quarta-feira, 23 de setembro de 2020
Primeira motorista mulher da Alfetur
O machismo conservador e o patriarcado brasileiro.
Um homem de 34 anos confessou à polícia que matou a ex-companheira de 36 anos e o filho bebê de três meses em Santa Catarina após ser preso na madrugada desta quarta-feira (23) em Itapema, no Litoral Norte catarinense. Os corpos foram encontrados em Rio dos Cedros, no Vale do Itajaí, de acordo com a reportagem do Portal G1 da Rede Globo.
A suspeita é que ele tenha envenenado um pedaço de carne e servido à Josiele Lopes. O bebê ao mamar, também ingeriu o veneno. Após, ele enterrou os corpos em uma área de mata, no dia 15 de setembro, de acordo com o relato do Portal.
Segundo o delegado Diogo Medeiros, a motivação alegada pelo preso é a descoberta de que a ex-companheira estaria em outro relacionamento amoroso, de acordo com o veiculo na manhã de hoje.
"Ele arrumou um veneno e colocou na carne para a ex-companheira. O bebê mamou. A mãe começou a passar mal e o ex-companheiro, a pretexto de socorrê-la, colocou os dois no carro e foi até a cidade de Rio dos Cedros e ocultou o cadáver dessas duas pessoas que já estavam mortas, provavelmente, dentro do carro", explicou o delegado, de acordo com o Portal na manhã desta quarta feira (23 ).
Á você que está me lendo eu digo :Patriarcado é um sistema social em que homens mantêm o poder primário e predominam em funções de liderança política, autoridade moral, privilégio social e controle das propriedades. No domínio da família, o pai (ou figura paterna) mantém a autoridade sobre as mulheres e as crianças. Algumas sociedades patriarcais também são patrilineares, o que significa que a propriedade e o título são herdadas pelos homens e a descendência é imputada exclusivamente através da linhagem masculina, às vezes, até o ponto onde parentes do sexo masculino significativamente mais distantes têm precedência sobre parentes do sexo feminino.
Feminicídio é um termo de crime de ódio baseado no gênero, amplamente definido como o assassinato de mulheres em contexto de violência doméstica ou em aversão ao gênero da vítima -misoginia-, mas as definições variam dependendo do contexto cultural. A autora feminista Diana E. H. Russell foi uma das primeiras a usar o termo e atualmente define a palavra como "a matança de mulheres por homens, porque elas são mulheres". Outras feministas colocam ênfase na intenção ou propósito do ato que está sendo dirigido às mulheres especificamente porque são mulheres; Outros incluem a morte de mulheres por outras mulheres.
O Brasil é um país patriarcal e extremamente machista. A mulher ainda é vista como um objeto de posse da dominação masculina, e definitivamente o Brasil ainda não superou a questão. Patriarcado é um sistema social em que homens mantêm o poder primário e predominam em funções de liderança política, autoridade moral, privilégio social e controle das propriedades. No domínio da família, o pai (ou figura paterna) mantém a autoridade sobre as mulheres e as crianças.
Os costumes conservadores conduzem o Brasil á um forte conceito de patriarcado, aonde os homens mantem uma dominação primária e mantem as funções de predominância politica sobre as mulheres. O país que é considerado uma das dez economias do mundo não superou essa questão.
E assim caminha a humanidade.
Imagem : You Tube.

terça-feira, 22 de setembro de 2020
O desprezo do presidente pela saúde e pela vida.
O presidente Jair Bolsonaro abre nesta terça, às 10h, a 75ª Assembleia Geral da ONU. Em razão da pandemia, o encontro será virtual. O presidente já gravou o seu discurso. Consta que vai defender a política ambiental brasileira. E também estaria disposto a provar que seu governo é um sucesso em matéria de combate à pandemia do corona vírus, de acordo com a coluna do jornalista Reinaldo Azevedo, hoje de manhã no UOL.
Que Bolsonaro diga ao mundo que o Brasil se preocupa com o meio ambiente, buscando preservar as suas florestas, num esforço de conciliar desenvolvimento e conservação da natureza, bem, isso é o esperado, ainda que fale a uma plateia incrédula. A nuvem de fumaça do Pantanal, por exemplo, já não é mais um problema local e viaja pelo continente, de acordo com o jornalista na manhã de hoje.
