terça-feira, 13 de outubro de 2020

Os vícios nocivos do Brasil.

O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Luiz Fux, vai levar o caso do traficante André do Rap para análise do plenário da Corte na quarta-feira (14). A informação foi adiantada pelo comentarista da GloboNews, Merval Pereira, no Jornal das Dez. Nesta terça (13), o STF confirmou a data do julgamento, de acordo com o Portal G1 da Rede Globo.

André do Rap é um dos chefes do Primeiro Comando da Capital (PCC), facção criminosa que atua dentro e fora dos presídios de São Paulo, e estava preso desde setembro de 2019, de acordo como o relato do Portal.

Ele foi solto no sábado (10), por decisão do ministro do STF Marco Aurélio Mello. O ministro justificou a medida citando um trecho do pacote anticrime, aprovado pelo Congresso no ano passado, que determina soltura de preso quando não há revisão periódica da necessidade da prisão preventiva. Para o ministro, ficou demonstrado, no caso do traficante, o "constrangimento ilegal" da prisão, de acordo com a reportagem do veiculo.

Ainda no sábado, Fux suspendeu a decisão de Marco Aurélio e determinou novamente a prisão, atendendo a pedido do Procuradoria-Geral da República. André do Rap não foi encontrado. O Ministério Público e a Polícia Federal acreditam que ele tenha fugido em jatinho particular para o Paraguai ou Bolívia, de acordo com o veiculo da Rede Globo, na manhã de hoje.

Ainda no sábado, Fux suspendeu a decisão de Marco Aurélio e determinou novamente a prisão, atendendo a pedido do Procuradoria-Geral da República. André do Rap não foi encontrado. O Ministério Público e a Polícia Federal acreditam que ele tenha fugido em jatinho particular para o Paraguai ou Bolívia, segundo o veiculo de imprensa, na manhã deste terça feira (13).

Em entrevista à TV Globo, o ministro Marco Aurélio afirmou que atuou como “Supremo e não como cidadão Marco Aurélio” e que não mudaria sua decisão. "Não cabe ao intérprete distinguir e aí potencializar o que não está na norma em termos de exceção, ou seja, a periculosidade do agente”, afirmou o jurista segundo o G1.



Á você que está me lendo eu digo :  Fundamento Jurídico é o motivo que justifica a existência da ação, baseado na lei ou nos princípios de ordem jurídica. Fundamento Legal: São os artigos da lei em que se baseiam para estabelecer algo em um caso particular, segundo um amigo meu, que está no quatro ano de direito, me explicou.

O ministro Marco Aurélio usou como justificativa para conceder o habeas corpus o artigo 316 do CPP, que estabelece que as prisões preventivas devem ser revisadas a cada 90 dias, sob pena de tornar a prisão ilegal.

A inclusão dessa novidade no Código de Processo Penal aconteceu na esteira do pacote anticrime, que é como ficou conhecido um projeto de lei aprovado pelo Congresso e sancionado pelo presidente da República, Jair Bolsonaro (sem partido). O mandatário vetou 25 dispositivos da lei anticrime, contudo, manteve a revisão de prisões preventivas.

Caro (a) leitor (a) : Você, que me acompanha aqui no blog, sabe quantas vezes eu já abordei o traço patrimonialista do Brasil. Bem diferente da Suíça e da Itália, países aonde eu estive em 2013, o nosso país é totalmente incapaz de distinguir o público e privado na administração pública, totalmente o oposto de Suíça e Itália. O traço patrimonialista brasileiro, cria espaço para uma zona cinzenta na administração pública brasileira, dando espaço para certos tipos de conduta.

Um jurista ,sempre vai basear suas decisões nos fundamentos jurídicos que regem o pais, e foi o que aconteceu com o ministro Marco Aurélio, que é um jurista , com larga experiência e  extremo saber jurídico.  O Brasil precisa ser mudado com sociedade. Uma sociedade que precisa de uma verdadeira República, uma república antipatrimonialista, como na Suíça e Itália, uma república que capaz de distinguir público e privado na administração pública. Aliás caro (a) leitor (a) : O parlamento suíço baseia -se em três princípios verdadeiramente republicanos . Transparência, Educação e Igualdade.

E assim caminha a humanidade.



 


Imagem : Portal UOL



O patriarcado conservador no Brasil.

Uma mulher foi morta no dia do seu aniversário pelo seu ex-companheiro em Guaianases, na Zona Leste de São Paulo, na noite desta segunda-feira (12). Antes de fugir, o criminoso também matou a ex-sogra e esfaqueou outras três pessoas, segundo a reportagem do Portal G1 da Rede Globo.

Nathalia Saldanha comemorava seu aniversário de 18 anos quando foi atacada com uma faca após ter sua festa invadida pelo ex-companheiro com quem tinha uma filha de 2 anos, de acordo com o relato do Portal.

“Ninguém esperava que esse rapaz ia chegar um dia assim como de hoje e cometer esse ato criminoso. Porque ele não aceitava a separação da Nathalia de jeito nenhum, eles tavam cerca de um mês, mês e pouco separados, e ele tentava reatar de todo jeito e a família também não queria. Ele, tomado de uma fúria, veio e cometeu esse crime bárbaro”, contou o vizinho Jésse Silveira, de acordo com o relato do veiculo.

Segundo vizinhos, o homem chegou armado com uma faca e começou a atacar as vítimas. Nathalia e a mãe chegaram a ser socorridas, mas não resistiram. O padrasto de Nathalia também foi socorrido com ferimentos gravas, de acordo com as testemunhas. Outras duas pessoas receberam atendimento médico e tiveram alta. Uma das vítimas é uma criança de dez anos, de acordo com o veiculo na manhã de hoje.

A vizinhança diz que a família da vítima relatava que o ex-companheiro de Nathalia era agressivo. Na manhã de segunda ele tinha ido buscar a filha para passar o Dia das Crianças. À noite, ele voltou sozinho e cometeu os crimes, de acordo com a reportagem na manhã de hoje.

“A gente conhecia pouco ele, muito pouco. O que a gente conhece aqui é a família que passou que ele era um pouco agressivo. Violento, empurrões... A família então já não queria esse relacionamento pra ela”, disse Jessé, de acordo com a reportagem, nesta terça feira (13).

O criminoso fugiu e ainda não foi localizado pela polícia. O caso foi registrado no 53ºDP, no Parque do Carmo, segundo o Portal da Rede Globo.


Á você que está me lendo eu digo : Feminicídio é um termo de crime de ódio baseado no gênero, amplamente definido como o assassinato de mulheres em contexto de violência doméstica ou em aversão ao gênero da vítima -misoginia-, mas as definições variam dependendo do contexto cultural.

Machismo é a sensação de ser ' viril' e autossuficiente, o conceito associado a "um forte senso de orgulho masculino: uma masculinidade exagerada".Está associado à "responsabilidade de um homem de prover, proteger e defender sua família". Em um termo mais amplo, o machismo, por ser um conceito filosófico e social que crê na inferioridade da mulher, é a ideia de que o homem, em uma relação, é o líder superior, na qual protege e é a autoridade em uma família.

Patriarcado é um sistema social em que homens mantêm o poder primário e predominam em funções de liderança política, autoridade moral, privilégio social e controle das propriedades. No domínio da família, o pai (ou figura paterna) mantém a autoridade sobre as mulheres e as crianças, de acordo com um documentário da TV Cultura, exibido quando eu cursava Jornalismo na Fiam.

O Brasil é um país patriarcal e machista. Eu estive na Suíça e na Itália em 2013 e pude comprovar isso. Os Suíços e Italianos não tem, por exemplo, a visão machista do feminismo, que nós ainda temos no Brasil. Nosso país ainda enxerga as mulheres como um objeto de dominação masculina.

