quinta-feira, 23 de abril de 2020

O Porte da Armas no Brasil.


O governo federal publicou nesta quinta-feira (23), no "Diário Oficial da União", uma portaria que aumenta o limite de compra de munição para quem tem arma de fogo registrada,de acordo com a reportagem de hoje no Portal G1 da Rede Globo.

A portaria desta quinta revoga uma outra, de janeiro deste ano. A nova portaria, além de aumentar a quantidade de munição que pode ser comprada, especifica com mais detalhes que a anterior os limites a serem respeitados de acordo com a categoria profissional e o tipo de arma,segundo o relato do G1.

Veja as regras,segundo o relato do Portal.
Civis que tenham posse (manter em casa) ou porte (carregar na rua) de arma de fogo, poderão comprar, por mês:

até 300 unidades de munição esportiva calibre 22
até 200 unidades de munição de caça e esportiva nos calibres 12, 16, 20, 24, 28, 32, 36 e 9.1mm;
até 50 unidades das demais munições de calibre permitido
A portaria de janeiro previa 200 unidades de munição por ano para pessoas físicas e não especificava os calibres.

Autoridades como policiais, bombeiros e integrantes das Forças Armadas poderão comprar, por mês,segundo o Portal da Rede Globo:

até 300 unidades de munição esportiva calibre 22
até 200 unidades de munição de caça e esportiva nos calibres 12, 16, 20, 24, 28, 32, 36 e 9.1mm;
até 100 unidades das demais munições de calibre permitido
até 50 unidades de munições de calibre restrito
A portaria de janeiro punha o limite de 600 unidades por ano e não especificava os calibres.

Decretos sobre armas
Até 2018, o dispositivo legal que regulamentava as compras de munição era o decreto 5.123, de 2004. Esse dispositivo legal regulamentou o Estatuto do Desarmamento e previa que o limite de compra seria definido por portaria do Ministério da Defesa, ouvido o Ministério da Justiça,segundo o relato do Portal da Rede Globo.

Com isso, em 2006, o Exército Brasileiro editou a portaria normativa 1.811 que fixou em 50 a quantidade de munições que poderiam ser compradas, segundo o relato da reportagem.

A regra foi essa até que, em maio de 2019, o governo Bolsonaro editou o decreto 9.785. O decreto autorizava a compra de até mil munições para armas restritas e 5 mil para armas de uso permitido,segundo cita o G1 na manhã desta sexta feira (22).

Em junho do mesmo ano, foi editado  outro decreto que tratava da questão armamentista, de número 9.844. Esse texto manteve os os mesmos números da norma anterior,segundo o relato do Portal.

Os decretos fazem parte de uma série de oito normas que tratam de armamento baixadas por Bolsonaro em 2019. Quatro estão válidos. Os demais foram revogados,segundo afirma a reportagem.

O decreto 9.844 é uma das normas revogadas, em junho de 2019. Mas em setembro do mesmo ano, outra norma foi editada,segundo cita o veiculo.

O decreto 10.030 previu que uma nova portaria dos ministros da Defesa e da Justiça fixaria a quantidade de munições que poderiam ser compradas por civis,segundo o G1.

Á você que está me lendo eu digo :É completamente inviável a flexibilização de armas para civis no Brasil. O Brasil tem sérios problemas educacionais na sua essencia,e portanto,corremos o sério risco de termos a volta do velho oeste no Brasil.

 Nos Estados Unidos, que é uma superpotência econômica, a flexibilização de armas possibilita cenas do antigo velho oeste nos dias de hoje. Nos Estados Unidos, é comum vermos nos noticiários, malucos armados executando pessoas nas escolas e nas universidades. E cabe ressaltar que a realidade educacional dos norte americanos é bem diferente da nossa.

A solução no Brasil é investir maciçamente em educação, não no armamento da população. A população brasileira, em sua maioria, talvez não tenha o devido preparo psicológico para utilizar uma arma de fogo.A irresponsabilidade do governo federal pode decretar a volta do velho oeste no Brasil. A realidade brasileira torna a flexibilização de armas para civis praticamente inviável.As consequências disso certamente podem ser trágicas.



E assim caminha a humanidade.


Credito da Imagem :You Tube.

E se o tema for: A FLEXIBILIZAÇÃO DO PORTE DE ARMAS? - YouTube

quarta-feira, 22 de abril de 2020

As questões sobre o novo ministro da saúde.


O silêncio do novo ministro da Saúde, Nelson Teich, nesses primeiros sete dias desde que foi confirmado pelo presidente Jair Bolsonaro como substituto do ex-ministro Luiz Henrique Mandetta, aumentou de forma exponencial a expectativa em Brasília diante da primeira entrevista coletiva dele, finalmente, prevista para esta quarta-feira (22),segundo o jornalista Gerson Camarotti na manhã desta quarta feira (22).

Nessa primeira semana, as dúvidas só aumentaram em relação ao combate à pandemia do novo coronavírus, principalmente quando o país já estava se acostumando a uma rotina de transparência com coletivas diárias da equipe técnica do Ministério da Saúde,de acordo com o jornalista no seu blog no Portal G1 da Rede Globo.

Do dia 16 de abril, quando apareceu ao lado de Bolsonaro no Planalto, até esta quarta, o país só acompanhou monólogos do ministro em ambientes controlados, seja em dois pequenos discursos no Palácio do Planalto ou em rápidas transmissões gravadas via internet,de acordo com o jornalista.

Nesta terca-feira (21), o ministro recebeu um treinamento para conceder entrevistas,segundo relata o comunicador.

Nesse pequeno período, muitas perguntas se acumularam em plena pandemia. Esse hiato – apenas com informações controladas – foi uma eternidade para quem acompanha com preocupação o avanço do coronavírus,segundo o jornalista na manhã de hoje.

Algumas questões sem respostas,de acordo com o comentarista da Rede Globo:

Qual a posição do ministro em relação à participação de Jair Bolsonaro em aglomerações ocorridas neste fim de semana?
Quando os testes para diagnóstico do corona vírus chegarão ao Brasil?
O isolamento social permanece até a execução dessa testagem em massa ou, independente dos testes, haverá uma flexibilidade acelerada do isolamento como Bolsonaro tem cobrado publicamente do ministro da saúde?
Outra questão ainda não respondida é sobre a influência do Palácio do Planalto na nova gestão do Ministério da Saúde. Tudo indica que o secretário-executivo da pasta será o general Eduardo Pazuello, muito elogiado entre os colegas do Exército pela capacidade na operação logística.

