo.
A pesquisa indica alta no número de eleitores que consideram o governo ótimo ou bom (aprovação ao governo) e queda entre os que veem o governo como ruim ou péssimo (reprovação). Os percentuais da pesquisa são, segundo a reportagem do Portal:

Ótimo/bom: 37%
Regular: 27%
Ruim/péssimo: 34%
Não sabe/não respondeu: 1%
A pesquisa Datafolha foi realizada em 11 e 12 de agosto, com 2.065 brasileiros adultos que possuem telefone celular em todas as regiões e estados do país. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, de acordo com o relato do Portal.
Essa taxa de aprovação de 37% é a maior já registrada desde o início do mandato de Bolsonaro, de acordo com o relato da reportagem do veiculo.

Nas pesquisas anteriores, segundo o G1 nesta sexta feira (14),  os resultados foram:

23 e 24 de junho: Ótimo/bom: 32%; Regular: 23%; Ruim/péssimo: 44%; NS/NR: 1%
25 e 26 de maio: Ótimo/bom: 33%; Regular: 22%; Ruim/péssimo: 43%; NS/NR: 2%
Abril de 2020: Ótimo/bom: 33%; Regular: 26%; Ruim/péssimo: 38%; NS/NR: 3%
2 e 3 de abril de 2019: Ótimo/bom: 32%; Regular: 33%; Ruim/péssimo: 30%; NS/NR: 3%
O instituto também perguntou ao entrevistado se ele confia nas declarações do presidente. O resultado foi este de acordo com o relato da reportagem:

Nunca confia: 41% (anteriormente 46%, 44%, 38%, 43% e 44%)
Às vezes confia: 35% (anteriormente 32%, 32%, 37%, 37% e 36%)
Sempre confia: 22% (anteriormente 20%, 21%, 21%, 19% e 19%)
Não sabe: 2% (anteriormente 2%, 2%, 5%, 1% e 1%).

Á  você que está me lendo eu digo : O populismo é um conjunto cientifico de ordem politica, que significa o "apelo ao povo". Cientificamente falando, não existe um definição exata para o termo em si. O termo populismo surgiu no século XIX, obtendo diferentes significados desde então.  No entanto, no conceito histórico e cientifico, são poucos os políticos que se assumiram como sendo populistas.

Historicamente, a filosofia e as ciências sociais, por exemplo, definem o populismo com diferentes formas técnicas. O Populismo também é estudado de diferentes formas entre os países com contextos políticos muito diferentes.

Historicamente , o populismo se tornou comum na América Latina á partir de 1930.  O populismo nessa época foi associado a industrialização ,a urbanização e à dissolução das estruturas políticas oligárquicas, que concentravam firmemente o poder político na mão de aristocracias rurais. No Brasil, a gênese do populismo esta ligada à Revolução de 1930, que derrubou a República Velha oligárquica e colocou no poder Getúlio Vargas, que viria a ser a figura central da política brasileira até seu suicídio, em 1954.

O populismo de direita é uma ideologia política que rejeita o consenso político atual e muitas vezes combina laissez-faire, etnocentrismo e antielitismo. É considerado populismo por causa de seu apelo ao "homem comum" em oposição às elites. Populismo de esquerda é uma ideologia política que combina a retórica e os temas da esquerda e do populismo. Normalmente concentra sentimentos antielitistas, oposição ao sistema e afirma falar em nome do "povo comum.
O auxilio emergencial de R$ 600,00 sem duvida ajudou a melhorar a popularidade do Presidente Jair Bolsonaro. O mandatário, de certa forma, atraiu um parcela do eleitorado que o rejeitava. Quem tem pressa precisa do auxilio emergencial. No entanto, o Presidente queria pagar no máximo R$ 200 a R$ 300 reais de auxilio. Foram os partidos da oposição quem pressionaram pelo valor de R$ 600,00.
Jair Bolsonaro está conseguindo dividir o país. Se por um lado, o mandatário perdeu o eleitorado mais escolarizado, devido ao seu péssimo desempenho no combate a pandemia. Por outro, o ex militar, ainda que acidentalmente, ganhou aos poucos, a simpatia de um eleitorado que o rejeitava.
Mesmo com um mau desempenho no combate a pandemia, Jair Bolsonaro mantém sua base de apoio. Sem dúvida, isso embaralha ainda mais o imprevisível cenário político para 2022.


E assim caminha a humanidade.


Imagem : Portal G1 da Rede Globo.