O patriarcado brasileiro ainda ve os homens como a autoridade máxima na famnilia tradicional. O Brasil ainda não se libertou do sentimento de posse e dominação sobre as filhas da patria. Talvez, a emancipação feminina nas ultimas décadas, ainda provoque reações extremas no conceito totalmente patriarcal de sociedade que ainda temos no Brasil.

E assim caminha a humanidade.


Nathalia Saldanha comemorava seu aniversário de 18 anos quando foi atacada com uma faca após ter sua festa invadida pelo ex-companheiro — Foto: Reprodução/TV Globo

Imagem : Portal G1 da Rede Globo.



 

segunda-feira, 12 de outubro de 2020

A desvalorização da moeda brasileira.

 As últimas semanas reacenderam uma antiga preocupação dos brasileiros: a alta de preços, segundo a reportagem do Portal G1 da Rede Globo.

Na sexta-feira (9), o IBGE divulgou que a inflação de setembro ficou em 0,64% – a maior taxa para o mês desde 2003. Já o IGP-M, a chamada inflação do aluguel, alcançou seu maior valor em 17 anos, no acumulado em 12 meses, segundo o relato do Portal.

O principal motor das altas de preços é a diferença entre a oferta e a demanda dos produtos. Quando a oferta é baixa e a demanda é alta, os preços tendem a subir, de acordo com o veiculo.

Na situação oposta, quando tem pouca gente querendo comprar e muita mercadoria para vender, o natural é que os preços caiam, segundo a reportagem na manhã de hoje.

Mas, na situação atual do Brasil, surgiram novos "vilões": a procura por alimentos e commodities no mercado internacional e, principalmente, o dólar alto levaram a inflação de produtos no atacado às alturas, de acordo com o Portal, na manhã desta segunda feira (12).

Como mostrou reportagem do G1, o real se tornou a pior moeda do mundo em relação ao dólar por causa das incertezas com o plano de recuperação fiscal brasileiro, juros mais baixos, crescimento tímido e a despreocupação com o meio ambiente. E, sempre que o real se desvaloriza, acaba convidando os países a comprar do Brasil, de acordo com o G1.

Por um lado, há melhora dos números da balança comercial. Por outro, acontece um desabastecimento do mercado brasileiro para itens que são matéria-prima para fabricação de alimentos que chegam às gôndolas. A alta da soja, por exemplo, aumenta o preço de ração animal, que se reflete nos custos da carne, segundo o relato da reportagem.


A você que está me lendo eu digo :A economia é, geralmente, dividida em dois grandes ramos: a microeconomia, que estuda os comportamentos individuais, e a macroeconomia, que estuda o resultado agregado dos vários comportamentos individuais.
A desvalorização interna da moeda é uma opção de política social e económica, cujo objetivo é restabelecer a competitividade internacional de um país, principalmente através da redução dos seus custos laborais, tanto os salários como os custos indiretos dos empregadores. Às vezes, a desvalorização interna é considerada uma alternativa à desvalorização externa "padrão", embora as implicações sociais e velocidade de recuperação económica possam diferir significativamente entre as duas opções.
Caro (a) leitor (a) : Na manhã de hoje, o dólar está cotado á R$ 5,53 centavos no Brasil. A desvalorização da moeda, causa um enorme prejuízo aos produtores de soja e alimentos no Brasil. Por causa disso, as exportações de alimentos, superaram em muito as importações. Há alguns meses, a nossa moeda vem em constante desvalorização, se compararmos com a economia global. Tenho minhas dúvidas se esse efeito é tão provisório assim. Espero estar enganado.

E assim caminha a humanidade.


Imagem : Portal G1 da Rede Globo.








A pandemia no Brasil.

 Segundo o último balanço consolidado, divulgado às 20h de domingo (11), a média móvel de novas morte no Brasil em 7 dias está em 590, o menor número desde 10 de maio e uma variação de -14% em 14 dias, o que indica estabilidade. Nas últimas 24 horas até as 20h de domingo, o país registrou 270 novas mortes, chegando ao total de 150.506 óbitos desde o começo da pandemia, de acordo com o Portal G1 da Rede Globo.

Desde o dia 14 de setembro, a tendência na média móvel de mortes é de estabilidade, ou seja, o número não apresentou alta nem queda representativa em comparação com os 14 dias anteriores. Antes disso, o país passou por um período de uma semana seguida com tendência de queda no registro de mortes por Covid-19, de acordo com a reportagem do Portal.

Em casos confirmados, desde o começo da pandemia 5.093.979 brasileiros já tiveram ou têm o novo coronavírus, com 12.139 desses confirmados em 24 horas até as 20h de sábado. A média móvel de novos casos foi de 25.582 por dia, uma variação de -5% em relação aos casos registrados em 14 dias, o também que indica estabilidade, de acordo com o veiculo na manhã de hoje.

Entre os estados, apenas o Piauí apresenta tendência de alta, segundo o balanço consolidado das 20h de domingo (11).Veja abaixo mais informações sobre o balanço, de acordo com o veiculo global na manhã de hoje.

Brasil, 11 de outubro, segundo o G1.

Total de mortes: 150.506

Registro de mortes em 24 horas: 270

Média de novas mortes nos últimos 7 dias: 590 por dia (variação em 14 dias: -14%)

Total de casos confirmados: 5.093.979

Registro de casos confirmados em 24 horas: 12.139

Média de novos casos nos últimos 7 dias: 25.582 por dia (variação em 14 dias: -5%)

Estados, segundo o G1.

Subindo (1 estado): PI

Em estabilidade, ou seja, o número de mortes não caiu nem subiu significativamente (10 estados + o DF): RS, MG, RJ, SP, DF, GO, AC, AM, AL, MA e SE

Em queda (15 estados): PR, SC, ES, MS, MT, AP, PA, RO, RR, TO, BA, CE, PB, PE e RN

Essa comparação leva em conta a média de mortes nos últimos 7 dias até a publicação deste balanço em relação à média registrada duas semanas atrás, de acordo com a reportagem do G1, nesta segunda feira (12).


Á você que está me lendo eu digo :Uma pandemia  é uma epidemia de doença infecciosa que se espalha entre a população localizada numa grande região geográfica como, por exemplo, todo o planeta Terra.

Epidemia é a manifestação coletiva de uma doença que rapidamente se espalha, por contágio direto ou indireto, até atingir um grande número de pessoas em um determinado território e que depois se extingue após um período, segundo me explicou meu irmão, que é médico.

O Brasil ainda se mantem em patamar muito alto na pandemia, ainda que o quadro indique estabilidade. Claro que cabe ressaltar que o Brasil é um país continental, diferente dos países da Europa e da Oceania, por exemplo. Mas, entretanto, nosso país sentiu muita falta de uma coordenação nacional no combate ao novo corona vírus no Brasil.

O presidente Jair Bolsonaro bateu cabeça com prefeitos e governadores a todo o momento. De maneira totalmente irresponsável, o mandatário demitiu dois ministros da saúde durante a crise do novo corona vírus no Brasil. Não fossem os prefeitos e governadores decretarem um certo período de isolamento, a tragédia humanitária teria sido de proporções ainda maiores. Uma pandemia como essa, requer muita responsabilidade dos gestores públicos, não cabe a absolutamente nenhum governante, fazer do novo corona vírus, uma questão de plataforma política. E foram exatamente isso, que fizeram os presidentes Jair Bolsonaro e Donald Trump, por exemplo.

E assim caminha a humanidade



Imagem : Portal G1 da Rede Globo.

Estado com a média móvel de óbitos subindo — Foto: Arte G1

Estado com a média móvel de óbitos subindo — Foto: Arte G1

Estados com a média de óbitos em estabilidade — Foto: Arte G1

Estados com a média de óbitos em estabilidade — Foto: Arte G1

Estados com a média de mortes em queda — Foto: Arte G1


domingo, 11 de outubro de 2020

A ansiedade coletiva no Brasil.