Porém, a confirmação de Pazuello indica um controle maior do próprio Bolsonaro nas ações do ministério? Não seria normal que Teich tivesse mais liberdade para montar sua equipe?,indagou o jornalista.

São perguntas e mais perguntas que ficaram sem resposta nesses últimos dias,segundo o relato do comentarista no G1 nesta quarta feira.

Á você que está me lendo eu digo: O presidente Jair Bolsonaro não admite que um ministro seja mais popular do que ele. Antes do próprio Luiz Henrique Mandetta,o ex juiz Sérgio Moro teve problemas com o mandatário, por este mesmo motivo.
O grande problema para o presidente, é que o Supremo Tribunal Federal deu plenos poderes para que governadores e prefeitos determinem suas políticas de saúde pública nos seus estados e municípios. O calculo político de Jair Bolsonaro é que se a economia ruir, seu governo entrará em colapso.
O problema é que Nelson Heich não vai colocar sua carreira médica em risco para agradar ao presidente da República. O ministro da saúde deve tomar suas decisões com base em dados concretos.
Certamente Nelson Hich já percebeu que está lidando em um campo minado. Com certeza o ministro da saúde não é bobo e já percebeu que as questões políticas podem colocar em risco seu trabalho e sua carreira médica.
O foco total do presidente Jair Bolsonaro é a manutenção da economia e sua reeleição em 2022. O mandatário enxerga nos governadores do Rio de Janeiro e de São Paulo, seus prováveis adversários em 2022.
O despreparo intelectual do mandatário nacional vai bater de frente com os conhecimentos científicos do médico Nelson Hich. O ex ministro Luiz Henrique Mandetta foi demitido por que não levou em consideração o calculo político do Presidente Jair Bolsonaro. Resta saber o que vai acontecer com o médico Nelson Hich á frente do ministério.




E assim caminha a humanidade.


Credito da Imagem :Jornal O Globo.

Entidades e especialistas se dividem sobre novo ministro da Saúde ...

terça-feira, 21 de abril de 2020

Os estragos na politica atual.


Em meio aos ataques do presidente Bolsonaro ao presidente da Câmara, Rodrigo Maia, a ala militar do Palácio do Planalto - que cuida da articulação política - procurou nesta segunda-feira (20) o deputado federal para acalmar os ânimos. A ala militar teme uma ruptura institucional em meio à pandemia do corona vírus e trabalha para recompor pontes com o chefe da Câmara, responsável pela pauta da Casa, segundo o blog da jornalista Andréia Sadi no portal G1 da Rede Globo.

O ministro Luiz Eduardo Ramos, da Secretaria de Governo, tenta um encontro com Maia para esta semana. Procurado, o presidente da Câmara sugeriu a Ramos que o ministro da Casa Civil, Braga Netto, esteja presente na conversa. O Planalto quer a conversa ainda nesta semana com o presidente da Câmara,segundo relata a comunicadora.

Maia disse a Ramos que “seria bom” Braga Neto estar junto. O deputado gosta do ministro da Casa Civil e tem relação com Braga Neto desde que o general foi nomeado interventor federal da segurança no Rio, durante o governo Temer,de acordo com o relato da jornalista .

O encontro, se confirmado, ocorrerá no pior momento da relação de Maia e Bolsonaro,de acordo com o blog da jornalista .

O presidente acusa o deputado de conspirar para prejudicar o seu governo, e o presidente da Câmara tem repetido que o presidente estimula as redes sociais contra o Congresso. Maia desistiu de pontes com o presidente e também está distante do ministro da Economia, Paulo Guedes,segundo afirma a jornalista.

Interlocução paralela
Articuladores políticos do governo tentaram uma interlocução paralela para enfraquecer Maia nos últimos dias: chamaram deputados do centrão para negociar cargos em troca de apoio no Congresso, para formar uma base aliada, segundo afirma Andréia Sadi.

De olho no espaço em cargos de segundo e terceiro escalão distribuídos pelo governo, líderes do centrão toparam. No entanto, também se irritaram com a fala do presidente no domingo, atacando o que chama de “velha política”, como são conhecidos os partidos que o governo tem chamado para conversar nos últimos dias para negociar apoio em troca de cargos, de acordo com a jornalista .


Além de formar a base, há outro pano de fundo na tentativa do governo de cisão do centrão: a disputa pela presidência da Câmara em 2021. O governo, desta vez, quer fazer o presidente que sucederá Maia. Mas, para isso, precisa negociar e tem feito isso - mas só nos bastidores. Publicamente, o presidente mantém o discurso de que não negocia para agradar à sua base ideológica,segundo a jornalista nesta terça feira (21).

Maia e líderes do centrão e da oposição têm exposto isso nas conversas de bastidores em Brasília, e discutem uma estratégia conjunta de reação, segundo cita Andréia Sadi no seu blog no G1.


Á você que está me lendo eu digo: Política politikos, significa " de, para, ou relacionado a grupos que integram a Pólis  denomina-se a arte ou ciência da organização, direção e administração de nações ou Estados; a aplicação desta ciência aos assuntos internos da nação (política interna) ou aos assuntos externos (política externa). Nos regimes democráticos, a ciência política é a atividade dos cidadãos que se ocupam dos assuntos públicos com seu voto ou com sua militância,segundo uma reportagem  que eu vi na TV Cultura..

                    

A palavra tem origem nos tempos em que os gregos estavam organizados em Pólis (cidades-estado), nome do qual se derivaram palavras como "politiké" (política em geral) e "politikós" (dos cidadãos, pertencente aos cidadãos), que estenderam-se ao latim "politicus" e chegaram às línguas europeias modernas através do francês "politique" que, em 1265 já era definida nesse idioma como "ciência dos Estados",segundo a reportagem que eu assisti na TV Cultura.


O termo política é derivado do grego antigo  (politeía), que indicava todos os procedimentos relativos à Pólis, ou cidade-Estado grega. Por extensão, poderia significar tanto cidade-Estado quanto sociedade, comunidade, coletividade e outras definições referentes à vida urbana,segundo o relato da TV Cultura.


A política, como forma de atividade ou de práxis humana, está estreitamente ligada ao poder. O poder político é o poder do homem sobre outro homem, descartados outros exercícios de poder, sobre a natureza ou os animais, por exemplo. Poder que tem sido tradicionalmente definido como "consistente nos meios adequados à obtenção de qualquer vantagem" (Hobbes) ou, como "conjunto dos meios que permitem alcançar os efeitos desejados",segundo o relato que eu assisti na TV Cultura.