Bolsonaro tem reprovação de 43% e aprovação de 33%, diz Datafolha ...

quinta-feira, 13 de agosto de 2020

A Manifestação dos entregadores de aplicativo em São Paulo.

Entregadores de aplicativos voltaram a protestar nesta quarta-feira (12) em frente ao prédio da Câmara Municipal de São Paulo, na região central da cidade, por melhores condições de trabalho, segundo a informação do Portal G1 da Rede Globo.
A concentração ocorreu às 14h30. O grupo faz gritos de guerra e usam sinalizadores coloridos para chamar a atenção dos parlamentares. Entre as reivindicações, os manifestantes pedem a inclusão da PL 130, de autoria do vereador Camilo Cristófaro, na pauta de votação da Câmara Municipal nesta quarta-feira 912). Segundo a Câmara, o PL 130 não está na agenda do dia, segundo o relato do Portal.
A proposta do vereador regulamento o trabalho dos entregadores na capital e autoriza a criação de cooperativas e associações para a prestação de serviço de entrega por meio de plataformas digitais, segundo o relato do veiculo na manhã de hoje.
"O serviço poderá ser prestado por condutor autônomo ou por pessoa jurídica, constituída sob a forma de sociedade empresária, microempreendedor individual, associação ou cooperativa, que explore esse serviço, por meio de frota própria ou de terceiros, desde que tenha licença para operação do serviço e conte com condutores devidamente cadastrados na Secretaria Municipal de Transportes. (NR)", diz o texto do projeto, segundo o relato do Portal nesta quinta feira (12).
Ainda segundo o PL 130, "as cooperativas, as associações, plataformas digitais de agenciamento e/ou intermediação de frete, aplicativos de entrega, ou seja, todas as empresas que utilizem entregas por motocicleta, inclusive aquelas que não tenham o serviço de motofrete como sua atividade fim, deverão ser constituídas exclusivamente por profissionais autônomos, inscritos ou não no CNPJ – Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica, como MEI – Microemprendedor individual, portadores do CONDUMOTO – Cadastro Municipal de Condutores de Transporte de Pequenas Cargas e Licença de motofrete para operação da motocicleta em validade. profissionais e veículos devidamente regulamentados pelo Município.", segundo o relato da reportagem.
O texto da proposta também diz que acidentes com entregadores "deverão ser comunicados à Secretaria Municipal de Transportes, no prazo máximo de 72 (setenta e duas), horas contadas da ocorrência, os afastamentos, desligamentos e os óbitos dos condutores, decorrentes de acidentes, sob pena de descredenciamento.", segundo informou o veiculo na manhã de hoje.
O texto ainda sugere a proibição de premiação por meta de entregas ou programas que estimulem o aumento de velocidade e a competição entre os motociclistas por parte dos aplicativos como Uber Eats, iFood, Rappi, entre outros, segundo relatou a reportagem do G1.


Á você que está me lendo eu digo:  A Constituição brasileiro assegura o livre direito de greve a manifestação a todos os trabalhadores no território nacional.
A Constituição circunscreve que é assegurado a todo os trabalhador asseguram o direito de greve a todo trabalhador, competindo-lhe a oportunidade de exercê-lo sobre os interesses que devam por meio dele defender. 
A circunscrevencia constitucional também afirma que é considerado legitimo o direito de greve o exercício de greve, com a suspensão coletiva temporária e pacífica, total ou parcial, de prestação de serviços, quando o empregador ou a entidade patronal, correspondentes tiverem sido pré-avisadas 72 horas, nas atividades essenciais e 48 horas nas demais
O fato é que o trabalhador brasileiro, em sua maioria, é mal remunerado e não tem boas condições de exercer sua função. Conquistas históricas dos trabalhadores somente foi conseguida por meio de grandes manifestações grevistas. Isso não dados históricos do nosso país. Portanto, greve não é coisa de vagabundo, é algo que está plenamente circunscrito pela própria Constituição Federal.

E assim caminha a humanidade.


Imagem : Portal G1 da Rede Globo.

Grupo é favorável à aprovação da PL 130, de autoria do vereador Camilo Cristófaro, e pede que texto seja votado nesta quarta-feira — Foto: Celso Tavares/G1



A exclusão social no Brasil . Um marco da nossa história.