Centenas de jovens se reuniram entre a noite de sábado (10) e a manhã deste domingo (11) em 'bailões' de rua que aconteceram em Santos e Guarujá, no litoral de São Paulo. As festas aconteceram em meio à pandemia do novo coronavírus, e participantes desrespeitaram medidas de prevenção como distanciamento e uso obrigatório de máscaras em vias públicas, de acordo com a reportagem do Portal G1 da Rede Globo.

Imagens obtidas pelo G1 mostram a festa que aconteceu em Santos, no Morro São Bento. Nos vídeos, é possível ver dezenas de carros estacionados nas vias laterais ao evento, bloqueando a passagem do trânsito e dos moradores no morro. A rua São Miguel, onde o evento se concentrou, foi tomada pela multidão de pessoas durante toda a madrugada, segundo o relato do Portal.

De acordo com o anúncio nas redes sociais do 'Baile da Colômbia - O Retorno Pós Pandemia', o evento começou às 23h30 de sábado, se estendendo até às 10h deste domingo. Cerca de 1,3 mil pessoas confirmaram presença, enquanto mais 1,9 mil tinham interesse em comparecer na festa, de acordo com o veiculo da Rede Globo na tarde de hoje.

Outras imagens, compartilhadas nas redes sociais, mostram os jovens na manhã deste domingo, ainda em festa, na mesma rua. O evento esteve lotado até a manhã, contando com diversos shows de DJs, cantores de funk e até fogos de artifícios e sinalizadores, de acordo com o Portal na tarde deste domingo (11).

O evento causou revolta aos moradores da região, que classificaram a festa como 'desrespeitosa'. Em conversa com o G1, uma moradora que preferiu não se identificar afirma que não conseguiu dormir até o fim do evento, preocupada inclusive com a segurança de sua família, já que a rua estava lotada de pessoas, de acordo com o relato da reportagem.

Até a publicação desta matéria, o G1 não havia conseguido localizar os responsáveis pela organização da festa. Em Santos, é obrigatório o uso de máscaras faciais de proteção em vias públicas e não é permitida a aglomeração de pessoas, devido à pandemia. No entanto, a Guarda Civil Municipal (GCM) informou que não foi acionada sobre o evento citado pela reportagem, segundo informou o G1 nesta tarde.

 

Á você que está me lendo eu digo :Quarentena é a reclusão de indivíduos ou animais sadios pelo período máximo de incubação da doença, contado a partir da data do último contato com um caso clínico ou portador, ou da data em que esse indivíduo sadio abandonou o local em que se encontrava a fonte de infecção . Alguns autores substituem o termo "reclusão" por vigilância e observação dos comunicantes motivados por questões éticas, e menos afeitas ao poder de "polícia médica" ou biopoder, segundo meu irmão, que é médico..

Caro (a) leitor (a): Esse internauta   que humildemente vos fala, está confinando desde o final de Março, sem sair para praticamente nada. Eu sofro de uma deficiência e a quarentena está sufocante para mim. Sendo assim. Esse jornalista iniciante que vos fala, tem total empatia para entender a saúde mental das pessoas e a necessidade psicológica de retomar uma vida social.

Contudo, infelizmente, estamos diante de uma pandemia muito grave. Ao contrário do que diz o mandatário brasileiro, o novo corona vírus não é uma gripezinha. Pelo contrário. É uma doença de alta letalidade, é que já tirou 150. 338 vidas no Brasil. Infelizmente, o descontrole da pandemia no Brasil causou transtornos psicológicos enormes na vida das pessoas.  Sendo assim. Infelizmente, não temos nada a festejar no Brasil.

E assim caminha a humanidade.




Imagem : Portal G1 da Rede Globo.


Casos de coronavírus e número de mortes no Brasil em 23 de abril |  Coronavírus | G1








Os efeitos do extremismo sem controle.

 O governo dos Estados Unidos (EUA) causou uma turbulência internacional ao anunciar que não iria enviar dinheiro à Organização Mundial da Saúde (OMS), como protesto diante do que considerou como um comportamento inadequado da agência em relação aos interesses chineses, de acordo com o jornalista Jamil Chade, na sua coluna hoje no Portal UOL.

Mas, sem alarde, um outro país também não fez sequer uma transferência de recursos para a entidade que lidera a resposta à pandemia: o Brasil, de acordo com o relato do comentarista.

Dados obtidos pela coluna revelam que o governo brasileiro não pagou o quanto deve à agência em 2020. O Brasil tampouco pagou sua contribuição relativa ao ano de 2019. De fato, no ano passado, Brasília apenas depositou o quanto devia em 2018. Mas deixou as contas de 2019 e 2020, de acordo com o relato do comentarista.

Hoje, o governo acumula a segunda maior dívida na entidade, em cerca de US$ 32 milhões. O valor representa mais de 10% do buraco de US$ 310 milhões que enfrenta o orçamento regular da OMS, num momento crítico de sua atuação no mundo, segundo relatou o jornalista na manhã de hoje.

Procurado, o Ministério da Economia — responsável por fazer os pagamentos — explicou que o governo "trabalha com vistas a compatibilizar o imperativo do ajuste fiscal com obrigações assumidas pelo país junto a organismos internacionais", de acordo com o jornalista, na manhã deste domingo (11).

A crise financeira envolvendo o Brasil nas instituições internacionais não é nova. Sob o governo de Dilma Rousseff (PT), parte dos pagamentos foram interrompidos, gerando um profundo mal-estar entre diplomatas brasileiros e os organismos da ONU (Organização das Nações Unidas), segundo o jornalista.

Durante os meses do governo de Michel Temer (MDB), alguns desses atrasos foram quitados. Mas a dívida bateu novos recordes sob o governo de Jair Bolsonaro (sem partido), superando os valores do governo Dilma, segundo relatou o jornalista na manhã deste domingo.



Á você que está me lendo eu digo :O extremismo, na politica, refere-se a doutrinas ou modelos de ação política que preconizam soluções extremas, radicais e revolucionárias, para os problemas sociais.
O extremismo, em política, refere-se a doutrinas ou modelos de ação política que preconizam soluções extremas, radicais e revolucionárias, para os problemas sociais. O extremismo também resulta em total fechamento ao diálogo e à negociação.
Caro (a) leitor (a) : Claro que o Brasil já vinha em uma situação econômica bem delicada, mesmo antes do governo de Jair Bolsonaro. Entretanto, os antecessores de Bolsonaro, não eram adeptos do extremismo, ao contrário do atual mandatário brasileiro.
O presidente Jair Bolsonaro, adepto ao extremismo politico, quer transformar o Brasil á imagem e semelhança do norte americano Donald Trump, que também é adepto do extremismo. A corrupção escancarada envolvendo os grandes partidos políticos no Brasil, fez com que os brasileiros se revoltassem, e também aderissem ao extremismo nas suas escolhas políticas.
O grande problema, é que o extremismo do mandatário brasileiro, está colocando o Brasil no limbo da história contemporânea dos dias atuais. O extremismo de Jair Bolsonaro, está piorando cada vez, uma situação econômica que já vinha bastante critica. O extremismo do Presidente da República, causou o total descontrole da pandemia no Brasil, e consequentemente, uma tragédia humanitária de proporções gigantescas.

E assim caminha a humanidade.





Imagem : Portal UOL





Bolsonaro é denunciado em Haia por genocídio e crime contra ...








sábado, 10 de outubro de 2020

A incapacidade do Brasil como uma nação.