Segundo o documentário da TV Cultura, a política é composta pelo poder econômico, poder ideológico e o poder político. O poder econômico é o que se vale da posse de certos bens, necessários ou considerados como tais, numa situação de necessidade para controlar aqueles que não os possuem. Consistente também na realização de  certo tipo de trabalho. A posse dos meios de produção é enorme fonte de poder para aqueles que os têm em relação àqueles que os não têm: o poder do chefe de uma empresa deriva da possibilidade que a posse ou disponibilidade dos meios de produção lhe oferece de poder vender a força de trabalho a troco de um salário. Quem possui abundância de bens é capaz de influenciar o comportamento de quem não os tem pela promessa e concessão de vantagens, segundo o relato do documentário da TV Cultura.


O poder ideológico se baseia na influência que as ideias da pessoa investida de autoridade exerce sobre a conduta dos demais: deste tipo de condicionamento nasce a importância social daqueles que sabem, quer os sacerdotes das sociedades arcaicas, quer os intelectuais ou cientistas das sociedades evoluídas. É por eles, pelos valores que difundem ou pelos conhecimentos que comunicam, que ocorre a de socialização necessária à coesão e integração do grupo.[4] O poder dos intelectuais e cientistas emerge na modernidade quando as ciências ganham um estatuto preponderante na vida política da sociedade, influenciando enormemente o comportamento das pessoas. A ciência se propõe a responder pelos mistérios da vida, o que na Idade Média era "mistério da fé”, segundo o documentário da emissora.


O poder político se baseia na posse dos instrumentos com os quais se exerce a força física: é o poder coator no sentido mais estrito da palavra.


A possibilidade de recorrer à força distingue o poder político das outras formas de poder. Isso não significa que, ele seja exercido pelo uso da força, mas sim que haja a possibilidade do uso, sendo esta a condição necessária, mas não suficiente, para a existência do poder político.[4] A característica mais notável do poder político é que ele detém a exclusividade do uso da força em relação à totalidade dos grupos sob sua influência,segundo o documentário da emissora..


No poder político há três características. Uma delas é a Exclusividade, que trata da tendência de não se permitir a organização de uma força concorrente como, por exemplo, grupos armados independentes que ameacem o poder. Encontra-se também a Universalidade, tratando-se esta da capacidade de se tomar decisões para toda a coletividade. E por último a Exclusividade, que é a possibilidade de intervir, de modo imperativo, em todas as esferas possíveis de atividades de membros do grupo e de encaminhar tais atividades aos fins desejados ou de desviá-las de um fim não desejado, segundo o documentário da TV Cultura.

Entretanto, também temos uma verdade absoluta na política. A política é uma ciência intelectual composta pela capacidade de negociação (o que não tem absolutamente nada a ver com negociata). Historicamente a política sempre foi composta por representantes das diversidades existentes em uma sociedade, portanto, o poder é exercido pela capacidade constante da negociação para a minimização das diferenças de pensamento.

Historicamente “o homem de virtu” sempre foi aquele que tinha a capacidade necessária para permanecer no centro do poder político. Mas, entretanto, ao longo da história, o conceito sobre o que é ser o “homem de virtu” foi mudando conforme as mudanças de regime ao longo dos tempos.

Nos tempos contemporâneos em que vivemos hoje, ”o homem de virtu” é aquele que tem a capacidade constante de negociação com todas as correntes divergentes de pensamento para garantir a sustentabilidade do seu governo. Ou seja: Nos dias de hoje “o homem de virtu” é um hábil negociador para exercer o poder governamental por meio do seu intelecto.

Então podemos dizer que o Presidente Jair Bolsonaro não é “o homem de virtu” dos dias atuais. O atual mandatário não é um negociador hábil a nível intelectual para minimizar as diferenças de pensamento e garantir a governabilidade da nação tendo impacto mínimo na questão econômica.

A falta de um projeto para compartilhar com o Congresso Nacional impede que o atual mandatário brasileiro consiga ter a negociação política tão necessária aos “homens de virtu” nos dias atuais. O poder político nos dias de hoje é exercido pelo intelecto e não pelo extremismo xucro. Em tempos de Brexit,da crise do corona vírus  e de uma turbulência global, falta ao Presidente Jair Bolsonaro a constante capacidade de negociação e construção  dos “homens de virtu” na política atual.



Na política contemporânea que nós vivemos hoje, o poder constitucional é exercido pelo Executivo, Legislativo e Judiciário. Ou seja: "O homem de virtu" nos dias de hoje é aquele que sabe sempre se  manter em harmonia e negociação constante com os demais poderes da República.

Esse não é o caso do presidente Jair Bolsonaro.O mandatário brasileiro tem a capacidade da autodestruição do seus próprio governo.O extremismo xucro do presidente  torna seu governo incapaz de ter tramitação e pontes com os demais poderes da República.

A política contemporânea é composta pela arte da construção com a pluralidade de opiniões que compõem o parlamento em todos os países do mundo.Entretanto,o presidente Jair Bolsonaro insiste no autoritarismo e na autodestruição.O mandatário brasileiro tem a capacidade natural para a destruição,e não para a construção. O presidente Jair Bolsonaro não se mantém na harmonia necessária com os demais poderes da República,algo indispensável aos “homens de virtu” nos dias em que vivemos.




E assim caminha a humanidade.


Credito da Imagem :Portal G1 da Rede Globo.



Congresso Nacional se prepara para a chegada de novos deputados e ...

segunda-feira, 20 de abril de 2020

A potencial auto explosivo do Presidente Jair Bolsonaro.

Um dia após discursar em ato que pedia intervenção militar, o presidente Jair Bolsonaro defendeu nesta segunda-feira (20) o Supremo e o Congresso "abertos e transparentes",de acordo com a reportagem do Portal G1 da Rede Globo.

Bolsonaro deu a declaração na saída da residência oficial do Palácio da Alvorada. Ele parou para falar com jornalistas sobre temas como a crise do coronavírus e sobre a participação no ato deste domingo,segundo o Portal na manhã desta segunda feira.

Nesse momento, um dos apoiadores do presidente, que acompanham a saída dele do palácio todas as manhãs, gritou uma frase a favor do fechamento do Supremo. Bolsonaro advertiu o apoiador,segundo o relato da reportagem.

O presidente afirmou ainda que a pauta do ato do domingo era a volta ao trabalho e a ida do povo para a rua. Bolsonaro defende o relaxamento das medidas de isolamento social contra o coronavírus,segundo o relato do Portal nesta segunda feira (20).