Ricardo Salles, ministro do Meio Ambiente, deixou atrás de si uma reputação na Conferência do Clima de Madri (Cop 25), que expôs o Brasil ao opróbrio mundial. Houve até tentativa de enganar a gringolândia em negociações de crédito de carbono. Um vexame sem fim, segundo o relato do jornalista no UOL.
Assim, o discurso do presidente teria de ser muito convincente, apresentando medidas efetivas tomadas pelo país. Fica difícil saber que diabos dirá aos de fora diferente do que ele e seus ministros dizem aqui dentro. Os auspícios não são bons, segundo o relato do comentarista na manhã desta terça feira (22).
Insistir na ladainha de que o Brasil ainda preserva mais de 60% de sua cobertura vegetal original — enquanto a Europa desenvolvida, por exemplo, mantém menos de 0,5% da sua — é discurso velho e reativo, ainda que verdadeiro. Justamente para podermos conciliar preservação e produção, fizemos um excelente Código Florestal, que defendi com muita energia. Ele contou, à época, com o apoio da esmagadora maioria dos produtores rurais. Mas está sendo queimado junto com a Amazônia e com o Pantanal, de acordo com o artigo do jornalista nesta terça feira no UOL.
Igualmente contraproducente será investir — e torço para que Bolsonaro não o faça — na tese de que a grita mundial contra as queimadas na Amazônia e no Pantanal traduz apenas uma disputa comercial. Interesses econômicos atravessam todas as pautas, não apenas a ambiental. Enveredar por esse caminho é um mau negócio. Literalmente, segundo o jornalista na sua coluna no UOL.
Á você que está me lendo eu digo :O ambientalismo, é um movimento ecológico ou movimento verde consiste em um heterogêneo feixe de correntes de pensamento e movimentos sociais que têm na defesa do meio ambiente sua principal preocupação, reivindicando medidas de proteção ambiental e sobretudo uma ampla mudança nos hábitos e valores da sociedade de modo a estabelecer um paradigma de vida sustentável, segundo uma reportagem da TV Cultura, exibida durante o meu curso de Jornalismo na FIAAM FAAM.
Desenvolvimento sustentável é um conceito sistêmico que se traduz num modelo de desenvolvimento global que incorpora os aspectos de um sistema de consumo em massa no qual a preocupação com a natureza, via de extração da matéria-prima, é máxima.Foi usado pela primeira vez em 1987, no Relatório Brundtland, um relatório elaborado pela Comissão Mundial sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento, criada em 1983 pela Assembleia das Nações Unidas, de acordo com o relato da emissora.
Conforme eu disse ontem, temos que ressaltar que o Brasil é um país continental, se comparado a maioria dos países de primeiro mundo na Europa e na Oceania. Ainda assim, é inadmissível o país ter quase 200. 000 mortos na pandemia. O mandatário jogou contra a medicina e ciência, ao demitir o médico Luiz Henrique Mandetta durante a crise do corona vírus.
Em vez de ter uma coordenação conjunta com governadores e prefeitos, o presidente Jair Bolsonaro agiu como um animador de plateia para agradar sua base eleitoral. O presidente fez uma analogia totalmente falsa entre saúde e economia. Não fossem as quarentenas decretadas por governadores e prefeitos, teríamos tido uma tragédia humanitária em proporções inimagináveis.
O mandatário brasileiro focou apenas em alimentar sua base eleitoral, mostrando um total desprezo pelas vidas de milhões de brasileiros. E em relação as queimadas nas florestas. Especialistas são quase unanimes em afirmar que os desmatamentos descontrolados serão a causa de futuras pandemias nos próximos anos. Os mesmos especialistas dizem que preservar as áreas verdes é uma questão de saúde pública. Contudo, o que interessa ao mandatário brasileiro, é apenas manter seus devotos bolsonaristas. A saúde a vida não completamente descartáveis para o presidente.
E assim caminha a humanidade.
Imagem : Revista Veja.

segunda-feira, 21 de setembro de 2020
A omissão presidencial no combate a pandemia no Brasil.