 Os candidatos já tiraram R$ 40,7 milhões dos próprios bolsos para financiar suas campanhas, segundo levantamento feito pelo G1 com dados do Tribunal Superior Eleitoral. Após duas semanas de campanha, 27% da receita das candidaturas são de recursos próprios dos candidatos. O montante só é menor que o dinheiro enviado para as campanhas pelos partidos (R$ 65,2 milhões), de acordo com o Portal G1 da Rede Globo.

O levantamento revela que 23 candidatos transferiram mais de R$ 100 mil em recursos próprios para a campanha. Porém, a maioria de todos os 9.903 candidatos que injetaram dinheiro na própria candidatura (83%) colocou valores mais baixos, de até R$ 5 mil, de acordo com o relato do Portal.

Nestas eleições, o autofinanciamento (quando o candidato coloca o dinheiro dele na própria campanha) precisa respeitar o limite de 10% do teto de gastos para a campanha do cargo. Em 2018, a regra era diferente: era 10% dos rendimentos brutos do doador no ano anterior ao das eleições, de acordo com a reportagem do veiculo.

Considerando o limite de 10% do teto de gastos da campanha em 2020, o montante de recursos próprios varia de acordo com município e cargo. Na disputa de primeiro turno para prefeito, o teto varia de R$ 123 mil a R$ 51,8 milhões. Para vereador, essa variação é de R$ 12,3 mil a R$ 3,7 milhões, de acordo com o relato do Portal da Rede Globo.

A professora da PUC Minas Virtual e assessora jurídica no TSE Lara Ferreira afirma que o dinheiro é um dos fatores importantes para o sucesso eleitoral. Para ela, a mudança do limite do autofinanciamento pode ser positiva porque cria uma “maior igualdade” na disputa e impede que um candidato milionário financie sozinho a própria campanha, de acordo com a reportagem neste sábado (10).

Ela diz, porém, que a mudança pode ter efeitos negativos em cidades menores, onde o teto de gastos é mais baixo, assim como o limite de autofinanciamento. “O teto para recursos próprios nas campanhas pequenas, que são a maior parte das campanhas no Brasil, tende a ser muito severo. Não é razoável exigir dos candidatos que, em campanhas menores, com teto com cerca de R$ 13 mil, apliquem na própria campanha apenas R$ 1,3 mil. Acho que é um valor muito baixo. A depender das configurações pode levar a mais incidência de caixa dois.", segundo o veiculo da Rede Globo.

Lara Ferreira acrescenta ainda que os recursos públicos são importantes para garantir a participação na eleição de pessoas que não tenham dinheiro e também para democratizar o acesso aos cargos públicos. Apesar disso, acrescenta a professora, ainda é preciso estabelecer regras para obrigar a dispersão dos recursos entre os candidatos, segundo o Portal da Rede Globo.



Á você que está me lendo eu digo :Financiamento é uma operação financeira em que a parte financiadora, em geral uma instituição financeira, fornece recursos para outra parte que está sendo financiada, de modo que esta possa executar algum investimento específico previamente acordado. Ao contrário do empréstimo, os recursos do financiamento precisam necessariamente ser investidos do modo acordado em contrato.
A financiadora, então, pode cobrar ou não cobrar juros sobre o valor financiado de acordo com o valor e o tempo de pagamento,[2] ou mesmo não realizar a cobrança do valor financiado em caso de financiamentos não-reembolsáveis. Empresas podem realizar financiamentos para angariar recursos para novos equipamentos ou realizar uma expansão[enquanto pessoas físicas podem realizar financiamentos para comprar imóveis, automóveis, entre outros bens de grande valor.
Os financiamentos de campanha, foram a principal fonte da corrupção generalizada envolvendo os grandes partidos do cenário politico brasileiro. Os financiamentos foram os problemas para doações de campanha não declaradas a Receita Federal. Como eu sempre digo aqui no blog. O Brasil tem um traço patrimonialista marcante desde a sua fundação. Ou seja leitor (a). Nós brasileiros (as), não somos capazes como nação, de distinguir o público do privado na administração pública.
Os escândalos generalizados envolvendo os grandes partidos políticos no Brasil, mostram a zona cinzenta existente na administração pública brasileira, dando uma grande margem para que pessoas se valham da gestão pública para crescer. E não adianta analisáramos essas práticas seguindo nossas simpatias partidárias.
As praticas de enriquecimento ilícito na administração pública brasileira, tem um caráter pluripartidário, no qual três ou mais partidos assumem o comando nas grandes negociatas. A incapacidade brasileira de separar publico e privado, causa problemas na gestão pública no Brasil.

E assim caminha a humanidade.





Imagem : Jornal O Globo.




No Congresso, só 17,8% dos parlamentares são negros - Jornal O Globo

sexta-feira, 9 de outubro de 2020

As eleições municipais.

 Pesquisa Datafolha sobre o 1º turno das eleições para a Prefeitura de São Paulo, divulgada nesta quinta-feira (8), também levantou as intenções de votos por sexo, idade, renda, escolaridade, religião e raça/cor, de acordo com o Portal G1 da Rede Globo.

A pesquisa foi encomendada pela TV Globo e pela "Folha de S. Paulo". O nível de confiança da pesquisa é de 95%. Isso quer dizer que há uma probabilidade de 95% de os resultados retratarem a realidade, considerando a margem de erro, que é de 3 pontos, para mais ou para menos, de acordo com o relato do Portal.

Antes do resultado por segmentos, veja os resultados gerais da pesquisa, de acordo com o G1 sexta feira (09):


Votos totais


Celso Russomanno: 27%

Bruno Covas: 21%

Guilherme Boulos: 12%

Márcio França: 8%

Arthur do Val: 3%

Levy Fidelix: 2%

Andrea Matarazzo: 2%

Joice Hasselmann: 1%

Jilmar Tatto: 1%

Vera: 1%

Marina Helou: 1%

Antônio Carlos: 1%

Sabará: 0%

Orlando Silva: 1%

Branco/ Nulo: 12%

Não sabe/ Não respondeu: 4%

Abaixo, veja as intenções de voto por segmentos, de acordo com o G1:


Sexo: masculino


Celso Russomanno: 29%

Bruno Covas: 17%

Guilherme Boulos: 12%

Márcio França: 10%

Arthur do Val: 5%

Levy Fidelix: 3%

Andrea Matarazzo: 2%

Joice Hasselmann: 2%

Jilmar Tatto: 2%

Vera: 1%

Marina Helou: 0%

Antônio Carlos: 1%

Sabará: 1%

Orlando Silva: 1%

Branco/ Nulo: 11%

Não sabe/ Não respondeu: 4%


Sexo: feminino


Celso Russomanno: 26%

Bruno Covas: 25%

Guilherme Boulos: 12%

Márcio França: 7%

Arthur do Val: 1%

Levy Fidelix: 2%

Andrea Matarazzo: 2%

Joice Hasselmann: 1%

Jilmar Tatto: 1%

Vera: 1%

Marina Helou: 1%

Antônio Carlos: 1%

Sabará: 1%

Orlando Silva: 0%

Branco/ Nulo: 13%

Não sabe/ Não respondeu: 5%

Idade: 16 a 24 anos


Celso Russomanno: 35%

Bruno Covas: 14%

Guilherme Boulos: 17%

Márcio França: 4%

Arthur do Val: 10%

Levy Fidelix: 1%

Andrea Matarazzo: 0%

Joice Hasselmann: 0%

Jilmar Tatto: 0%

Vera: 4%

Marina Helou: 1%

Antônio Carlos: 1%

Sabará: 0%

Orlando Silva: 2%

Branco/ Nulo: 10%

Não sabe/ Não respondeu: 2%


Idade: 25 a 34 anos


Celso Russomanno: 26%

Bruno Covas: 16%

Guilherme Boulos: 19%

Márcio França: 9%

Arthur do Val: 3%

Levy Fidelix: 1%

Andrea Matarazzo: 2%

Joice Hasselmann: 2%

Jilmar Tatto: 1%

Vera: 1%

Marina Helou: 2%

Antônio Carlos: 2%

Sabará: 0%

Orlando Silva: 0%

Branco/ Nulo: 12%

Não sabe/ Não respondeu: 5%

Idade: 35 a 44 anos


Celso Russomanno: 27%

Bruno Covas: 21%

Guilherme Boulos: 12%

Márcio França: 8%

Arthur do Val: 3%

Levy Fidelix: 3%

Andrea Matarazzo: 2%

Joice Hasselmann: 2%

Jilmar Tatto: 1%

Vera: 0%

Marina Helou: 0%

Antônio Carlos: 0%

Sabará: 1%

Orlando Silva: 0%

Branco/ Nulo: 16%

Não sabe/ Não respondeu: 13%


Idade: 45 a 59 anos


Celso Russomanno: 25%

Bruno Covas: 22%

Guilherme Boulos: 11%

Márcio França: 10%

Arthur do Val: 1%

Levy Fidelix: 3%

Andrea Matarazzo: 2%

Joice Hasselmann: 1%

Jilmar Tatto: 1%

Vera: 1%

Marina Helou: 1%

Antônio Carlos: 1%

Sabará: 1%

Orlando Silva: 0%

Branco/ Nulo: 14%

Não sabe/ Não respondeu: 8%

Idade: 60 anos ou mais


Celso Russomanno: 28%

Bruno Covas: 29%

Guilherme Boulos: 6%

Márcio França: 9%

Arthur do Val: 0%

Levy Fidelix: 3%

Andrea Matarazzo: 4%

Joice Hasselmann: 2%

Jilmar Tatto: 3%

Vera: 1%

Marina Helou: 0%

Antônio Carlos: 0%

Sabará: 2%

Orlando Silva: 2%

Branco/ Nulo: 9%

Não sabe/ Não respondeu: 3%

Escolaridade: ensino fundamental


Celso Russomanno: 36%

Bruno Covas: 23%

Guilherme Boulos: 3%

Márcio França: 8%

Arthur do Val: 2%

Levy Fidelix: 2%

Andrea Matarazzo: 2%

Joice Hasselmann: 1%

Jilmar Tatto: 3%

Vera: 2%

Marina Helou: 1%

Antônio Carlos: 1%

Sabará: 0%

Orlando Silva: 0%

Branco/ Nulo: 9%

Não sabe/ Não respondeu: 8%

Escolaridade: ensino médio


Celso Russomanno: 31%

Bruno Covas: 20%

Guilherme Boulos: 7%

Márcio França: 9%

Arthur do Val: 3%

Levy Fidelix: 2%

Andrea Matarazzo: 2%

Joice Hasselmann: 2%

Jilmar Tatto: 1%

Vera: 2%

Marina Helou: 1%

Antônio Carlos: 1%

Sabará: 0%

Orlando Silva: 1%

Branco/ Nulo: 15%

Não sabe/ Não respondeu: 3%


Escolaridade: ensino superior


Celso Russomanno: 16%

Bruno Covas: 22%

Guilherme Boulos: 26%

Márcio França: 8%

Arthur do Val: 4%

Levy Fidelix: 2%

Andrea Matarazzo: 2%

Joice Hasselmann: 1%

Jilmar Tatto: 1%

Vera: 0%

Marina Helou: 0%

Antônio Carlos: 0%

Sabará: 1%

Orlando Silva: 1%

Branco/ Nulo: 12%

Não sabe/ Não respondeu: 3%

Renda: até 2 salários


Celso Russomanno: 34%

Bruno Covas: 18%

Guilherme Boulos: 5%

Márcio França: 8%

Arthur do Val: 1%

Levy Fidelix: 2%

Andrea Matarazzo: 2%

Joice Hasselmann: 2%

Jilmar Tatto: 1%

Vera: 2%

Marina Helou: 1%

Antônio Carlos: 1%

Sabará: 0%

Orlando Silva: 0%

Branco/ Nulo: 14%

Não sabe/ Não respondeu: 7%


Renda: mais de 2 a 5 salários


Celso Russomanno: 28%

Bruno Covas: 22%

Guilherme Boulos: 15%

Márcio França: 7%

Arthur do Val: 4%

Levy Fidelix: 3%

Andrea Matarazzo: 2%

Joice Hasselmann: 1%

Jilmar Tatto: 1%

Vera: 1%

Marina Helou: 1%

Antônio Carlos: 1%

Sabará: 0%

Orlando Silva: 0%

Branco/ Nulo: 11%

Não sabe/ Não respondeu: 3%


Renda: mais de 5 a 10 salários


Celso Russomanno: 11%

Bruno Covas: 28%

Guilherme Boulos: 19%

Márcio França: 11%

Arthur do Val: 5%

Levy Fidelix: 2%

Andrea Matarazzo: 4%

Joice Hasselmann: 0%

Jilmar Tatto: 1%

Vera: 0%

Marina Helou: 0%

Antônio Carlos: 0%

Sabará: 1%

Orlando Silva: 3%

Branco/ Nulo: 14%

Não sabe/ Não respondeu: 1%


Renda: mais de 10 salários


Celso Russomanno: 14%

Bruno Covas: 25%

Guilherme Boulos: 25%

Márcio França: 13%

Arthur do Val: 4%

Levy Fidelix: 2%

Andrea Matarazzo: 2%

Joice Hasselmann: 0%

Jilmar Tatto: 3%

Vera: 0%

Marina Helou: 0%

Antônio Carlos: 0%

Sabará: 5%

Orlando Silva: 0%

Branco/ Nulo: 1%

Não sabe/ Não respondeu: 6%


Religião: católica


Celso Russomanno: 27%

Bruno Covas: 24%

Guilherme Boulos: 8%

Márcio França: 10%

Arthur do Val: 2%

Levy Fidelix: 2%

Andrea Matarazzo: 3%

Joice Hasselmann: 1%

Jilmar Tatto: 2%

Vera: 1%

Marina Helou: 1%

Antônio Carlos: 1%

Sabará: 1%

Orlando Silva: 1%

Branco/ Nulo: 12%

Não sabe/ Não respondeu: 4%


Religião: evangélica


Celso Russomanno: 39%

Bruno Covas: 23%

Guilherme Boulos: 4%

Márcio França: 7%

Arthur do Val: 1%

Levy Fidelix: 2%

Andrea Matarazzo: 3%

Joice Hasselmann: 2%

ilmar Tatto: 1%

Vera: 2%

Marina Helou: 0%

Antônio Carlos: 0%

Sabará: 0%

Orlando Silva: 0%

Branco/ Nulo: 10%

Não sabe/ Não respondeu: 5%



Á você que está me lendo eu digo :Prefeito é uma designação comum dada a várias funções desenvolvidas por um administrador. Para facilidade acadêmica, visualiza-se melhor, aplicando-se definições distintas a cada caso.
O poder executivo municipal chefia a administração e comanda os serviços públicos, tendo como comandante o prefeito.
A partir da constituição brasileira de 1934, o cargo de prefeito passou a ser o único, em todo o Brasil, ao qual estão atribuídas as funções de chefe do poder executivo do governo local, em simetria aos chefes dos executivos da União e do estado, portanto, em forma monocrática. Este texto quer dizer que deverá haver harmonia e integração de ação entre as esferas envolvidas sem a intervenção de uma na outra, exceto nos casos previstos na Constituição Federal.
Guilherme Boulos, vem ganhando simpatia entre os mais escolarizados do campo progressista. Boulos vem se firmando como uma força importante no campo progressista, ganhando muita simpatia no eleitorado mais escolarizado. Celso Russomano vem liderando no campo evangélico, no eleitorado mais conservador do bolsonarismo. 
Acho pouco provável que o eleitor aceite que algum candidato tente nacionalizar os debates na eleição municipal. A pandemia vai atrair mais a atenção de parte do eleitorado para os desempenhos individuais do gestores municipais. A tentativa de nacionalizar o debate municipal pode dar com os burros na agua.
Um município é uma subdivisão administrativa de uso geral, ao contrário de um distrito, que tem fins especiais. O termo é derivado do francês municipalité e do latim municipium, antiga designação romana. É um território dotado de personalidade jurídica e de certa autonomia, constituído por órgãos administrativos e políticos. Quando o território é designado pelo termo municipalidade, muitas vezes se implica que ele não tem, de fato, personalidade jurídica. Por "município", entende-se o espaço territorial político, por vezes com zona rural e urbanizada, dentro de um Estado e administrado por uma prefeitura.