“O povo na rua, dia do Exército, volta ao trabalho. É isso”, disse o presidente segundo o G1.

Para Bolsonaro, os cartazes no ato com dizeres contra a democracia, o Congresso e o Supremo eram de autoria de "infiltrados",segundo o relato do G1.

"Em todo e qualquer movimento tem infiltrado, tem gente que tem a sua liberdade de expressão. Respeite a liberdade de expressão. Pegue o meu discurso, dá dois minutos, não falei nada contra qualquer outro poder, muito pelo contrário. Queremos voltar ao trabalho, o povo quer isso. Estavam lá saudando o Exército Brasileiro. É isso, mais nada. Fora isso, é invencionice, é tentativa de incendiar uma nação que ainda está dentro da normalidade", disse o presidente segundo o relato da reportagem.

No ato do domingo, manifestantes gritavam frases como: "Fora, Maia" (em referência ao presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ); "AI-5"; "Fecha o Congresso"; "Fecha o STF". Essas são palavras de ordem ilegais, inconstitucionais e contrárias à democracia,segundo relata o Portal.

O Ato Institucional número 5 (AI-5) vigorou durante dez anos (de 1968 a 1978), no período da ditadura militar, e foi usado para punir opositores ao regime e cassar parlamentares,de acordo com a reportagem.

O presidente afirmou também que não esta conspirando contra nenhum poder. "O pessoal geralmente conspira para chegar ao poder. Eu já estou no poder. Eu já sou presidente da República [...] Eu estou conspirando contra quem, meu Deus do céu? Falta um pouco de inteligência para aqueles que me acusam de ser ditatorial. O que eu tomei de providência contra a imprensa? Contra a liberdade de expressão?", questionou o mandtário segundo o Portal da Rede Globo.

Em seguida, ainda na fala para os jornalistas, o presidente afirmou que "eu sou realmente a Constituição".

"Eu inclusive sou contra as prisões administrativas [em razão das regras de isolamento social] que estão acontecendo pelo Brasil. Prendendo mulher de biquíni na praia do Recreio, prendendo em Araraquara a mulher em praça pública sozinha. Prendendo lá na praia de Boa Viagem um aposentado da Aeronáutica. Eu sou realmente a Constituição", afirmou o presidente segundo o G1.

Ato do domingo
Para os manifestantes, no domingo, Bolsonaro disse o seguinte segundo o relato do G1:

"Nós não queremos negociar nada. Nós queremos é ação pelo Brasil. O que tinha de velho ficou para trás. Nós temos um novo Brasil pela frente. Todos, sem exceção, têm que ser patriotas e acreditar e fazer a sua parte para que nós possamos colocar o Brasil no lugar de destaque que ele merece. Acabou a época da patifaria. É agora o povo no poder."

Os manifestantes e Bolsonaro, que discursou no meio deles, contrariam as orientações das autoridades sanitárias, como a Organização Mundial de Saúde (OMS), de que sejam evitadas aglomerações para conter o avanço do coronavírus. Bolsonaro não usava máscaras, e poucos manifestantes usavam,de acordo com o Portal.

Coronavírus
Na saída do Palácio da Alvorada, Bolsonaro voltou a minimizar as mortes causadas pelo coronavírus. "Aproximadamente 70% da população vai ser infectada , não adianta querer correr disso, é uma verdade. Estão com medo da verdade?", disse o mandatário de acordo com a reportagem .

Até a manhã desta segunda-feira (20), o Brasil já havia registrado oficialmente 39.144 casos de pessoas infectadas por coronavírus e 2.484 mortes,segundo afirma o G1.

Bolsonaro também disse esperar que esta seja a última semana com medidas de isolamento mais restritivas no país,segundo o Portal.

“Espero que essa seja a última semana dessa quarentena, dessa maneira de combater o vírus, todo mundo em casa. A massa não tem como ficar em casa porque a geladeira está vazia”, completou o mandatário segundo a matéria.

Á você que está me lendo eu digo: O governo Bolsonaro tem uma capacidade natural de auto sabotagem. Desde sua posse em Janeiro do ano passado, o Presidente Jair Bolsonaro tem sido uma fabrica ambulante de crises. O mandatário não entendeu o que os eleitores esperam dele.


Basicamente, o eleitorado que votou em Jair Bolsonaro,queria o fim da corrupção,a retomada da economia e dos serviços essenciais no país. Entretanto,o Presidente convidou a população para participar do seu extremismo dos tempos de deputado.


A falta de uma gestão faz o Presidente Jair Bolsonaro ser um sabotador em potencial do seu próprio governo. O presidente está isolado politicamente, inclusive na ala militar do governo. O resultado mostra que uma parcela da população não quer ser plateia no discurso extremista do mandatário brasileiro.


O extremismo xucro do Presidente Jair Bolsonaro está sendo uma auto sabotagem da imagem do próprio Jair Bolsonaro. Indo contra as recomendações da Organização Mundial de Saúde,o presidente Jair Bolsonaro se isola cada vez mais. O mandatário está se desmoralizando até mesmo diante do presidente dos Estados Unidos Donald Trump,que até outro dia,era o maior aliado do Presidente.


E assim segue um presidente cada vez mais isolado na auto sabotagem ao seu próprio governo. E assim segue o autoritarismo que deixa o Presidente cada vez mais isolado politicamente. O aspecto tirânico do mandatário brasileiro segue sendo sua própria autodestruição.



A demissão de Luiz Henrique Mandetta expôs o caráter insano do mandatário brasileiro. Porém, Jair Bolsonaro quer continuar vendendo uma imagem incompatível como a política contemporânea que vivemos hoje. O presidente quer editar um decreto para reabrir o comércio. Entretanto, Jair Bolsonaro sabe que o decreto seria derrubado,tanto no Congresso Nacional,quanto no Supremo Tribunal Federal.

O presidente Jair Bolsonaro é o maior líder da oposição ao seu próprio governo. Não é necessário que o PT faça a oposição ao governo, pois o próprio Jair Bolsonaro se encarrega disso todos os dias.

O autoritarismo do Presidente lhe dá o isolamento político. A falta de bom senso faz Jair Bolsonaro destruir seu próprio governo. A parcela da população que desaprova a conduta do mandatário na epidemia do corona vírus,espera dele um gestor.Entretanto,o Presidente Jair Bolsonaro tem um perfil de um destruidor.

O exercício do poder traz um desgaste natural com o passar dos anos. Entretanto, o Presidente Jair Bolsonaro acelera esse processo antes do tempo. O extremismo xucro do mandatário poupa o trabalhão dos partidos de oposição.Aquele que foi alçado a condição de outsider pela Operação Lava Jato, trata de sabotar o próprio mandato,com sua tirania e espírito antidemocrático.