Um levantamento feito pelo Instituto de Estudos Avançados da USP revelou que 85% dos educadores do estado de São Paulo acreditam que os alunos estão aprendendo menos ou muito menos do que aprendiam antes da pandemia. A avaliação compara o atual formato de aulas mediado pela tecnologia com o modelo regular. A pesquisa foi realizada pelo programa USP Cidades Globais e contou com a participação de cerca de 19 mil professores da rede estadual, segundo a informação do Portal G1 da Rede Globo.
Apesar da percepção de baixo aprendizado, 62% dos entrevistados citaram sentimentos classificados como positivos. Para 30% as palavras desafio, aprendizado e inovação são as principais vantagens da nova metodologia de aulas. Cerca de 80% e 68% afirmam, respectivamente, que a atuação como docente e a Educação em sentido mais amplo vão mudar para melhor no período pós-pandemia, segundo a reportagem do Portal.
Para os pesquisadores responsáveis pelo estudo, essa percepção de defasagem na aprendizagem é significativa porque não depende da idade ou das etapas de ensino em que atuam os docentes. A desigualdade de acesso às aulas, o desinteresse dos estudantes, as dificuldades relacionadas à tecnologia e a insegurança sobre as mudanças são apenas alguns dos inúmeros fatores que podem ter afetado a percepção dos professores, segundo o estudo do programa USP Cidades Globais, segundo o relato do veiculo.
"A maior parte das respostas citava a preocupação com a dificuldade de acesso à tecnologia por parte dos alunos, como simplesmente ter um celular ou internet em casa, ou dominar o uso dos equipamentos. Além disso, muitos também apontaram que nem todos os estudantes têm a estrutura ou ambiente familiar necessários para fazer as atividades em casa”, disse Edson Grandisoli, do Instituto de Estudos Avançados da USP (IEA-USP), segundo o relato da reportagem na manhã de hoje.
“Embora a aprendizagem nesse período não esteja sendo efetivamente avaliada, isso precisa ser levado em consideração para que novas estratégias de ensino possam ser implementadas”, afirmou Grandisoli de acordo com o Portal.
O levantamento revelou também que embora 70% dos educadores sintam-se aptos a desempenharem suas funções durante a pandemia, a maior parte deles ainda se sente insegura. 30% dos educadores se disseram afetados de alguma forma pela pandemia, o que pode corresponder a cerca de 55 mil profissionais da rede de ensino de SP, de acordo com o G1 nesta quinta feira (12).
Medo, tristeza, insegurança, ansiedade, angústia e incerteza são os principais sentimentos associados à pandemia e somam 48,1% das respostas. Além disso, cerca de 53% dos entrevistados se consideram muito ou totalmente vulnerável a contrair o vírus causador da Covid-19, de acordo com a reportagem do veiculo.


Á você que está me lendo eu digo :A exclusão social é um neologismo que denota um processo caracterizado pelo afastamento de pessoas de todas as instâncias da vida social. Por ser, no entanto, um processo polissêmico e bastante subjetivo, dificilmente há um consenso sobre o que realmente seria a exclusão social. No contexto histórico, muitas vezes está intrinsecamente ligado ao capitalismo, sendo uma condição tardia ou falha de organização social que poderia ser evitada com políticas de inclusão social. Porém, outros autores e estudiosos defendem que não se trata de um produto capitalista, mas sim de uma condição da vida em comunidade e social.
Durante o período colonial, entre 1500 a 1822, o Brasil foi colônia de exploração da coroa portuguesa. Durante esses 322 anos, os lusos proibiram completamente a construção de escolas e universidades no Brasil. Os brasileiros mais abastados iriam estudar no exterior, enquanto os demais brasileiros ficavam a mercê da exclusão e da desigualdade. Ou seja: A própria história do Brasil ajuda a explicar a desigualdade educacional que temos no país.
De certa forma, a pandemia do corona vírus, apenas potencializou a exclusão educacional que sempre marcou a história do Brasil. E para piorar, ainda temos bolsonaristas irresponsáveis, que querem aumentar a exclusão social que temos potencialmente no Brasil, como uma forma de hierarquia social. 
Os países da Europa são as potencias que são devido ao alto índice educacional que temos nesses países. Uma população com alto índice educacional, se torna  mais produtiva economicamente. O Brasil ainda tem um alongo caminho a percorrer. Algo que levará séculos talvez.

E assim caminha a humanidade.


Imagem : Portal G1 da Rede Globo.



Professor ministra aula online durante a pandemia em São Paulo. — Foto: Reprodução EPTV/Paulo Chiari

quarta-feira, 12 de agosto de 2020

Os alta do dólar e o desaquecimento econômico.