E assim caminha a humanidade.

Imagem : Portal G1 da Rede Globo.








quinta-feira, 8 de outubro de 2020

As contradições do bolsonarismo.

 Candidata do PSL à Prefeitura de São Paulo, Joice Hasselmann declarou irregularmente seus bens à Justiça Eleitoral quando se elegeu deputada federal em 2018. A ausência do documento no sistema oficial, que é obrigatório, e valores divergentes de patrimônio podem render processo na Justiça, levando à perda de mandato e até detenção em caso de condenação, de acordo com a reportagem de hoje, no Portal UOL.

Em 2018, a deputada não enviou a declaração de bens ao TSE (Tribunal Superior Eleitoral), o que foi confirmado pela campanha. "O partido, ao fazer o registro da candidatura em 2018, se equivocou e não lançou o patrimônio da candidata, que estava devidamente informado no seu Imposto de Renda.", de acordo com o UOL.

Naquele ano, Joice declarou em 13 de agosto que não possuía patrimônio, contradizendo declaração de Imposto de Renda enviada à reportagem por sua campanha, que indicava bens equivalentes a R$ 89.980 em 2017, segundo informa o UOL.

Ela tinha capital social em uma empresa (R$ 1.900), um Peugeot 206 (R$ 18 mil) e um terreno em Curitiba (R$ 70 mil), segundo a matéria do UOL.

No dia 18 de agosto, seu advogado encaminhou uma retificação ao TRE, informando que a candidata teria bens avaliados em R$ 1,05 milhão: R$ 150 mil em depósitos em contas bancárias e uma "construção" de R$ 900 mil, de acordo com o UOL na manhã de hoje.

A informação, no entanto, não foi registrada no CANDex, o sistema eletrônico de registro obrigatório de candidatura, criado pelo TSE para dar publicidade às declarações de bens, de acordo com o UOL.

Sem o preenchimento obrigatório da informação, um documento emitido pelo TRE em 5 de setembro reafirma que Joice "declara não possuir bens". Em 11 de setembro, o tribunal aprovou seu registro de candidatura. Procurado sobre o motivo de ter aprovado uma candidatura com dados falhos, o TRE respondeu apenas que "não houve a falha apontada", de acordo com o UOL.

Ao não declarar seus bens no CANDex, a candidata cometeu um crime eleitoral por "ocultação e falsidade", previsto dos artigos 348 ao 351 do Código Eleitoral, afirma o advogado Ian Angeli, especializado no tema, de acordo com o UOL, nesta quinta feira (08),


Á você que está me lendo eu digo :  PT, MDB e PSDB e os partidos do centrão, protagonizaram uma corrupção generalizada. A corrupção escancarada nos grandes partidos, levou mais da metade da população a romper com a Social Democracia, uma corrente politica que durava no Brasil desde a sua redemocratização em 1985, quando eu tinha seis anos de idade.

O bolsonarismo é uma extrema direita radical refere-se, dentro do conceito da existência de uma esquerda e direita, ao mais elevado grau de direitismo no espectro ideológico. A política de extrema-direita envolve frequentemente um foco na tradição, real ou imaginada, em oposição às políticas e costumes que são considerados como reflexo do humanismo. Muitas ideologias de extrema-direita têm desprezo ou um desdém pelo igualitarismo, mesmo que nem sempre expressem apoio explícito à hierarquia social, elementos de conservadorismo social e oposição à maioria das formas de Social Democracia Liberal.

A corrupção de PT, MDB e PSDB, partidos que governaram o Brasil desde a sua redemocratização, levou a classe média á aderir a uma direita extremamente radical. A descrença na politica tradicional, levou esse eleitorado a romper com a Social Democracia Liberal, em nome de um imaginário conceito de ordem e moralidade.

Desde a posse do presidente Jair Bolsonaro, os bolsonaristas vem acumulando gritantes contradições, se compararmos o discurso moralista da campanha  presidencial. O bolsonarismo vem sendo flagrado em praticas, que os colocam com os  mesmos vícios dos mesmos políticos de sempre. Claro que o caso da deputada Joice Hasselmann merece mais apuração, mas, por outro lado, é mais uma contradição, no discurso radical do moralismo bolsonarista. Não é aceitável casos assim, em um bolsonarismo tão  radical, que incendiou o  Brasil em 2018.

E assim caminha a humanidade

Imagem : Portal UOL.




























quarta-feira, 7 de outubro de 2020

As inconsistências curriculares de Kassio Marques.

 Houve um esforço para transformar Kássio Nunes no Carlos Decotelli da vez, o quase-ministro da Educação que foi demitido sem ser nomeado em razão de inconsistências no seu currículo. É verdade que os dois andaram, digamos, dando uma vitaminada nas suas respectivas trajetórias acadêmicas, observando que Decotelli foi, sim, professor de um curso reconhecido como da Fundação Getúlio Vargas. Alguma coisa na aparência ou eventualmente nas ideias de Decoteli pode ter facilitado o massacre, de acordo com o jornalista Reinaldo Azevedo, na sua coluna de hoje no UOL.

Como, Reinaldo?" Depois das duas caveiras de burro que foram desenterradas do Ministério da Educação — Ricardo Vélez Rodríguez e Abraham Weintraub —, houve até certo suspiro de alívio quando surgiu o nome de Decotelli. Suas primeiras entrevistas foram tranquilizadoras, e pareceu que a Educação deixaria de ser apenas um território da luta ideológica vil e mesquinha travada em certas áreas desse governo. No Meio Ambiente, por exemplo, ela pode ser sufocante e matar a galinha dos ovos de ouro do agronegócio, de acordo com o artigo do jornalista.

Mas aí veio a patrulha curricular — e não estou defendendo que a informação das inconsistências não fosse publicada. Destaco apenas que conhecemos as consequências. Decotelli caiu, e, em seu lugar, enterrou-se na pasta outra caveira de burro: o pastor Milton Ribeiro. É aquele senhor que, numa única entrevista, disse que o MEC não tem de se meter com as questões relativas ao ensino a distância em tempos de pandemia e que homossexuais — ele atribuiu a afirmação a uma pesquisa — são filhos de famílias desajustadas. Segundo o pensador, o menino de 13, 14 anos, faz a "opção" por ser gay sem ter ainda feito sexo com homem ou mulher, de acordo com o relato do jornalista.

Ele poderia estar lançando, sei lá, a TEOS — Teoria do Empirismo da Opção Sexual —, mas suponho que isso não seria lá muito compatível com seu Deus... O pastor apenas deu um escorregão ao sugerir que a pessoa faça a "opção" só depois de conhecer, vamos dizer assim, todos os lados do polígono... Seria o caso de perguntar se ele próprio seguiu a teoria, de acordo com o texto do jornalista.

Dadas as dúvidas iniciais no currículo de Kássio Nunes, uma apenas subsiste. O que aparece no seu currículo como pós-graduação na Universidad de La Coruña, na Espanha, foi, na verdade, um curso de 40 horas, ministrado ao longo de quatro dias, segundo o relato do jornalista na manhã de hoje.