Sob intenso escrutínio mundial por seu desempenho na condução do Brasil durante a pandemia de corona vírus e pelas queimadas na Amazônia e no Pantanal, ainda mais intensas do que em 2019, o presidente Jair Bolsonaro abrirá na próxima terça-feira (22/09), a 75ª Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas, segundo a reportagem da manhã de hoje no Portal UOL.
Em um discurso gravado ainda na semana passada, ele deve defender que o país não só teve um bom desempenho doméstico na crise sanitária como garantiu a segurança alimentar de um bilhão de pessoas ao redor do mundo graças ao agronegócio nacional, alvo real daqueles que criticam a atual gestão ambiental brasileira, segundo a interpretação do governo, segundo o relato do UOL.
Com mais de 4,5 milhões de infectados e 135 mil mortos por covid-19, o governo brasileiro adotou postura contrária a medidas de isolamento social e ao uso de máscara, recomendados pela Organização Mundial da Saúde (OMS), e advogou por tratamentos à doença sem comprovação científica, como a hidroxicloroquina, segundo a matéria do UOL.
Mas a recente tendência de queda no número de novos contágios e mortes no país deve dar a Bolsonaro subsídios para argumentar que a situação do Brasil parece sob controle, de acordo com o UOL na manhã desta segunda feira (21).
Ele também deve dizer que graças à sua resistência em determinar a paralisação das atividades econômicas e ao auxílio-emergencial de R$ 600 mensais recebido por mais de 60 milhões de brasileiros, o chamado "coronavoucher", a economia brasileira seguiu em funcionamento e as perspectivas de recessão do país não são tão severas quanto as de outras nações emergentes, como a Índia, de acordo com a informação do UOL.

domingo, 20 de setembro de 2020
Conheça as “motogirls”, uma profissão que vem ganhando espaço em Curitiba
Os efeitos do extremismo no Brasil.

sábado, 19 de setembro de 2020
A arbitrariedade e inconstitucionalidade no Brasil.
A equipe de jornalismo da emissora TV Centro América, filiada da Globo no estado de Mato Grosso, foi expulsa sob ameaça de prisão, durante a cobertura da visita do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) no município de Sorriso. As informações foram divulgadas hoje à noite pelo Jornal Nacional., segundo o UOL.
Um dos compromissos do presidente na agenda de hoje no estado mato-grossense era em uma fazenda, em Sorriso, de acordo com o UOL na manhã de hoje.
Os jornalistas acompanharam o evento, mas um dos seguranças reconheceu a jornalista Mel Marizzi e o cinegrafista Idemar Marcatto como funcionários da emissora e chamou um major do Exército para expulsá-los, segundo o UOL.
Os dois profissionais foram conduzidos para fora da fazenda e impedidos de continuar o trabalho, relataram os apresentadores William Bonner e Renata Vasconcellos, segundo o UOL na manhã deste sábado (19).
Á você que está me lendo eu digo : A Constituição Federal circunscreve a liberdade de imprensa da seguinte forma .A manifestação do pensamento, a criação, a expressão e a informação, sob qualquer forma, processo ou veículo não sofrerão qualquer restrição, observado o disposto nesta Constituição .
Nenhuma lei conterá dispositivo que possa constituir embaraço à plena liberdade de informação jornalística em qualquer veículo de comunicação social, observado o disposto no principio constitucional no território brasileiro.
É livre a publicação e a circulação no território nacional de jornais e outros periódicos. Uma e outras deverão respeitar as peculiaridades estabelecidas na Constituição Federal e nesta lei para seu funcionamento, segundo a liberdade de imprensa no principio constitucional.
Ou seja : A atitude do presidente Jair Bolsonaro de impedir o trabalho da filial da Rede Globo fere o principio da liberdade de informação jornalística.
E assim caminha a humanidade.

sexta-feira, 18 de setembro de 2020
Os efeitos economicos da pandemia .
Uma em cada quatro empresas do setor de serviços avalia demitir ou encerrar as atividades quando acabar o período de vigência dos programas emergenciais relacionados a manutenção de empregos do governo federal, segundo sondagem realizada pelo Ibre ( Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getúlio Vargas), de acordo com a matéria de hoje da Folha de São Paulo.