O Congresso está adotando um perfil político de centro.Rodrigo Maia e Davi Alcolumbre, querem descolar suas imagens do extremismo insano  do Presidente Jair Bolsonaro. Os governadores seguem tomando decisões amparadas pela Organização Mundial da Saúde. Já o Presidente Jair Bolsonaro segue cada dia mais isolado. Preso nas suas teorias conspiratórias, na sua tirania e seu no potencial de auto  implosão.

E assim caminha a humanidade.




Credito da Imagem :Jornal Estado de São Paulo.




Guinada de Bolsonaro surpreende médicos que se reuniram com ele

domingo, 19 de abril de 2020

A violencia contra a mulher.


Uma em cada três mulheres em todo o mundo já sofreu violência física e/ou sexual, mas "é provável que esta crise piore como resultado da pandemia" do novo coronavírus (Sars-CoV-2), aponta o relatório "A sombra da pandemia: violência contra mulheres e meninas e Covid-19",de acordo com a reportagem de hoje do Portal G1 da Rede Globo.

O documento foi divulgado em abril pela ONU Mulheres, entidade da Organização das Nações Unidas para igualdade de gênero e empoderamento,de acordo com o relato da reportagem.

O secretário-geral da ONU, Antonio Gutierrez, disse em um comunicado no começo do mês que "nas últimas semanas, à medida que as pressões econômicas e sociais e o medo aumentaram, vimos uma onda global horrível de violência doméstica". "Em alguns países, o número de mulheres que telefonam para serviços de apoio dobrou.",declarou o secretário segundo o relato do G1 na manhã deste domingo.

Elas relatam que ambientes familiares que já eram violentos antes da pandemia ficaram mais agressivos diante da falta de dinheiro – quase todos ali trabalham em oficinas de costura, que estão fechadas desde o dia 17 de março – e do convívio em tempo integral dos familiares dentro de casa,segundo o Portal ga Rede Globo,neste domingo (19).

Ela e as demais participantes preferiram não se identificar. Após receber a denúncia da vítima por meio do aplicativo, as mulheres do grupo fazem a denúncia pelo telefone 180 e acionam o serviço social da região,de acordo com a reportagem do veiculo.

Em abril, a Organização Mundial da Saúde (OMS) passou a demonstrar maior preocupação com o aumento das agressões contra as mulheres na pandemia,segundo a reportagem do Portal na manhã de hoje.

Á você que está me lendo eu digo: Hoje vou voltar a falar sobre o feminismo no mundo, mais especificamente sobre seus mitos e verdades. Durante as aulas de atividades complementares no meu curso de Jornalismo na FIAM, a professora exibiu um documentário , falando sobre a essência do feminismo.
Segundo dizia o documentário  feminismo é um conjunto de movimentos políticos, sociais, ideologias e filosofias que têm como objetivo comum: direitos equânimes (iguais) e uma vivência humana por meio do empoderamento feminino e da libertação de padrões patriarcais, baseados em normas de gênero. Envolve diversos movimentos, teorias e filosofias que advogam pela igualdade entre homens e mulheres, além de promover os direitos das mulheres e seus interesses. De acordo com Maggie Humm e Rebecca Walker, a história do feminismo pode ser dividida em três fases A primeira teria ocorrido no século XIX e início do século XX, a segunda nas décadas de 1960 e 1970 e a terceira na década de 1990 até a atualidade. A teoria feminista surgiu destes movimentos femininos[8][9] e se manifesta em diversas disciplinas como a geografia feminista, a história feminista e a crítica literária feminista.
O feminismo alterou principalmente as perspectivas predominantes em diversas áreas da sociedade ocidental, que vão da cultura ao direito. As ativistas femininas fizeram campanhas pelos direitos legais das mulheres (direitos de contrato, direitos de propriedade, direitos ao voto), pelo direito da mulher à sua autonomia e à integridade de seu corpo, pelos direitos ao aborto e pelos direitos reprodutivos (incluindo o acesso à contracepção e a cuidados pré-natais de qualidade), pela proteção de mulheres e garotas contra a violência doméstica, o assédio sexual e o estupro, pelos direitos trabalhistas, incluindo a licença-maternidade e salários iguais, e todas as outras formas de discriminação, segundo dizia o documentário  exibido na Universidade..

Durante grande parte de sua história, a maioria dos movimentos e teorias feministas tiveram líderes que eram principalmente mulheres brancas de classe média, da Europa Ocidental e da América do Norte. No entanto, desde pelo menos o discurso de Sojourner Truth, feito em 1851, às feministas dos Estados Unidos, mulheres de outras etnias e origens sociais propuseram formas alternativas de feminismo. Esta tendência foi acelerada na década de 1960, com o movimento pelos direitos civis que surgiu nos Estados Unidos e o colapso do colonialismo europeu na África, no Caribe e em partes da América Latina e do Sudeste Asiático. Desde então as mulheres nas antigas colônias europeias e nos países em desenvolvimento propuseram feminismos "pós-coloniais" - nas quais algumas postulantes, como Chandra Talpade Mohanty, criticam o feminismo tradicional ocidental como sendo etnocêntrico. Feministas negras, como Angela Davis e Alice Walker, compartilham este ponto de vista,segundo relata o documentário
Desde a década de 1980, as feministas argumentaram que o movimento deveria examinar como a experiência da mulher com a desigualdade se relaciona ao racismo, à homofobia, ao classismo e à colonização. No fim da década e início da década seguinte as feministas ditas pós-modernas argumentaram que os papéis sociais dos gêneros seriam construídos socialmente, e que seria impossível generalizar as experiências das mulheres por todas as suas culturas e histórias, segundo dizia o documentário 

De acordo com o documentário, as três fases do feminismo lutavam contra os conceitos patriarcais do "ter" e "possuir" em relação as mulheres. As tres fases do feminismo lutavam pela reafirmação da mulher como uma pessoa de desejos e vontades, e não com um "objeto de posse".