As vendas do comércio varejista cresceram 8% em junho, na comparação com maio, segundo dados divulgados nesta quarta-feira (12) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Trata-se da segunda alta consecutiva do setor, após tombo nos meses de março e abril, segundo a informação do Portal G1 da Rede Globo.
Na comparação com junho de 2019, houve alta de 0,5%, segundo o relato do Portal.
Com o resultado, o varejo brasileiro acumula queda de 3,1% no ano e de 0,1% em 12 meses, de acordo com o G1 na manhã de hoje.
O resultado veio acima do esperado pelo mercado. A expectativa em pesquisa da Reuters era de alta de 5,40% na comparação mensal e de queda de 3,45% sobre um ano antes, de acordo com a reportagem do veiculo.
A alta recorde de maio foi revisada pelo IBGE para 14,4%, ante leitura inicial de avanço de 13,9%, de acordo com a reportagem nesta quarta feira (12).
Apesar do resultado mostrar uma continuidade da recuperação do comércio, o patamar de vendas segue 4,8% abaixo do recorde alcançado em outubro 2014. Em abril, essa distância chegou a 22,9%, de acordo com o Portal.
O comércio fechou o 2º trimestre com queda de 7,8% em relação aos 3 meses anteriores, o maior tombo trimestral do setor já registrado pela pesquisa. No primeiro trimestre, o recuo havia sido de 1,7% sobre o 4º trimestre, segundo o G1.
Com exceção de artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos, de perfumaria e cosméticos (-2,7%), todas as outras 7 atividades analisadas pela pesquisa cresceram ante maio, de acordo com o Portal.
Os maiores percentuais de avanço foram observados nas vendas de livros, jornais, revistas e papelarias (69,1%), tecidos, vestuário e calçados (53,2%), móveis e eletrodomésticos (31%) e outros artigos de uso pessoal e doméstico (26,1%), segundo o G1.

Á você que está me lendo eu digo : O dólar no Brasil está cotado a R$ 5,44 centavos na manhã de hoje. Economia (ciência económica  ou ciência econômica (pt-BR)) é uma ciência que consiste na análise da produção, distribuição e consumo de bens e serviços. É também a ciência social que estuda a atividade económica, através da aplicação da teoria económica, tendo, na gestão, a sua aplicabilidade prática.
A economia é, geralmente, dividida em dois grandes ramos: a microeconomia, que estuda os comportamentos individuais, e a macroeconomia, que estuda o resultado agregado dos vários comportamentos individuais.  
Caro (a) leitor (a): O dólar alto vai aumentar os custos da produção. E muito provavelmente, os altos custos da produção serão repassados ao consumidor. Como a alta do dólar vai tornar os produtos mais caros, a demanda do consumo tende a não ser no mesmo ritmo.
A pandemia do corona vírus vai causar uma recessão em nível global. Recessão que muito provavelmente, será maior que a recessão global de 2008. Senso assim. A economia global vai patinar muito nesse período de pandemia, e também no período pós pandemia.
E como não temos segurança de que não haverá uma segunda onda de contaminações, a economia global tende a não ter garantia de uma retomada segura. E assim, o dólar vai subir, consequentemente os custos de produção vão aumentar, os preços vão subir e o consumo tende a desaquecer.

E assim caminha a humanidade.



Imagem : Site Ecommerce Brasil.

Comércio eletrônico: antes e depois da pandemia do coronavírus



terça-feira, 11 de agosto de 2020

As acelerações das mudanças na relação capital trabalho.

Filha de empregada doméstica, Camila Striato Martinez, de 22 anos, foi a primeira pessoa da família a concluir uma faculdade. Bruna Klingspiegel, também de 22 anos, se formou em história e fez pós-graduação. Bruno Vinícius Moreira Rodrigues, de 27, se graduou em direito há três anos, segundo a reportagem do Portal G1 da Rede Globo.
Os diplomas dos três, no entanto, permanecem nas gavetas. Camila, Bruna e Bruno estão entre os milhares de jovens brasileiros com ensino superior que as sucessivas crises econômicas enfrentadas pelo Brasil nos últimos anos têm empurrado para ocupações de baixa qualidade, de acordo com o relato do Portal.
No primeiro trimestre de 2020, 40% dos brasileiros entre 22 e 25 anos com faculdade no currículo eram considerados sobre-educados, revela um levantamento realizado pela consultoria iDados. Ou seja, eram 525,2 mil jovens graduados que estavam em ocupações que não exigem ensino superior, de acordo com o G1.
Desde 2014, os jovens que entraram ou se formaram no ensino superior enfrentam um mercado de trabalho bastante fragilizado. Nesse período, entre 2015 e 2016, houve uma forte recessão provocada pelos vários desequilíbrios macroeconômicos e pela turbulência política do governo Dilma Rousseff, segundo o relato da reportagem. Os anos seguintes foram de baixo crescimento do Produto Interno Bruto (PIB), insuficientes para recuperar todas as perdas da economia. Agora, a dura crise provocada pela pandemia do corona vírus deve agravar ainda mais esse cenário, de acordo com o relato da reportagem nesta terça feira (11).
O levantamento realizado pelo iDados tem como base os dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílio (Pnad), apurada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), segundo a reportagem do Portal.