Entre as empresas prestadoras de serviço que adotaram algum tipo de medida para preservar o emprego durante a pandemia, como redução de jornada e salário ou suspensão temporária do contrato, 55% dizem que vão fechar ou não conseguirão assumir totalmente a folha de pagamento, segundo o relato da Folha.
Considerando todos os setores pesquisados ( industria de transformação, comercio, serviços e construção), metade das empresas não adotou medidas de proteção ao emprego, enquanto outras 35 % adotaram e dizem que podem agora assumir a folha integralmente, segundo informou a Folha na manhã de hoje.
Já 10 % das empresas pretendem demitir até 20 % dos quadros, 5% afirmam que vão demitir mais do que esse percentual e 1% cogita encerrar suas operações quando acabar o periodo de validade dessas medidas, de acordo com a Folha nesta sexta feira (18).

quinta-feira, 17 de setembro de 2020
Paulo Guedes e as ambições politicas de Jair Bolsonaro.
Paulo Guedes chegou ao poder como o Pigmaleão de Jair Bolsonaro, aquela figura mítica que esculpiu uma estátua, Galatéia, pela qual se apaixonou. Com pena, Afrodite conferiu vida ao mármore, e os dois foram felizes para sempre, segundo a coluna do jornalista Reinaldo Azevedo no UOL.
Guedes se apresentava às elites como o dono da estátua: o presidente assinaria tudo aquilo que o financista meio aloprado, um heterodoxo à sua maneira, prometia às elites, encantadas com a sua retórica contra o Estado — embora boa parte dos bacanas no país mamem em tetas estatais — e com a ladainha de que os pobres no Brasil sempre esperam tudo do governo e não gostam de empreender, segundo o relato do colunista no UOL.
O doutor sabe-tudo, o garantidor da suposta conversão de Bolsonaro ao liberalismo, o dono das ideias que teriam passado a ocupar o vácuo da cabeça presidencial, hoje se arrasta para ficar no poder. Antes, consta, ele teria uma agenda para mudar o Brasil. Agora, o seu único projeto é não cair, de acordo com o relato do jornalista na manhã desta quinta feira no UOL.
E não! Já escrevi, falei e reitero: não me peçam para fazer uma espécie de aliança tática com Guedes, na esperança de controlar Bolsonaro, uma vez que o ministro seria melhor e mais moderno do que o presidente. Essa é uma ficção criada por parte do jornalismo que cobre economia e que não consegue se livrar das amarras intelectuais ditadas pelas fontes de sempre, segundo Reinaldo Azevedo na manhã de hoje no UOL.
Nem se trata de afirmar que no embate recente entre Bolsonaro e Guedes, a razão estava com o presidente porque as coisas não devem ser postas nesses termos. A ideia de congelar as aposentadorias por dois anos e de desvincular o reajuste do mínimo dos proventos pagos pelo INSS é de tal sorte estapafúrdia — dado que mais de 67% dos vencimentos pagos a aposentados corresponde a um salário mínimo —, que cumpre constatar que os pobres foram salvos de mais uma mágica de Guedes pelo senso de sobrevivência eleitoral do seu chefe, de acordo com o jornalista no UOL nesta quinta (17).
O ministro não tem mais o que fazer no governo porque a sua leitura da política, da economia, do equilíbrio entre os Poderes pode ser compatível com uma ditadura, mas não tem como render frutos num regime democrático, ainda que seja este nosso, todo estropiado e crescentemente corroído pela estupidez anti-humanista — que, note-se, assume contornos cada vez mais nítidos em todos os estratos da sociedade, de acordo com a coluna do jornalista no UOL.
quarta-feira, 16 de setembro de 2020
O triste extremismo brasileiro.
O estado de São Paulo teve 109% mais focos de incêndio florestal neste ano do que no ano passado, segundo dados do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe). Desde o começo do ano, os satélites do instituto registraram 4.214 focos em todo o estado, contra 2.015 no mesmo período de 2019 (de 1º de janeiro a 13 de setembro), segundo a reportagem do Portal G1 da Rede Globo.