A primeira fase do feminismo se refere a um período extenso de atividade feminista ocorrido durante o século XIX e início do século XX no Reino Unido e nos Estados Unidos, que tinha o foco originalmente na promoção da igualdade nos direitos contratuais e de propriedade para homens e mulheres, e na oposição de casamentos arranjados e da propriedade de mulheres casadas (e seus filhos) por seus maridos. No entanto, no fim do século XIX, o ativismo passou a se focar principalmente na conquista de poder político, especialmente o direito ao sufrágio por parte das mulheres. Ainda assim, feministas como Voltairine de Cleyre e Margaret Sanger já faziam campanhas pelos direitos sexuais, reprodutivos e econômicos das mulheres nesta época,segundo relatava o documentário 

No Reino Unido, as suffragettes e, talvez de maneira ainda mais eficiente, as sufragistas, fizeram campanha pelo sufrágio feminino. Em 1918, o Representation of the People Act foi aprovado, concedendo o direito ao voto às mulheres acima de 30 anos de idade que possuíssem uma ou mais casas. Em 1928, este direito foi estendido à todas as mulheres acima de vinte e um anos de idade. Nos Estados Unidos, líderes deste movimento incluíram Lucretia Mott, Lucy Stone, Elizabeth Cady Stanton e Susan B. Anthony, que haviam todas lutado pela abolição da escravidão antes de defender o direito das mulheres ao voto; todas eram influenciadas profundamente pelo pensamento quaker. A primeira onda do feminismo, nos Estados Unidos, envolveu uma ampla variedade de mulheres; algumas, como Frances Willard, pertenciam a grupos cristãos, como a Woman's Christian Temperance Union; outras, como Matilda Joslyn Gage, eram mais radicais e se expressavam dentro da National Woman Suffrage Association, ou de maneira independente. Considera-se que a primeira onda do feminismo nos Estados Unidos como tenha terminado com a aprovação da Décima Nona Emenda à Constituição dos Estados Unidos, em 1919, que concedeu às mulheres o direito ao voto em todos os estados,segundo reportagem do documentário


A primeira fase do feminismo lutava pela afirmação da mulher como uma pessoa independente, com desejos e vontades próprias, e não como um objeto de posse .

A fase do feminismo, ao contrário da segunda, preocupou-se muito pouco com a questão do aborto; no geral, eram contrárias ao conceito. Embora nunca tenha se casado, Anthony publicou seus pontos de vista sobre o casamento, sustentando que uma mulher deveria ter o direito de recusar-se a fazer sexo com seu marido; a mulher americana não tinha, até então, qualquer recurso legal contra o estupro por seu próprio marido. Primordial, em sua opinião, era conceder a mulher o direito ao seu próprio corpo, que ela via como um elemento essencial na prevenção de gravidezes indesejadas, através do uso de abstinência como método contraceptivo. Escreveu sobre o assunto em seu jornal, The Revolution, em 1869, argumentando que, em vez de meramente tentar aprovar uma lei contra o aborto, sua causa principal deveria também ser abordada. A simples aprovação de uma lei antiaborto seria "apenas cortar o topo da erva daninha, enquanto sua raiz permanece”, segundo relato documentário


Já na segunda fase do feminimso,em alguns países europeus, as mulheres ainda não tinham alguns direitos importantes. As feministas nesses países continuaram a lutar pelo direito de voto. Na Suíça, as mulheres ganharam o direito de votar em eleições federais apenas em 1971[39] e no cantão de Appenzell Interior as mulheres obtiveram o direito de votar em questões locais só em 1991, quando o cantão foi forçado a fazê-lo pelo Supremo Tribunal Federal da Suíça. Em Liechtenstein, as mulheres conquistaram o direito de votar em 1984, depois de um referendo, segundo relatava o documentário 

As feministas continuaram a campanha para a reforma das leis de família que davam aos maridos controle sobre suas esposas. As leis em relação a isso foram abolidas no século XX no Reino Unido e nos Estados Unidos, mas em muitos países da Europa continental as mulheres casadas ainda tinham poucos direitos. Por exemplo, na França as mulheres casadas receberam o direito de trabalhar sem a permissão de seu marido apenas em 1965. As feministas também trabalharam para abolir a "isenção conjugal" nas leis de estupro, que impediam o julgamento dos maridos que estupravam suas próprias esposas. As tentativas anteriores das feministas da primeira onda, como Voltairine de Cleyre, Victoria Woodhull e Elizabeth Clarke Wolstenholme Elmy, para criminalizar a violação conjugal no final do século XIX não tiveram sucesso, sendo que isto foi apenas alcançado um século mais tarde na maioria dos países ocidentais, mas ainda não foi conquistado em muitas outras partes do mundo,segundo relato do documentário 
a.

As feministas da segunda fase do feminismo, veem as desigualdades culturais e políticas das mulheres como intrinsecamente ligadas e incentivam as mulheres a entender os aspectos de suas vidas pessoais como profundamente politizados e como o reflexo de estruturas de poder sexistas. A ativista e autora feminista Carol Hanisch cunhou o slogan "o pessoal é político", que se tornou sinônimo da segunda fase,segundo relata do documentário .

Já a terceira fase do feminismo, começou no início da década de 1990, como uma resposta às supostas falhas da segunda onda e também como uma retaliação a iniciativas e movimentos criados por esta. O feminismo da terceira onda visa desafiar ou evitar aquilo que vê como as definições essencialistas da feminilidade feitas pela segunda onda que colocaria ênfase demais nas experiências das mulheres brancas de classe média alta,segundo relata o documentário 

Uma interpretação pós-estruturalista do gênero e da sexualidade é central à maior parte da ideologia da terceira onda. As feministas da terceira onda frequentemente enfatizam a "micropolítica" e desafiam os paradigmas da segunda onda sobre o que é e o que não é bom para as mulheres. A terceira onda teve sua origem no meio da década de 1980; líderes feministas com raízes na segunda onda, como Gloria Anzaldua, bell hooks, Cherrie Moraga, Audre Lorde, Maxine Hong Kingston e diversas outras feministas negras, procuraram negociar um espaço dentro da esfera feminista para a consideração de subjetividades relacionadas à raça,segundo dizia o documentário  exibido na FIAM

A terceira fase do feminismo também apresenta debates internos. O chamado feminismo da diferença, cujo importante expoente é a psicóloga Carol Gillian, defende que há importantes diferenças entre os sexos, enquanto outras vertentes creem não haver diferenças inerentes entre homens e mulheres defendendo que os papéis atribuídos a cada gênero instauram socialmente a diferença, segundo relatava o documentário  

Talvez tenhamos alguns mitos e verdades sobre o que realmente é o feminismo. Eu estive na Suíça e na Itália em 2013 e pude questionar suíços e italianos que falavam português sobre o que é o feminismo.