Á você que está me lendo eu digo :Capitalismo é um sistema econômico baseado na propriedade privada dos meios de produção e sua operação com fins lucrativos. As características centrais deste sistema incluem, além da propriedade privada, a acumulação de capital, o trabalho assalariado, a troca voluntária, um sistema de preços e mercados competitivos. Em uma economia de mercado, a tomada de decisão e o investimento são determinados pelos proprietários dos fatores de produção nos mercados financeiros e de capitais, enquanto os preços e a distribuição de bens são principalmente determinados pela concorrência no mercado.
A era contemporânea fez com que a relação capital trabalho mudasse muito nos últimos anos. Vivemos a era dos trabalhos on line, que fez com que postos de trabalho tradicionais, praticamente desaparecessem nos últimos anos. Para você ter uma ideia, o dólar está cotado  R$ 5,41 na manhã de hoje. O dólar alto aumenta os custos de produção, que por sua vez aumentam os preços para o consumidor, e consequentemente a demanda de consumo também tende a diminuir.
Na economia pós pandemia, a ordem global será cortar custos, portanto, a relação capital trabalho sofrerá mudanças mais profundas de forma mais acelerada. Ou seja : Fazer um curso superior não necessariamente será garantia de estabilidade salarial.

E assim caminha a humanidade.


Imagem : Portal G1 da Rede Globo.


Camila, Bruna e Bruno têm ensino superior, mas não conseguem emprego na área de estudo — Foto: Acervo pessoal

segunda-feira, 10 de agosto de 2020

Brasil : Um país historicamente patrimonialista.

O patrimonialismo é a característica de um Estado que não possui distinções entre os limites do público e os limites do privado. Foi comum em praticamente todos os absolutismos.

No Brasil, o patrimonialismo fora implantado pelo Estado colonial português, quando o processo de concessão de títulos, de terras e poderes quase absolutos aos senhores de terra legou à posteridade uma prática político-administrativa em que o público e o privado não se distingue perante as autoridades. Assim, torna-se "natural" desde o período colonial (1500–1822), perpassando pelo período Imperial (1822–1889) e chegando mesmo à República Velha (1889–1930) a confusão entre o público e o privado.
O patrimonialismo como traço histórico da sociedade brasileira permanece na crença de que o poder político é a via de acesso ao poder econômico. O patrimonialismo começou no Brasil quando os portugueses proibiram a construção de escolas e universidades no Brasil,pois nosso país servia apenas para enriquecer a coroa portuguesa.Ou seja: No período colonial brasileiro não havia qualquer distinção entre o público e o privado.
 A cultura patrimonialista no Brasil começou no período colonial, quando o país foi totalmente explorado pela coroa portuguesa. De certa forma, a mistura entre o público e o privado começou no período colonial.
Historicamente o Brasil nunca conseguiu separar o publico do privado na administração pública. Em todos os regimes governamentais, ainda que o país tenha tido algum progresso com a revolução industrial, o Brasil nunca conseguiu se livrar da praga patrimonialista herdada do período colonial.
Eu estive na Suíça e na Itália em 2013.Na Suíça há uma clara distinção entre o público e o privado na administração pública. O parlamento suíço funciona basicamente em três princípios fundamentais,transparência,educação e igualdade. Na Suíça não existe espaço para as delinquências da corrupção que temos no Brasil. Na Suíça os parlamentares tem custo praticamente zero e sabem a diferença entre o publico e o privado.
O patrimonialismo brasileiro trabalha com a ideia de que o poder político é o acesso ao poder econômico. Durante os 322 anos do período colonial em que não tivemos escolas e universidades no Brasil, o patrmonialismo começou a ser colocado como um meio de ascendência econômica no alto baronato.
O patrimonialismo impediu com que o Brasil tivesse de fato fundado uma República em 1889. O termo “república” deriva do latim Res Publica e significa, literalmente, “coisa pública”, isto é, aquilo que diz respeito ao interesse público de todos os cidadãos
No Brasil temos certamente uma República das Bananas. Sim querido (a) leitor (a): O conceito republicano na sua absoluta essência não trabalha com o principio de que o poder político é o acesso ao poder econômico. A verdadeira estrutura republicana trabalha como os princípios de transparência, educação e igualdade, pilares absolutamente fundamentais do parlamento da Suíça.
O Brasil é considerado uma das dez maiores economias do mundo. Nosso paias tem potencial natural o suficiente para ser uma potencia. Entretanto, talvez precisaria de uma grande revolução. O Brasil talvez precisaria ser refundado para separar claramente o público e o privado na administração pública.
A Suíça não é um país culturalmente patrimonialista. Na Suíça não existe espaços para crimes de colarinho branco como no Brasil. A república suíça separa claramente os conceitos público e privado. Infelizmente o Brasil nunca conseguiu resolver essa questão desde o inicio da sua história. E assim esse jornalista iniciante se despede de vocês leitores (as).