As queimadas também provocaram o aumento no número de animais resgatados pela Polícia Ambiental e pelo Corpo de Bombeiros em cidades do interior. Segundo biólogos ouvidos pelo G1, além dos bichos que morrem queimados ou asfixiados pela fumaça, há ainda aqueles que, encurralados pelo fogo, acabam fugindo para cidades ou rodovias, onde podem ser vítimas de atropelamentos, segundo o relato do Portal.
A três meses e meio do final do ano, o número de focos até agora já superou todo o ano de 2019. Já são 37% mais registros neste ano do que os 3.075 focos confirmados de janeiro a dezembro de 2019, de acordo com o veiculo na manhã de hoje.
Os focos de incêndios em SP atingem de maneira similar a Mata Atlântica e o cerrado. De acordo com os dados do Inpe, 52% dos focos deste ano ocorreram em áreas de Mata Atlântica e 48% em áreas de cerrado, de acordo com a reportagem na manhã desta quarta feira (16).
Os meses de agosto e setembro, que tradicionalmente concentram a maior parte das queimadas em SP, tiveram registros bem acima da média histórica. Para agosto, a média é de 898 focos; em 2020, foram 1.111, de acordo com a reportagem do Portal.
O mês de setembro teve números ainda piores: foram 1.470 focos até o dia 13, sendo que a média histórica é de 796 incêndios para o mês todo, de acordo com o G1.
Á você que está me lendo eu digo :O ambientalismo, movimento ecológico ou movimento verde consiste em um heterogêneo feixe de correntes de pensamento e movimentos sociais que têm na defesa do meio ambiente sua principal preocupação, reivindicando medidas de proteção ambiental e sobretudo uma ampla mudança nos hábitos e valores da sociedade de modo a estabelecer um paradigma de vida sustentável.
Embora na Antiguidade ocidental fossem registradas algumas preocupações no sentido de proteger a natureza, e algumas antigas tradições aborígenes e religiosas de outras partes do mundo também dessem atenção a ela e mesmo a entendessem como sagrada, pouco valeram para que se desenvolvesse uma consciência ecológica em larga escala, capaz de impedir a destruição dos recursos naturais, da vida selvagem e dos seus habitats. Nos séculos seguintes, em vários momentos e lugares, surgiram defensores do meio ambiente, mas somente a partir de meados do século XVIII, com o advento do Iluminismo e o acontecimento da Revolução Industrial, o ambientalismo começou a evoluir com maior consistência, quando os cientistas e pensadores passaram a analisar seriamente os efeitos deletérios da ação humana sobre a natureza e os efeitos dessa ação sobre o próprio homem que a causou. Começaram a ser criadas áreas protegidas e legislação específica, e importantes mudanças aconteceram , de acordo com uma reportagem da TV Cultura.
O ambientalismo entrou em moda, em nome de um desenvolvimento sustentável. Os países mais ricos do mundo já deixaram claro que não irão investir em países que desmatam o meio ambiente. Ou seja leitor (a): O Brasil está totalmente na contramão da tendência mundial, isso graças ao extremismo doentio do presidente Jair Bolsonaro.
O extremismo insano do nosso mandatário vai conduzir o país as cinzas. Os médicos são praticamente unanimes em afirmar que os desmatamentos em excesso irão causar futuras pandemias. No campo econômico, o Brasil vive uma recessão terrível por causa do descontrole do corona vírus. A politica antiambientalista de Jair Bolsonaro vai diminuir cada vez mais o capital de giro brasileiro em plena recessão econômica.
E assim caminha a humanidade.

terça-feira, 15 de setembro de 2020
A divisão entre o mandatário e o candidato Jair Bolsonaro.
O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) divulgou hoje um vídeo nas redes sociais desautorizando mais uma vez a equipe do ministro Paulo Guedes. O presidente negou notícias recentes de que o Ministério da Economia estaria estudando congelar aposentadorias e cortar benefícios sociais de idosos e deficientes pobres para financiar o Renda Brasil, segundo a reportagem do Portal UOL.
Bolsonaro não só negou o congelamento e o corte, como "proibiu" a discussão sobre o programa social que deveria substituir o Bolsa Família, criado durante o governo do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), segundo o UOL na tarde de hoje.