A ideia de que as mulheres do feminismo estão em guerra com os homens é uma grande bobagem. Durante o meu curso de Jornalismo na FIAM, eu conheci mulheres adeptas do feminismo que tem namorado e filhos. O feminismo não está em guerra contra os homens, mas sim contra o fato da mulher ser um objeto de posse.
Todos os suíços e italianos me disseram que o feminismo é um movimento político que luta pela igualdade de gêneros por meio do empoderamento feminino. Já no Brasil, alguns me responderam que o feminismo é feito por mulheres mal amadas que estão em guerra com os homens.

A ideia de que as feministas são mal amadas, é simplesmente um conceito machista do patriarcado que ainda vivemos aqui no Brasil. As mulheres adeptas do feminismo têm os mesmos desejos que qualquer mulher no mundo. Sim leitor (a): As mulheres adeptas do feminismo também querem ter família, filhos e um labrador, por exemplo. O que as mulheres adeptas do feminismo simplesmente não querem é ter se tornar o objeto de posse de alguém. O que convenhamos, é completamente diferente do conceito de que essas mulheres quererem entrar em guerra contra os homens.

Ao longo da história o feminismo sempre lutou contra os conceitos do "ter" e "possuir" em relação as mulheres.A luta do feminismo sempre foi contra o conceito de que a mulher é um objeto de posse,não necessariamente contra os homens.Por exemplo,muitas feministas que eu conheci,tem filhos (a) e namorado,por exemplo.Portanto,isso já rechaça completamente o conceito machista de que as mulheres adeptas do feminismo estão em guerra com os homens.

As feministas não estão em guerra contra os homens. As feministas apenas querem relações igualitárias entre os sexos.As feministas querem relações sem o “sentimento de posse” em relação as mulheres.




E assim caminha a humanidade.


Credito da Imagem :Portal G1 da Rede Globo.


Exposição sobre movimento feminista termina nesta sexta-feira com ...

sábado, 18 de abril de 2020

A demissão de Luiz Henrique Mandetta.


Pesquisa do instituto Datafolha publicada nesta sexta-feira (17) pelo site do jornal "Folha de S.Paulo" revela os seguintes percentuais de aprovação e rejeição à demissão de Luiz Henrique Mandetta do Ministério da Saúde,de acordo com a reportagem de hoje no Portal G1 da Rede Globo:

'Presidente agiu mal': 64%
'Presidente agiu bem': 25%
'Não sabe': 11%
Conforme a "Folha", o instituto ouviu 1.606 pessoas por telefone, e a margem de erro é de três pontos percentuais para mais ou para menos,de acordo com o G1.

A demissão foi anunciada nesta quinta (16), por Mandetta, em uma rede social. Em seguida, o presidente Jair Bolsonaro fez um pronunciamento no Palácio do Planalto no qual anunciou o oncologista Nelson Teich como novo ministro,de acordo com o relato da reportagem.

No pronunciamento, Bolsonaro comparou a demissão de Mandetta a um "divórcio consensual". Na sequência, Teich também fez um pronunciamento no qual disse ter "alinhamento total" com o presidente da República,de acordo com o Portal da Rede Globo.

Ainda de acordo com o Datafolha, os entrevistados também deram as seguintes respostas sobre:

"Avaliação do desempenho de Bolsonaro em relação ao surto de corona vírus":

'Ótimo/bom': 36%
'Regular': 23%
'Ruim/péssimo': 38%
'Não sabe': 3%
"A condução da emergência sanitária pelo Ministério da Saúde sem Mandetta irá":

Melhorar': 32%
'Piorar': 36%

Nas últimas semanas, Mandetta e Bolsonaro passaram a divergir publicamente sobre algumas medidas de combate ao coronavírus, como o isolamento social,de acordo com o G1 na manhã deste sábado (18).

Enquanto Mandetta defende o isolamento, assim como orientam a Organização Mundial de Saúde (OMS) e os especialistas, Bolsonaro pede a "volta à normalidade", o fim do "confinamento em massa" e a reabertura do comércio, de lotéricas e de igrejas,segundo o Portal.

Desde que começaram as divergências, Mandetta passou a dizer, quando questionado se deixaria o cargo, que "médico não abandona o paciente". Bolsonaro, por sua vez, passou a dizer que "médico não abandona o paciente, mas o paciente pode trocar de médico",ainda segundo o G1.

Além disso, Bolsonaro foi a um ato na Esplanada dos Ministérios a favor do governo, passou a sair para ir a padarias e a farmácias em Brasília e passou a cumprimentar grupos de pessoas, gerando aglomerações e contrariando as orientações das autoridades de saúde,de acordo com o Portal da Rede Globo.



Em uma entrevista ao Fantástico, no último domingo (12), Mandetta chegou a dizer que o brasileiro "não sabe se escuta o ministro ou o presidente",segundo o relato do G1.

Á você que está me lendo eu digo : A Operação Lava Jato deu a Jair Bolsonaro a imagem de outsider perante boa parte da população. O outsider é aquele faz suas próprias convenções e não se encaixa nas regras da sociedade em que vive
O grande problema do outsider,é que o regime presidencialista do Brasil é composto por três poderes,executivo,legislativo e judiciário. Os eleitores que deram a vitória a Jair Bolsonaro na ultima eleição enxergaram no ex-capitão a figura de um outsider.
A grande questão é que justamente essa imagem de outsider que está fazendo o presidente sabotar seu próprio governo. O presidente Jair Bolsonaro não tem capacidade de tramitação no Congresso Nacional. O mandatário também está totalmente inviabilizado no Supremo Tribunal Federal.
Para manter sua imagem de outsider, o mandatário decreta seu isolamento político, conduzindo seu governo a total insensatez. Luiz Henrique Mandetta foi demitido por não compartilhar do extremismo xucro e da insensatez do chefe do executivo brasileiro.
A popularidade de Luiz Henrique Mandetta incomodava o mandatário brasileiro. O ex-ministro da saúde tinha as qualidades intelectuais e técnicas que faltam ao presidente Jair Bolsonaro. A demissão de Mandetta revela que o maior líder do Brasil continua fazendo o serviço de não governar o país. Sem governabilidade, o presidente Jair Bolsonaro continua conduzindo seu governo a autodestruição.
O Presidente da República continua a remar contra a ciência, contra a medicina, e principalmente contra o bom senso, tão necessário ao mandatário da nação em um momento de crise. E assim, o Presidente Jair Bolsonaro segue fazendo uma oposição de peso ao seu próprio governo.





E assim caminha a humanidade.





Credito da Imagem :Jornal o Globo.