E assim infelizmente caminha a humanidade.

domingo, 9 de agosto de 2020

O Preconceito de Marca Praticado no Brasil.

Bom dia caro (a) leitor (a) : Hoje na reflexão do domingo, vou abordar o preconceito racial que é praticado há séculos no Brasil, o preconceito de marca, que representa o conceito da “hierarquia social”.
Basicamente leitor (a),existem dois tipos de discriminação racial, o preconceito de marca e o preconceito de origem.
O Preconceito de marca é aquele que se relaciona ao fato de outros indivíduos não aceitarem aquela pessoa, tendo relação com o aspecto da cor da pele, se parece muito com as agressões á pessoas obesas, observadas como “diferentes”.
O preconceito de origem se aplica um grupo que descende de negros, como por exemplo, os negros  e seus descendentes sofrem com o preconceito e os nordestinos e seus descendentes sofrem com a xenofobia. Ou seja, o preconceito de origem se aplica basicamente como xenofobia.
No Brasil o preconceito de marca é praticado há séculos, e esse tipo de preconceito racial ficou mais forte no nosso país, pelo conceito de “hierarquia social” que se estabeleceu após o fim da escravidão.
 No conceito de “hierarquia social", existe o conceito de “branqueamento", sendo assim, o negro primeiro é discriminando por não ter o diploma superior. Entretanto, quando consegue, acaba sofrendo pelo conceito típico da “hierarquia sócial”,simplesmente pelo fato de ser negro.
Nos Estados Unidos e na Europa, se pratica a xenofobia, por meio do preconceito de origem. No Brasil, temos a “hierarquia social", refletida na perversidade do preconceito de marca. O preconceito de marca é a prática nefasta da “hierarquia social” com o “branqueamento” entre as pessoas.

A origem do preconceito de marca no Brasil se deu com o inicio da escravidão, quando os primeiros navios negreiros começaram a trazer negros  da África para serem comercializados no Brasil. Durante o período da escravidão, os negros eram tratados como “diferentes", devido a cor da sua pele, podemos dizer      que na época da escravidão, com os primeiros navios negreiros, começava a ser implantados o conceito da “hierarquia social” no Brasil.

O conceito da “hierarquia social” ficou ainda mais forte com os negros escravos trancados em senzalas, sendo impedidos de comer a mesma comida dos seus senhores. Mesmo  o final do período da escravidão  no Brasil com a lei áurea, não libertou os negros da “hierarquia social", o conceito mais perverso da escravidão.

O final do período da escravidão no Brasil acabou coincidindo com os primeiros passos da revolução industrial, os negros libertos já sofriam os primeiros conceitos da “hierarquia social”, pois no tempo em que eram escravos, não tiveram qualquer acesso á educação, e depois de libertos, não estavam preparados para a era da grande industrialização, então podemos dizer que a herança dos negros nos dias atuais começou naquele tempo.

A herança que a população negra no Brasil carrega é extremamente cruel, primeiro o negro é discriminando por não ter o diploma superior como os brancos. Mas, no entanto, quando finalmente obtém o diploma universitário, os negros sofrem com a discriminação, simplesmente por serem negros, esse é o preconceito de marca, praticado há séculos e que persiste até hoje no Brasil.

Mesmo com o diploma universitário, a população negra ainda sofre a herança do preconceito de marca, que é praticado há séculos no Brasil.



E assim infelizmente caminha a humanidade.

Credito da Imagem :Revista Carta Capital.


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