No domingo, um dos principais assessores de Guedes, o secretário Especial de Fazenda do Ministério da Economia, Waldery Rodrigues, disse ao G1 que o governo estuda desvincular benefícios previdenciários, como aposentadorias e pensões, do salário mínimo, segundo o relato do UOL na tarde desta sexta feira (15).
A medida defendida pelo secretário abriria espaço no Orçamento para financiar o Renda Brasil, já que na prática a desvinculação acarretaria num congelamento das aposentadorias. Segundo Rodrigues, ficariam sem reajuste por dois anos todas as aposentadorias, das com valor de um salário mínimo até as de valores mais altos, segundo a informação do UOL.
Hoje as aposentadorias e pensões são reajustadas de acordo com o salário mínimo. O salário mínimo, por sua vez, é reajustado anualmente pelo menos para repor perdas com a inflação, como determina a Constituição, segundo o UOL.
Nos últimos meses, o Renda Brasil vinha sendo defendido pela equipe econômica de Bolsonaro como o sucessor do Bolsa Família, benefício instituído em 2003 por Lula e que unificou e ampliou programas existentes no governo anterior, de Fernando Henrique Cardoso (PSDB), de acordo com o UOL.
A criação do Renda Brasil ajudaria a dar continuidade ao pagamento de benefícios sociais que têm sido fundamentais para a economia durante a pandemia do novo coronavírus, como o auxílio emergencial, destinado principalmente a trabalhadores informais. O auxílio emergencial vai só até o final deste ano, de acordo com a matéria do UOL.
Á você que está me lendo eu digo : A Constituição diz que a responsabilidade na gestão fiscal pressupõe a ação planejada e transparente em que se previnem riscos e corrigem desvios que possam afetar o equilíbrio das conta publicas. A Constituição também diz que mediante o cumprimento de metas e resultados entre receitas e despesas e obediência aos limites das diretrizes orçamentárias com limites e condições no tange a renuncia de receita, geração de despesas com pessoal, da seguridade social e outra dividas consolidada e mobiliária ,operações de credito . Isso também inclui antecipação de receita, concessão de garantias orçamentárias e inscrição de restos a pagar.
A lei sobre diretrizes orçamentárias estabelece que a Lei de Orçamento Anual contem metas fiscais a serem rigorosamente cumpridas pelo chefe de estado. Despesas de capital e exercício financeiro não podem ser adquiridas sem fonte devidamente comprovadas para a origem dos recursos em questão. A lei de diretrizes orçamentárias fixa limites de teto para Executivo, Legislativo, Judiciário e Ministério Público, com gastos a serem dispostos no orçamento federal, desde que devidamente comprovada a fonte de tais recursos. Essa é a Constituição pela lei de diretriz orçamentária, seu eu não me engano.
Bolsonaro percebe que o Congresso não necessariamente irá abraçar suas pautas suicidas. O Renda Brasil seria uma forma do mandatário se aproximar de um eleitorado que historicamente o rejeita. O Renda Brasil seria uma forma do Presidente se aproximar de um eleitorado de centro esquerda avesso ao bolsonarismo . Contudo, Jair Bolsonaro não pode passar por cima da lei de responsabilidade fiscal e tão pouco da lei de diretrizes orçamentárias, sob risco de sofrer um processo de impeachment. Esse é o retrato de um mandatário, que está dividido entre seus arroubos e as travas da sua equipe econômica. Esse é o retrato de um Bolsonaro que sabe que não pode tomar medidas impopulares que levem agua abaixo seu projeto de reeleição em 2022.
E assim caminha a humanidade.
Imagem : Revista Veja.

Curta-metragem sobre o primeiro programa sexual de uma prostituta / MERC...
A essência do Feminismo no Mundo.
Bom dia leitor (a): Hoje , vou voltar a falar sobre o feminismo, mais especificamente sobre seus mitos e verdades. Durante as aulas de atividades complementares no meu curso de Jornalismo na FIAM, a professora exibiu um documentário da TV Cultura falando sobre a essência do feminismo.
Credito da Imagem :Jornal Estado de São Paulo
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