Ao deixar ministério com 76% de aprovação, Mandetta alerta ...

sexta-feira, 17 de abril de 2020

João Doria vai se descolando de Jair Bolsonaro.


O governador João Doria (PSDB) vai anunciar a prorrogação da quarentena no estado de São Paulo por causa da pandemia de corona vírus. Essa já é a segunda prorrogação da quarentena que teve início no dia 24 de março nos 645 municípios do estado. O estado registra 853 mortes provocadas pela Covid-19 e 11.568 casos confirmados de contaminação, de acordo com a reportagem de hoje no Portal G1 da Rede Globo.

O término da quarentena estava previsto para o dia 22 de abril. Com a prorrogação, os detalhes do período de duração devem ser divulgados no início da tarde desta sexta-feira (17) durante coletiva de imprensa no Palácio dos Bandeirantes, na Zona Sul de São Paulo,segundo o relato da reportagem nesta sexta feira (17).

A medida obriga o fechamento do comércio e mantém apenas os serviços essenciais, como nas áreas de Saúde e Segurança.
A prorrogação da quarentena ocorreu devido ao número crescente de casos de contaminação e de mortes registradas, além do baixo índice do isolamento social da população, que está em 50%, de acordo com o sistema de monitoramento que utiliza sinais de celulares para saber se as pessoas estão em casa e localizar aglomerações. O governo diz que a taxa ideal para tentar impedir o avanço da doença é de 70%.
Poderão continuar funcionando na quarentena,segundo a reportagem :

Hospitais, clínicas, farmácias e clínicas odontológicas;
Transporte público, táxis e aplicativos de transporte;
Transportadoras e armazéns;
Empresas de telemarketing;
Petshops;
Deliverys;
Supermercados, mercados, açougues e padarias*;
Limpeza pública;
Bancas de jornais;
Bancos, lotéricas e correspondentes bancários;
Postos de combustível;
Fábricas.
padarias não poderão permitir o consumo no estabelecimento.

Portas fechadas:

Comércio;
Bares;
Restaurantes;
Cafés;
Casas noturnas;
Shopping centers e galerias;
Academias e centros de ginástica;
Espaços para festas, casamentos, shows e eventos;
Escolas públicas ou privadas.
*Bares, cafés e restaurantes podem manter o funcionamento em sistema de delivery e/ou drive thru.
O infectologista David Uip, coordenador do Centro de Contingência contra o Coronavírus no estado de São Paulo, disse nesta manhã que o planejamento contra a doença começou em fevereiro e que o pico deve ser em maio. "As curvas de ascensão estão dentro do esperado e até de uma forma melhor do que nós imaginávamos porque nós entendemos que com esse distanciamento social foi possível achatar, em um primeiro momento, a curva de ascensão e diminuir o número de infectados. Nós estamos esperando que esse pico aconteça e o desafio é que não seja um pico Monte do Everest e sim de um montanha", afirmou. "Nós estamos na ascensão da curva, mas que semana de maio vai se dar o pico, nós ainda estamos trabalhando os dados.",declarou o infetologista segundo o relato do G1.

De acordo com ele, o vírus está concentrado na região metropolitana de São Paulo. Uip reforçou a necessidade do isolamento social para diminuir os impactos nas unidades de saúde, especialmente da rede pública. "A população precisa estar convencida que o distanciamento é absolutamente fundamental. Primeiro, porque você melhora diminuindo o índice de transmissibilidade, depois você diminui o índice de doença, mas fundamentalmente você consegue impactar menos daqueles 20% de pacientes que precisarão ser internados e dos 5% que vão para as UTIs.",disse o médico segundo o Portal.

O estimativa é que 1% da população do estado de São Paulo seja contaminada, o que corresponde a 450 mil pessoas. "450 mil infectados você trabalha com percentuais de indivíduos assintomáticos, a grande maioria, acima de 50% serão assintomáticos e nem procurarão o sistema de saúde. 20% terão doença e vão precisar ser atendidos em hospitais e desses, 5% necessitarão de UTI. Então, com esses números nós planejamos a necessidade de leitos", afirmou Uip segundo o Portal da Rede Globo.

O infectologista voltou a dizer que a demora para obtenção dos resultados dos testes foi a falta de insumos. Do total de pacientes internados com sintomas de coronavírus em São Paulo, 61% não possuem exame confirmado de Covid-19. São 6.193 internações nas Unidades de Terapia Intensiva (UTI) e enfermarias do estado. Desse total, 2.379 pacientes tiveram exame positivo para a doença, enquanto outros 3.814 ainda são considerados suspeitos,segundo o relato do G1.

O secretário da Saúde, José Henrique Germann, afirmou que a fila ainda é de aproximadamente 13 mil nesta quinta. “A respeito do número de teste, na data de hoje foram recebidas 1.741 novas amostras. E foram processadas 1.589. Estão em análise 12.958”, disse Germann segundo o Portal.

Á você que está me lendo eu digo: Durante a campanha eleitoral em 2018,João Doria se elegeu na onda de Jair Bolsonaro. O tucano incorporou o discurso extremista do ex militar,defendendo inclusive o aumento da letalidade policial como uma forma de segurança no Estado.
Entretanto, o governador do estado de São Paulo tem ambições políticas em 2022. João Doria quer voltar ao discurso centrista do PSDB, se descolando aos poucos da imagem de Jair Bolsonaro.
O calculo político do governador João Doria se baseia na imagem de um gestor equilibrado e eficiente, evitando ao máximo o isolamento político do presidente Jair Bolsonaro. O governador do estado de São Paulo quer vender a imagem da serenidade e do equilíbrio, pois o governador do Estado de São Paulo é um potencial candidato ao Palácio do Planalto.
Mas, entretanto, João Doria está tomando suas decisões amparadas pela comunidade médica e pela Organização Mundial da Saúde. Ou seja: A crise do corona vírus está colocando o governador João Doria em evidencia para a disputa presidencial em 2022.
As escorregadas de João Doria no seu discurso de campanha estão sendo esquecidas pelo eleitorado, devido a postura do governador na pandemia do corona vírus no estado de São Paulo. João Doria vem tendo êxito na estratégia de descolar do isolamento político do mandatário nacional.
Sim leitor (a): O governador João Doria percebeu há algum tempo que a autodestruição do presidente Jair Bolsonaro não é algo bom para suas pretensões ao Palácio do Planalto em 2022. E para isso,vender a imagem de um gestor equilibrado é absolutamente fundamental.

E assim caminha  a humanidade.

Credito da Imagem :Portal UOL.


Coronavírus: João Doria lamenta demissão de Mandetta: 'Grande ...