Sim, acho que Kássio tem de explicar as inconsistências. Mas lembro que, para ser ministro do Supremo, não é preciso nem mesmo, a rigor, ter feito curso superior. Bastam notório saber jurídico — até agora, ninguém negou que ele o tenha — e reputação ilibada. A outra exigência é ter, no máximo, 65 anos, de acordo com o jornalista, nesta quarta feira (07).

Agora volto ao ponto. A imprensa fez o escarcéu que fez com o currículo de Decotelli — a informação era indispensável, sim; o carnaval foi um óbvio exagero — e foi útil aos reaças, que estavam empenhados em derrubar o indicado porque, como se viu, tinham outros planos para a continuidade do trabalho de destruição do que resta da Educação, segundo a coluna do jornalista no dia de hoje.



Á você que está me lendo eu digo : Política significa  algo que tem a ver com a organização, direção e administração de nações ou Estados. É o Direito enquanto ciência aplicada não só aos assuntos internos da nação (política interna), mas também aos assuntos externos (política externa). Nos regimes democráticos, a ciência política é a atividade dos cidadãos que se ocupam dos assuntos públicos com seu voto ou com sua militância.
Basicamente leitor (a) : A politica é a arte da negociação, visando a conciliação de diferenças em nome de um bem comum. Contudo, o extremismo doentio do presidente Jair Bolsonaro, mudou totalmente a lógica do significado da politica.
Alimentando seus velhos preconceitos, o mandatário brasileiro alimentou o clima de ódio e radicalismo no Brasil, como eu nunca tinha visto na minha vida. Os pensamentos  arcaicos de Jair Bolsonaro, subverteram a lógica da politica, como uma ciência contemporânea nos tempos em que vivemos. Foram justamente as ideias arcaicas do mandatário, que colocaram Ricardo Velez e Abran Weintraub no ministério da educação. Os ideais arcaicos  do presidente, implodiram completamente as relações do Palácio do Planalto com o Supremo Tribunal Federal.
E então, eis que Jair Bolsonaro tenta esticar a bandeira branca na relação com os demais poderes. Decotelli foi um nome técnico indicado pela ala militar do governo, entretanto, as inconsistências curriculares, fez Decotelli ser ministro sem nunca ter sido. Kassio Marques, é outra tentativa de bandeira branca por parte do mandatário brasileiro. Ao que parece, as inconsistências curriculares, podem fazer Jair Bolsonaro retornar a escala zero. Resta saber, se os pensamentos arcaicos do mandatário brasileiro, irão contaminar ou não o, decoro tão necessário aos ministros do Supremo Tribunal Federal.

E assim caminha a humanidade.



Imagem : Portal UOL



terça-feira, 6 de outubro de 2020

As questões do jurista Sergio Moro.

 Sergio Moro está sendo pressionado pela família para deixar o Brasil. Segundo informações da coluna da jornalista Monica Bergamo, na Folha de S. Paulo. O objetivo é que o ex-ministro da Justiça e Segurança Pública dê aulas em outro país e, assim, se afaste da política e até de uma possível candidatura em 2022.

A esposa do ex-juiz, Rosângela Moro, tem falado a pessoas próximas que o marido contribuiu como podia e que a política partidária não é para ele. Na opinião dela, é hora de Moro pensar na vida pessoal e profissional, de acordo com a jornalista.

Ainda de acordo com a Folha, o ex-juiz já disse a políticos que não tem intenções de disputar um cargo no pleito de 2022. Moro era considerado um dos principais opositores de Jair Bolsonaro (sem partido) na próxima eleição presidencial, de acordo com o relato da jornalista, nesta terça feira (06).


Á você que está me lendo eu digo :  O então juiz Sergio Moro Moro ganhou enorme notoriedade nacional e internacional por comandar, entre março de 2014 e novembro de 2018, o julgamento em primeira instância dos crimes identificados na Operação Lava Jato que, segundo o Ministério Público Federal, é o maior caso de corrupção e lavagem de dinheiro já apurado no Brasil, envolvendo grande número de políticos, empreiteiros e empresas, como a Petrobras, a Odebrecht, entre outras.[6] Em 12 de julho de 2017, condenou o ex-presidente Lula a nove anos e seis meses de prisão, sendo essa a primeira vez na história do Brasil em que se condenou criminalmente um ex-presidente da República,[19] decisão esta mantida em segunda instância. Sua atuação na condução da Lava-Jato rendeu-lhe prêmios e críticas.

O jurista Sergio Moro, conheceu as aguras do mundo político.  Ao aceitar ser ministro da Justiça do governo de Jair Bolsonaro, o jurista acirrou o debate politico no Brasil. Talvez, o então magistrado, tenha cometido um erro de avaliação, ao entrar no mundo politico. Na politica, as disputas entre correntes de pensamento são constantes. O então juiz Sergio Moro, acirrou os ânimos na temperatura politica brasileira, ao condenar nomes influentes na politica nacional, como por exemplo, o ex prsidente Lula.

Quem sabe, a mistura entre a classe jurídica e a classe politica, nunca tenha sido saudável. Os dissabores com o presidente Jair Bolsonaro, fez Sergio Moro conhecer da forma mais amarga o mundo politico brasileiro. Quem sabe, o experiente jurista, percebeu a hora de se resguardar, e sair do turbilhão da politica de Brasília.

E assim caminha a humanidade. 


Imagem : Revista Isto É. 






segunda-feira, 5 de outubro de 2020

O atraso do Brasil como sociedade contemporânea nos nossos dias.

 Em 39 cidades brasileiras, os eleitores já sabem que terão uma mulher como prefeita no próximo ano. Dados analisados pelo G1 a partir do repositório do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), que ainda passa por atualizações, indica que esses municípios terão apenas mulheres como candidatas à prefeitura. É um número ínfimo, de menos de 1% dos municípios, quando comparado com o total de cidades em que apenas homens concorrem (60%), de acordo com a reportagem do Portal G1 da Rede Globo.

Algumas características chamam atenção no grupo dos municípios com apenas mulheres na disputa. São cidades pequenas, com no máximo 45 mil eleitores (Camocim-CE) e mínimo de 2 mil eleitores (São José do Brejo da Cruz-PB). A maior parte está localizada em estados do Nordeste, de acordo com o relato do Portal.

Há municípios em que apenas uma mulher concorre ao cargo de prefeita. Caso os novos registros de candidaturas não alterem a base do TSE, a candidata Larissa (PSD), na pequena Tenente Ananias, no Rio Grande do Norte, não tem adversário político. Em Jurema, no Piauí, Kaylanne (MDB) também não vai precisar de muito esforço para convencer os eleitores, pois concorre sozinha. Basta seu próprio voto, aliás, para ser eleita, de acordo com a reportagem do veiculo nesta manhã.

Na avaliação da professora de ciência política da Universidade de Brasília (UNB) Flávia Biroli, é preciso um estudo mais detalhado para descobrir por que apenas mulheres disputam as eleições nessas cidades. Ela acredita que uma das hipóteses seja o baixo interesse dos partidos por esses municípios ou o histórico da atividade de liderança exercida pelas mulheres nesses locais, de acordo com o veiculo, na manhã desta segunda feira (5).

“Seria preciso entender se tem uma história diferente nesses municípios que fez dessas mulheres protagonistas no espaço público e, com isso, nos espaços políticos. A outra questão seria entender o contexto da política partidária nesses municípios. Nós temos duas possibilidades. Uma tem a ver com a primeira que mencionei, que as mulheres tenham uma atuação nos espaços públicos e nos espaços institucionais que acabou permitido a elas maior controle sobre os partidos nessas cidades. A outra é o contrário disso. Que os partidos não estão se importando com esses municípios e sobrou para as mulheres, porque quando os partidos se importam, em geral, os homens é que têm o controle sobre os recursos políticos”, observa Flávia, de acordo com o relato da reportagem.

A disparidade nos percentuais de cidades com apenas mulheres nas disputas e o caso de eleições em que apenas os homens concorrem à prefeitura revela os gargalos da política brasileira. Segundo Flávia Biroli, não é verdade que as mulheres não tenham interesse pela política. O sistema político é amplamente controlado pelos homens e isso, explica a professora, cria barreiras para as mulheres lançarem suas candidaturas, de acordo com o G1.

Outro levantamento publicado pelo G1 mostra que apenas 1 em cada candidaturas para prefeituras neste ano é de mulher. O baixo número de candidaturas de mulheres se repete também na disputa para as Câmaras Municipais. As mulheres representam 34% dos candidatos a vereador, percentual muito próximo do registrado em 2016 e 2012. A minirreforma eleitoral de 2009 estabeleceu uma cota mínima de 30% das vagas para as mulheres, de acordo com o Portal da Rede Globo.

“Os estudos já mostram há algumas décadas que o problema da sub-representação das mulheres não é um problema que possamos atribuir à falta de vontade de participar, mas, sim, aos sistemas políticos. O problema não está nas mulheres, está nas democracias, no modo como elas reproduzem o domínio masculino na política. Tem um dado, no caso do Brasil, que é importante mencionar. Entre as pessoas filiadas a partidos políticos, as mulheres são 46%. Ou seja, é quase paritário na filiação. Se as mulheres não se interessassem por política partidária, por política institucional, por que elas se filiariam aos partidos? Esse dado mostra o interesse pela política partidária. Então, tem alguma coisa que acontece entre esse interesse por se envolver e o processo de se candidatar e de se eleger. Por isso que as cotas são tão importantes porque elas incidem sobre esse processo. Não adianta só ser candidata, é preciso ter apoio, recursos, redes, apoio jurídica”, explica a professora de acordo com o G1.


Á você que está me lendo eu digo : Patriarcado é um sistema social em que homens mantêm o poder primário e predominam em funções de liderança política, autoridade moral, privilégio social e controle das propriedades. No domínio da família, o pai (ou figura paterna) mantém a autoridade sobre as mulheres e as crianças. Algumas sociedades patriarcais também são patrilineares, o que significa que a propriedade e o título são herdadas pelos homens e a descendência é imputada exclusivamente através da linhagem masculina, às vezes, até o ponto onde parentes do sexo masculino significativamente mais distantes têm precedência sobre parentes do sexo feminino.

Caro (a) leitor (a): O Brasil é um país patriarcal e extremamente machista. Os cargos de liderança, seja na política, ou em outros segmentos, ainda é controlado pelos homens. O Brasil ainda é um país conservador e extremamente machista. O sistema patriarcal brasileiro, ainda trabalha com a mentalidade coletiva da superioridade dos homens em relação as mulheres.

Eu estive na Suíça e na Itália em 2013. Durante a viagem, eu pude comprovar o nosso atraso cultural, em comparação aos povos desses dois países. Para você ter uma ideia leitor (a): Quando questionei suíços e italianos sobre o que é o feminismo ? . Os homens suíços e italianos, foram quase unanimes em responder que o feminismo é um movimento intelectual, que busca a igualdade de direitos entre homens e mulheres, por meio do empoderamento feminino.

Já no Brasil, ao fazer o mesmo questionamento, alguns homens brasileiros, me disseram que o feminismo são um conjunto de mulheres mal amadas, que estão em guerra contra os homens. E então leitor (a), você entende o que eu quero dizer ? Nessas conversas, eu pude comprovar o quanto  o Brasil ainda é um país com um forte traço patriarcal, se comparado a Suíça e Itália, por exemplo.

O nosso sistema patriarcal como sociedade, impede com que o Brasil avance como uma nação.

E assim caminha a humanidade.


Imagem : Portal G1 da Rede Globo.








domingo, 4 de outubro de 2020

O capitalismo selvagem no Brasil.

 Não há quem discorde de que é preciso fazer ajustes nas carreiras do funcionalismo, para reduzir gastos e racionalizar benefícios. Se chamados a ajudar nessa tarefa, os próprios servidores públicos poderão dar sugestões importantes. Fazer uma reforma administrativa ao lado dos funcionários seria mais eficaz do que colocá-los como oponentes, de acordo com o jornalista Chico Alves, no Portal UOL.

A tarefa fica, porém, bem mais difícil se o roteiro de mudanças parte do pressuposto de que há no serviço público castas de privilegiados que, apesar de ganharem muitíssimo mais que a média, devem ficar livres dos cortes, de acordo com o relato do jornalista na sua coluna no UOL.

Que categoria de trabalhadores, seja da iniciativa privada ou do governo, concordaria de bom grado com uma barbaridade dessas?, questionou o comentarista na sua coluna.

A cristalização de tal desigualdade está prevista na reforma administrativa que Executivo e Legislativo planejam para breve, de acordo com o jornalista na manhã de hoje.

A justificativa para isso vem das mentes delirantes de tecnocratas como o ministro Paulo Guedes, que teve o despudor de defender publicamente aumento para quem hoje já ganha salários estratosféricos no funcionalismo, ao mesmo tempo que planeja achatar a remuneração de quem está na base, segundo o relato do jornalista no UOL.

Guedes acha que os caciques do serviço público são mais importantes que os índios. Como se em um país com enorme déficit de professores, médicos, enfermeiros, fiscais ambientais e outros tantos profissionais, o brasileiro estivesse mesmo é precisando dos gestores engravatados de Brasília, de acordo com a coluna do jornalista.

É a naturalização desse elitismo deslavado que faz com que juízes de todo o país recebam fortunas mensais pagas com dinheiro público e achem que está tudo bem. Como mostra a reportagem de Fábio Fabrini, Leonardo Diegues e Diana Yukar, da Folha de S. Paulo, mais de 200 mil togados brasileiros recebem entre R$ 50 mil e R$ 100 mil. No topo, há quem ganhe mais que R$ 500 mil, de acordo com o relato do jornalista.

Magistrados, militares, integrantes do Ministério Público e parlamentares deveriam ser os primeiros da lista de cortes substanciais em uma reforma decente. No plano traçado, no entanto, eles ficam a salvo e o peso do ajuste recai somente sobre os ombros dos barnabés de salário curto, de acordo com o jornalista, neste domingo (4).


Á você que está me lendo eu digo : Capitalismo é um sistema econômico baseado na propriedade privada dos meios de produção e sua operação com fins lucrativos. As características centrais deste sistema incluem, além da propriedade privada, a acumulação de capital, o trabalho assalariado, a troca voluntária, um sistema de preços e mercados competitivos.
Capital financeiro pode ser entendido como o capital representado por títulos, obrigações, certificados e outros papéis negociáveis e rapidamente conversíveis em dinheiro.
No capitalismo, o seu funcionamento, é uma sustentação econômica, aonde muitos ganhando pouco, sustentam poucos  que ganham muito. A reforma administrativa do ministro da economia Paulo Guedes, não necessariamente resolve o problema do custo da maquina pública, atende apenas a lógica do capital financeiro.
Pelo contrário. A reforma administrativa do ministério da economia, atinge apenas os servidores que estão na ponta da pirâmide. Ou seja: Servidores que ganham salários, no máximo intermediários, entre R$ 3 a 4 mil reais mensais. Os verdadeiros privilegiados, mantem intacta as altas castas, que aumentam os custos do funcionamento público no Brasil.
Mas, no entanto, a lógica do capitalismo selvagem não vai tirar o Brasil da crise econômica. Pelo contrário. O capitalismo selvagem apenas vai aumentar o buraco orçamentário brasileiro.

E assim caminha a humanidade.

Imagem : Site Rede Brasil Atual.